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  • O ajuntamento de todas as nações a um só templo para a adoração
    A Sentinela — 1973 | 1.° de julho
    • para se empenhar na adoração pura e assim ganhar a salvação eterna na nova ordem justa de Deus. Este templo está agora aberto para o ajuntamento de todos os que buscam o único Deus vivente e verdadeiro. Estas são realmente grandiosas notícias, associadas com os acontecimentos de nossos tempos maravilhosos. Todos nós, os que servimos nos pátios do templo espiritual de Jeová, temos o grandioso privilégio de transmitir estas boas novas vitalizadoras a todos os outros, antes de vir a “grande tribulação”.

  • Perecerão os cobiçosos?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de julho
    • Perecerão os cobiçosos?

      TODOS nós temos de algum modo sofrido os efeitos prejudiciais da cobiça do homem. A cobiça tem sido responsável pelo impiedoso desmatamento de muitos morros e de muitas montanhas, pela devastação de enormes áreas de terra pela mineração por escavação superficial, pela poluição dos rios com despejos e refugos e pela transformação das metrópoles e cidades em lugares cheios de fumaça, fuligem e barulho. Os homens também têm explorado outros homens e se enriquecido às custas deles. Acabará alguma vez tal cobiça? Perecerão os cobiçosos?

      Sim, porque os atos de cobiça não escaparam da atenção Daquele que odeia a cobiça e que é suficientemente poderoso para acabar com ela. Este é o Soberano supremo do universo, Jeová Deus. O exemplo histórico de seus tratos com o antigo Israel mostra que os cobiçosos não serão tolerados indefinidamente e que os de disposição justa prosperarão.

      EXEMPLO DA HISTÓRIA ANTIGA

      No sétimo século A. E. C., muitos habitantes de Jerusalém e da terra de Judá eram cobiçosos. Não se preocupavam com os israelitas que ficaram privados de sua propriedade hereditária por causa da deportação pelos assírios, em 740 A. E. C. e por causa da deportação pelos babilônios em 617 A. E. C. A atitude dos cobiçosos para com aqueles exilados era: “Afastai-vos para longe de Jeová. . . . a terra . . . nos foi dada como possessão.” (Eze. 11:15) Visto que eram irmãos dos israelitas que viviam como exilados no Império Babilônico, os habitantes de Jerusalém e da terra de Judá deviam ter tido o espírito de resgatador, daquele que compraria de volta a propriedade hereditária, para que seu irmão sem bens de raiz recuperasse a propriedade dada por Deus. (Lev. 25:13-38) Mas estes cobiçosos agradavam-se de que seus irmãos se vissem obrigados a estar “longe de Jeová” o mais possível, quer dizer, da terra de Israel, onde se subentendia a presença de Jeová. Queriam a terra para si mesmos.

      Jeová Deus, porém, tinha outras idéias sobre o assunto. Estava disposto a favorecer os arrependidos entre os exilados, tornando-se para eles “um santuário, por um pouco de tempo” ou “de modo pequeno”. (Eze. 11:16) Pelo “pouco de tempo” de seu exílio, Jeová seria um santuário. Seria um lugar santo em que eles poderiam achar segurança e ser preservados para os Seus bons propósitos futuros. Por outro lado, também, Jeová seria um santuário “de modo pequeno”, isto é, de modo ou alcance limitado. Isto se daria porque não poderia proteger os exilados contra todas as conseqüências merecidas devido à

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