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  • Os servos de Jeová são diferentes
    A Sentinela — 1971 | 15 de fevereiro
    • igualmente diferentes dos outros judeus, assim como Jesus. Tanto a sua mensagem incomum, de que Jesus de Nazaré era o há muito aguardado Messias e que Jeová Deus o havia levantado dentre os mortos, como a sua maneira de pregar os destacava como diferentes. Quando seus oponentes observaram o destemor de Pedro e dos companheiros dele ao testificarem de Jesus Cristo, “e perceberam que eles eram homens indoutos e comuns, ficaram admirados”, sim, admirados do que os fazia tão diferentes de pescadores indoutos, comuns. “E começaram a reconhecer a respeito deles que costumavam estar com Jesus.” — Atos 4:13.

      21 Dentre os primitivos discípulos e apóstolos de Jesus sabemos mais sobre o apóstolo Paulo do que sobre qualquer dos outros: “circuncidado no oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu nascido de hebreus”, e “com respeito à lei, fariseu” estrito, fanático. Quão diferente Paulo tinha de ser de todos os seus anteriores companheiros quando se tornou cristão! Tornou-se então tão diferente, que os judeus em Tessalônica acusavam Paulo e seus colaboradores de terem “subvertido a terra habitada”. Não era de se admirar que Festo exclamasse, quando Paulo apresentou a sua defesa perante o Rei Agripa II: “Estás ficando louco, Paulo! A grande erudição está-te levando à loucura!” Paulo não só ensinava aos outros cristãos a não se conformarem a este sistema de coisas, mas ele mesmo certamente vivia segundo o que ensinava. — Fil. 3:5, 6; Atos 17:6; 26:24; Rom. 12:2.

      OS CRISTÃOS ERAM DIFERENTES NOS TEMPOS PÓS-APOSTÓLICOS

      22-25. (a) Como se destacavam os cristãos dos tempos pós-apostólicos como diferentes quanto à sua religião? (b) Quanto à sua relação com César? (c) Quanto à sua moral? (d) Quanto ao seu amor de uns para com os outros?

      22 Embora pouco depois de os apóstolos terem adormecido na morte, “enquanto os homens dormiam”, viesse um inimigo, Satanás, o Diabo, e semeasse joio no campo de tribo, o campo de trigo não se tornou logo um campo de joio. (Mat. 13:25) Por isso, os primitivos historiadores eclesiásticos nos contam que naqueles primeiros séculos os cristãos se destacavam como diferentes dos em volta deles. Esta diferença era evidente em pelo menos quatro sentidos distintos. Primeiro, destacavam-se como diferentes de todos os demais na questão da religião. Não só se distinguiam as suas crenças e sua forma de adoração, mas eles afirmavam singularmente que eram os únicos que constituíam a religião verdadeira e que todas as outras eram falsas. Exigia coragem fazer tal afirmação. Conforme o expressa certo historiador eclesiástico: “Para o cristão, seu Deus nunca podia ser colocado na mesma categoria de Ísis, ou Mitras ou Augusto.” Os imperadores romanos toleravam as diferentes religiões, mas não aquela que ensinava “que os deuses de Roma e de todas as outras religiões eram igualmente falsos, e que se esforçava a converter toda a humanidade àquela crença”.

      23 Aqueles primitivos cristãos também se destacavam como diferentes na sua relação com as outras partes daquele sistema de coisas. Por um lado, negavam-se a ocupar cargos no governo e a servir nos exércitos de César, e por outro lado deixavam de ser materialistas. As riquezas materiais não eram mais o objetivo de seus esforços, mas apenas o meio usado para promover a sua atividade de pregação.

      24 De modo similar os primitivos cristãos se destacavam como diferentes na questão da moral. Nas civilizações romana e grega prevalecia toda espécie de imoralidade, naquele tempo, sendo que a imoralidade sexual fazia até mesmo parte de sua adoração, e eram correntes as perversões sexuais, tais como o homossexualismo. Os historiadores relatam quão diferentes os primitivos cristãos eram daqueles em volta deles também neste sentido: “Possuímos o testemunho de sua vida imaculada, de sua moral irrepreensível, de sua boa cidadania e de seu garbo cristão.”

      25 E, finalmente, aqueles primitivos cristãos se destacavam como diferentes no seu grande amor altruísta de uns para com os outros, assim como Jesus disse que se daria: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” — João 13:34, 35.

      26. Que fatos se destacam com respeito aos servos de Jeová desde Abel até os tempos pós-apostólicos, e que se pode dizer dos nossos tempos?

      26 Não há dúvida sobre isso. O registro, tanto inspirado como de outro modo, atesta que os servos de Jeová eram diferentes dos em volta deles, desde o tempo de Abel até os primeiros séculos pós-apostólicos. Mas que dizer de nossos dias? Ainda acontece o mesmo? Acontece, conforme mostrará o próximo artigo.

  • Fica o mundo intrigado com o seu proceder? — Devia ficar!
    A Sentinela — 1971 | 15 de fevereiro
    • Fica o mundo intrigado com o seu proceder? — Devia ficar!

      “Visto que não continuais a correr com eles neste proceder para o mesmo antro vil de devassidão, ficam intrigados e falam de vós de modo ultrajante.” — 1 Ped. 4:4.

      1, 2. Que testemunho bíblico marca como tolo o proceder daqueles que pretendem agradar a Deus e também ser amigos do mundo?

      QUÃO tolos são aqueles cristãos professos que pretendem servir a Deus e a Cristo e ao mesmo tempo ser amigos do mundo! Tentar misturar as duas coisas é como tentar misturar óleo é água. Não pode ser feito! Por que não? Porque, conforme nos diz o apóstolo João, “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”. — 1 João 5:19.

      2 É por isso que o mundo nos odeia, assim como Jesus advertiu: “Porque não fazeis parte do mundo, mas eu vos escolhi do mundo, por esta razão o mundo vos odeia.” Bem que nos aconselha o apóstolo João: “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo. Outrossim, o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — João 15:19; 1 João 2:15-17.

      3. O que mostram Paulo e Tiago quanto a se agradar a Deus e o mundo ao mesmo tempo?

      3 Só pode ser assim, visto que a mentalidade do mundo se fixa nas coisas da carne, a respeito das quais somos informados: ‘A mentalidade segundo a carne significa inimizade com Deus, visto que não está em sujeição à lei de Deus, de fato, nem pode estar. De modo que os que estão em harmonia com a carne não podem agradar a Deus.” Não é de se admirar, pois, que Tiago, meio-irmão de Jesus, escrevesse: “A forma de adoração que é pura e imaculada do ponto de vista de nosso Deus e Pai é esta: . . . manter-se sem mancha do mundo.” E novamente: “Adúlteras, não sabeis que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Portanto, todo aquele que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” — Rom. 8:7, 8; Tia. 1:27; 4:4.

      4, 5. Que proceder adota o mundo, conforme mostram as Escrituras e os fatos físicos?

      4 Visto que este mundo jaz no poder de Satanás, o Diabo, não é de se admirar que seja tão iníquo, conforme é bem descrito pelas palavras de Paulo em Efésios 4:17-19: “Que não mais andeis assim como também as nações andam na improficuidade

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