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Como acontece?Despertai! — 1974 | 8 de abril
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mutantes do DNA resultam essencialmente na perda ou na degeneração, ou na degradação de características físicas conhecidas. A perda da aptidão para a vida, a perda da capacidade reprodutora, e até mesmo condições letais, são prontamente demonstráveis como resultados da maioria das mutações de genes. . . .
“Alguém talvez se incline a mencionar mutações ‘favoráveis’ de genes. A mudança da cor de mariposas ou a alteração do uso do alimento pelas bactérias poderiam ser citadas como resultados de mutações ‘favoráveis’ de genes. Todavia, tais mudanças nas mariposas ou bactérias se acham apenas dentro duma espécie de organismos vivos e não cruzam os limites das espécies. . . .
“Sob rigoroso exame e análise, qualquer asserção dogmática . . . de que as mutações de genes são a matéria prima de qualquer processo evolutivo . . . equivale à declaração de um mito.”
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O testemunho das coisas vivasDespertai! — 1974 | 8 de abril
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O testemunho das coisas vivas
QUANDO olhamos para o mundo das maiores coisas vivas, existe qualquer evidência de que uma espécie de coisa viva se transforma em outra espécie? Há uma série gradual de animais e plantas entre os tipos “inferiores” e “superiores”?
Se a evolução for verdadeira, devia haver. Se a Bíblia for verdadeira, não devia haver.
Ao estudarmos o reino vegetal e animal que vive hoje, o que ele nos diz, Podemos observar a mutação gradual de uma espécie em outra?
Num livro que apóia a evolução, Processes of Organic Evolution, lemos: “Certamente, nenhum biólogo realmente viu a origem, por evolução, de um grupo principal de organismos.”
Por que não? Por que ninguém já viu a evolução de um grupo principal de organismos?
Os evolucionistas respondem a essa pergunta por afirmarem que isto se dá porque a evolução leva milhões de anos, e o homem não vive o bastante para observá-la. Mas, tal conclusão não é evidência. Trata-se, mais uma vez, de “adivinhação”. Quando lidamos só com a evidência, esta fornece diferente resposta.
Não Há Transições
A razão pela qual a evolução não pode ser observada entre as coisas vivas agora é que todas as formas de vida são completas. Nenhuma é observada num estágio de transição, transformando-se em outra espécie de vida. Em parte alguma se pode encontrar órgãos ou membros parciais que evoluam em outra coisa. Sempre que há um olho, ouvido, asa, mão, pé, ou algum outro órgão ou estrutura, não se acha num estágio “intermediário”. Está completo, e é útil ao organismo que o possui.
Na verdade, alguns têm apontado para órgãos tais como o apêndice e as amígdalas no homem, afirmando que foram ‘deixados’ pela evolução. Mas, maior conhecimento revelou que tais órgãos não foram ‘deixados’ de jeito nenhum, mas têm uso definido. O problema era que os pesquisadores não entendiam sua função até recentemente.
O fato de que não há formas transicionais entre as coisas vivas foi também observado em seus dias por Charles Darwin, o “pai” da evolução moderna. Há mais de uma centúria, escreveu:
“Por que, se as espécies descenderam de outras espécies por finas gradações, não vemos em toda a parte inúmeras formas transicionais? Por que não está a natureza em confusão, ao invés de as espécies estarem, conforme as vemos, bem definidas?”
Darwin respondeu por afirmar que as
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