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  • A religião babilônica resulta em violência e ruína nacional
    A Sentinela — 1965 | 1.° de maio
    • 16. (a) O que aprendemos desta página da história de Judá? (b) Que efeito tem a religião babilônica sobre as nações hodiernas, e com que fim em vista para elas?

      16 Esta página da história de Judá mostra claramente que a falsa religião babilônica era realmente a causa das dificuldades de Judá, nação que tinha a Jeová como Deus, sua lei como a lei nacional, e que experimentara a Sua proteção e paz, a prosperidade, a limpeza moral e física, enquanto obedecera a ele. Ajuda-nos a ver que a religião falsa babilônica é a raiz dos males e das anarquias e da violência do mundo. As suas práticas ruins, em nome de Deus, têm desviado muitas pessoas, até na cristandade, completamente da crença em Deus e feito com que elas se tornem presas de ideologias tais como o comunismo ateu, que, por sua vez, gera mais violência. Nenhuma nação hodierna pode durar mais do que Judá durou, se os seus sistemas religiosos seguirem as práticas da adoração babilônica.

      17. (a) Pode uma pessoa escapar do fim ruim que encaram as nações? (b) Qual é a diferença nos efeitos causados pela adoração verdadeira e pela falsa adoração babilônica?

      17 Jesus Cristo, porém, deu animadora orientação para as pessoas honestas entre as nações, por meio de suas palavras: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Absorver conhecimento verdadeiro de Jeová Deus e de seu Filho e associar-se com aqueles que adoram a Deus com espírito e verdade não criará confusão ou o temor supersticioso do purgatório ou inferno de fogo. Nem promoverá o errado apetite sexual ou o desejo de obrar violência à propriedade ou ao próximo. Isso nos impedirá de seguir pelo caminho degradado da destruição, que as nações estão trilhando. Fará com que sejamos imaculados e nos trará a paz e o favor de Deus, junto com a certeza de vida na sua nova ordem de justiça. — João 4:23, 24.

  • Descendência ilegítima
    A Sentinela — 1965 | 1.° de maio
    • Descendência ilegítima

      ◆ Uma recente decisão judicial nos Estados Unidos foi de que o consentimento do marido à inseminação artificial de sua esposa pelo sêmen de outro homem não faz com que o filho seja legitimo, no estado de Nova Iorque. Relatando a decisão The United States Law Week de 13 de agosto de 1963, disse: “O conceito que está historicamente impregnado na lei é de que o filho que é gerado mediante um pai que não é o marido da mãe não poderá senão ser ilegítimo. A menos que algum decreto mude esta doutrina, ‘tem-se que presumir que o conceito histórico da legitimidade, com respeito a tal filho, permanece em vigor e em efeito.’ Não há decreto.” O voto do Tribunal Superior de Nova Iorque, Condado de Kings (Gursky v. Gursky, 2 de agosto de 1963), disse: “Quando a questão precisa de legitimidade tiver sido apresentada completamente para decisão, tem-se mantido que a heteróloga inseminação artificial por uma terceira pessoa doadora, com ou sem o consentimento do marido, constitui adultério da parte do pai, e que um filho assim concebido não é filho nascido do matrimônio e, por conseguinte, é ilegítimo.”

      Biblicamente, a mulher que consentir na inseminação artificial está, em substância, cometendo adultério, e se o marido dela consentiu nisso, ele também estaria aprovando o proceder adúltero. A inseminação artificial é contrária à lei de Deus. — Mat. 7:17-20; 1 Cor. 6:9-11.

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