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  • Base sólida para ter confiança
    A Sentinela — 1977 | 15 de janeiro
    • princípios bíblicos e que nos atarefemos na proclamação da mensagem do Reino, convencendo pessoas da urgência de se voltarem para Deus. (2 Ped. 3:11, 12) Todos nós podemos melhorar na nossa adoração de Deus, consolidando uma relação mais íntima com ele. Talvez tenhamos feito até agora o melhor que podemos e tenhamos tido melhoras ao prosseguirmos. Será que o fato de que o fim está muito próximo significa, então, que devemos fazer grandes mudanças no nosso modo de viver e de servir a Deus? Não necessariamente. Todavia, pode haver grandes melhoras que tenhamos de fazer biblicamente. Também, se houver, na nossa vida, aspectos em que poderíamos ‘comprar’ tempo dos empenhos vãos deste sistema, deveremos fazer isso. É desta maneira que muitos têm continuado a sentir a alegria do serviço de “pioneiro” por tempo integral, durante muitos anos. Todos nós podemos verificar, para ver o que podemos fazer. — Efé. 5:15, 16.

      15. Se alguém tiver regulado sua vida com vistas a que o fim viria em certa data, o que deverá fazer agora?

      15 Mas não é aconselhável que fixemos a vista em certa data, negligenciando coisas cotidianas, de que devemos normalmente cuidar, como cristãos, coisas tais como as de que nós e nossa família realmente precisamos. Talvez nos esqueçamos de que, quando o “dia” vier, não mudará o princípio de que os cristãos precisam sempre cuidar de todas as suas responsabilidades. Caso alguém tenha ficado desapontado, por não seguir este raciocínio, deve agora concentrar-se em reajustar seu ponto de vista, por não ter sido a palavra de Deus que falhou ou o enganou e lhe causou desapontamento, mas, sim, seu próprio entendimento baseado em premissas erradas.

      16. Se você tiver confiado fortemente em certa data, com toda a sinceridade, que consolo pode encontrar desta situação?

      16 Todavia, digamos que você, leitor, seja um daqueles que contaram fortemente com certa data, e, o que é elogiável, fixou sua atenção mais na urgência dos tempos e na necessidade de as pessoas ouvirem. E digamos que você, agora, temporariamente, se sinta um pouco desapontado; será que saiu realmente perdendo? Ficou mesmo prejudicado? Achamos que poderá dizer que saiu ganhando e lucrando por adotar tal proceder consciencioso. Foi também habilitado a obter um ponto de vista realmente maduro e mais razoável. — Efé. 5:1-17.

      17. Como sabemos que não seremos informados de antemão sobre a data exata da “vinda” de Cristo para o julgamento?

      17 As Escrituras nos dizem repetidas vezes que o fim virá como surpresa total sobre o mundo. O apóstolo falou sobre isso, dizendo: “Vós mesmos sabeis muito bem que o dia de Jeová [para julgamento] vem exatamente como ladrão, de noite.” (1 Tes. 5:2) Para que os verdadeiros cristãos não fossem ‘apanhados como ladrões’, Jesus disse até mesmo aos seus discípulos lá naquele tempo, e a nós, hoje: “Portanto, mantende-vos vigilantes, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor.” Depois, ele disse: “Mostrai-vos prontos, porque o Filho do homem vem numa hora em que não pensais.” (Mat. 24:42-44) Estas declarações claras de Jesus indicam que os servos de Deus nunca serão informados sobre a data da “vinda” de Cristo em julgamento, até que esta realmente aconteça. De fato, virá num tempo que lhes parecerá ‘improvável’. — Luc. 12:39, 40.

      NÃO SE DEIXE ENGANAR PELA ‘SOBREVIVÊNCIA’ DE NAÇÕES A CRISES

      18. Por que não devemos pensar que todas as nações, em toda a parte, cheguem a um estado de quase inanição antes de irromper a “grande tribulação”?

      18 Note, porém, sobre que Jesus realmente avisou. Suas palavras não indicam que, com a aproximação da “grande tribulação”, a situação mundial fique tal, que todos, em toda a parte, venham a estar num estado de quase inanição. Senão, que perigo haveria para os discípulos de Jesus, de ficarem “sobrecarregados com o excesso no comer, e com a imoderação no beber”, neste tempo? Lembre-se também de que Jesus usou como exemplo as condições dos dias de Noé, antes do dilúvio, e dos dias de Ló antes da destruição de Sodoma e Gomorra. Ele mostrou que, naquele tempo, havia uma aparência de normalidade, no modo em que as pessoas viviam. ‘Comiam, bebiam, casavam-se, davam-se em casamento, compravam, vendiam, plantavam e construíam’, até o próprio dia em que lhes sobreveio repentinamente a destruição. — Luc. 17:26-30.

      19. O que teremos em mente, embora as nações talvez “remediem” a situação e mantenham as coisas funcionando?

      19 Por isso, não esperamos ver os sistemas deste mundo ficar quase paralisados ou chegar ao estado de virtual colapso, como prelúdio necessário para a “grande tribulação”. Não nos deixaremos enganar, se estes sistemas parecem aparentemente ‘restabelecer-se’ de crises severas, como se esta aparente recuperação tivesse um efeito de adiar a chegada do dia de julgamento, de Deus. Não passaremos a ‘reconstruir’ junto com o mundo, como se este sistema continuasse indefinidamente. As palavras inspiradas do apóstolo Paulo, em 1 Tessalonicenses 5:3, mostram que os homens deste mundo realmente proclamarão: “Paz e segurança!”, pouco antes de lhes “sobrevir instantaneamente a repentina destruição, assim como as dores de aflição vêm sobre a mulher grávida”, sem qualquer possibilidade de escape.

      20, 21. (a) O que queremos evitar quanto a comer e beber, construir, e assim por diante, tal como aconteceu antes do Dilúvio? (b) Como nos advertem as palavras do apóstolo Paulo, em 1 Tessalonicenses 5:4-6, quanto a escapar do perigo iminente daquele “dia”? (c) Como mostra Paulo, em Romanos 13:11-14, o que significa estar desperto?

      20 Não há nada de errado com o comer e o beber, nem com casar-se ou constituir família, comprar, vender, plantar ou construir. Mas o que é errado é fazer assim como as pessoas nos dias de Noé e Ló — deixar-nos envolver ou enfronhar tanto nestas coisas, que perdemos de vista os propósitos de Deus e suas normas justas, colocando coisas carnais em primeiro lugar na nossa vida. Fazer isso significaria adormecer espiritualmente. Contrário a tal proceder, o apóstolo Paulo disse: “Mas vós, irmãos, não estais em escuridão, de modo que aquele dia vos sobrevenha assim como a ladrões, porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não pertencemos nem à noite nem à escuridão. Assim, pois, não estejamos dormindo assim como fazem os demais, mas fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos.” — 1 Tes. 5:4-6

      21 Mostrando o que significa manter-nos despertos e provar que somos “filhos do dia”, em vez de os sermos da escuridão, Paulo disse em Romanos 13:11-14: “Sabeis a época, que já é hora de despertardes do sono, pois agora a nossa salvação está mais próxima do que quando nos tornamos crentes. A noite está bem avançada; o dia já se tem aproximado. Portanto, ponhamos de lado as obras pertencentes à escuridão e revistamo-nos das armas da luz. Andemos decentemente, como em pleno dia, não em festanças e em bebedeiras, nem em relações ilícitas e em conduta desenfreada, nem em rixa e ciúme. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não estejais planejando antecipadamente os desejos da carne.”

      22. Devemos ficar induzidos a afrouxar nossa atenção, por não sabermos quando virá aquele “dia”?

      22 É evidente, pois, que o desconhecimento de exatamente quando a “grande tribulação” irromperá ou quando o reinado milenar do Filho de Deus começará não diminui a necessidade de hoje estarmos alertas. Aumenta e intensifica grandemente a necessidade de estarmos despertos, vigilantes e prontos. Se soubéssemos o tempo exato, talvez estivéssemos tentados a descansar e a achar que, quando o tempo se aproximasse, poderíamos começar a aprontar-nos. Mas, nosso desconhecimento exige que estejamos sempre prontos. Todo o teor da Palavra de Deus, a Bíblia, e especialmente do conselho de seu Filho, é neste sentido.

      23. Que proceder nos manda Paulo seguir, enquanto aguardamos aquele “dia”?

      23 Por isso, o conselho do apóstolo aplica-se forçosamente a nós, quando ele diz: “Portanto, persisti em consolar-vos uns aos outros e em edificar-vos uns aos outros, assim como de fato estais fazendo.” (1 Tes. 5:11) Aproveitaremos toda oportunidade para ajudar não só os nossos irmãos, mas também os de fora da congregação, para tomarem o rumo que os habilite a ser ‘bem sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer”. (Luc. 21:36) Caso sejamos pais, esforçar-nos-emos a dar bom exemplo de apreço espiritual e de atenção aos nossos filhos, para que eles também se mantenham despertos e vigilantes conosco.

      AVANCEMOS COM MAIOR CONFIANÇA

      24. Quanto à proximidade do fim, de que valor é para nós a cronologia?

      24 A cronologia, na Bíblia, não existe ali sem um bom motivo. Esta cronologia indica que estamos no fim de seis mil anos da história humana. Embora não revele quando virá o dia do julgamento adverso de Deus sobre este sistema iníquo de coisas, este fato cronológico acrescenta mais um motivo aos muitíssimos que já temos para ter confiança em que o tempo remanescente é muito curto. Dá apoio adicional a estes motivos, como base para forte confiança na palavra de Deus, de que ela é viva e poderosa, e que nos levará a uma nova ordem justa.

      25. Portanto, com uma base sólida para confiança, que atitude adotaremos?

      25 Assim, pois, por amor a Deus, por amor a seu Filho, por amor à verdade e à justiça, sim, por amor à própria vida — mantenhamo-nos despertos, mostremo-nos espiritualmente vivos e ativos, hoje e cada dia, e assim seremos bem sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer. Jeová Deus, o Deus da verdade, deu-nos a sua “palavra” solene, e “ninguém que basear nele a sua fé ficará desapontado”. (Rom. 10:11) Que Ele e seu Filho o abençoem ricamente, e que você, leitor, continue servindo fielmente, agora e por todo o tempo futuro.

  • ‘Quem é o escravo fiel e discreto?’
    A Sentinela — 1977 | 15 de janeiro
    • ‘Quem é o escravo fiel e discreto?’

      ◆Apenas três dias antes de sua morte, Jesus Cristo deu aos seus apóstolos uma profecia a respeito do que ia ocorrer após a sua morte e ressurreição, até a terminação do sistema iníquo de coisas deste mundo. As palavras de Jesus revelam que, durante todo este longo período de tempo, haveria um “escravo fiel e discreto”, que daria aos da casa de Deus “seu alimento no tempo apropriado”. — Mat. 24:45.

      Como podemos identificar este “escravo”? Precisamos recorrer às palavras de Deus à sua antiga nação de Israel, à qual Deus disse: “Vós sois as minhas testemunhas, . . . sim, meu servo a quem escolhi.” (Isa. 43:10) De modo que Israel, como nação, foi designada aqui como “servo” ou ‘escravo’ de Deus.

      Todavia, o apóstolo Paulo salientou que, no seu tempo, o Israel natural não mais constituía o “servo” de Deus. Por que não? Porque a nação havia rejeitado a Cristo, sendo que apenas um restante dos judeus exercia fé neste. Paulo escreveu: “Porque não é judeu aquele que o é por fora, nem é circuncisão aquela que a é por fora, na carne. Mas judeu é aquele que o é no íntimo, e a sua circuncisão é a do coração, por espírito, e não por um código escrito.” — Rom. 2:28, 29.

      De modo que o ‘servo’ ou “escravo”, predito por Jesus, deve ser constituído dos membros do Israel espiritual na terra — não uma só pessoa, mas um corpo. Esses, portanto, seriam co-herdeiros de Jesus Cristo, gerados pelo espírito, que hão de participar com Cristo quais reis no reino celestial, durante o reinado milenar exercido sobre a terra. (Rev. 5:9, 10; 20:4-6) Seu dever, enquanto estão na terra, é o de disseminar alimento espiritual entre os membros da família de Deus, cuidando especialmente de que estes estejam espiritualmente preparados para enfrentar as questões com que se confrontam de vez em quando.

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