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  • Siga as coisas mutuamente edificantes
    A Sentinela — 1961 | 1.° de dezembro
    • vontade a fazer a grande obra ligada com a divulgação das boas novas. Paulo é um exemplo brilhante disso. “Pois, embora eu esteja livre de todas as pessoas, fiz-me escravo de todos, para que pudesse ganhar o máximo número de pessoas, E assim, para os judeus, tornei-me judeu, para que pudesse ganhar os judeus; para os que estavam debaixo de lei, tornei-me como estando debaixo de lei, embora eu mesmo não esteja debaixo de lei, para que pudesse ganhar os que estão debaixo e lei. Para os sem lei tornei-me como sem lei, embora não esteja sem lei para com Deus, mas debaixo de lei para com Cristo, para que pudesse ganhar os sem lei. Para os fracos, tornei-me fraco, para que pudesse ganhar os fracos. Tornei-me todas as coisas para pessoas de todas as espécies, para que pudesse de todos os meios salvar alguns. Mas, faço todas as coisas pela causa das boas novas, a fim de partilhá-las com outros.” (1 Cor. 9:19-23, NM) Sim, é necessário ajudar outros e evitar que irritemos inintencionalmente os que estão chegados a nós ou que sejamos descuidados quanto às coisas que os derrubam na sua apreciação de coisas espirituais, em vez de os edificarem.

      TOLERÂNCIA PARA COM OS COSTUMES

      7, 8. (a) Por que não deve ninguém ser criticado por causa dos seus hábitos de comer? (b) Como é possível que um cristão interponha obstáculos no caminho de outro por meio daquilo que ele come ou bebe?

      7 As pessoas têm muitos costumes. Têm seus modos de comer, de beber, de se vestir, de falar e de dirigir seus negócios. O mundo está hoje dividido pelo nacionalismo e por uma variedade de idéias sobre as normas da vida. No entanto, Jeová Deus disse que ele ajunta dentre todas estas pessoas das nações os que leão de ser louvadores dele. Só porque alguém obtém certo conhecimento de Jeová Deus e dos seus propósitos e deseja servir a Deus, não significa que ele mude completamente todos os seus costumes. Só porque ele obtém um conhecimento da verdade, não significa que mude seus hábitos de comer. Por exemplo, certo homem alimenta-se de legumes. Se ele come carne ou verdura não tem nada que ver com o serviço prestado a Jeová. O homem pode comer e beber o que achar melhor para o seu próprio bem-estar físico. Se alguém criar um caso por causa da comida ou da bebida, estará desviando a atenção da atividade importante na vida, a de servir ao Criador, e isso pode levar a disputas e a dificuldades. Seria impróprio que o edificador cristão trabalhasse assim contra os outros que estão empenhados na grande obra edificadora agora dirigida por Jeová. Cada edificador é um cooperador de Deus, um servo de Deus, e está diante de Deus. Deus é o Juiz. “Quem és tu para julgar o servo doméstico de outrem? Para seu próprio senhor ficará de pé ou cairá. Deveras, ficará de pé, porque Jeová pode fazê-lo ficar de pé.” — Rom. 14:4, NM.

      8 Ali, no capítulo quatorze de Romanos, o apóstolo Paulo fala que se demonstre consideração para com os outros e que se tenha tolerância para com seu modo de vida. Ele usa a ilustração do alimento como meio de mostrar como se evita a desunião e a desagregação quanto a se certa coisa deve ser comida ou não deve ser comida. O ponto principal, o reino de Deus, é o que merece séria consideração por parte de todos os que edificam junto com Deus. Embora alguém note que outra pessoa não come certos alimentos, por que deveria criar um caso disso? Além disso, certa pessoa pode ter a tendência de ficar ofendida cola a pessoa que come ou bebe certas coisas. De fato, é possível pôr uma pedra de tropeço no caminho da pessoa que não estiver forte na fé, se alguém come certo tipo de alimento em determinada parte da terra. Há pessoas que foram treinadas pelos seus pais a crer que é errado comer carne. Outras refreiam-se de comer carne de porco. Numa parte do mundo é muito comum beber vinho ou tomar outras bebidas alcoólicas, mas, em outra parte da terra, a pessoa seria considerada com desagrado, ou seria até mesmo considerada transgressor, se tomasse uma bebida alcoólica.

      9. Lembrando-se do seu objetivo, que proceder deve o maduro ministro cristão adotar com respeito ao comer e ao beber?

      9 O cristão maduro, que edifica com Deus, precisa sempre lembrar-se do seu objetivo. Qual é a razão de ele estar em certa localidade ou de estar em associação com as pessoas? Visto que ele é servo dedicado de Jeová Deus, a razão deve ser realizar a obra que Deus ordenou para este tempo, que é a pregação das boas novas do Reino. Uma vez que está comissionado a pregar as boas novas do Reino, deve ser capaz de falar às pessoas e de ensiná-las e edificá-las. Por que deveria, então, entrar numa disputa com as pessoas e colocar um obstáculo intransponível no seu caminho por beber ou comer certas coisas que são ofensivas na localidade? Tome, por exemplo, a localidade onde aquele que toma bebida alcoólica é considerado como pecador. Quando um ministro cristão, dum país onde é comum beber vinho, chega a tal localidade, deve ele insistir em beber vinho, embora isso ofenda as pessoas da localidade e as predisponha contra ele e a mensagem que ele traz? É evidente que a resposta é que seria muito melhor que o ministro visitante tomasse chá ou outra bebida disponível na localidade, pela razão de que deseja promover a obra edificadora cristã. Ele não ficará prejudicado nem morrerá se não tiver vinho, porque há muitas outras coisas que a pessoa pode beber.

      10. De que maneira deve o cristão maduro subjugar os seus gostos pessoais pela causa da congregação, conforme indicado em Romanos 14:13-21?

      10 O mesmo se dá com a pessoa que chega a uma localidade e se associa com a congregação de seus irmãos. Se naquele país, ou naquela parte do mundo, não for costume beber vinho, o visitante não devia ir a um lugar público e beber vinho, causando assim dificuldades à congregação inteira. Paulo diz, em Romanos 14:13-21 (NM): “Antes, tomai esta decisão, de não pôr diante dum irmão uma pedra de tropeço ou uma causa para cair. Eu sei e estou persuadido no Senhor Jesus que nada é em si mesmo profanado; somente quando um homem, considera algo como profanado, para ele é profanado. Pois, se por causa da tua comida o teu irmão está sendo entristecido, já, não andas mais de acordo com o amor. Não arruínes por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu. Não deixeis, portanto, que o bem que fazeis seja mencionado com injúria para vós. Porque o reino de Deus não significa comer e beber, mas significa justiça, é paz, e alegria com espírito santo. Porque aquele que neste respeito é escravo de Cristo é aceitável a Deus e tem a aprovação dos homens. Assim, pois, sigamos as coisas que contribuem para a paz e as coisas que são mutuamente edificantes. Pára de derrubar a obra de Deus, só por causa da comida. É verdade que todas as coisas são limpas, mas é prejudicial para o homem que come dando causa para tropeço. É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer algo que faça tropeçar a teu irmão.”

      11. Por que podemos dizer que este proceder é cristão?

      11 Vemos aqui novamente o exemplo de alguém que não põe a si próprio na frente do seu trabalho no serviço de Deus. Foi logo a seguir que Paulo declarou: “Pois até mesmo Cristo não agradou a si mesmo.” E ele mostrou que precisamos ter a mesma atitude mental que Cristo teve.

      12. De acordo com Primeira Coríntios, capítulo dez; que atitude adota o maduro edificador cristão?

      12 Alguém talvez queira argumentar que ele come ou bebe o que quiser, quando não é ilícito aos olhos de Deus beber vinho ou comer certos alimentos. Mas, embora certa coisa possa ser lícita aos olhos de Deus, é ela edificante? Paulo traz isso em consideração, em Primeira Coríntios, capítulo dez, onde se faz uma. referência similar à comida e à bebida, dizendo: “Todas as coisas são lícitas; mas nem todas as coisas edificam. Continue cada um a buscar, não o seu próprio proveito, mas o da outra pessoa. Portanto, quer comais, quer bebais, quer façais alguma outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus. Guardai-vos para não vos tornardes causas de tropêço para os judeus bem como para os gregos, e para a congregação de Deus, assim como eu agrado a todas as pessoas, em todas as coisas, não buscando minha própria vantagem, mas a de muitos, a fim de que sejam salvos.” — 1 Cor. 10:23, 24, 31-33, NM.

      13. A quem se imita por se adotar este proceder altruísta?

      13 Esta forma de consideração para com outros, pela causa das boas novas, é a atitude correta para todos os cristãos. Mostra a atitude mental correta, assim como Cristo a demonstrou. Paulo diz isso em 1 Coríntios 11:1: “Tornai-vos meus imitadores, assim como eu o sou de Cristo.” (NM) Precisamos sempre buscar a vantagem dos outros pela causa das boas novas.

  • O uso amoroso do que recebemos
    A Sentinela — 1961 | 1.° de dezembro
    • O uso amoroso do que recebemos

      1. Quais são os dons do espírito mencionados em Primeira Coríntios, capítulo 12, e para que fim foram dados?

      DEPOIS de Paulo ter escrito aos coríntios sobre a necessidade de se ter consideração para com os outros na questão do alimento, ele passou a tratar de muitas outras coisas. No capítulo doze, ele introduz a consideração de vários dons do espírito que foram concedidos às primitivas congregações cristãs. Estes dons foram dados a cristãos individuais, não para o seu próprio prazer ou benefício, mas para o benefício de outros. Paulo escreve, por isso, no capítulo doze, versículos sete a onze: “Mas a manifestação do espírito é dada a cada um para um propósito benéfico. Por exemplo, a um se dá, pelo espírito, a palavra de sabedoria, a outro, a palavra de conhecimento, segundo o mesmo espírito, a outro, a fé, pelo mesmo espírito, a outro, dons de curar, por este único espírito, ainda outro, operações de poderosas obras, a outro, o profetizar, a outro, discernimento de expressões inspiradas, a outro, línguas diferentes, e a outro, interpretação de línguas. Mas, todas estas operações são realizadas pelo mesmo único espírito, fazendo a cada um respectivamente uma distribuição assim como quer.” — NM.

      2. Que uso exigiu Jeová que se fizesse destes dons?

      2 Todos os cristãos eram membros de um só corpo, e todas as coisas recebidas de Deus eram para o benefício da congregação inteira. Cada um tinha a sua posição no corpo, segundo o agrado de Deus, mas era importante como usavam as coisas que Deus lhes dera, como cooperadores na obra de edificação. Deus é um grande edificador no amor; do mesmo modo, os que trabalham com ele precisam também ter o amor como a sua força motivadora. Porque um recebera um dom do espírito, tal como falar em línguas ou profetizar, não significava

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