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Carta da FilialNosso Ministério do Reino — 1972 | agosto
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Carta da Filial
Prezados Co-publicadores:
Na nossa carta de abril mencionamos a visita a São Paulo dos irmãos Knorr e Larson, da sede em Brooklyn, no início do ano, para verificar questões relacionadas com a construção do anexo do atual lar de Betel em São Paulo e a ampliação da nossa gráfica. Temos o prazer de informá-los de que a construção progride muito bem e queremos aproveitar a oportunidade para agradecer-lhes novamente as amorosas contribuições para a expansão das “boas novas”. Fomos também informados de que a rotativa encomendada nos será entregue em mais alguns meses.
Talvez estejam interessados em saber que os irmãos Knorr e Larson completaram a sua viagem com bom êxito e com bênçãos. Do Brasil, eles foram para Dacar, no Senegal, e depois visitaram diversos países africanos. Atravessaram a África tão rapidamente como atravessaram a América do Sul, passando apenas alguns dias em cada lugar. De dia nossos irmãos viajantes trabalhavam nas filiais, e à noite, quando não estavam em viagem para outro país, falavam em reuniões de irmãos ou mostravam aos missionários slides das coisas novas e do progresso da obra.
Enquanto estiveram na África do Sul, participaram na dedicação dum novo anexo da filial. Depois voaram para a Austrália. Lá souberam que a prefeitura de Strathfield primeiro nos negara o alvará de construção, mas, quando todos os vizinhos assinaram uma petição de aprovação, a prefeitura reconsiderou o assunto e concedeu o alvará. Este anexo da filial abrigará sua primeira rotativa para revistas.
Depois de uma breve parada em Papua, seguiram para as Filipinas. Ali se constrói um acréscimo ao lar, bem como à gráfica, que abrigará uma rotativa e esta construção está sendo feita principalmente por irmãos.
Quando os viajantes chegaram ao Japão, verificaram que já estava bem adiantada a construção do novo lar e da nova gráfica da filial. Estes estão situados em Numazu, a certa distância de Tóquio. A viagem ao Japão foi bem oportuna, pois, na visita à firma que fabrica para nós três rotativas, puderam recomendar-se ainda em tempo melhoras no desenho.
Retornando à casa, nossos dois irmãos pararam no Havaí e falaram a mais de 4.800 pessoas reunidas na famosa Concha de Waikiki. Por fim depois de uma viagem de uns 61.000 quilômetros, por 21 países, visitando 16 filiais (12 delas empenhadas em construções de expansão), os irmãos Knorr e Larson voltaram ao Betel de Brooklyn.
As testemunhas de Jeová certamente são perante homens e anjos um espetáculo vivo de fé e devoção a Jeová Deus, e todos nós desejamos continuar a ser isso e queremos ajudar a todos os que amarem a vida a chegar a conhecer a Jeová Deus e seu Filho, para que também possam ganhar a vida eterna. Vivamos em tempos momentosos! Quanta alegria nos dá participar nesta obra grandiosa e ter vivo apreço do que Jesus Cristo fez ao depor a sua vida a nosso favor, para que nós também pudéssemos participar em divulgar o Nome e a Palavra do Regente Soberano, Jeová Deus! Somos realmente felizes por obtermos o louvar de Deus por meio da qualidade provada de nossa fé. — 1 Ped. 1:6, 7.
Seus irmãos,
ESCRIT. DA SOCIEDADE, SÃO PAULO.
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Faça a sua parte como proclamador do ReinoNosso Ministério do Reino — 1972 | agosto
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Faça a sua parte como proclamador do Reino
1 “Dizei entre as nações: ‘O próprio Jeová se tornou rei.’” Esta convocação é uma chamada à ação. Como nosso texto do ano, lembra-nos que há trabalho a fazer. O estudo pessoal e familiar, e assistir às reuniões, é vital para nós. Estas coisas cumprem diversas finalidades, uma das quais é tornar-nos pregadores e instrutores melhores das boas novas. Sim, os do povo de Jeová são evangelizadores, e isto requer que sejamos ativos. O estudo e as reuniões realizam-se principalmente em casa e no Salão do Reino. Aceitar a convocação feita no Salmo 96:10 significa sair ao território e tornar-se proclamador.
2 E quanta alegria temos nesta atividade! Nela está representando o “próprio Jeová”, o Criador e Soberano universal, a convite dele. A obra é realizada sob direção angélica. (Rev. 14:6) As verdades pregadas sso da máxima importância, envolvendo a vida dos com quem falamos. Agradamos assim Aquele a quem servimos. (Pro. 27:11) Nós mesmos recebemos a recompensa da vida eterna. (Rom. 10:10) Portanto, há muitos motivos de se ter alegria no serviço de Jeová.
3 Embora não exerçamos nenhuma pressão sobre os nossos irmãos, para se empenharem no ministério de campo, é inteiramente correto que lhes demos um bom exemplo de zelo no ministério de campo e daí os convidemos e até mesmo exortemos a compartilhar nossa felicidade em transmitir a verdade a outros. Será possível ajudar a todo publicador de congregação a participar na atividade em agosto? Assim certamente se fortaleceria o espírito de toda a congregação e quão grande não seria o brado de louvor a Jeová!
4 Quem é convocado assim? Não só os publicadores experientes da congregação. Não é esta uma boa ocasião para se dar atenção àqueles com quem já estudamos por algum tempo? Se tiverem obtido um conhecimento exato da verdade, se tiverem criado no coração apreço pelo que aprenderam e se tiveram harmonizado sua vida com os princípios cristãos, então, devemos nós refrear-nos de convidá-los a nos acompanhar no ministério de campo?
5 Quantos farão a sua parte como proclamadores do Reino? A ordem de fazer discípulos, encontrada em Mateus 28:18, 19, não nos diz quantos. Nem se menciona algum número na ordem de pregar as boas novas a todas as nações, dada em Mateus 24:14. Mas Revelação 7:9, 15 prediz animadoramente que “uma grande multidão” aceitaria a convocação e serviria entusiasticamente a Jeová, no seu templo, dia e noite. Por que não se certifica de que faça pessoalmente a sua parte e depois vê como Jeová manobra as coisas para Seu louvor?
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