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  • Datas científicas para as épocas pré-históricas
    Despertai! — 1986 | 22 de setembro
    • ser depositada depois da camada inferior, e deveria conter menos argônio.

      A conclusão foi que o “argônio herdado” estava comprometendo as medições. Nem todo o argônio previamente formado tinha sido expulso por combustão da rocha fundida. O relógio não tinha sido fixado em zero. Se apenas um décimo de 1 por cento do argônio previamente produzido pelo potássio tivesse ficado na rocha quando ela se derreteu no vulcão, o relógio iniciaria com uma idade inata de cerca de um milhão de anos. Como se expressou certo perito: “Algumas datas devem estar erradas, e, se algumas estão erradas, talvez todas elas estejam erradas.”

      Apesar das opiniões dos peritos de que estas datas talvez não tenham nenhum sentido, a idade original de 1,75 milhão de anos para os fósseis de Olduvai continua a ser citada em revistas populares dedicadas à evolução. Não dão ao leitor leigo nenhum aviso de que tais idades não são realmente nada mais do que palpites.

  • O relógio radiocarbônico
    Despertai! — 1986 | 22 de setembro
    • O relógio radiocarbônico

      Data os Restos Outrora Vivos. Será que o Faz Mesmo?

      TODOS os relógios precedentes andam tão lentamente que são de muito pouco ou nenhuma valia para se estudar os problemas arqueológicos. Precisa-se de algo muito mais rápido para igualar a escala de tempo da história humana. Esta necessidade foi suprida pelo relógio radiocarbônico.

      O carbono 14, um isótopo radioativo do comum carbono 12, foi inicialmente descoberto nos experimentos de bombardeio de átomos num ciclotron. Daí, foi também encontrado na atmosfera da Terra. Emite fracos raios beta, que podem ser contados por um instrumento apropriado. O carbono 14 tem uma meia-vida de apenas 5.700 anos, o que é apropriado para a datação de coisas associadas com a história primitiva do homem.

      Os outros elementos radioativos que consideramos possuem vidas longas, quando comparadas com a idade da Terra, de modo que eles existem desde a criação da Terra até os dias atuais. Mas o radiocarbono possui tão curta vida, em comparação com a idade da Terra, que ele só pode ainda estar aqui se tiver sido produzido continuamente de alguma forma. Essa forma é o bombardeio de raios cósmicos na atmosfera, o que converte os átomos de nitrogênio em carbono radioativo.

      Este carbono, na forma de bióxido de carbono, é utilizado pelas plantas no processo da fotossíntese, e é convertido em todas as espécies de compostos orgânicos nas células vivas. Os animais, e, sim, nós, humanos, comemos os tecidos vegetais, assim tudo que vive vem a conter radiocarbono na mesma proporção em que é encontrado no ar. Enquanto algo vive, o radiocarbono nele, que se desintegra, é reabastecido por nova ingestão. Mas, quando morre uma árvore ou um animal, corta-se-lhe o suprimento de radiocarbono fresco, e começa a diminuir o nível de radiocarbono nele. Se um pedaço de carvão vegetal ou um osso de animal acha-se preservado por 5.700 anos, conterá apenas a metade do radiocarbono que possuía quando estava vivo. Assim, em princípio, se medirmos a proporção de carbono 14 que resta em algo que certa vez estava vivo, podemos dizer por quanto tempo está morto.

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