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Palavras CruzadasDespertai! — 1989 | 8 de junho
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SOLUÇÕES NA PÁGINA 26
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Parte 11: 2 AEC-100 EC — o caminho da fé, da esperança e do amorDespertai! — 1989 | 8 de junho
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a adoração de Jeová já era praticada pelos seus antepassados Noé, Abraão e Moisés, e era, em realidade, uma continuação da mais antiga religião que existia, a adoração verdadeira do Criador, segundo praticada inicialmente no Éden. Mas, os líderes nacionais e religiosos de Israel permitiram que a religião falsa, com matizes babilônicos, penetrasse em sua adoração, e desta forma a poluísse. Como a World Bible (Bíblia Mundial) comenta: “A congregação judaica na época do nascimento de Jesus estava conspurcada por hipocrisias e saturada dum formalismo que obscurecia as subjacentes verdades espirituais proferidas pelos grandes profetas hebreus.”
Os ensinos de Jesus, quando comparados com as complexidades humanas adicionadas à fé judaica, primavam pela simplicidade. Paulo, um dos mais ativos missionários do cristianismo no primeiro século, mostrou isto quando falou das principais qualidades do cristianismo: “Permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13:13) Outras religiões mencionam também ‘a fé, a esperança e o amor’, todavia, o cristianismo é diferente. Como?
Fé em Quem e no Quê?
Jesus sublinhou a necessidade de ‘exercer fé em Deus’, Aquele que ele descrevia como o Criador. (João 14:1; Mateus 19:4; Marcos 13:19) Assim, o cristianismo difere do jainismo e do budismo, ambos os quais rejeitam a idéia dum Criador, afirmando que o universo sempre existiu. E, visto que Cristo falou sobre “o único Deus verdadeiro”, ele, evidentemente, não cria numa multiplicidade de deuses e deusas verdadeiros como as religiões da antiga Babilônia, Egito, Grécia e Roma ensinavam, ou como o hinduísmo ainda ensina. — João 17:3.
O propósito divino, explicou Jesus, era que ele desse “sua alma como resgate em troca de muitos”, para “salvar o que estava perdido”, de modo que “todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna”. (Marcos 10:45; Lucas 19:10; João 3:16; compare com Romanos 5:17-19.) A crença numa morte sacrificial a fim de realizar a expiação de pecados difere do xintoísmo, que se recusa a admitir que existe o pecado original ou inerente.
Jesus ensinou que só existe uma fé verdadeira. Ele aconselhou: “Entrai pelo portão estreito; porque larga e espaçosa é a estrada que conduz à destruição, e muitos são os que entram por ela; ao passo que estreito é o portão e apertada a estrada que conduz à vida, e poucos são os que o acham.” (Mateus 7:13, 14) O livro Imperial Rome (Roma Imperial) diz: “[Os primitivos] cristãos insistiam em que somente eles possuíam a verdade, e que todas as outras religiões . . . eram falsas.” Isto obviamente difere da atitude hindu-budista, que encara todas as religiões como tendo mérito.
Que Tipo de Esperança?
A esperança cristã se centraliza na promessa do Criador de que Seu governo solucionará os problemas mundiais. Assim, desde o começo do ministério de Jesus, em 29 EC, ele incentivou as pessoas a ‘ter fé nas boas novas’ de que ‘o reino de Deus se tinha aproximado’. (Marcos 1:15) Diferente das religiões orientais, tais como o Ch’õndogyo, o ensino de Jesus não destacou o nacionalismo como meio de realizar a esperança cristã. Com efeito, Jesus rejeitou todas as propostas de participar na política. (Mateus 4:8-10; João 6:15) Obviamente ele não concluiu, como alguns líderes judeus concluem, que “a humanidade precisa ajudar ativamente a Deus a trazer o Messias”.
A esperança cristã inclui a perspectiva de se usufruir a vida eterna na Terra sob condições justas. (Compare com Mateus 5:5; Revelação [Apocalipse] 21:1-4.) Não é isto algo simples e fácil de entender? Não para muitos cuja mente está anuviada pelo conceito budista do Nirvana, a que a obra The Faiths of Mankind (As Fés da Humanidade) se refere como “cessação” e, ainda assim, “não a aniquilação”. Este livro assevera que, na realidade, o Nirvana é “impossível de descrever”.
Amor — Por Quem e de que Espécie?
Jesus disse que o maior mandamento é: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua mente, e de toda a tua força”. (Marcos 12:30) Quão diferente das religiões que dão máxima prioridade à salvação humana, enquanto desprezam os interesses divinos. Em segundo lugar, em importância, disse Jesus, acha-se o amor positivo para com o próximo. “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam”, aconselhou ele, “vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles”. (Mateus 7:12; 22:37-39) Mas observe como isto difere do ensino negativo de Confúcio: “Não faças a outros o que não queres para ti mesmo.” Que amor considera superior, o da espécie que impede as pessoas de causar danos a você, ou o da espécie que as motiva a lhe fazer o bem?
“O primeiro teste de um homem verdadeiramente grande é sua humildade”, comentou o escritor inglês John Ruskin, do século 19. Jesus, ao oferecer humildemente a sua vida nos interesses do nome e da reputação de seu Pai, e, em segundo lugar, a favor do homem, demonstrou amor tanto a Deus como ao homem. Quão diferente isso é das aspirações egotistas à divindade por parte de Alexandre Magno, a respeito do qual diz a Collier’s Encyclopedia (Enciclopédia da Collier): “Por toda a sua vida, que ele repetidas vezes arriscou, não existe evidência alguma de que ele alguma vez tenha pensado no que aconteceria com seu povo após a sua morte.”
Ilustrando também o amor que ele tinha a Deus e ao homem, Jesus, diferente de seus contemporâneos hindus na Índia, não endossou
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