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  • A provisão de Deus para abençoar a humanidade
    A Sentinela — 1969 | 15 de maio
    • mudos falar, e os coxos andar, e os cegos ver.” (Mat. 15:30, 31; 9:35) Imagine que felicidade haverá quando, sob a regência de Cristo, se abrirem os olhos cegos, se desimpedirem os ouvidos surdos e se curarem braços e pernas aleijadas. Toda doença e todo sofrimento serão coisas do passado. Que bênção isso será! — Rev. 21:3, 4.

      Embora Jesus fosse o ungido por Deus para ser o regente do Reino, todavia, quando voltou ao céu, depois de sua ressurreição dentre os mortos, não era o tempo devido para ele exercer tal poder régio. Tinha de esperar o tempo designado pelo seu Pai. (Atos 2:34-36) No entanto, ele apontou para o tempo em que voltaria no poder do Reino, dizendo: “Quando o Filho do homem chegar na sua glória, e com ele todos os anjos, então se assentará no seu trono glorioso. E diante dele serão ajuntadas todas as nações, e ele separará uns dos outros assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.” — Mat. 25:31, 32.

      Vivemos agora neste tempo de separação. Dentro em pouco, Cristo, no seu trono celestial, usará sua autoridade régia para destruir os iníquos e libertar pessoas mansas, semelhantes a ovelhas, que herdarão o domínio terrestre do Reino. A profecia bíblica predisse há muito tempo: “Pois os próprios malfeitores serão decepados . . . e o iníquo não mais existirá; e estarás certamente atento ao seu lugar, e ele não existirá. Mas os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz. Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Sal. 37:9-11, 29; Mat. 25:34, 41, 46.

      Por meio de Jesus Cristo há bênçãos disponíveis a toda a humanidade, mas precisamos ter fé nele, a fim de recebê-las. (João 3:36) Temos de tornar-nos seus discípulos e sujeitar-nos a ele como nosso rei celestial. Fará isso? Haverá opositores que desejarão pôr-se no seu caminho, mas, se tiver plena confiança em Jeová, poderá, sem falta, receber as bênçãos que Deus tem guardado para os que o amam. — Sal. 62:7, 8.

  • O zelo distinguia os primitivos cristãos
    A Sentinela — 1969 | 15 de maio
    • O zelo distinguia os primitivos cristãos

      ● No livro 20 Centuries of Christianity (Vinte Séculos de Cristianismo), os escritores comentam os primitivos cristãos e a atitude de Roma para com eles: “Se Roma estava disposta a fazer uma exceção no caso dos judeus, por que não estava igualmente disposta a eximir os cristãos de esparramar incenso sobre os altares dos imperadores divinos? Os cristãos suscitaram o problema da tolerância numa forma mais exasperante, como os judeus nunca haviam feito. Os judeus constituíam uma espécie de corporação fechada e não faziam proselitismo ativo. Os cristãos, por outro lado, estavam incessantemente ativos em fazer prosélitos. Estavam declaradamente decididos a transformar toda a população em cristãos.” As atuais testemunhas cristãs de Jeová, também, se esforçam seriamente a ajudar a todos os de coração sincero a aprender e praticar os princípios da verdadeira adoração cristã.

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