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  • Um governo capaz de trazer alívio
    Despertai! — 1972 | 22 de abril
    • nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.”

      Que alívio será jamais temer ouvir o temível diagnóstico de câncer ou de alguma outra doença mortífera ou aleijadora! Sim, que surpreendente esperança de obter o privilégio de vida infindável, de ficar livre da pressão de uma vida curta e incerta de algumas dezenas de anos.

      Esta “esperança não conduz a desapontamento”, pois se baseia nas promessas seguras de Deus. (Rom. 5:5) Mas, quando é que seu governo atuará para livrar a terra dos problemas que geram tensão? Quão breve podemos esperar usufruir o pleno alívio?

  • Acha-se às portas um tempo de descanso e refrigério
    Despertai! — 1972 | 22 de abril
    • Acha-se às portas um tempo de descanso e refrigério

      NOSSA geração presenciará o fim da atual ordem assolada de pressões. Com efeito, há até boa razão para se esperar que uma nova ordem de Deus possa começar na presente década. Por que isto?

      Desde o ano de 1914, as pressões sobre a humanidade aumentaram dramaticamente, chegando quase a um ponto explosivo. Conforme indicado antes neste número, a profecia bíblica cumprida assinala o ano de 1914 como sendo o início do predito “tempo do fim” para esta ordem atual, cheia de pressões. Mas, ao mesmo tempo, torna a geração que então vivesse uma geração ‘marcada’. Como assim?

      Jesus mostrou isto em sua grande profecia registrada em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21. Na verdade, grande parte dessa profecia teve cumprimento no primeiro século. Predisse o colapso da ordem judaica e a desolação de Jerusalém e de seu templo. As próprias palavras de Jesus, porém, tornam claríssimo que essa profecia teria outro cumprimento, um cumprimento maior, no tempo de sua ‘segunda presença’. Esse cumprimento maior ocorre neste “tempo do fim” que se iniciou em 1914. — Mat. 24:27, 30.

      Jesus predisse as guerras, a fome, as doenças, os terremotos, o aumento do crime e outras angústias que se têm combinado para produzir tão tremenda tensão sobre esta geração desde 1914. Falou da “angústia das nações” por não conhecerem a saída do dilema existente, os homens ficando “desalentados de temor na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada”. Tais palavras se ajustam à condição entre a humanidade desde 1914, como em nenhum outro período da história humana.

      Felizmente, porém, Jesus disse àqueles que colocassem sua confiança e esperança no seu governo do Reino: “Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando. . . . Deveras, eu vos digo: Esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram.” — Luc. 21:25-32.

      A geração judaica que ouviu essa profecia no primeiro século viu o cumprimento da profecia de Jesus sobre Jerusalém menos de quatro décadas mais tarde, quando Jerusalém foi destruída no ano 70 E. C. Podemos estar certos de que o cumprimento maior dessa profecia em nossos próprios tempos não se provará menos fidedigno.

      A geração que vivia em 1914, quando ‘estas coisas principiaram a ocorrer’ já envelheceu agora. No mais de meio século que já passou, o número de pessoas daquela geração já diminuiu consideravelmente. No entanto, “todas estas coisas” preditas por Jesus para os nossos dias têm de ocorrer plenamente antes de ‘esta geração passar por completo’. Isto significa que o devido tempo para a sua plena ocorrência tem de estar às portas, muito perto.

      Todas as demais modalidades da profecia de Jesus agora se tornaram verdadeiras com surpreendente exatidão. Não precisamos duvidar de que falou a verdade inspirada quando disse que a geração que visse o início deste “tempo do fim” também veria o seu desfecho. Isso significará o fim da atual velha ordem insatisfatória, egoísta, opressiva, e a introdução da nova ordem justa e revigorante de Deus.

      Mas, por que há razão de se esperar que tal mudança talvez ocorra até mesmo na presente década?

      A Bíblia mostra que nos aproximamos do fim de 6.000 anos da história humana. A cronologia bíblica revela que a vida humana se iniciou com a criação de Adão há uns 4.058 anos antes da morte de Jesus (na primavera setentrional do ano 33 E. C.). Por adicionar isto aos anos desde a morte de Jesus até agora, verificamos que o término de 6.000 anos da existência do homem chegará perto da metade desta década de 1970. Isto é significativo. Por quê?

      A resposta se encontra no pacto da Lei que Deus forneceu ao antigo Israel mediante Moisés, seu mediador. A Bíblia nos assegura que essa Lei tinha “uma sombra das boas coisas vindouras”. (Heb. 10:1) Siga uma sombra e por fim chegará à realidade, a coisa substancial da qual a sombra é apenas um esboço. As coisas prefiguradas pelo pacto da Lei nos levam à realidade do reino de Deus às mãos de seu Filho, Cristo Jesus.

      Colossenses 2:16, 17 mostra que o arranjo sabático se acha incluído entre tais ‘sombras das coisas vindouras’. Segundo aquele arranjo sabático, todo sétimo dia era um dia de descanso de todo o trabalho. Também, cada sétimo ano era um ano de descanso para a terra, não se ceifando nem se semeando. Destarte, não só a terra tinha a oportunidade de renovar sua força produtiva, mas também as pessoas. — Êxo. 20:8-11; Lev. 25:1-8.

      Que “boas coisas” prefigurou isto? Aquele arranjo sabático prefigurou grandiosas bênçãos e alívio para toda a humanidade por meio do reino de Cristo. O livro de Revelação mostra que, com o fim da atual ordem injusta, o reino de Cristo trará uma regência milenar de paz e de bênçãos divinas. Isto resultará num descanso sabático para a terra e todos os seus habitantes. Verá a humanidade receber os plenos benefícios do resgate de Cristo, levando-a por fim à plena liberdade do pecado. Também presenciará o abismar de Satanás e de suas forças demoníacas, libertando o gênero humano de sua regência opressiva. — Rev. 20:1-6; 21:1-4.

      Se aplicarmos a declaração bíblica de que, para Jeová Deus, ‘mil anos são como um dia’, isto significaria que os seis mil anos da existência do homem são como apenas seis dias à vista de Deus. (Sal. 90:2; 2 Ped. 3:8) O vindouro reinado milenar de seu Filho seria então um sétimo “dia” após aqueles seis. Seria perfeitamente apropriado ao padrão profético de um período sabático de descanso seguir seis períodos de trabalho e labuta. Assim, ao nos aproximarmos do término de seis mil anos de existência humana, durante esta década, há emocionante esperança de que um grandioso Sábado de descanso e alívio se acha deveras às portas. Então, as pressões frustradoras e cansativas terminarão. Em seu lugar haverá revigorante liberdade e usufruto do que é bom.

      O que precisa fazer se desejar obter a vida nesta revigorante nova ordem sob o governo de Deus por seu Filho? Considere as informações no próximo artigo.

      (Diagrama na página 27)

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      1,000 2,000 3,000 4,000 5,000 6,000 7,000

      CRIAÇÃO DO DILÚVIO MORTE DE REINADO

      HOMEM NOEANO JESUS CRISTO 1914 MILENAR DE

      33 E.C. CRISTO JESUS

      Ao nos aproximarmos do fim dos 6.000 anos da história humano em meados de 1970, há emocionante esperança de grandioso alívio.

  • Aceitará a verdadeira fonte de alívio?
    Despertai! — 1972 | 22 de abril
    • Aceitará a verdadeira fonte de alívio?

      OS HUMANOS podem suportar muita coisa quando há esperança de algo melhor a ser realizado em breve. Mas, o alívio que a esperança traz só é real se a própria esperança for real.

      Em que deposita sua esperança de alívio das pressões da atualidade? Na verdade, sua escolha se resume a duas opções.

      Pode depositar sua esperança nos homens — ou pode depositá-la em Deus. Os homens afirmam poderem emendar os sistemas falhos do mundo, fazendo-os funcionar e obter êxito. Deus, mediante sua Palavra, afirma que vai varrer por completo da terra tais sistemas e estabelecer uma nova ordem baseada em justiça.

      Será “realístico” esperar nos homens mas “irrealístico” esperar em Deus?

      Que Esperança Provém dos Homens?

      Quão realístico é voltar-nos para os homens para nos livrar da ameaça da guerra? A história humana passada se acha escrita principalmente com sangue humano. Mudaram os homens atualmente? Por que, então, vemos a maior corrida armamentista de todos os tempos?

      Que esperança duo os homens de alívio pronto do avolumante crime? Recentemente, representantes de 100 países compareceram a uma reunião da Interpol, a organização internacional de polícia, em Bruxelas. O que ouviram? Que as agências da lei em todo o mundo estão continuamente perdendo terreno contra o crime.

      Têm os homens o remédio contra a praga do vício de tóxicos? O destacado perito sueco em vício de tóxicos, Dr. Nils Bejerot, afirma sobre o mundo ocidental: “Creio que, na melhor das hipóteses, dispomos de dez anos para impedir uma catástrofe social; na pior das hipóteses, talvez já seja tarde demais.”

      Podemos confiar nos homens para sanar as cidades doentias do mundo? A respeito do Congresso de Cidades, anual, de 1970, lemos: “A especulação sobre o futuro continha pouca coisa que fosse esperançosa . . . Havia pouca perspectiva de que a crise urbana diminuísse durante a década de 1970, ou no futuro previsível.” — 1971 Britannica Book of the Year.

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