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  • A falha das igrejas vista pelos seus líderes
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • A Falha da Igreja Vista Pelos Seus Líderes

      FALHA NAS CIDADES

      “A mais impelente missão da Igreja hoje em dia”, disse o clérigo G. Paul Musselman em Saturday Evening Post de 18 de novembro de 1961, “não é nos distantes e menos civilizados cantos do globo. A maior tarefa jaz bem no coração da civilização urbana, na brenha dos arranha-céus e de asfalto de nossas cidades. É ali que a Igreja tem falhado. É uma falha dita em têrmos de congregações que diminuem e de igrejas que se fecham — e uma crescente incapacidade de entrar a Igreja na vida dos que desesperadamente precisam de algo do espírito para dar significado à nossa civilização materialista. . . . Nos últimos quinze anos ou isso, Nova Iorque perdeu mais de 300 igrejas; Chicago, 150; Clevelândia, 72; e Detróit, 63. . . . Os líderes da igreja estão adquirindo nôvo conceito sobre impressionantes edifícios de igreja, nos quais congregações que parecem clube às vezes desconsideram o mundo exterior e vagarosamente se abraçam com a morte em enormes estruturas que não mais podem manter. . . . Talvez o protestantismo precise perder um pouco mais dos seus símbolos sociais antes de se lembrar que o seu destino não é ser zelador de propriedades, mas criador de uma cultura cristã”.

      PREOCUPADAS DEMAIS COM A RESPEITABILIDADE

      Um clérigo de Nova Iorque, Harold A. Bosley, segundo relatado pelo Herald de Miami em 19 de julho de 1962, disse: “As igrejas desta nação ficaram tão temerosas de dizerem algo errado que simplesmente nada dizem. Somos tão respeitáveis que temos mêdo de nossa própria sombra. . . . As igrejas americanas costumavam ser guardiãs da moral na comunidade e cruzariam espada com qualquer pessoa, mas hoje elas têm esquecido ti̇̀midamente o seu papel.” Neste mesmo sentido, Cynthia Clark Wedel, vice-presidente do Conci̇́lio Nacional de Igrejas, disse o seguinte, segundo relatado no Post de Houston em 1.° de outubro de 1961: “Muitíssimas igrejas refletem uma imagem composta quase inteiramente de amenidade e luz. Tememos que, se a igreja se envolver em algo controversial, ela deixará de ser popular — o povo pode deixá-la ou não querer entrar nela.”

      “VULGARIDADE E CONVERSA FIADA”

      Segundo citado na Press-Enterprise de Riverside, Califórnia, na sua edição de 30 de setembro de 1962, o clérigo Henry J. Stokes, disse: “A nossa atual instabilidade e convolução social em todos os sentidos; o crescente conceito pelo mundo observador que a igreja é irrelevante com suas vulgaridades e conversa fiada de muita atividade; e o saber que as relações humanas, em cujo bem Cristo está vitalmente interessado, têm tirado a máscara de nosso fraco apêgo espiritual ao verdadeiro testemunho. Êstes e outros assuntos espinhosos tornam o requisito de pregação uma designação quase impossível. Em tudo isto, o pregador não pode agradar a Deus e ao homem. Muitas vêzes êle não agrada a nenhum.”

      EVITANDO RESPONSABILIDADE

      Um clérigo anglicano, A. Gordor Baker, segundo relatado no Daily Star de Toronto de 2 de abril de 1962, disse: “A igreja tem pôsto de lado a sua responsabilidade por séculos. . . . O cristianismo tem-se tornado tão aglomerado como pacotes de café nas prateleiras dos supermercados atuais. Certamente Jesus Cristo não prendou a igreja com a sua presença, para que ela estabelecesse um clube particular confortável e seguro.”

  • A aplicação de princípios bíblicos — Coréia
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • A Aplicação de Princípios Bíblicos — Coréia

      Aplicar os princípios bíblicos na vida diária mesmo antes do batismo traz recompensas. Certa irmã colocou uma revista com uma senhora, é, três dias depois, começou um estudo. Estudaram por três meses e a senhora começou a assistir às reuniões. Depois de seis meses, ela começou a pregar e gastava cêrca de trinta horas por mês, colocando mais que a sua quota de revistas, tendo aprendido um sermão breve. Esta pessoa de boa vontade, ainda não batizada, começou a estudar regularmente com os filhos. A publicadora falava sôbre a conduta cristã, a obra de pregação e ouras coisas organizacionais depois do estudo, salientando como devia ser tratado o marido descrente e às vêzes opositor. Ela seguiu o bom conselho bíblico. Manteve a casa mais limpa e bem arrumada, e sempre tratava com jeito o marido. O resultado? O marido também se interessou, começou a estudar, e agora a família inteira está na verdade. — Anuário das Testemunhas de Jeová de 1963, em inglês, págs. 179, 180.

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