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  • Crisólito
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    • em dolomito e em alguns tipos de pedra Calcária), em forma sólida, cristalina ou granular. “Crisólito” provém da palavra grega khrysólithos, que significa “pedra de ouro”, e parece que pelo menos alguns antigos aplicavam tal nome a várias gemas de cor amarela. Cristais de crisólito de excelente qualidade são encontrados no Egito.

  • Crisópraso
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    • CRISÓPRASO

      Uma gema semipreciosa, translúcida, que é uma variedade verde-clara da calcedônia. A cor é provocada por pequena quantidade de óxido de níquel no mineral. As pessoas supersticiosas criam outrora que tal pedra possuía o poder de curar doenças dos olhos. — Rev. 21:2, 20.

  • Cristal
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    • CRISTAL

      Conforme usado na Bíblia, o termo cristal indica um mineral claro e transparente, provavelmente a variedade de quartzo que é presentemente chamada de cristal de rocha. O cristal de rocha é o quartzo em sua forma mais pura, composto de silício e de oxigênio. É encontrado em sua forma característica hexagonal em quase todas as espécies de rocha, e tem aspecto incolor, claro e vítreo. O cristal de rocha é muito mais duro do que outros minerais comuns, e, às vezes, é cortado para servir de gema.

      O valor comparativo do cristal de rocha nos dias de Jó pode ser deduzido de sua avaliação dele, junto com os corais e as pérolas, e, todavia, Jó considerou todos eles como tendo menos valor que a sabedoria. (Jó 28:18) Revelação usa o cristal límpido, brilhante e puro para descrever ‘um mar vítreo, semelhante ao cristal’, o resplendor da cidade santa, a Nova Jerusalém, sendo como “pedra de jaspe, brilhando como cristal”, e “um rio de água da vida, límpido como cristal”. — Rev. 4:6; 21:11; 22:1.

  • Cristão
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    • CRISTÃO

      O termo grego latinizado Khristianós, encontrado apenas 3 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, designa os seguidores de Cristo Jesus, os exponentes do cristianismo. — Atos 11:26; 26:28;  1 Ped. 4:16.

      “Foi primeiro em Antioquia [Síria] que os discípulos, por providência divina, foram chamados cristãos.” (Atos 11:26) É possível, então, que este nome já tenha sido usado desde 44 E.C., quando ocorreram os eventos que cercam este texto, embora a estrutura gramatical desta frase não torne isso obrigatório; alguns acham que foi um pouco mais tarde. De qualquer modo, em 58 E.C., na cidade de Cesaréia, quase 483 km ao S de Antioquia, o termo já era bem conhecido e usado, até mesmo por autoridades públicas, pois, naquela ocasião, o Rei Agripa II disse a Paulo: “Em pouco tempo me persuadirias a tornar-me cristão.” — Atos 26:28.

      É muitíssimo improvável que os judeus tenham sido os primeiros a chamar os seguidores de Jesus de “cristãos” (grego), ou de “messianistas” (hebraico), pois não iriam rejeitar a Jesus como sendo o Messias, ou Cristo, e então reconhecê-lo tacitamente como o Ungido ou Cristo por chamar seus seguidores de “cristãos”. Alguns pensam que a população pagã talvez os tivesse apelidado de cristãos por zombaria ou escárnio, mas a Bíblia mostra que este foi um nome dado por Deus; eles, “por providência divina, foram chamados cristãos”. — Atos 11:26.

      O verbo grego khrematízo, neste texto, é em geral traduzido simplesmente “foram chamados”. Uma verificação feita em cerca de 50 traduções em diversas línguas modernas revela que apenas a Tradução do Novo Mundo e a versão de Young (em inglês), indicam que Deus teve algo que ver com a escolha do nome “cristão”; a versão de Young reza: “Os discípulos também foram divinamente chamados de cristãos pela primeira vez em Antioquia.”

      Este é um exemplo de cuidadosa erudição, pois o termo khrematízo, conforme usado nas Escrituras Gregas Cristãs, sempre está ligado a algo sobrenatural, oracular ou divino. O Greek Lexicon (Léxico Grego) de Strong define-o como “proferir um oráculo, . . . i. e., anunciar divinamente”. O Greek Lexicon de Robinson fornece o seguinte significado: “Falado em relação a uma resposta, um oráculo, uma declaração divina, dar resposta, falar como oráculo, avisar da parte de Deus.” O Greek-English Lexicon (Léxico Greco-Inglês) de Thayer diz: “dar uma ordem ou admoestação divina, ensinar desde o céu . . . ser divinamente ordenado, admoestado, instruído . . . ser o porta-voz de revelações divinas, promulgar as ordens de Deus”. Diz Thomas Scott em seu Commentary (Comentário) sobre este texto: “A palavra dá a entender que isto foi feito por revelação divina; pois geralmente possui este significado no Novo Testamento, e é traduzida ‘avisado da parte de Deus’, ou ‘avisado por Deus’, mesmo quando não existe nenhuma palavra para Deus no grego.” O Commentary de Clarke diz: “A palavra [khrematísai] em nosso texto comum, que traduzimos foram chamados, significa no Novo Testamento: designar, avisar ou nomear, pela direção divina. É neste sentido que a palavra é usada em Mat. ii. 12. . . . Se, portanto, o nome foi dado por designação divina, é muitíssimo provável que Saulo e Barnabé fossem usados para dá-lo; e que, assim sendo, o nome cristão procede de Deus.” — Veja Mateus 2:12, 22; Lucas 2:26; Atos 10:22; Hebreus 8:5; 11:7; 12:25, onde ocorre este verbo grego.

      O QUE SIGNIFICA SER CRISTÃO

      Jesus estendeu o convite para as pessoas serem seus seguidores, dizendo: “Se alguém quer vir após mim negue-se a si mesmo e apanhe a sua estaca de tortura, e siga-me continuamente.” (Mat. 16:24) Aqueles que são verdadeiros cristãos têm plena fé de que Jesus Cristo é o especialmente Ungido e Filho unigênito de Deus, o Descendente Prometido que sacrificou sua vida humana como resgate, foi ressuscitado e exaltado à direita de Jeová, e é aquele que recebeu autoridade para subjugar seus inimigos e vindicar o nome de Jeová. (Mat. 20:28; Luc. 24:46; João 3:16; Gál. 3:16; Fil. 2:9-11; Heb. 10:12, 13) Os cristãos encaram a Bíblia como sendo a inspirada Palavra de Deus, a verdade absoluta, sendo proveitosa para ensinar e para disciplinar a humanidade. — João 17:17;  2 Tim. 3:16;  2 Ped. 1:21.

      Dos verdadeiros cristãos, exige-se mais do que a simples confissão de fé. É mister que sua crença seja demonstrada por obras. (Rom. 10:10; Tia. 2:17, 26) Nascidos pecadores, os que se tornam cristãos se arrependem, dão meia-volta, dedicam a vida à adoração e ao serviço de Jeová, e submetem-se ao batismo em água. (Mat. 28:19; Atos 2:38; 3:19) Dali em diante, abstêm-se da fornicação, da idolatria e de comerem sangue. (Atos 15:20, 29) Despojam-se das velhas personalidades, com seus acessos de ira, sua conversa obscena, sua mentira, seus roubos, sua bebedice, e “coisas semelhantes a estas”, e harmonizam sua vida com os princípios bíblicos. (Gál. 5:19-21;  1 Cor. 6:9-11; Efé. 4:17-24; Col. 3:5-10) Que “nenhum de vós”, escreveu Pedro aos cristãos, “sofra como assassino, ou como ladrão, ou como malfeitor, ou como intrometido nos assuntos dos outros”. ( 1 Ped. 4:15) Os cristãos devem ser bondosos e deferentes, brandos e longânimes, exercendo amorosamente o domínio de si. (Gál. 5:22, 23; Col. 3:12-14) Fazem provisões para os seus, e cuidam deles, e amam o próximo como a si mesmos. ( 1 Tim. 5:8; Gál. 6:10; Mat. 22:36-40; Rom. 13:8-10) A principal qualidade identificadora pela qual os verdadeiros cristãos são reconhecidos é o notável amor que têm uns para com os outros. “Por meio disso”, disse Jesus, “saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós”. — João 13:34, 35; 15:12, 13.

      Os cristãos verdadeiros imitam o exemplo de Jesus como o Grande Instrutor e a Testemunha Fiel de Jeová. (João 18:37; Rev. 1:5; 3:14) “Ide . . . fazei discípulos de pessoas de todas as nações”, ‘ensinando-lhes a fazer as mesmas coisas que eu vos ensinei a fazer’, é a ordem de seu Líder, e, ao cumpri-la, os cristãos instam com as pessoas em toda a parte que fujam de Babilônia, a Grande, e depositem sua esperança e confiança no reino de Deus. (Mat. 28:19, 20; Atos 1:8; Rev. 18:2-4) Isto significa realmente boas novas, mas proclamar tal mensagem traz grande perseguição e sofrimento sobre os cristãos, assim como aconteceu com Jesus Cristo. Seus seguidores não estão acima dele; basta que sejam como ele. (Mat. 10:24, 25; 16:21; 24:9; João 15:20;  2 Tim. 3:12;  1 Ped. 2:21) Se alguém “sofrer como cristão, não se envergonhe, mas persista em glorificar a Deus neste nome”, aconselhou Pedro. ( 1 Ped. 4:16) Os cristãos dão a “César” aquilo que pertence às autoridades superiores deste mundo — honra, respeito, impostos — mas, ao mesmo tempo, permanecem separados dos assuntos deste mundo (João 17:16; Rom. 13:1-7), e, por causa disso, o mundo os odeia. — 15:19; 18:36;  1 Ped. 4:3, 4; Tia. 4:4;  1 João 2:15-17.

      É compreensível que pessoas dotadas de tão elevados princípios cristãos de moral e integridade, acompanhados duma eletrizante mensagem proferida com verdadeiro zelo e franqueza, obtivessem rapidamente a atenção, no primeiro século. As viagens missionárias de Paulo, por exemplo, eram como um fogo que consumia uma pradaria, e que incendiava uma cidade após outra — Antioquia na Pisídia, Icônio, Listra, Derbe, Perge, em uma viagem, e Filipos, Tessalônica, Beréia, Atenas e Corinto, em outra — fazendo com que as pessoas parassem para refletir e tomassem sua posição, quer aceitando quer rejeitando as boas novas do reino de Deus. (Atos 13:14 a 14:26; 16:11 a 18:17) Muitos milhares abandonaram suas organizações de religião falsa, abraçando de todo o coração o cristianismo e zelosamente assumindo a atividade de pregação, em imitação de Cristo Jesus e dos apóstolos. Isto, por sua vez, os tornou objeto do ódio e da perseguição, instigados mormente pelos líderes da religião falsa e pelos mal-informados regentes políticos. O líder dos cristãos, Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, tinha sido morto sob a acusação de sedição; em seguida, os cristãos amantes da paz foram acusados de ‘perturbarem a cidade’, de ‘subverterem a terra habitada’ e de serem um povo ‘que em toda a parte era mal- falado’. (Atos 16:20; 17:6; 28:22) Na ocasião em que Pedro escreveu sua primeira carta (c. 62-64 E.C.), parece que a atividade dos cristãos já era bem conhecida em lugares tais como “Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia”. — 1 Ped. 1:1.

      TESTEMUNHO NÃO-CRISTÃO

      Os escritores seculares dos dois primeiros séculos também reconheceram a presença e a influência dos cristãos primitivos em seu mundo pagão. Para exemplificar: Tácito, historiador romano nascido por volta de 55 E.C., fala do rumor que acusava Nero de ser responsável pelo incêndio de Roma (64 E.C.), daí diz: “Conseqüentemente, Nero, para se ver livre desse rumor, lançou a culpa e infligiu as mais atrozes torturas a uma classe odiada pelas suas abominações, chamada de cristãos pela populaça. . . . Assim, primeiro se prendeu a todos que se confessavam culpados; daí, à base da informação deles, imensa multidão foi condenada, não tanto pelo crime de incendiar a cidade, como o de odiar a humanidade. Acrescentavam toda sorte de zombaria à morte deles. Cobertos de peles de animais, eram dilacerados pelos cães e pereciam, ou eram pregados em cruzes, ou eram condenados às chamas e queimados, para servirem de iluminação noturna, ao escurecer o dia.” [The Annals (Os Anais), Livro XV, par. 44, traduzido para o inglês por Church e Brodribb] Suetônio, outro historiador romano, nascido perto do fim do primeiro século E.C., relata os eventos que ocorreram durante o reinado de Nero, dizendo: “Punições também foram infligidas aos cristãos, uma seita que professava uma nova e nociva crença religiosa.” — The Twelve Caesars (Os Doze Césares), Nero, p. 217, par. 16; traduzido para o inglês por Robert Graves.

  • Cristo
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    • CRISTO

      [Gr. , Khristós, ungido; o Ungido]. Este título equivale ao hebraico Mashíahh, “Messias”.

      A vinda do Cristo ou Messias, aquele a quem Jeová ungiria com seu espirito para ser o rei universal, já tinha sido predita muitos séculos antes de Jesus nascer. (Dan. 9:25, 26) No entanto, Jesus, ao nascer, não era ainda o Ungido ou Cristo. Ao predizer seu nascimento, o anjo instruiu José: “Terás de dar-lhe o nome de Jesus.” (Mat. 1:21) Mas, quando os pastores, perto de Belém, receberam o anúncio angélico, em antecipação ao futuro papel de Jesus, disse-se-lhes: “Hoje vos nasceu . . . um Salvador, que é Cristo, o Senhor”, isto é, “que deverá ser Cristo, o Senhor”. — Luc. 2:11, NM, ed. 1950, em inglês, nota a.

      O nome pessoal de Jesus, acompanhado pelo título “Cristo”, pode trazer à atenção a própria pessoa, e que ele é aquele que se tornou o Ungido de Jeová. Isto ocorreu quando ele atingiu os 30 anos, foi batizado em água, e foi ungido com o espírito de Jeová, visivelmente observado em forma duma pomba que desceu sobre ele. (Mat. 3:13-17) Este foi o ponto frisado por Pedro em Pentecostes: “Deus o fez tanto Senhor como Cristo, a este Jesus”, relembrando evidentemente a expressão que ouvira dos lábios de Jesus, que foi o primeiro a usar a expressão “Jesus Cristo”. (Atos 2:36-38; João 17:3) Esta expressão, “Jesus Cristo”, também é usada nas palavras iniciais e finais das Escrituras Gregas Cristãs. — Mat. 1:1; Rev. 22:21.

      Por outro lado, a colocação do título à frente do nome, e dizer “Cristo Jesus”, ao invés de “Jesus Cristo”, dá maior ênfase ao cargo ou posição que Jesus detém. Focaliza a atenção primariamente no cargo, e, de forma secundária, no detentor dele, como ao se dizer Rei Davi ou governador Zorobabel. Faria a pessoa lembrar-se da singular posição oficial que Jesus detém como o Ungido de Jeová, uma posição honrosa que não é partilhada por outros dentre seus seguidores que também são ungidos. Jamais ouvimos falar de Cristo Pedro, Cristo João ou Cristo Paulo. Apenas o Filho amado de Jeová tem o título de “Cristo Jesus”. Paulo usou esta expressão em sua primeira carta inspirada. ( 1 Tes. 2:14) Os manuscritos mais antigos mostram que Lucas também a usou, uma vez, em Atos 24:24 (NM, ALA, BJ, IBB, LR, MC, NTV) quando falava sobre Paulo dar testemunho.

      O uso do artigo “o” junto com o título, em cerca de 20 casos em que ocorre a expressão “o Cristo” (ho Khristós) na tradução Almeida, é outro modo de focalizar a atenção no cargo detido por Jesus. (Mat. 16:16; Mar. 14:61) A estrutura gramatical da sentença, contudo, poderá constituir um fator para se determinar se o artigo é ou não usado, pois afirma W. E. Vine: “Falando-se em geral, quando o título [Cristo] é o sujeito duma sentença, leva o artigo; quando constitui parte do predicado, inexiste o artigo.” — An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), 1966, Vol. I, p. 190.

      Nas Escrituras, nunca se multiplicam os títulos antes ou depois do nome de Jesus; mas, se um título precede o seu nome pessoal, então qualquer outro título só é acrescentado depois do nome. Jamais encontramos uma combinação como o Senhor Cristo Jesus, ou o Rei Cristo Jesus, mas encontramos o Senhor Jesus Cristo. A expressão: “nosso Salvador, Cristo Jesus”, em  2 Timóteo 1:10, no texto grego apresenta a expressão “de nós” entre Salvador e Cristo, para identificar quem é o Salvador, em harmonia com a expressão “Cristo Jesus, nosso Salvador [literalmente, “Cristo Jesus, o Salvador de nós”]”. (Tito 1:4) No texto de  1 Timóteo 2:5, menciona-se “um homem, Cristo Jesus” como mediador, mas “um homem” não é título. A expressão apenas explica que Cristo Jesus, certa vez, viveu como homem na terra.

      Um emprego excepcional do título “Cristo” é a referência de Paulo a Moisés, ao invés de a Jesus, quando escreveu: “[Moisés] estimava o vitupério do Cristo [Khristoú, ungido] como riqueza maior do que os tesouros do Egito; pois olhava atentamente para o pagamento da recompensa.” (Heb. 11:26) Moisés jamais foi ungido com qualquer óleo literal, como o foram os sumos sacerdotes e os reis de Israel. (Êxo. 30:22-30; Lev. 8:12;  1 Sam. 10:1; 16:13) Mas tampouco o foram Jesus ou seus seguidores, e, ainda assim, as Escrituras falam deles como tendo sido ungidos. (Atos 10:38;  2 Cor. 1:21) Nestes últimos casos, sua unção com espírito santo de Deus servia qual designação por parte de Deus, ou como comissão, mesmo que não se tenha usado um óleo de unção literal. Assim, em sentido similar, Moisés obteve uma designação especial. Paulo, por conseguinte, podia dizer a respeito de Moisés que este era o ungido ou Cristo de Jeová, o recebedor duma comissão que lhe fora dada na sarça ardente, designação esta que Moisés considerava como sendo maior riqueza do que todos os tesouros do Egito. — Êxo. 3:2 a 4:17.

      O termo “Cristo” também é usado ao se falar da congregação cristã e de seu relacionamento com o Senhor Jesus Cristo. “Ora, vós sois corpo de Cristo e membros individualmente” dele, em sentido espiritual. ( 1 Cor. 12:27) Os ‘batizados em Cristo Jesus foram batizados em sua morte’, com a esperança

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