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A vida entre os índios cheyennesDespertai! — 1970 | 8 de janeiro
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de Jeová. E que prazer é levar a este bom povo indígena a confortadora mensagem da Palavra de Deus. Os cheyennes do norte são muito calorosos e considerados por natureza. A maioria deles têm profunda crença no fato de que a Bíblia contém a verdadeira mensagem de Deus. Muitos deles estão escutando com ardor à mensagem, e muitos mais sem dúvida se tornarão louvadores do verdadeiro Deus, Jeová e fazedores de sua vontade. — Contribuído.
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Prometeu é representado amarrado a uma estacaDespertai! — 1970 | 8 de janeiro
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Prometeu é representado amarrado a uma estaca
A Sociedade Torre de Vigia dos EUA, editores da “Tradução do Novo Mundo”, volume completo, edição de 1963, em inglês, recebeu uma carta questionando uma declaração no apêndice de que a herói grego Prometeu foi representado amarrado a uma estaca. A resposta da Sociedade é aqui publicada.
Prezado Senhor:
Em resposta à sua carta de 14 de novembro, que apresenta uma contestação de que o popular herói grego Prometeu “foi representado como amarrado a uma estaca ou ‘stauros’”.
Assim como já deve ter ouvido falar, a Americana Encyclopedia em seu artigo sobre a “Prisão de Prometeu”, a tragédia de autoria do poeta grego, Ésquilo, também representa Prometeu preso a uma rocha no Cáucaso por meio de amarras de ferro. No entanto, gostaríamos de mencionar-lhe o livro The History of the Devil and the Idea of Evil from the Earliest Times to the Present Day (A História do Diabo e a Idéia do Mal Desde os Tempos mais Remotos Até os Dias Atuais), do Dr. Paul Carus, e publicado em Chicago por “The Open Court Publishing Co.” em 1900. Na página 210, apresenta a ilustração do um homem amarrado a uma estaca, sob cuja ilustração, declara: “Prometeu amarrado por Zeus à estaca (ou cruz) e exposto à Águia: Libertação feita por Hércules (Vaso encontrado em Chiusi, atualmente em Berlin. Baumeister, D.d. cl.A., p. 1410).” Nesta página, Dr. Carus afirma: “Apesar da forte mistura de mitologia estrangeira, Hércules tornou-se o herói nacional da Grécia, e a idéia grega da salvação encontrou nele a mais típica expressão, que foi belissimamente elaborada por Ésquilo numa grandiosa tragédia que representa Prometeu (o previdente) esforçando-se e sofrendo pela humanidade, amarrado ao poste da miséria por Zeus, como punição pelo pecado de ter trazido a bem-aventurança da luz e do fogo para baixo, à terra. Mas, por fim, o divino salvador, Hércules, chega, e, matando a águia que dilacera o fígado do intrépido herói, liberta-o. Prometeu e Hércules são combinados numa só pessoa no Salvador cristão, Jesus Cristo. A similaridade da estória do Gólgota com o mito de Prometeu não é mero acaso. Pois observe que em algumas das pinturas mais antigas, como, por exemplo, no vaso de [página 211] Chiusi (veja ilustração na página 210), Prometeu não está acorrentado a uma rocha, mas amarrado a um poste, isto é, a um σταυρός ou cruz, e os autores gregos usam freqüentemente expressões tais como o verbo ἀνασκολοπίζεσϑαι (Ésquilo) e ἀνασταυροῦσϑαι (Luciano) que significam ‘ser crucificado’.”
Nas páginas 217, 218, o Dr. Carus afirma: “Platão, que, talvez impressionado com a concepção de Ésquilo sobre a trágica sorte de Prometeu, fala do homem perfeito que preferiria ser do que parecer justo: ‘Vo-lo dirão que o homem justo que se pensa ser injusto será fustigado, torturado no cavalete, preso; seus olhos serão queimados e arrancados; e, por fim, depois de sofrer toda espécie de mal, será pendurado num poste.’ A coisa mais estranha sobre esta passagem é que a palavra ἀνασκινδυλευϑήσεται, que significa será pendurado na estaca’, ou ‘fixado num poste’, é um sinônimo mais antigo do termo σταυρόειν do Novo Testamento, traduzido comumente ‘crucificar’.”
O acima concorda com a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, volume completo, edição de 1963, em inglês, em seu Apêndice, página 3584, (Veja-se Despertai! de 22 de março de 1969, páginas 26-29), ao dizer que o instrumento em que Jesus foi cravado era uma estaca sem barra transversal, e não a “cruz” religiosamente representada; e que a palavra grega usada para esse instrumento nos tempos antigos significava “estaca” e não a convencional cruz religiosa.
Sinceramente a seu dispor,
SOCIEDADE TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS
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As gravações dos cânticosDespertai! — 1970 | 8 de janeiro
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As gravações dos cânticos
● As gravações dos cânticos encontrados na publicação “Cantando e Acompanhando-vos com Música nos Vossos Corações” trouxeram muita alegria nos lares dos que as adquiriram. Verificam que, como música de fundo, produzem uma atmosfera de tranqüilidade por todo o lar. Eis aqui partes de duas cartas que certamente falam por milhares:
“A bela música provida nos discos tem servido de maneira tão maravilhosa. Cedinho nas manhãs de domingo, levanto-me para preparar o desjejum e o almoço antes de sair no ministério de casa em casa. Os discos são colocados mesmo antes de todos estarem de pé. Que atmosfera excelente proporcionam! Simplesmente parecem ajudar-nos a começar bem o dia.”
A outra dizia: “Estamos usufruindo a mais suave música do mundo. Meu filho de seis anos sempre diz: ‘Que cântico é esse?’, e quando respondo, digo-lhe o que o título significa, ensinando-lhe, por esse meio, um novo pensamento bíblico que antes, não raro, caía em ouvidos surdos. Jeová sempre nos dá o que precisamos no tempo em que precisamos e agora que o rádio e a televisão vão de mal a pior, deu-nos algo de valor e edificante para ouvirmos.
“Quando esta música toca, tudo o que tenho de fazer é fechar os olhos para poder ver as assembléias, a orquestra tocando e milhares de Testemunhas reunidas para grande festa espiritual. Sim, havia grande necessidade de tais gravações em nosso lar e sinto uma paz íntima quando as ouço. Nossa família toda deseja expressar nossos agradecimentos a todos aí que gastaram tantas horas gravando esta música. Que Jeová continue certamente a derramar suas bênçãos sobre todos que trabalham para nos trazer essas maravilhosas provisões espirituais.”
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Ouro — esse artigo raro!Despertai! — 1970 | 8 de janeiro
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Ouro — esse artigo raro!
◆ Em 1511, o Rei Fernando da Espanha escreveu a seus homens na América do Sul: “Consigam ouro de modo humano se puderem, mas, a todo custo, consigam ouro.” Esta ordem custou muitas vidas. O intenso interesse do homem nessa substância amarela tem estado aceso por milhares de anos e ainda continua o mesmo. Com efeito, sabia que três quartos de todo ouro minerado foram minerados neste século vinte? E sabia que cerca de dois terços dele foram minerados desde o ano de 1931? O papel que o ouro desempenha nos assuntos monetários das nações tem provavelmente sido o tema de debates mais acalorados do que qualquer outra questão na história econômica, afirmam os economistas.
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