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  • O proferidor da verdade intervém com um juramento
    A Sentinela — 1966 | 15 de junho
    • do juramento de Deus, que jurou pela maior e mais elevada pessoa que já existiu. Por conseguinte, declaramos inequivocamente que nossa posição é a mesma que a assumida pelo apóstolo cristão, Paulo, quando escreveu: “Seja Deus achado verdadeiro, embora todo homem seja achado mentiroso.” — Rom. 3:4.

  • Será que os princípios bíblicos determinam a sua escolha de divertimento
    A Sentinela — 1966 | 15 de junho
    • Será que os princípios bíblicos determinam a sua escolha de divertimento

      EXCITAÇÃO, conflito, violência, paixão e beleza acham-se em lugar proeminente no divertimento dos tempos modernos. Podem captar sua atenção, incendiar sua imaginação, causar-lhe estímulo emocional e fazer que esqueça por algum tempo seus cuidados pessoais da vida, mas estes não devem ser os únicos fatores usados na escolha dum tipo de divertimento. Os bons princípios que regem a vida diária do cristão devem ser considerados.

      No primeiro século desta Era Comum, por exemplo, as formas de diversão que eram populares entre os romanos colidiam com os princípios bíblicos. Por tal razão, os cristãos não se juntavam às milhares de pessoas que enchiam os anfiteatros. (que a diversão ali era ruim é revelado pela seguinte descrição da mesma em The Historian’s History of the World (A História do Mundo por um Historiador), de Henry Williams:

      “O anfiteatro levava o maior número possível de espectadores a apenas um passo dos mortos e dos moribundos, e promovia a paixão à vista de sangue, que continuou por séculos a competir em interesse com a inofensiva excitação da corrida. . . . Era quando o homem lutava com outro homem . . . que o arrebatamento de seu entusiasmo sanguinário estava no ápice. . . . A assistência ficava frenética com a excitação; levantavam de seus lugares; vociferavam; gritavam de aplauso, à medida que um golpe mais horrível que o outro era dado com a lança, ou a espada, ou a adaga, e jorrava o sangue vital. ‘Hoc habet’ — ‘ele o tem, ele o tem!’ — era o brado que partia de dez milhares de gargantas, e ecoava, não só da populaça degradada e brutalizada, mas dos lábios da realeza, de senadores e cavaleiros vestidos de púrpura, de nobres matronas, e até mesmo das donzelas consagradas cuja presença em toda a parte salvava o criminoso de sua sorte, mas cuja função aqui era consignar o suplicante à sua destruição por inverter para baixo o polegar, quando suplicava misericórdia. . . . E temos de nos lembrar que estas coisas não eram feitas casualmente, ou sob a influência de algum acesso estranho de frenesi popular. Eram feitas a propósito, sistemática, e calmamente; constituíam o divertimento básico.”

      O efeito deste divertimento horrível sobre as pessoas era moralmente degradante. Suprimia as nobres qualidades da compaixão humana, da misericórdia, da bondade e do calor humano. Destruía a simpatia pelo sofrimento, que contribui para fazer que o homem seja superior às bestas irracionais. Como, então, poderia a pessoa que abraçara os princípios bons, edificantes e humanos do Cristianismo escolher tais exibições violentas como, divertimento agradável?

      A POSIÇÃO CRISTÃ

      Não estaria deslocado o cristão entre as multidões num anfiteatro romano? Como poderia gritar junto com os outros quando um gladiador ‘o tivesse’? Como poderia achar divertido o sofrimento humano quando os princípios cristãos o moviam a mostrar amor aos outros? Como poderia ter prazer em ver a violência sanguinária quando a Palavra de Deus lhe ensina a ser gentil, bondoso e pacífico? Orientado pelos princípios bíblicos, teria de eliminar a arena romana como uma de suas fontes de diversão.

      Até mesmo as produções teatrais romanas eram desatrativas para os cristãos porque tal diversão violava os princípios bíblicos. As peças apresentadas para a distração do público dragavam a corrupção no esgoto moral da vida romana e a encenavam para a distração do público. Visto que os princípios bíblicos exigem que os cristãos tenham vidas moralmente limpas, como poderiam considerar tais peças como sendo divertidas, como sendo algo apreciável que valia o seu tempo e sua atenção? Como poderiam ter prazer em ver e em ouvir o que era ruim?

      Indicando a posição cristã para com o divertimento romano, o escritor cristão, Tertuliano, do segundo século, da Era Comum, escreveu: “Não somos nós, de modo semelhante, concitados a despojar-nos de toda a imodéstia? Neste particular, também, somos excluídos do teatro, que é a própria morada peculiar da imodéstia, onde nada é reputável a não ser que tenha má reputação em outra parte. . . . As próprias prostitutas, também, vítimas da lascívia pública, são apresentadas no palco. . . . Desfilam publicamente diante de toda a idade e de toda a categoria — sua morada, seus lucros, seus louvores, são expressos, e isso até mesmo nos ouvidos dos que não deveriam ouvir tais coisas. . . .

      “Pois toda licenciosidade verbal, ou melhor, toda palavra vã, é condenada por Deus. Por que, da mesma forma, é correto contemplar o que é desonroso fazer? Como é que as coisas que contaminam o homem ao saírem de sua boca não são consideradas como fazendo isso quando penetram em seus olhos e em seus ouvidos — quando os olhos e os ouvidos são os assistentes imediatos do espírito — e que não pode jamais ser puro aquilo cujos servos a seu serviço são impuros? . . . Se as tragédias e as comédias são os inventores sanguinários e dissolutos, ímpios e licenciosos de crimes e lascívias, não é bom nem que haja qualquer recordação das atrocidades e das vilezas. O que rejeitais nas ações, não deveis acolher em palavras.”

      Por que a pessoa que já escapou do esgoto imoral do mundo e transformou sua vida pela aplicação dos princípios bíblicos escolheria como divertimento aquilo que dramatiza os piores aspectos do mundo — as próprias coisas que rejeitara ao se tornar cristã? Encher a mente da pessoa com tais idéias corrompedoras indicaria que não avaliava plenamente a importância de se renovar na força que atua na mente, a fim de se revestir da nova personalidade que se conforma à justa vontade de Deus. (Efé. 4:22-24)

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