BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Dedicação — A quem? Por quê?
    A Sentinela — 1982 | 15 de fevereiro
    • Dedicação — A quem? Por quê?

      “Mas vós sois ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa [nação consagrada; nação dedicada], povo para propriedade especial’.” — 1 Pedro 2:9, Tradução do Novo Mundo; A Bíblia de Jerusalém (ed. ingl.); A Nova Bíblia Inglesa.

      1, 2. (a) Pertencia Abraão Lincoln a alguma igreja da cristandade? No entanto, no seu discurso de Gettysburg como se referiu à nação de que era presidente? (b) Que ação reflete sobre a confiança que aquela nação tem em Deus e de que modo será “para o povo” o governo que se seguirá à tribulação mundial?

      NENHUMA única dentre todas as igrejas da cristandade podia reivindicar como membro seu o 16.º presidente dos Estados Unidos da América. No entanto, quando ele proferiu seu famoso discurso de Gettysburg, em 19 de novembro de 1863, esse homem que lia a Bíblia, Abraão Lincoln, disse as seguintes palavras vigorosas:

      “Há oitenta e sete anos, edificavam nossos pais uma nova nação neste continente, concebida no espírito de liberdade, e consagrada ao conceito de que todos os homens são criados iguais. . . . Num sentido lato, porém, não podemos dedicar, não podemos consagrar, não podemos santificar este solo, porque os bravos, tanto os vivos como os mortos, que aqui se bateram, o consagraram de modo infinitamente mais alto. . . . Importa, antes, que hoje aqui nos dediquemos nós, os vivos, a completar a obra ainda não terminada, que tão nobremente levaram avante esses que aqui se bateram. Importa, antes, . . . que nos dediquemos à grande causa . . .”

      2 Desde aquele discurso memorável no cemitério nacional em Gettysburg, Pensilvânia, os Estados Unidos desvirtuaram o lema na sua nota de dólar: “Em Deus Confiamos.” Apesar da dedicação do presidente e de outros estadunidenses sinceros, o “governo do povo, pelo povo” ‘desaparecerá da face da terra’. Felizmente, “para o povo” isso não será uma calamidade duradoura, porque seguir-se-á o governo real, supremo, de Deus, por meio de Seu Rei designado, Jesus Cristo, para a bênção de todos os habitantes deste globo, inclusive da parte que agora é o continente americano.

      3, 4. (a) Que “nação” se destacará então? (b) Que palavras de Jeová, dirigidas a Israel, citou Pedro com respeito a essa nova “nação”?

      3 Destacar-se-á então uma nova nação. De que nação se trata? Daquela a qual se dirigiram as seguintes palavras inspiradas: “Mas vós sois ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial’.” — 1 Pedro 2:9.

      4 Com estas palavras, o apóstolo Pedro cita expressões usadas por Deus com referência ao Seu povo escolhido, Israel, que naquela época se encontrava junto ao monte Sinai, na Arábia, conforme registrado em Êxodo 19:5, 6. Lemos ali: “E agora, se obedecerdes estritamente a minha voz e deveras guardardes meu pacto, então vos haveis de tornar minha propriedade especial dentre todos os outros povos, pois minha é toda a terra. E vós mesmos vos tornareis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.”

      5. À luz do uso bíblico, significam “consagrar” e “dedicar” a mesma coisa?

      5 Em Êxodo 19:6 e; 1 Pedro 2:9, acima citados, algumas traduções realçam a frase simples “nação santa”, por traduzi-la “nação consagrada” ou “nação dedicada”.a (Veja The Jerusalem Bible; Moffatt; Knox; The New English Bible.) A aceitação das normas de Jeová e viverem segundo elas colocaria os israelitas à parte como povo consagrado ou dedicado. Deus pode “consagrar” ou “dedicar” uma coisa, uma pessoa ou um grupo de pessoas. Do ponto de vista de Deus, essas duas palavras podem significar basicamente a mesma coisa. Entretanto, os homens imperfeitos, embora não possam “consagrar” alguma coisa, tornando-a pura para um objetivo santo, podem correta e amorosamente “dedicar” alguma coisa, inclusive a si mesmos.

      6. (a) Ao dizer: “Tudo o que Jeová falou estamos dispostos a fazer”, que ação tomou a nação de Israel, de modo individual e coletivo? (b) Em que arranjo a introduziu Deus sem qualquer coação?

      6 Deus propôs aos israelitas libertos que eles poderiam tornar-se para ele uma nação santa, sob a condição de que ‘obedecessem estritamente à sua voz e guardassem o seu pacto’. Eles responderam: “Tudo o que Jeová falou estamos dispostos a fazer.” Eles, assim, tanto individual como coletivamente, dedicaram-se irreversivelmente ao seu Salvador, Jeová Deus. Embora Jeová já os tivesse escolhido por serem os descendentes naturais de Abraão e ele já os tivesse liberto milagrosamente do Egito, através do Mar Vermelho, esperou que os israelitas se dedicassem voluntariamente a ele e à Sua adoração. À base disso, foram constituídos no povo pactuado de Jeová. Lemos sobre isso:

      “Quando todo mandamento segundo a Lei tinha sido anunciado por Moisés a todo o povo, ele tomou o sangue de novilhos e de bodes, com água, e lã escarlate, e hissopo, e aspergiu o próprio livro e todo o povo, dizendo: ‘Este é o sangue do pacto que Deus preceituou para vós.’” — Hebreus 9:19, 20; Êxodo 24:1-8.

      7. (a) Qual seria a situação dos judeus nas gerações subseqüentes? (b) Como poderiam perder sua condição dedicada?

      7 As gerações subseqüentes de judeus nasceriam nesta nação dedicada, e, por isso, numa relação dedicada com Deus. Mas individualmente, quando atingissem a idade da responsabilidade, teriam de imitar aqueles judeus lá no monte Sinai, provando pela sua motivação de coração e pelas suas ações que estavam realmente dedicados a Jeová, para continuarem nessa nação santa numa boa situação. De fato, o bem-estar deles como nação e sua própria vida estavam envolvidos. Isto se dá porque Deus pode retirar a condição sagrada ou santa que concede a um povo, se este se mostrasse indigno, e pode transferi-la para aqueles que se mostram dignos disso. Foi por isso que o apóstolo Pedro passou a aplicar as palavras originais de Deus, dirigidas ao Israel natural, no sentido de que se tornariam para ele “um reino de sacerdotes e uma nação santa”, a nova nação cristã, que viera à existência em Pentecostes de 33 E.C. Como se deu esta transferência de reconhecimento santo?

      8. (a) Quando Pedro escreveu a sua primeira carta inspirada, que calamidade estava prestes a sobrevir a Israel, e que relação não gozavam mais os judeus com Jeová Deus? (b) Então, de quem se compunha a “nação consagrada”?

      8 Quando o apóstolo escreveu as palavras de 1 Pedro 2:9, o povo judaico aproximava-se duma calamidade nacional. A sua cidade de Jerusalém, com o seu templo, estava prestes a ser destruída pelas legiões romanas, e eles estavam para ser dispersos internacionalmente, assim como Jesus predissera. (Lucas 21:20-24) Lamentavelmente, em 33 E.C., eles haviam rejeitado Jesus Cristo, o Mediador do novo pacto de Deus, e o antigo pacto da Lei, mediado pelo profeta Moisés, inquestionavelmente não vigorava mais. “Aquilo que é Israel de modo carnal” fora assim rejeitado. (1 Coríntios 10:18; Mateus 23:38) A nova nação do Israel espiritual havia sido produzida por Jeová Deus. (Romanos 9:6; Gálatas 6:15, 16) Esta nova “nação consagrada” compunha-se dos discípulos de Jesus Cristo, aos quais Pedro dirigia a sua carta, a saber, “aos escolhidos segundo a presciência de Deus, o Pai, com santificação pelo espírito”. — 1 Pedro 1:1, 2.

      9. Conhecia Deus de antemão os membros individuais daquela nação santa, e como se tornaram eles uma “raça” escolhida?

      9 Isto não significa que Deus conhecesse de antemão e designasse por nome os membros individuais. Antes, ele sabia de antemão que iria produzir uma nova nação, uma “nação santa”, e sabia de antemão o que se requereria de cada membro individual, a fim de que este fosse escolhido e aceito na nação santa. Também, esta nação espiritual seria constituída especialmente santa pelo espírito santo de Deus, sendo os membros dessa nação gerados por meio do espírito santo para se tornaram filhos espirituais de Deus. (Tito 3:4-7) Nesta condição santa ou santificada podem servir como “sacerdócio real”. Sendo gerados pelo espírito, são uma “raça”, uma “raça escolhida”.

      10. Visto que Deus lida com os cristãos ungidos como “nação” ou grupo, que perguntas surgem quanto à responsabilidade individual?

      10 Mas como entra nisso a dedicação a Jeová por parte dos membros individuais da nova nação? Embora Deus os ‘consagre’ ou ‘dedique’ como grupo ou nação, será que cada um tem de fazer uma dedicação incondicional de si mesmo a Deus, para ser aceito como membro desta nova nação? Na realidade, não dizem as Escrituras simplesmente: ‘Creia no Senhor Jesus Cristo e será salvo’? Ou de modo simples: ‘Arrependa-se e se converta’? De modo que não são a mera crença, o arrependimento e a conversão tudo o que se especifica como necessário para alguém se tornar discípulo de Jesus, cristão? Deu Jesus, o Filho de Deus, o passo da dedicação quando esteve na terra? Vejamos.

      ‘VIM . . . PARA FAZER A TUA VONTADE’

      11. Sob o arranjo de que pacto com Deus nasceu Jesus, e como se deu isso?

      11 Gálatas 4:4 nos informa a respeito do nascimento humano de Jesus: “Quando chegou o pleno limite do tempo, Deus enviou o seu Filho, que veio a proceder duma mulher e que veio a estar debaixo de lei [mosaica].” Após o seu nascimento milagroso duma virgem judia, sua circuncisão no oitavo dia confirmou que era, por nascença, do povo pactuado de Deus, e neste respeito José e Maria “trouxeram-no a Jerusalém para o apresentarem a Jeová”. — Lucas 2:22-24.

      12. Em símbolo de que batizava João os judeus que vinham a ele, mas por que objetou de início a batizar Jesus?

      12 Foi a esta nação dedicada que se enviou o precursor de Jesus Cristo, João, o Batizador, para convocar a nação ao arrependimento. Conforme Jesus disse: “Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” (Mateus 15:24) A mensagem dirigida a este povo dedicado de Deus era especial, não aplicável às nações não-israelitas. João, o Batizador, exortou essas “ovelhas perdidas da casa de Israel” a se arrependerem de seus pecados contra o pacto da Lei. (Mateus 3:1-6) “João batizava com o batismo em símbolo de arrependimento, dizendo ao povo que cressem naquele que vinha após ele, isto é, em Jesus.” (Atos 19:4) Todavia, quando Jesus se apresentou a João para ser batizado em água, isto obviamente não era em símbolo de arrependimento, porque Jesus não tinha pecados, nem era violador do pacto da Lei sob o qual havia nascido. Sabendo disso, João hesitou em batizar Jesus, mas aquiesceu a este pedido quando foi informado: “Deixa por agora, pois assim é apropriado que executemos tudo o que é justo.” (Mateus 3:13-17) O que queria dizer com isso?

      13. (a) Como cumpriu Jesus o Salmo 40:7, 8? (b) O que simbolizou o batismo de Jesus?

      13 Jesus estava ali agindo em harmonia com a profecia a seu respeito no Salmo 40:7, 8: “Por esta razão eu disse: ‘Eis aqui vim, no rolo do livro está escrito a meu respeito. Agradei-me em fazer a tua vontade.’” Em Hebreus 10:5-10, esta profecia é aplicada a Jesus Cristo, visto que, no caso de Jesus, Deus não quis sacrifícios oferecidos em harmonia com o pacto da Lei mosaica, mas queria como sacrifício o corpo humano perfeito que Deus preparara para seu Filho, a ser sacrificado como base para um novo pacto. Portanto, ao ser batizado, Jesus não se estava dedicando a Deus, porque já era membro duma nação dedicada, e, não tendo pecado, não precisava de conversão. (Hebreus 7:26) Antes, seu batismo era símbolo de ele apresentar a si mesmo ao seu Pai celestial para fazer a vontade adicional dele. E, neste respeito, Jesus proveu um modelo para o batismo de seus discípulos.

      14. (a) Após o encarceramento de João, que mensagem começou Jesus a pregar? (b) Para que preparavam o povo nesta ocasião o arrependimento e o batismo?

      14 Quando Jesus soube que João, o Batizador, havia sido encarcerado, ele iniciou uma campanha de pregação aos já dedicados israelitas “Daquele tempo em diante, Jesus principiou a pregar e a dizer: ‘Arrependei-vos, pois o reino dos céus se tem aproximado.’” (Mateus 4:17) O batismo em símbolo de arrependimento alcançou nova intensidade. (João 3:26; 4:1, 2) Quando o Moisés Maior, Jesus Cristo, ascendeu ao céu e apresentou a Jeová Deus o valor do mérito de seu sacrifício humano, o pacto da Lei mosaica foi invalidado e foi lançada a base para o estabelecimento do predito “novo pacto”. (Jeremias 31:31-34) Assim, no dia de Pentecostes de 33 E.C., os discípulos judaicos de Jesus foram transferidos do pacto da Lei mosaica para o “novo pacto”, cujo mediador era o Moisés Maior, Jesus Cristo.b

      15. (a) O que não terminou imediatamente para os judeus quando foi cancelado o pacto da Lei? (b) Qual era então a vontade de Deus para os judeus que se importavam com sua relação dedicada com Deus?

      15 Embora o pacto da Lei tivesse então sido invalidado, ainda não havia terminado o período de Deus de mostrar favor e atenção especiais aos judeus, por serem descendentes naturais de Abraão; este findou só no ano 36 E.C. De modo que, mesmo após o primeiro derramamento do espírito santo em 33 E.C., o apóstolo Pedro, ungido com o espírito, disse a uma multidão de judeus em Jerusalém: “Arrependei-vos, portanto, e dai meia-volta [convertei-vos], a fim de que os vossos pecados sejam apagados, para que venham épocas de refrigério da parte da pessoa de Jeová e para que ele envie o Cristo designado a vós, Jesus.” Restabelecerem eles então sua relação dedicada com Deus envolveria não somente arrependerem-se dos pecados contra o pacto da Lei, no qual ainda se consideravam estar, mas também apresentarem-se como membros prospectivos desta nova nação, que era então a vontade de Deus para com todos os que se tornavam discípulos de Jesus, cristãos. Isto é confirmado pelo que Pedro disse anteriormente no dia de Pentecostes aos judeus que “ficaram compungidos no coração” por sua participação em causar a morte de Jesus. Pedro disse-lhes: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado no nome de Jesus Cristo, para o perdão de vossos pecados, e recebereis a dádiva gratuita do espírito santo.” De modo que havia mais envolvido do que o simples arrependimento e a resolução geral de proceder melhor à base da crença em Jesus. — Atos 3:19, 20; 2:37-40, NM; Almeida.

      16. (a) O que significava o batismo em água dos samaritanos circuncisos, quando receberam a mensagem do Reino? Por que? (b) O que confirmou que eles haviam sido aceitos na relação pactuada com Deus?

      16 Antes de ascender ao céu, Jesus disse aos seus apóstolos que eles estenderiam o testemunho a seu respeito a “Samaria, e até à parte mais distante da terra”. (Atos 1:8) Embora os samaritanos não fossem israelitas, mas gente “de outra nação”, eram circuncidados porque aceitavam os livros da Bíblia que foram escritos por Moisés e consideravam-no como mediador entre si mesmos e Deus. (Lucas 17:16-18) Jeová, na sua benignidade imerecida, achou conveniente fazer Pedro usar uma chave especial para os samaritanos um pouco antes de usar outra para os gentios incircuncisos, em abrir as oportunidades relacionadas com o reino dos céus. Mas, visto que aqueles samaritanos realmente não estavam no pacto da Lei mosaica e ‘adoravam o que não conheciam’, ao serem batizados, eles primeiro tinham de dedicar-se com entendimento a Jeová Deus, em nome do Messias, Jesus, como Mediador dum novo pacto. Serem depois batizados com espírito santo confirmou que haviam sido aceitos no novo pacto. — Mateus 16:18, 19; João 4:4-42; Atos 8:5-25.

      17. (a) Quando e como visitou Deus pela primeira vez não-judeus incircuncisos, “a fim de tirar [deles] um povo para o seu nome”? (b) O que simbolizava o seu batismo em água?

      17 No ano 36 E.C., quando expirou o tempo de Deus para conceder favor especial aos judeus, Jeová Deus voltou sua atenção para os não-israelitas incircuncisos, os gentios, “a fim de tirar [deles] um povo para o seu nome” (Atos 15:14-18) Usando outra das “chaves”, Pedro foi enviado ao lar do centurião romano chamado Cornélio, que era bondoso para com o povo judaico. Estes gentios devem ter aceito o testemunho a respeito de Jeová Deus e seu glorificado Messias, pois o espírito santo caiu sobre eles e começaram a falar em línguas. Deus começara misericordiosamente a conceder “também a pessoas das nações o arrependimento com a vida por objetivo”, por meio de Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. (Atos 11:18; João 1:29) Jeová também os havia aceito na sua nação espiritual à base da dedicação que fizeram a ele no seu coração. O espírito santo confirmou isso. Portanto, nenhum dos judeus cristianizados que acompanhavam Pedro podia objetar à sua ordem de que eles fossem “batizados no nome de Jesus Cristo”. Isto iniciou a “conversão de pessoas das nações”. (Atos 10:1-48; 15:3) Desde então, todos os que desejam servir a Deus, quer judeus, quer gentios, têm de fazer no coração uma dedicação a Jeová. E relacionado com o seu batismo em água, apresentam-se para fazer a vontade de Deus para com eles, imitando Jesus.

  • A dedicação e seu símbolo
    A Sentinela — 1982 | 15 de fevereiro
    • A dedicação e seu símbolo

      1. Como pode o sinal de identificação da pessoa ser uma coisa boa, como foi o caso dos judeus sinceros antes de Jerusalém ser destruída em 607 A.E.C.?

      UM SINAL ou símbolo de identificação ou posição oficial da pessoa pode ser uma boa coisa, sim, algo necessário. Por exemplo, quando Jerusalém estava na iminência de ser destruída, em 607 A.E.C., foi enviado um “homem” simbólico para marcar as testas dos israelitas de coração reto, para que fossem protegidos contra serem mortos. Apenas os poucos que abominavam ‘as coisas detestáveis que se faziam’ no meio daquela que devia ter sido a cidade santa de Deus foram marcados para serem salvos. — Ezequiel 9:1-7.

      2. Que fatores identificadores são considerados em Revelação, capítulo 7, e como se relacionam estes com a salvação?

      2 Atualmente, uma “grande tribulação” está prestes a atingir o mundo inteiro. Por isso, Revelação 7:1-8 nos diz que os “quatro anjos” postados nos quatro cantos da terra foram mandados segurar os quatro ventos para que não soprassem e produzissem o mais destrutivo vendaval ou “tribulação” até que o número fixo dos escolhidos de Deus tivesse sido selado na testa. Isto permite também tempo para que uma “grande multidão” se purifique “no sangue do Cordeiro”, a fim de ser identificada como digna de sobreviver a esta “grande tribulação”. — Revelação 7:9-14; Mateus 24:21, 22.

      3, 4. No caso do sumo sacerdote judaico, de que era lembrete o ‘símbolo de dedicação’ no seu turbante?

      3 No antigo Israel foi instituído um sacerdócio. Moisés executara as instruções específicas de Jeová para a fabricação de vestes distintivas para o sumo sacerdote. A respeito do turbante está escrito: “Fizeram uma roseta de ouro puro como símbolo [sinal] de sua santa dedicação e inscreveram nela como a gravura num selo: ‘Santo para o SENHOR’ [‘Consagrado a Iahweh’, A Bíblia de Jerusalém], e prenderam-no num cordão violeta para afixá-lo no alto do turbante.”a — Êxodo 39:30, 31; 29:6; Levítico 8:9, The New English Bible; Tradução do Novo Mundo.

      4 Este ‘símbolo de dedicação’ era um lembrete para o sumo sacerdote e todos os observadores de que ele havia sido “consagrado” ou dedicado por Deus para um serviço sagrado a favor de um povo dedicado. Ele e os outros sacerdotes haviam de tomar a dianteira em instruir o povo e em ofertar sacrifícios aceitáveis para a expiação de pecados, o que os ajudaria a viver à altura de sua dedicação a Deus. Isto contribuiria para a condição santa e dedicada da nação, porque foram avisados de que, se abandonassem a Jeová, ele, por sua vez, os abandonaria e entregaria aos seus inimigos. — Deuteronômio 28:15, 25, 63.

      5. Embora não haja hoje nenhum judeu chamado Cohen que possa identificar-se como o sumo sacerdote arônico, por que não é desesperador o nosso caso?

      5 A história trágica dos israelitas está cheia das calamidades que sofreram em resultado de se terem desviado dos mandamentos de Deus e de seu serviço dedicado a ele. Após a segunda destruição de Jerusalém e de seu templo, em 70 E.C., o sumo sacerdote, com o símbolo de dedicação no seu turbante, desapareceu do cenário. Atualmente, nenhum judeu com o nome de família de Cohen (que significa “Sacerdote”) pode provar que ele é sumo sacerdote de Israel. Então, é a nossa situação desesperadora? Não! Porque lemos a respeito do glorificado Filho de Deus: “Para nós era apropriado tal sumo sacerdote, leal, cândido, imaculado, separado dos pecadores e que chegou a ser mais alto do que os céus. . . . Ele . . . se ofereceu a si mesmo.” — Hebreus 7:26, 27.

      6, 7. Nasceu Jesus na tribo sacerdotal de Israel? E como podia ele tornar-se sumo sacerdote?

      6 Visto que Jesus era o Filho de Deus, ele não precisava ser membro da tribo de Levi ou da família sacerdotal de Arão para se tornar sacerdote de Deus. Podia ser assim segundo os arranjos maravilhosos de Jeová Deus. O Rei Davi foi inspirado pelo espírito de Deus para profetizar a respeito deste descendente ilustre, que havia de ser mais enaltecido do que seus antepassados régios: “A pronunciação de Jeová a meu Senhor é: ‘Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos como escabelo para os teus pés.’ Jeová enviará de Sião o bastão da tua força, dizendo: ‘Subjuga no meio dos teus inimigos.’ Teu povo se oferecerá voluntariamente no dia da tua força militar. Nos esplendores da santidade [em trajes santos], da madre da alva, tens a tua companhia de homens jovens assim como gotas de orvalho. Jeová jurou (e não o deplorará): ‘Tu és sacerdote por tempo indefinido à maneira de Melquisedeque!’” — Salmo 110:1-4, Tradução do Novo Mundo; Imprensa Bíblica Brasileira.

      7 Portanto, até os nossos próprios dias, o glorificado Jesus Cristo permanece como Sumo Sacerdote real, mais alto do que os principais sacerdotes do antigo Israel com seu símbolo material de dedicação. Ele ocupa o cargo não por ser sacerdote levita, mas pelo juramento de Jeová Deus.

      Símbolo Para os Que ‘se Oferecem Voluntariamente’

      8. Por que é este o dia da “força militar” de Cristo e como procedem neste respeito os que agora se oferecem voluntariamente?

      8 Os discípulos deste Sumo Sacerdote real, Cristo Jesus, ‘oferecem-se voluntariamente’ agora, no dia da “força militar” dele. Dedicam-se a Jeová Deus em nome deste Sumo Sacerdote real, sendo batizados em água, em símbolo desta dedicação. São aqueles cujo número completo precisa ser finalmente selado antes do irrompimento da “grande tribulação”. Junto com seus companheiros da “grande multidão”, ‘oferecem-se voluntariamente’ iguais às gotas de orvalho, levando às pessoas a revigorante mensagem de salvação da parte de Deus. — Revelação 7:2-4, 9, 10, 14.

      9. Em Romanos 12:1, 2, que conselho dá Paulo aos cristãos ungidos?

      9 O apóstolo Paulo disse, escrevendo aos discípulos há 1.900 anos: “Eu vos suplico, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, um serviço sagrado com a vossa faculdade de raciocínio. E cessai de ser modelados segundo este sistema de coisas, mas sede transformados por reformardes a vossa mente, a fim de provardes a vós mesmos a boa, e aceitável, e perfeita vontade de Deus.” — Romanos 12:1, 2.

      10, 11. (a) Portanto, Paulo dirigiu sua súplica aos cristãos gentios de Roma em seqüência de que assunto? (b) De que maneira era este arranjo uma expressão de grande compaixão por parte de Deus?

      10 Esta súplica aparece logo após Paulo considerar a oliveira simbólica. Igual aos ramos duma oliveira cultivada, a nação dedicada de Israel era a descendência natural do “amigo” de Deus, Abraão. Como tal, era a primeira que se poderia tornar o “descendente de Abraão” segundo a promessa que fora feita a ele. (Gênesis 12:3; 22:17, 18; Gálatas 3:16, 29; Tiago 2:23) Mas apenas um restante de judeus naturais aceitou Jesus como o Messias e foi transferido da descendência natural do Abraão terreno para ser a descendência espiritual do Abraão Maior, Jeová. (Romanos 11:5, 7) Os demais foram cortados como ramos. Para substituí-los, Deus voltou-se para os não-judeus, ou como que para uma simbólica oliveira brava, para tirar dela “ramos” suficientes com o fim de enxertá-los na oliveira cultivada, espiritual, que devia compor-se de 144.000 ramos arraigados no Abraão Maior, Jeová Deus, a Fonte de todas as bênçãos. — Romanos 11:13-33; Revelação 14:1.

      11 De modo que foi expressão de grande compaixão por parte de Deus, para aqueles romanos e outros não-judeus incircuncisos se tornarem parte do descendente espiritual de Abraão para a bênção de todas as famílias da terra por meio do reino de Deus. (Efésios 2:12; Gálatas 3:26-29) Isto lhes impôs um proceder abnegado. Mas este foi o único privilégio que Deus ofereceu naquele tempo às criaturas humanas, e quão grande é este privilégio especial! Sem ultrapassar os limites devidos, o apóstolo Paulo escreveu-lhes e disse: “Apresentai-vos a Deus como vivos dentre os mortos; também os vossos membros, a Deus, como armas da justiça. Pois o pecado não deve dominar sobre vós, visto que não estais debaixo de lei [a lei de Moisés], mas debaixo de benignidade imerecida.” — Romanos 6:13, 14.

      12. O que está envolvido para os discípulos de Cristo, ungidos com o espírito, quando se lhes diz: Apresentai-vos a Deus como vivos dentre os mortos”?

      12 Embora Paulo escrevesse aos que já eram cristãos dedicados, “santos”, não desconsiderava o que eles haviam feito primeiro ao dedicarem sua vida, dizendo: “Apresentai-vos a Deus como vivos dentre os mortos.” Mas eles precisam viver à altura desta dedicação, neste proceder sacrificial. Se não fizessem isso, então eles, os ramos substitutos, também seriam cortados. (Romanos 1:7; 11:21, 22) Além disso, essas palavras escritas sob inspiração seriam lidas por discípulos futuros de Jesus Cristo e lhes dariam forte encorajamento para darem todos os passos necessários, a fim de entrar nesta relação dedicada e batizada com Deus e a manterem. Para preservarem sua relação dedicada com Deus, depois de estabelecida, teriam de lutar constantemente para amoldar seus membros carnais para serem armas de justiça, em vez de os sujeitarem ao domínio do pecado. Isto seria em obediência às palavras de Jesus: “Se alguém quer vir após mim negue-se a si mesmo e apanhe a sua estaca de tortura, e siga-me continuamente.” — Mateus 16:24.

      Uma “Grande Multidão” de Simbolizadores

      13. É correto que aqueles que tem esperança terrestre façam sua dedicação a Deus e simbolizem isso pelo batismo em água?

      13 Em toda a terra há atualmente mais de 2.300.000 pessoas que se juntam na divulgação das boas novas do Reino, e a vasta maioria destas se apresentou para o batismo em água, em símbolo de sua dedicação. Na celebração anual da Refeição Noturna do Senhor, menos de 10.000 deles tomam do emblemático pão e vinho para confessar que são discípulos de Cristo com uma esperança celestial. Mas, é correto que todos os outros façam sua dedicação e a simbolizem pelo batismo em água? Decididamente que sim, porque eles também precisam entrar numa relação correta com Deus, por intermédio do Pastor Excelente, Cristo Jesus, a fim de sobreviver à iminente “grande tribulação” e obter uma herança como parte da “nova terra” de Deus. — 2 Pedro 3:13; Revelação 21:1-4.

      14. Que bela relação prevalece apropriadamente dentro do “um só rebanho” do Pastor Excelente, Cristo Jesus?

      14 De modo que a esmagadora maioria das testemunhas dedicadas de Jeová não têm nenhuma esperança celestial de serem co-herdeiros com Jesus Cristo no Reino de cima. Não afirmam ser israelitas espirituais, gerados pelo espírito de Jeová. Todavia, estão inseparavelmente associadas com o restante dos israelitas espirituais, como membros do “um só rebanho” sob “um só pastor”, Jesus Cristo. (João 10:16) Isto é excelente da sua parte e é biblicamente correto.

      15. (a) Além dos judeus naturais, quem mais deixou o Egito e entrou finalmente na Terra da Promessa, e como foram classificados ali? (b) Eles retratavam a quem, hoje em dia?

      15 Façamos assim o que o texto de 1 Coríntios 10:18 nos manda fazer: “Olhai para aquilo que é o Israel de modo carnal.” No êxodo do Egito, sob a liderança de Moisés, nem todos os que partiram eram israelitas naturais, circuncisos. “Com eles subiu também uma vasta mistura de gente, bem como rebanhos e manadas.” (Êxodo 12:38) Quando os israelitas entraram na Terra da Promessa, esses tornaram-se o “residente forasteiro que está dentro dos teus portões”. (Êxodo 20:10; Números 35:15; Levítico 19:9, 10) Essa antiga vasta mistura de gente retratava a “grande multidão” de “outras ovelhas” do Pastor Excelente, Jesus Cristo, da atualidade. — João 10:14, 16; Revelação 7:9-17.

      16, 17. (a) Como foi batizada a “vasta mistura de gente” junto com os israelitas, falando-se de modo figurativo? (b) Quem escapou do Egito antitípico da atualidade, e quem sofrerá a destruirão em circunstâncias similares às no Mar Vermelho?

      16 Nos dias de Moisés, a “vasta mistura de gente” não-israelita passou por coisas similares junto com os israelitas circuncisos, inclusive um batismo maravilhoso. Quanto a esse batismo, o apóstolo Paulo escreveu, em 1 Coríntios 10:1-4: “Os nossos antepassados estiveram todos debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar, e todos foram batizados em Moisés, por meio da nuvem e do mar; e todos comeram a mesma comida espiritual e todos beberam a mesma bebida espiritual. Porque costumavam beber da rocha espiritual que os seguia, e essa rocha significava o Cristo.” Assim, de modo figurativo, tanto os israelitas como a “vasta mistura de gente” foram batizados, embora não se molhassem literalmente.

      17 Esse batismo milagroso por Jeová Deus consignava-os a Moisés, seu líder dado por Deus, assim como se tivessem sido literalmente batizados nele. Mas não era um batismo na morte, como no caso dos egípcios perseguidores. (Êxodo 14:1 a 15:21) Hoje em dia nos aproximamos a uma situação similar. O restante fiel dos israelitas espirituais e sua “grande multidão” de companheiros abandonaram o Egito antitípico. (Revelação 11:7, 8) Marcham para a Nova Ordem de coisas, sob o reino milenar de Cristo. O Moisés Maior, o glorificado Senhor Jesus Cristo, é quem os guia. São perseguidos pelo mundo inimigo, que está determinado a impedir que cheguem à segurança. Os egípcios antitípicos dirigem-se ao campo de batalha de Deus, o Har-Magedon, onde serão batizados com fogo e destruição. Nenhum deles ficará vivo para contar a história horripilante. (Revelação 16:14-16; Mateus 3:11, 12) Como durante o episódio do Mar Vermelho, a matança no Har-Magedon não incluirá ninguém do Israel espiritual, nem da “grande multidão” de “outras ovelhas” do Moisés Maior.

      18. Como se dá com os da “grande multidão” algo similar ao que ocorreu com a “vasta mistura de gente” após a sua partida do Egito, sob a liderança de Moisés?

      18 Os fiéis da “grande multidão” não são retardatários, tibiamente desejando voltar ao Egito antitípico, assolado por pragas, sob o Faraó dele, Satanás, o Diabo. Encarando a frente, mantêm-se continuamente em contato com o restante dos israelitas espirituais, como “um só rebanho”. (João 10:16) Assim como a “vasta mistura de gente” sobreviveu atravessando o Mar Vermelho, assim os da “grande multidão” hodierna se encontrarão nas margens de salvação após a “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”.

      19. Especialmente desde quando se submetem ao batismo em água os que constituem a hodierna “grande multidão”, e como limparam sua identificação para prestar adoração pura a Deus?

      19 Especialmente desde 1935, os que agora constituem a “grande multidão” submeteram-se ao batismo em água, em símbolo de sua dedicação incondicional a Deus, por meio do Moisés Maior, Jesus Cristo. Lavaram suas vestes compridas de identificação e “as embranqueceram no sangue do Cordeiro”, o Moisés Maior. (Revelação 7:9-14) Prestam a Deus uma adoração limpa.

      20. Onde é Jeová adorado pelos da “grande multidão”, e como foi isso predito em Zacarias 8:20-23?

      20 Esta “grande multidão” de adoradores limpos estão dia e noite no templo espiritual de Deus. (Revelação 7:15-17) Foram prefigurados por aqueles que o profeta Zacarias previu como adorando no templo de Jeová, após a restauração dele em Jerusalém, depois do livramento dos israelitas de Babilônia, em 537 A.E.C. Sobre isso lemos em Zacarias 8:20-23:

      “Assim disse Jeová dos exércitos: ‘Ainda será que virão povos e os habitantes de muitas cidades; e os habitantes de uma cidade certamente irão ter com os de outra, dizendo: “Vamos seriamente para abrandar a face de Jeová e para procurar a Jeová dos exércitos. Eu mesmo vou ir também.” E muitos povos e poderosas nações virão realmente para procurar a Jeová dos exércitos em Jerusalém e para abrandar a face de Jeová.’

      “Assim disse Jeová dos exércitos: ‘Naqueles dias, dez homens dentre todas as línguas das nações agarrarão, sim, agarrarão realmente a aba da veste dum homem judeu, dizendo: “Iremos convosco, pois ouvimos que Deus está convosco.”’”

      21. De que modo é que os da “grande multidão” ‘agarram a aba da veste dum homem judeu’, e por causa de que têm eles a esperança de sobreviver à “grande tribulação”?

      21 A atitude desses “dez homens dentre todas as línguas das nações”, demonstra devoção ao único Deus vivente e verdadeiro, Jeová Deus! Esta devoção lhe é hoje aceitável por intermédio do maior “Judeu” que já esteve na terra, o “Cordeiro” uma vez sacrificado, Jesus Cristo. Imitam fielmente a Jesus, submetendo-se ao batismo em água, não só em símbolo de se apresentarem, mas também, no caso deles, de sua dedicação de todo o coração ao mesmo Deus. ‘Agarrando a aba da veste’ do restante dos 144.000 judeus espirituais, ajuntam-se com este “povo” à Jerusalém de cima, a Jerusalém celestial. No templo espiritual dela, representado pelo restante ainda na terra, eles prestam “serviço sagrado” ao Deus Altíssimo, Jeová, dia e noite. Têm a esperança de sobreviver à “grande tribulação” para continuar seu serviço dedicado a Deus para sempre na terra. Serem devidamente identificados como servos de Deus, incondicionalmente dedicados e batizados, habilita-os a isso, assegurando-se-lhes que “o Pai está procurando a tais para o adorarem . . . com espírito e verdade”. — João 4:23, 24.

      [Nota(s) de rodapé]

      a A expressão “sinal de dedicação,” traduz a palavra hebraica nezer, a qual é definida pela Concordância Exaustiva da Bíblia de Strong como: “Prop[riamente] algo posto à parte, i.e. (abstr[ato]) dedicação (dum sacerdote ou nazireu); portanto (concr[eto]) madeixas não cortadas; também (por impl[icação]) grinalda (espec[ialmente] de realeza): — consagração, coroa, cabelo, separação.”

      Consegue responder às seguintes perguntas, como recapitulação?

      ● De que modo foi trazida à atenção a dedicação do sumo sacerdócio por Jeová, para o seu serviço sagrado?

      ● Como pôde Jesus tornar-se sumo sacerdote?

      ● Segundo Romanos 12:1, 2, que devem fazer os que se tornam discípulos de Cristo?

      ● No que se refere ao batismo, como se compara a “grande multidão” com a “vasta mistura de gente” que acompanhou os israelitas para fora do Egito?

      ● Quanto ao batismo, como é que “dez homens dentre todas as nações” imitam a Jesus?

      [Destaque na página 17]

      O glorificado Jesus Cristo é Sumo Sacerdote real, mais elevado do que os sacerdotes principais do antigo Israel com seu símbolo material de estarem dedicados ao serviço sagrado.

      [Destaque na página 18]

      Em toda a terra há atualmente mais de 2.300.000 pessoas divulgando as boas novas do Reino.

      [Destaque na página 19]

      Uma “grande multidão” tem sido batizada em água, em símbolo de sua dedicação incondicional a Jeová Deus por meio de Jesus Cristo. Fez você uma similar dedicação incondicional a Deus e simbolizou-a?

      [Foto na página 20]

      Imitando fielmente a Jesus, dezenas de milhares são batizados cada ano.

  • “O que me impede ser batizado?”
    A Sentinela — 1982 | 15 de fevereiro
    • “O que me impede ser batizado?”

      1. A que espécie de pessoa foi enviado Filipe?

      ESTA pergunta foi feita por um homem devoto que já amava a Deus, mas que acabava de ser esclarecido sobre “as boas novas a respeito de Jesus”. Tratava-se dum eunuco etíope que havia “ido a Jerusalém para adorar”, como prosélito judaico. Estava voltando à Etiópia para reiniciar seus deveres num alto cargo à serviço da rainha da Etiópia, quando Filipe, o evangelizador, foi orientado pelo espírito de Deus para se chegar a ele.

      2. Como ajudou Filipe o eunuco a entender a profecia?

      2 Correndo ao lado do carro, Filipe ouviu o homem ler em voz alta no livro de Isaías. O eunuco etíope, perguntado sobre se entendia a passagem das Escrituras que lia, sobre um cordeiro que sem protestar estava sendo levado à matança, teve de confessar que não compreendia se o profeta falava sobre si mesmo ou sobre outro homem, Que bela oportunidade para Filipe! “Principiando com esta escritura, declarou-lhe as boas novas a respeito de

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar