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  • Tenho de crer na evolução?
    Despertai! — 1975 | 22 de março
    • a encarar seu dilema, que é muito sério: os fosseis mostram que a evolução é uma explicação inadequada para o súbito aparecimento de formas complexas de vida. Mas, a criação especial se ajusta com precisão aos fósseis, todavia, é emocionalmente inaceitável aos evolucionistas. Simplesmente não toleram a idéia de que poderiam estar errados, que poderia haver um Criador, uma força superior a seus próprios cérebros. Alguém que produziu coisas vivas do Seu próprio modo.

      Assim, ao invés de terem mentes liberais, os evolucionistas em geral tentam causar o impedimento dos fósseis. Recorrem a nomes feios e insultos contra os que não podem engolir seus contos de fada. E assemelham a crença na criação à de que são as cegonhas que trazem bebês. Como uma hierarquia religiosa na “Idade Obscura”, declaram ex cathedra (com autoridade) que a evolução é um fato, e excomungam para as trevas exteriores da ignorância a qualquer pessoa que não abraçar a fé que eles possuem.

      A evolução é, para seus promotores, uma vaca sagrada. Mas, há um meio de rebaixar as vacas sagradas pelo progresso da verdade. Como um martelo, a verdade por fim despedaça os altares em que as idéias falsas foram veneradas. — Contribuído.

  • Morreu Jesus numa cruz?
    Despertai! — 1975 | 22 de março
    • Qual É o Conceito da Bíblia?

      Morreu Jesus numa cruz?

      SERÁ que foi um erro? Erraram os líderes eclesiásticos? Tais perguntas bem que poderiam ter ocorrido aos moradores de Cartagena, Espanha, não faz muito tempo. Por quê? Porque um cartaz da Semana Santa mostrava Jesus Cristo pendurado, não numa cruz, mas numa estaca reta que não tinha a barra transversal.

      Durante séculos os cristãos professos aprenderam que Jesus Cristo foi morto numa cruz. Para muitos, os crucifixos — representações de Jesus pendurado numa cruz — têm importância especial. Todavia, será possível que Cristo não tenha morrido numa cruz?

      Cruzes de vários tipos têm sido comuns desde os tempos primitivos. Afirma The Encyclopœdia Britannica: “Por sua simplicidade de forma, a cruz tem sido usada tanto qual símbolo religioso como um ornamento, desde o raiar da civilização humana. Vários objetos, que datam de períodos há muito anteriores à era cristã, têm sido encontrados, marcados com cruzes de diferentes estilos, em quase toda parte do velho mundo.” (Décima primeira edição, Vol. VII, p. 506) Por isso, a cruz não tem o que alguns poderiam chamar de origem “cristã”. Naturalmente, isso em si não quer dizer que Jesus não morreu numa cruz.

      Alguns foram executados por serem pendurados em cruzes. No entanto, os romanos amiúde executavam pessoas por colocá-las em postes sem barras transversais. Poderia isso ter acontecido no caso de Jesus?

      Se um artista contemporâneo se tivesse posto diante do moribundo Jesus em Gólgata, poderia ternos deixado autêntico quadro desse evento altamente significativo. Mas, nenhuma obra de arte desse tipo se acha em existência, e por certo a tradição posterior não é conclusiva. Todavia, deveras dispomos de palavras registradas de uma testemunha ocular. Quem era ele?

      Ao olhar Jesus do alto daquele implemento de tortura e morte, viu “o discípulo a quem amava”, o apóstolo João. Jesus confiou-lhe os cuidados de sua mãe, Maria. (João 19:25-30) Assim, João estava lá. Sabia se Jesus morrera ou não numa cruz.

      Para designar o instrumento da morte de Cristo, João usou a palavra grega staurós, traduzida “estaca de tortura” na Tradução do Novo Mundo. (João 19:17, 19, 25) No grego clássico, staurós denota a mesma coisa que no grego comum das Escrituras Cristãs — primariamente uma estaca ou poste reto sem barra transversal. Interessante é que John Denham Parsons escreveu no livro The Non-Christian Cross (A Cruz Não-Cristã): “Não existe uma única sentença em qualquer dos inúmeros escritos que formam o Novo Testamento que, no grego original, forneça sequer evidência indireta no sentido de que a stauros usada no caso de Jesus fosse diferente da stauros comum; muito menos no sentido de que consistisse, não de um só pedaço de madeira, mas em dois pedaços pregados juntos em forma de uma cruz.”

      O Interpreter’s Dictionary of the Bible declara, com referência a staurós: “Literalmente uma estaca reta, barra, ou poste . . . Como instrumento de execução, a cruz era uma estaca enfiada verticalmente no chão. Não raro, mas de forma alguma sempre, um pedaço horizontal era ligado à porção vertical.” Outra obra de referência afirma: “A palavra grega para cruz, staurós, devidamente significava uma estaca, um poste ereto, ou pedaço de ripa, em que algo podia ser pendurado, ou que poderia ser usado em cercar um pedaço de terreno. . . . Até mesmo entre os romanos a crux (da qual se deriva nossa cruz) parece ter sido originalmente um poste reto, e este sempre permaneceu sendo a parte mais destacada.” — The Imperial Bible-Dictionary.

      No livro The Cross and Crucifixion (A Cruz e Crucificação), de Hermann Fulda, diz-se: “Jesus morreu numa simples estaca de morte: Em apoio disto falam (a) o uso então costumeiro deste meio de execução no Oriente, (b) indiretamente a própria história dos sofrimentos de Jesus e (c) muitas expressões dos primitivos padres da igreja.” Fulda também aponta que algumas das ilustrações mais antigas de Jesus pendurado o representam sobre um único poste.

      O apóstolo cristão Paulo afirma: “Cristo nos livrou da maldição da Lei por meio duma compra, por se tornar maldição em nosso lugar, porque está escrito: ‘Maldito é todo aquele pendurado num madeiro.’” (Gál. 3:13) Sua citação era de Deuteronômio, que menciona a colocação dum cadáver duma pessoa executada sobre um “madeiro”, e adiciona: “Seu cadáver não deve ficar toda a noite no madeiro; mas deves terminantemente enterrá-lo naquele dia, pois o pendurado é algo amaldiçoado por Deus; e não deves aviltar teu solo.” — Deu. 21:22, 23.

      Era tal “madeiro” uma cruz? Não era. Com efeito, os hebreus não possuíam nenhuma palavra para a cruz tradicional. Para designar tal implemento, usavam “urdidura e trama”, aludindo aos fios que corriam ao comprido num tecido e os outros que o cruzavam num tear. Em Deuteronômio 21:22, 23, a palavra hebraica traduzida “madeiro” é ‘ets, significando primariamente uma árvore ou madeira, especificamente um; poste de madeira. Os hebreus não usavam cruzes de execução. A palavra aramaica ‘a, correspondente ao termo hebraico ‘ets, aparece em Esdras 6:11, onde se diz, relativo aos violadores do decreto do rei persa: “Se arranque da sua casa um madeiro (estaca, Centro Bíblico Católico) e ele seja pendurado nele.” Obviamente, um único madeiro não teria barra transversal.

      Ao traduzir Deuteronômio 21:22, 23 (“madeiro”) e Esdras 6:11 (“madeiro”) os tradutores da Versão dos Setenta empregaram a palavra grega xy’lon, o mesmo termo empregado por Paulo em Gálatas 3:13. Foi também empregado por Pedro quando disse que Jesus “levou os nossos pecados no seu próprio corpo,

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