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  • Faça mais do que dizer: “mantende-vos aquecidos e bem alimentados”
    A Sentinela — 1986 | 15 de outubro
    • até mesmo coisas simples por ele, tais como cuidar que a correspondência não se acumule na casa dele, que as plantas sejam regadas ou que o gás esteja desligado.

      18. O que está você determinado a fazer com relação a irmãos necessitados?

      18 Sem dúvida, todos nós podemos achar maneiras de melhorar quanto a fazer mais do que simplesmente dizer: “Mantende-vos aquecidos e bem alimentados.” (Tiago 2:16) Pense nos irmãos e nas irmãs de sua congregação. Há entre eles alguns merecedores genuinamente necessitados materialmente, doentes, incapacitados ou acamados? O que poderá fazer de maneira prática para ajudar a esses amados membros da congregação pelos quais Cristo morreu? Ter esta atitude o ajudará a estar melhor preparado para reagir prontamente, caso surjam dificuldades.

      19. (a) Por que é tão importante o equilíbrio nesse assunto? (b) Qual é o maior bem que podemos fazer por outros, e por que isso se dá? (Salmo 72:4, 16)

      19 Empenhando-nos pessoalmente em ajudar os nossos irmãos, provaremos que a nossa fé não é morta. Esta mesma fé nos move a trabalharmos arduamente na pregação cristã. Temos de manter equilíbrio entre ajudar outros materialmente e participar regularmente na evangelização cristã. (Veja Mateus 15:3-9; 23:23.) O conselho de Jesus a Marta e Maria reflete esse equilíbrio. Ele disse que se a pessoa comparar os suprimentos materiais em relação com o alimento espiritual, este último será “a boa porção” que não será tirada. (Lucas 10:39-42) No atual sistema sempre haverá pobres e doentes. Podemos, e devemos, fazer boas coisas por eles. (Marcos 14:7) Ainda assim, o melhor e mais duradouro bem que podemos fazer é ensinar outros sobre o Reino de Deus. Foi nisto que Jesus se concentrou. (Lucas 4:16-19) É a maneira de os pobres, os doentes e os atribulados receberem alívio permanente. Que alegria é ajudar nossos irmãos e outros a depositarem sua esperança em Deus e a ‘se apegarem firmemente à verdadeira vida’. — 1 Timóteo 6:17-19.

      Lembra-se?

      ◻ Quais são as mais importantes “obras excelentes” a serem realizadas pela congregação cristã?

      ◻ Como podem os anciãos locais dar atenção equilibrada a “obras excelentes” relacionadas com as circunstâncias materiais de seus irmãos?

      ◻ Que medidas práticas podem ser tomadas pelos anciãos?

      ◻ Cite exemplos de coisas práticas que você poderá fazer para ajudar irmãos necessitados.

  • Louvando a Jeová com música
    A Sentinela — 1986 | 15 de outubro
    • Louvando a Jeová com música

      MUITAS são as maneiras pelas quais os servos de Jeová podem louvá-lo. Sem dúvida, entre as mais belas e as que alegram grandemente Seu coração está a de ‘cantar-lhe e entoar-lhe melodias’. (Salmo 105:2) Tem-se dito apropriadamente que a música é um dos “distintivos da natureza humana do homem”.

      A música também tem sido classificada de “dádiva humana sem igual, tanto criativa como deleitosa”. Os animais, selvagens ou domésticos, não têm habilidade musical. É bem verdade que certos pássaros têm belos cantos, mas isso é tudo por instinto. Não avaliam a música, assim como os papagaios também não entendem quaisquer palavras que talvez sejam treinados a falar. Mas, com bela música conseguimos tocar o coração de outros, assim como conseguimos comunicar-nos com o intelecto de outros mediante palavras.

      Sim, a música é uma dádiva do Criador para a humanidade, e que dádiva maravilhosa! Pesquisas recentes indicam que os bebês, mesmo antes do nascimento, evidenciam o tipo de música que apreciam — suave e melodiosa — e o tipo de música que não apreciam — alta e ruidosa, tal como a música rock. Também somos informados de que o feto pode desenvolver talento musical por ouvir bela música. Assim, a música traz deleite aos humanos, não só do berço ao túmulo, mas até mesmo do ventre ao túmulo! Visto que a música não é normalmente encarada como absolutamente essencial à existência humana, ter o Criador tornado possível que os humanos compusessem música e a desfrutassem é outro exemplo da sabedoria e do amor dele. “Os hebreus eram um povo eminentemente musical”, somos informados. E é deveras notável que bem cedo na história humana a música seja destacada, junto com a agricultura e a indústria, como uma das ocupações do homem. — Gênesis 4:20-22.

      Efeitos da Música

      No entanto, nunca desconsideremos o fato de que a música pode ser tanto edificante como degradante. A boa música combina sons agradáveis marcados por melodia, harmonia e ritmo; agrada ao que é nobre no homem. Mas, a música ruim agrada às inclinações decaídas do homem. Tal música tem sido chamada de: “A trindade profana de . . . violência, sexo e barulho.”

      Infelizmente, certos músicos que afirmam servir a Jeová Deus falharam nesse respeito. Alguns destes aceitaram contratos para tocar em casamentos, e depois revelaram falta de apreço pelos princípios bíblicos por causa do tipo de música que tocaram. Sua música era tão alta que tornava impossível conversar normalmente. Parece que se esqueceram completamente de que os convidados ao casamento não foram primariamente para ouvir a exibição de talento dos músicos.

      A boa música serve a muitos propósitos úteis. A música suave de fundo pode acalmar e descontrair. Grande parte do que talvez seja chamada de “música clássica”, tal como a música sinfônica e a ouvida num teatro de óperas, pode agradar ao intelecto, ou pode estimular a imaginação e as emoções. Não devemos desperceber os oratórios, usualmente baseados em temas bíblicos, cuja execução exige grandes orquestras e corais. Um dos mais notáveis é o “Messias”, de Handel.

      A música pode ser uma bênção para idosos, inválidos e adoentados. Tem sido usada para ajudar crianças deficientes mentais, quando todos os outros esforços fracassaram. Afirma-se que certas músicas podem servir ao propósito útil de acalmar as pessoas em consultórios médicos e dentários. Alega-se que o tipo certo de música tem ajudado operários a trabalhar melhor e mais. É interessante que o valor terapêutico da música foi reconhecido há mais de 3.000 anos pelo Rei Saul, de Israel. — 1 Samuel 16:14-23.

      Naturalmente, o melhor uso que podemos fazer da música e usá-la para louvar a Jeová Deus. Tal cantar de louvores remonta uns 3.500 anos atrás, ocasião em que Israel cantou louvores a Jeová após sua libertação no Mar Vermelho. (Êxodo 15:1-21) Louvar a Jeová com canto e instrumentos musicais tornou-se parte muito destacada da adoração no templo de Deus. A música no templo envolvia mais de um décimo do número total de levitas. (1 Crônicas 23:3, 5) Havia uma enorme orquestra e um enorme coral por ocasião da dedicação do templo de Salomão. (2 Crônicas 5:12, 13) Mui apropriadamente as Escrituras Hebraicas (especialmente o livro dos Salmos) exortam-nos repetidas vezes a cantar e a entoar melodias a Jeová Deus.

      Nas Escrituras Gregas Cristãs, lemos que Jesus e os apóstolos cantaram por ocasião da Refeição Noturna do Senhor. O apóstolo Paulo e Silas cantaram enquanto estavam na prisão em Filipos. (Mateus 26:30; Atos 16:25) Primeira Coríntios 14:15 sugere que o cantar era parte regular da adoração congregacional nos tempos apostólicos. Bem apropriadamente, Paulo aconselhou conforme lemos em Colossenses 3:16: “Persisti em

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