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    • vilhosas provisões, mediante sua benevolência. — Nee. 8:9-12.

      A Bíblia nos mostra que Deus passou a descansar de suas obras criativas c. 6.000 anos atrás, declarando sagrado ou santo tal “dia”. (Gên. 2:2, 3) Que este grande dia de descanso de Jeová abrange longo período de tempo é indicado pelo apóstolo Paulo quando ele fala desse dia como ainda decorrendo, de modo que os cristãos podem entrar em seu descanso pela fé e obediência. Como dia santo, é uma ocasião de alívio e de regozijo para os cristãos, mesmo no meio de um mundo cansado e assolado pelo pecado. — Heb. 4:3-10; veja Dia.

      OBJETOS

      Determinadas coisas foram colocadas à parte para serem utilizadas na adoração. Neste caso, passavam a adquirir santidade, em razão de sua santificação para o serviço de Jeová; não que elas fossem santas em si mesmas, para serem usadas qual talismã ou fetiche. (À guisa de exemplo, um dos objetos santos primários, a Arca do pacto, não mostrou ser nenhum amuleto quando os dois filhos iníquos de Eli a acompanharam na batalha contra os filisteus. — 1 Sam. 4:3-11) As coisas que se tornaram santas pelo decreto de Deus incluíam o altar de sacrifício (Êxo. 29:37), o óleo de unção (Êxo. 30:25), o incenso especial (Êxo. 30:35, 37), as vestes do sacerdócio (Êxo. 28:2; Lev. 16:4), os pães da proposição (Êxo. 25:30; 1 Sam. 21:4, 6), e toda a mobília do santuário. Estes últimos itens eram os seguintes: o altar do incenso, feito de ouro, a mesa dos pães da proposição e os candelabros, junto com seus utensílios. Muitos destes itens acham- se alistados em 1 Reis 7:47-51. Tais coisas eram santas também no sentido maior de que eram configurações de coisas celestes e serviam de modo típico para o benefício daqueles que irão herdar a salvação. — Heb. 8:4, 5; 9:23-28.

      A Palavra escrita de Deus é chamada de “sagradas [santas, PIB} Escrituras” ou “escritos sagrados”. Ela foi escrita sob a influência do espírito santo e tem o poder de santificar ou tornar santos àqueles que obedecem às suas ordens. — Rom. 1:2; 2 Tim. 3:15.

      ANIMAIS E PRODUTOS DA TERRA

      Os primogênitos machos dentre os bois, as ovelhas e os cabritos eram contados como santos para Jeová, e não podiam ser remidos. Deviam ser sacrificados, e uma parte deles era dada aos sacerdotes santificados. (Núm. 18:17-19) As primícias e o dízimo eram santos, como eram todos os sacrifícios e todas as dádivas santificadas para o serviço do santuário. (Êxo. 28:38) Todas as coisas santas para Jeová eram sagradas, e não podiam ser consideradas levianamente nem utilizadas de uma forma comum ou profana. Um exemplo disto é a lei a respeito do dízimo. Caso um homem reservasse uma parte que pagaria como dízimo, digamos, de sua safra de trigo, e então ele, ou alguém de sua casa, desintencionalmente tomasse dessa parte para uso doméstico, tal como para cozinhá-la, tal homem era considerado culpado de ter violado a lei de Deus a respeito das coisas santas. A Lei exigia que ele fizesse compensação ao santuário de uma quantidade igual, adicionada de 20 por cento, além de oferecer um carneiro sadio do seu rebanho como sacrifício. Assim, instilava-se grande respeito pelas coisas santas que pertenciam a Jeová. — Lev. 5:14-16.

      A SANTIDADE CRISTA

      O Líder dos cristãos, o Filho de Deus, quando nasceu como humano, era santo (Luc. 1:35) e ele conservou esta santificação ou santidade por toda a sua vida terrestre. (João 17:19; Atos 4:27; Heb. 7:26) Esta santidade era cabal, perfeita, preenchendo cada idéia, palavra e ação dele. Por conservar sua santidade, mesmo ao ponto de sofrer uma morte sacrificial, ele tornou possível que outros obtivessem a santidade. Por conseguinte, os chamados para ser seguidores de suas pisadas são chamados com uma “chamada santa”. (2 Tim. 1:9) Tornam-se os ungidos de Jeová, os irmãos espirituais de Jesus Cristo e são chamados de “santos”. (Rom. 15:26; Efé. 1:1; Fil. 4:21) Obtêm a santidade pela fé no sacrifício de resgate de Cristo. (Fil. 3:8, 9; 1 João 1:7) A santidade, então, não é inerente a eles nem lhes advém por seus próprios méritos, mas lhes advém por intermédio de Jesus Cristo. — Rom. 3:23-26.

      As muitas referências bíblicas aos membros vivos da congregação como sendo “santos” tornam claro que não são os homens ou uma organização que os declaram como santos ou “santificados”, nem precisa tal indivíduo esperar até depois da morte para ser declarado “santo”. Ele é “santo” em virtude de Deus o chamar para ser co-herdeiro de Cristo. Ele é santo aos olhos de Deus, enquanto está aqui na terra, tendo a esperança de vida celeste no domínio espiritual, onde habitam Jeová Deus e seu Filho, junto com os santos anjos. — 1 Ped. 1:3, 4; 2 Crô. 6:30; Mar. 12:25; Atos 7:56.

      Essencial a conduta limpa

      Aqueles que têm esta posição santa perante Jeová se empenham, com a ajuda do espírito de Deus, em alcançar a santidade de Deus e de Cristo. (1 Tes. 3:12, 13) Isto requer o estudo da Palavra da verdade de Deus e a aplicação dela em sua vida. (1 Ped. 1:22) Isto exige o acatamento da disciplina de Jeová. (Heb. 12:9-11) Segue-se que, se uma pessoa for genuinamente santa, ela seguirá um proceder de santidade, de pureza e de retidão moral. Admoesta-se os cristãos a apresentarem seu corpo a Deus qual sacrifício santo, assim como os sacrifícios aceitáveis, apresentados no antigo santuário, eram santos. (Rom. 12:1) A santidade de conduta é uma ordem: “De acordo com o Santo que vos chamou, vós, também, tornai-vos santos em toda a vossa conduta, porque está escrito: ‘Tendes de ser santos, porque eu sou santo.’ ” — 1 Ped. 1: 15, 16.

      Aqueles que se tornam membros do corpo de Cristo são “concidadãos dos santos e . . . membros da família de Deus”. (Efé. 2:19) Tornam-se um santo templo de pedras vivas para Jeová, e constituem um “sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial”. (1 Ped. 2:5, 9) Precisam purificar-se de “toda imundície da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade em temor de Deus”. (2 Cor. 7:1) Caso o cristão pratique hábitos que maculem ou prejudiquem seu corpo carnal, ou o tornem imundo ou impuro, ou caso aja de forma contrária à Bíblia quanto à doutrina ou à moral, ele não ama nem teme a Deus, e está-se desviando da santidade. A pessoa não pode praticar a impureza e permanecer santa.

      Jeová exige que as coisas santas sejam tratadas com respeito

      Caso um membro da classe do templo utilize seu corpo de forma impura, ele macula e derruba, não apenas a si mesmo, mas também o templo de Deus, e “se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; pois o templo de Deus é santo, templo esse que sois vós”. (1 Cor. 3:17) Ele já foi remido pelo sangue do Santo de Deus. (1 Ped. 1:18, 19) Qualquer pessoa que utilize mal aquilo que é santo para Jeová, quer seja o seu próprio corpo, quer outras coisas dedicadas, ou que cause dano ou pratique algo ofensivo para com outrem que é santo para Deus, sofrerá a punição da parte de Deus. — 2 Tes. 1:6-9.

      Deus revelou a Israel a Sua atitude para com o emprego profano de Seus bens santos. Depreende-se isto de Sua lei que proibia o emprego profano ou comum das coisas reservadas como santas por aqueles sob a Lei mosaica, por exemplo, as primícias e os dízimos (conforme descritos num parágrafo anterior). (Jer. 2:3; Rev. 16:5, 6; Luc. 18:7; 1 Tes. 4:3-8; Sal. 105:15; Zac. 2:8) Considere, também, o castigo que Deus aplicou em Babilônia pelo emprego malévolo que fez dos vasos do Seu templo, e do povo de Sua nação santa. (Dan. 5:1-4, 22-31; Jer. 50:9-13) Em vista desta atitude de Deus, os cristãos são repetidas vezes elogiados, e lembra-se-lhes a necessidade de darem um tratamento amoroso e bondoso aos santos de Jeová, os irmãos espirituais de Jesus Cristo. — Rom. 15:25-27; Efé. 1:15, 16; Col. 1:3, 4; 1 Tim. 5:9, 10; Filêm. 5-7; Heb. 6:10; compare com Mateus 25:40, 45.

      A humanidade fiel alcançará a santidade à vista de Deus

      Os homens e as mulheres fiéis dos tempos passados, antes de Jesus vir à terra e e tornar o precursor e o iniciador do caminho para a vida celeste, eram considerados santos. (Heb. 6:19, 20; 10:19, 20; 1 Ped. 3:5)

      Assim, também, uma “grande multidão”, não incluída entre os 144.000 “selados”, pode ter uma condição de santidade perante Deus. Tais pessoas são encaradas como trajando compridas vestes limpas, lavadas no sangue de Cristo. (Rev. 7:2-4, 9, 10, 14; veja Grande Multidão.) No devido tempo, todos os que viverem no céu e na terra serão santos, pois “a própria criação será também liberta da escravização à corrupção e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. — Rom. 8:20, 21.

      A santidade é abençoada por Jeová

      A santidade por parte duma pessoa traz consigo o mérito da parte de Deus nos relacionamentos familiares de tal indivíduo. Assim, se uma pessoa casada for cristã, santa para Deus, seu cônjuge e os filhos desta união — mesmo que eles mesmos não sejam servos dedicados de Deus — beneficiam-se do mérito da pessoa santa. (1 Cor. 7:12-14) O cônjuge puro, crente, por conseguinte, não se torna impuro pelas relações com o cônjuge não- crente, e a família, como uma unidade, não é considerada por Deus como impura. Ademais, a associação do crente com sua família fornece a quaisquer não-crentes nela existentes a melhor das oportunidades para se tornarem crentes, para transformarem sua personalidade e apresentarem seu corpo como “sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus”. (Rom. 12:1; Col. 3:9, 10) Numa atmosfera limpa e santa que pode ser promovida pelo crente que serve a Deus, a família é abençoada.

  • Santificação
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SANTIFICAÇÃO

      O ato ou processo de tornar santo, ou de separar e colocar à parte para o serviço ou a utilização por parte de Jeová Deus; o estado de ser santo, santificado ou purificado. As idéias expressas pelos termos em português, “santificação” e “santidade”, procedem de uma fonte comum nas línguas originais. “Santificação”, então, dirige a atenção para a ação por meio da qual a santidade é produzida, manifestada ou mantida. (Veja Santidade.) As palavras provenientes do verbo hebraico qadhásh (tendo a raiz que significa “ser brilhante, novo, limpo”) e as palavras relacionadas com o adjetivo grego hágios são traduzidas “santo”, “santificado”, “tornado sagrado”, e “colocado à parte”. São aplicadas nas Escrituras a (1) Jeová Deus, (2) Jesus Cristo, (3) anjos, (4) homens e animais, (5) coisas, (6) períodos de tempo ou ocasiões, e (7) bens fundiários, ou de terras.

      Pode-se entender melhor o assunto por se considerar o emprego dessas palavras nas línguas originais. Às vezes, a palavra hebraica para “santificar” era usada no sentido de alguém se preparar ou se colocar numa condição apropriada. (Lev. 11:44) Jeová ordenou a Moisés que dissesse aos israelitas queixosos: “Santificai-vos para amanhã, visto que certamente comereis carne.” (Núm. 11: 18) Antes de Israel cruzar o rio Jordão, Josué ordenou: “Santificai-vos, pois amanhã Jeo-

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