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  • O sacerdócio geral — doutrina que a cristandade esqueceu
    A Sentinela — 1963 | 1.° de setembro
    • portanto, que ela foi dada só aos apóstolos. Mas entende-se também que “mais de quinhentos irmãos” também estavam ali. (1 Cor. 15:6) É verdade que os apóstolos, mais do que quaisquer outros, empenhavam-se em estabelecer novas congregações em muitos países, mas certamente não estavam sozinhos nesta tarefa. Todos ajudavam. Quando Paulo foi a Roma pela primeira vez, não foi para estabelecer uma congregação, pois já havia uma congregação ali e os irmãos vieram encontrar-se com ele fora da cidade. — Rom. 1:8, 13; Atos 28:14-16.

      18 Os próprios apóstolos não entenderam o mandamento missionário como sendo a eles só. Note as palavras de elogio de Paulo aos irmãos em Tessalônica: “Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor, não só na Macedônia e Acaia, mas por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar cousa alguma.” — 1 Tes. 1:8, ALA.

      19 Tito e Timóteo eram instrutores, mas eram instrutores de instrutores; não eram ministros enviados para ensinar leigos. Paulo escreveu o seguinte a Timóteo: “O que de minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.” (2 Tim. 2:2, ALA) Isto está em harmonia com o que lemos em Apocalipse 22:17: “O espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem.” Quando os hebreus estavam vagarosos em progredir para participarem ativamente nos deveres do sacerdócio geral, Paulo ficou desapontado: “Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes novamente necessidade de alguém que vos ensine de novo quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus.” Não se tolerava classe leiga na congregação. — Heb. 5:12, ALA.

      20. Como confirma a história o sacerdócio geral na primitiva igreja?

      20 A história o confirma. Hal Koch, um professor dinamarquês, diz o seguinte em sua Church History (História da Igreja): “Só nos dias dos apóstolos e nas décadas logo a seguir é que ouvimos de verdadeiros missionários, ocupados com a disseminação do cristianismo como tarefa e vocação deles. De outro modo, eram cristãos muito simples: negociantes, trabalhadores, escravos ou de qualquer outra posição social que fosse, que traziam novos membros para a congregação.” Não há dúvida quanto a isto: O sacerdócio geral era uma parte essencial da primitiva igreja cristã; cada membro era um sacerdote que considerava ser seu dever pregar e ensinar acerca de Deus tanto dentro como fora da congregação e era apoiado pelo divino espírito santo derramado sobre ele. Não havia leigos na igreja. Como então pôde suceder que as igrejas da cristandade atual viessem a saber quase nada além de uma clerezia que prega do púlpito e dos leigos passivos

      MUDANÇA DEMONÍACA

      21. Constituíam um sacerdócio os servos congregacionais da primitiva igreja?

      21 Visto que a primitiva congregação cristã era uma organização de trabalho, era necessário que alguns membros fizessem serviços especiais. Para ser designada para tal serviço, a pessoa precisava ser madura, ser homem mais velho ou “ancião” segundo o chamam (Grego: presbíteros). Dentre os homens mais idosos eram selecionados os superintendentes (Grego: epíscopoi) e seus assistentes ou servos ministeriais (Grego: diáconoi). Em face do que acabamos de ver referente ao sacerdócio geral dentro da primitiva igreja, eles não eram designados para constituírem um sacerdócio; eram simplesmente servos aos seus irmãos cristãos. — Atos 6:1-7; Tito 1:5; 1 Ped. 5:2, 3; Mat. 20:25-28.

      22. Como foi que os servos congregacionais constituíram mais tarde um sacerdócio?

      22 Todavia Paulo fez uma verdadeira profecia: “Depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles.” Uma das tristes conseqüências do aparecimento de homens egoístas no poder opressivo foi a perda completa do sacerdócio geral. De acordo com a história da igreja durante o segundo século, os servos nas congregações foram vagarosa mas inexoravelmente levados a uma forma de sacerdócio especial. Os superintendentes congregacionais ou epíscopoi puseram um manto de bispo, os anciãos ou presbíteros foram mudados de apenas ser homens maduros, homens mais idosos, dentre os quais se podiam selecionar os servos, para serem oficiadores ou sacerdotes e os servos ministeriais ou assistentes foram feitos os diáconos atuais. Homens tomaram posições nas quais constituem uma hierarquia que por séculos tem exercido duro controle espiritual e civil, dominando sobre os leigos. — Atos 20:29, 30, ALA.

      23. (a) O que torna os clérigos católicos um exemplo notável da chamada clerezia cristã que mudou de um sacerdócio geral para um especial? (b) Por que foi demoníaca esta mudança?

      23 O sacerdócio da Igreja Católica Romana é um exemplo notável disto. Não só este sacerdócio constitui uma classe distintamente separada e elevada acima dos leigos pelo poder, educação e aparência imitando os arranjos para um sacerdócio especial, mas também tem construído templos literais com altares literais e vestido os seus membros com vestimentas especiais para distingui-los dos membros comuns da igreja. Para completar a volta ao sacerdócio especial, pretendem possuir poderes especiais de consagração, de fazer Cristo Jesus descer aos seus altares, sacrificando na missa católica romana a sua carne e sangue literais. O desvio do sacerdócio geral e a volta ao especial não podiam ser mais perfeitos, se a aparência cristã ainda fosse retida. Despojando os membros da igreja do seu direito de serem servos ativos na pregação da Palavra de Deus, transformando-os em freqüentadores de igreja ignorantes e a miúdo iletrados, os clérigos esfriaram o espírito de Deus na igreja e acabaram com a força dinâmica original que divulgava as boas novas, acabando assim com o modo correto de regeneração pelo qual a verdade acerca de Deus e de Cristo devia conquistar o mundo. Esta mudança foi demoníaca.

  • A transformação da vida
    A Sentinela — 1963 | 1.° de setembro
    • A Transformação da Vida

      Certo irmão na Áustria dirige em território isolado um estudo bíblico com um jovem casal e seu filhinho. Certo dia mataram um porco pouco antes de ele chegar e fizeram o costumeiro chouriço. Quando o irmão mostrou o que a Bíblia diz concernente a comer sangue, a mulher disse imediatamente: “Vamos jogá-lo fora”; e o homem foi matar o porco dos pais dela para que eles não usassem o sangue. Tinha também, uma cruz enorme em frente da casa, mas ao aprenderem das Escrituras acerca da adoração de ídolos, a jovem esposa destruiu-a. A mãe dela desgostou-se, e levou muito tempo para voltar às boas. A próxima surpresa para o irmão foi quando disseram que não eram casados, mas, par causa de certo artigo na Sentinela, iam casar-se no dia seguinte. Ao ouvir que iam casar-se no civil e não, também, na igreja, o padre disse ao homem que devia deixar a esposa e o filhinho. Mas a prova mais difícil velo quando a esposa ia ser operada e os médicos disseram que a sua vida dependia duma transfusão de sangue. Um dia antes da operação ela escreveu: “Hoje é o dia mais difícil da minha vida. Amo muito meu filhinho, mas também tenho muito amor a Deus, e, portanto, não posso aceitar a transfusão de sangue.” Mas os médicos estavam enganados; ela recuperou-se, foi batizada, e serve ao Criador com alegria. Seu marido também continua a estudar com o irmão e foi à assembléia de distrito realizada recentemente. — Anuário de 1963, em inglês, página 80.

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