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    A Sentinela — 1980 | 15 de agosto
    • discípulos a iluminação especial que destacava a celebração, a saber, a dos quatro candelabros altos no Pátio das Mulheres, no templo. Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, de modo algum andará na escuridão, mas possuirá a luz da vida.” — João 8:12.

      7. Por que era bem apropriado que Jesus chamasse a si mesmo de luz “do mundo” na festividade das barracas?

      7 Chamar Jesus a si mesmo de “a luz do mundo” era bem apropriado nesta festividade das barracas, visto que a festividade assumia caraterísticas de uma festa mundial. Por quê? Porque, na lei de Deus, o “residente forasteiro” dentro dos portões dos israelitas era mencionado como tendo o direito de participar na festividade, alegrando-se junto com o povo escolhido de Deus. — Deu. 16:14.

      8. (a) O que era extraordinário a respeito do sacrifício de touros na festividade das barracas? (b) Quanto ao número, como corresponde isso com o que é apresentado no capítulo 10 de Gênesis, indicando o quê?

      8 De acordo com Números 29:12-34, ofereciam-se em sacrifício um número extraordinário de touros. No primeiro dia eram sacrificados 13 touros, e, nos seis dias seguintes, oferecia-se para cada dia um touro a menos, até chegar aos sete touros oferecidos no sétimo e último dia, no qual Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo.” De modo que até o último dia da festividade haviam sido oferecidos 70 touros. O número 70 é múltiplo de 7 e 10, sendo que ambos estes números representam inteireza, perfeição, o 7 representando perfeição espiritual, e o 10, a inteireza secular. Em 10 de tisri, no dia da Expiação, apenas se oferecera um touro como sacrifício de expiação. Mas, durante a festividade das barracas, de sete dias, de 15-21 de tisri, ofereciam-se 70 touros. Em sentido típico, isso proveria bastante sangue para a purificação e a salvação de todo o mundo da humanidade. Corresponde ao que é apresentado no capítulo 10 de Gênesis. Ali se mencionam os nomes pessoais dos chefes de família e de nações, começando com Noé e passando pelos seus três filhos, até o nome de Jobabe. Isto perfaz 70 nomes, e eles parecem abranger a população mundial daquele período pós-diluviano.

      9. Jesus disse que ele era “a luz” de quem, e de que precisa toda a humanidade para obter a vida?

      9 Portanto, no tempo adequado, era bem apropriado que Jesus Cristo anunciasse: “Eu sou a luz do mundo”, não apenas a luz para os seguidores ungidos de suas pisadas. No que se refere ao benefício da luz, lembramo-nos de que foi depois de Deus dizer: “Venha a haver luz”, e depois de ele criar o sol, a lua e as estrelas, e ter tornado possível que a luz penetrasse até a terra, que ele criou os animais, e, finalmente, o homem e a mulher perfeitos, para usufruírem a luz da vida. Hoje, neste mundo obscurecido pelo pecado e alheado de Deus, todos podem tirar proveito da luz que emana de Jesus Cristo, “a luz do mundo”. Todos precisam da “luz da vida”. — João 8:12; Gên. 1:3.

      A ANTITÍPICA FESTIVIDADE DAS BARRACAS

      10. Em que sentido é a festividade das barracas igual às duas festividades precedentes, e que fatores precisamos aqui tomar em consideração?

      10 Igual às duas festividades precedentes ordenadas por Deus para o seu povo escolhido, a festividade das barracas deve ter um significado antitípico para os nossos tempos. Felizmente, tem um cumprimento antitípico. Então, quando começou este? Como podemos saber isso? Por meio de fatores típicos e antitípicos, históricos.

      11. O que mostram os fatos históricos quanto a se a “colheita” mencionada em Mateus 13:39 começou no ano de 1914 ou não?

      11 Em Mateus, capítulo 13, Jesus Cristo deu-nos uma parábola em que se destaca o recolhimento de safras do campo. É a parábola do trigo e do joio ou cizânia. Explicando os aspectos da parábola, Jesus disse: “A colheita é a terminação dum sistema de coisas.” (Mat. 13:39) A profecia bíblica e os cronogramas, bem como os eventos históricos, mostram que a terminação do atual sistema de coisas começou em 1914 E.C., sendo que em meados do segundo semestre desse ano terminaram os “sete tempos” da dominação gentia da terra sem interferência do reino messiânico de Deus. (Dan. 4:23-25) Começou naquele ano a “colheita” ou o recolhimento da classe do “trigo” de verdadeiros cristãos? Não, porque a história mostra que os dedicados adoradores cristãos de Jeová estavam dispersos durante a Primeira Guerra Mundial, que começou em 1914. Sua organização mundial fora desfeita pelos inimigos do reino messiânico de Jeová, o reino celestial proclamado zelosamente pelos discípulos gerados pelo espírito e ungidos de Jesus Cristo, o Rei reinante. O destroçamento da organização atingiu finalmente até mesmo a sede do povo dedicado de Jeová, em Brooklyn, Nova Iorque, E. U. A., em 1918.

      12. Quando começou o ajuntamento predito por Jesus em Mateus 24:31, e isso assinalou o início de que festividade?

      12 Na profecia de Jesus, sobre o “sinal” de sua presença e da terminação deste sistema de coisas, ele disse, em Mateus 24:31: “E enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e eles ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma extremidade dos céus até à outra extremidade deles.” Estas palavras predisseram um ajuntamento dos “escolhidos” de Cristo de todos os lugares aos quais tinham sido dispersos ou isolados. Este ajuntamento começou a ocorrer no ano do após-guerra de 1919, logo depois de membros do pessoal da sede central de Brooklyn terem sido soltos, após sofrerem nove meses de encarceramento e na penitenciária federal de Atlanta, Geórgia, EUA, em 25 de março de 1919. De modo que foi naquele ano memorável que entrou em vigor a antitípica festividade do recolhimento ou das barracas. Isto foi marcado por enorme alegria por parte do restante ungido dos “escolhidos” de Cristo em todo o mundo.

      13. (a) Quando Jesus falou sobre a colheita em Mateus 24:31, falou sobre a colheita de que pessoas? (b) Quais destas foram colhidas depois de 1919?

      13 Para confirmar isso, temos de nos lembrar de várias coisas ponderosas. Quando Jesus disse: “A colheita é a terminação dum sistema de coisas”, de que estava falando? Do recolhimento dos “filhos do reino”, quer dizer, dos herdeiros daquele reino celestial, gerados pelo espírito. Trata-se duma classe ungida, espiritual, simbolizada pelo trigo, e seu recolhimento começou realmente em meados do primeiro semestre de 1919. No decorrer do tempo, mais outros foram ajuntados, além dos herdeiros do reino, espalhados pelos eventos da Primeira Guerra Mundial. No período começando em 1919, milhares de outros tomaram sua posição a favor do reino estabelecido de Deus e dedicaram-se a Jeová, foram batizados, foram espiritualmente gerados e foram ungidos com o espírito de Deus, e estes foram acrescentados às fileiras do restante espiritual. Estes recém-acrescentados, como classe, foram prefigurados pelos personagens notáveis dos dramas bíblicos pré-cristãos Estes personagens ilustres eram Rute, a moabita, que se tornou companheira leal da judia Noemi, sua sogra, e também a Rainha Ester, prima do judeu Mordecai, que se tornou primeiro-ministro do Império Persa, sob o Imperador Assuero, ou Xerxes.

      14. Assim, o que assinala o início da antitípica festividade do recolhimento ou das barracas?

      14 Tanto Rute como Ester ficaram relacionadas com a linhagem real de Davi e com a preservação desta até a primeira vinda de Jesus, o “filho de Davi”. (Mat. 1:1, 5; Rute 4:18-22; Est. 4:13, 15) O recolhimento da classe de Rute e Ester, junto com o original restante ungido, assinala a abertura da festa antitípica do recolhimento ou das barracas.

      15. A festividade outonal era de quem, e a quem se ordenara que morassem em barracas durante a celebração?

      15 Outra coisa: Nos tempos pré-cristãos, eram os judeus naturais que celebravam a típica festividade das barracas. A eles é que Jeová ordenara por meio de Moisés que a celebrassem. Portanto, na época do recolhimento outonal, eles afluíam a Jerusalém e moravam em barracas. Isto era feito até mesmo pelos habitantes permanentes de Jerusalém. Esta festividade das barracas era um lembrete de algo anterior. De quê? Levítico 23:42, 43, responde, dizendo: “É nas barracas que deveis morar por sete dias. Todos os naturais de Israel devem morar nas barracas, para que as vossas gerações saibam que foi nas barracas que fiz os filhos de Israel morar quando os fiz sair da terra do Egito. Eu sou Jeová, vosso Deus.” Os judeus naturais fizeram isso.

      16. (a) Em caminho para a Terra da Promessa, como vivia a “vasta mistura de gente” ao lado dos israelitas? (b) No templo de Herodes, nos dias de Jesus, como se fazia uma distinção entre os gentios e os israelitas?

      16 Naturalmente, a “vasta mistura de gente” não-israelita que lançou sua sorte com os israelitas e que “com eles subiu” também teve de morar em tendas, em caminho para a Terra da Promessa. (Êxo. 12:38) Mas a ordem de celebrar a festividade das barracas não se dirigia à “vasta mistura de gente”, mas foi dada a Israel. Tampouco foi a Terra da Promessa dada à “vasta mistura de gente” para cultivar, mas ela foi dividida entre as 12 tribos não-levíticas de Israel, e a lei da restauração da terra no jubileu aplicava-se aos israelitas. De modo que a festividade do recolhimento era especialmente para os israelitas. Permitiu-se bondosamente que o “residente forasteiro” também participasse nela. Nos dias de Jesus Cristo, durante a celebração, os não-judeus ou gentios ficaram restritos ao Pátio dos Gentios, sendo separados do Pátio de Israel pela barreira de pedra e pelo Pátio Externo. Seu lugar era no nível mais baixo de todo o conjunto do templo de Herodes.

      OS CELEBRANTES QUE LEVAVAM OS RAMOS

      17, 18. Quem levava os “lulabes”, e de que texto se diz que foi tirada esta idéia?

      17 Na própria celebração eram os israelitas que levavam os chamados “lulabes” e as ethrogs (cidras). Para termos uma idéia de como era nos dias de Jesus, podemos ler a descrição da celebração judaica fornecida em Neemias 8:14-18. O lulab era um feixe de ramos de diversas árvores, carregado na mão do celebrante judaico. Diz-se que a idéia disso foi tirada de Levítico 23:40:

      18 “E no primeiro dia tendes de tomar para vós o fruto de árvores esplêndidas, as folhas de palmeiras e os galhos de árvores ramosas, e choupos do vale da torrente, e tendes de alegrar-vos perante Jeová, vosso Deus, por sete dias.”

      19. (a) De que se compunha o “lulab”? (b) Com que espécie de procedimento levavam os israelitas o lulab, e com que canto?

      19 Os componentes do lulab eram (1) uma folha nova de palmeira, ainda fechada, (2) três raminhos de murta com um ramalhete de folhas, e (3) dois ramos de salgueiro, cuja madeira é avermelhada, sendo os ramos longos e inteiriços. Os israelitas carregavam os lulabes acenando com eles, e no fim da festividade se descartavam deles. O lulab e a ethrog (uma fruta cítrica similar ao limão, mas sem o mamilo que o limão tem numa extremidade) eram levados em procissão em volta do altar, no Pátio dos Sacerdotes, dando-se uma volta em cada um dos primeiros seis dias, e sete voltas no sétimo e último dia. Depois disso, comia-se a ethrog ou cidra. Durante a procissão cantava-se o Salmo 118:25: “Ai! Jeová, salva deveras, por favor! Ai! Jeová, concede deveras bom êxito, por favor!” Os gentios, no seu próprio pátio, não podiam participar em tudo isso.

      20. Nos dias do Governador Neemias, ele disse aos israelitas em Jerusalém que tivessem que espírito na sua festividade das barracas?

      20 Na festividade das barracas, nos dias de Neemias, ele, como governador, disse aos israelitas que haviam voltado do exílio em Babilônia: “Este dia é santo para o nosso Senhor, e não vos sintais magoados, porque o regozijo de Jeová é o vosso baluarte.” (Nee. 8:10) Os israelitas espirituais da atualidade devem ter a mesma atitude, desde o seu livramento de Babilônia, a Grande, no ano de 1919 E.C.

      21. Por que se alegrou o restante dos israelitas espirituais em meados do primeiro semestre de 1919? (b) Que espécie de trabalho, pensavam, ainda estava à frente, mas o que veio a ser?

      21 É evidente que o cumprimento da festividade das barracas começou naquele ano do após-guerra. Em vista de suas anteriores expectativas, antes daquele ano, os espirituais “filhos do reino” ficaram um pouco confusos sobre serem introduzidos na época do após-guerra. Mas, alegraram-se grandemente quando veio a libertação de Babilônia, a Grande, em meados do primeiro semestre de 1919. Passaram a empenhar-se imediatamente na obra de recolhimento que se apresentava então a eles. No começo, pensavam que seria apenas uma “obra de rebusca”. Isso foi expresso na Sentinela de 1.º de maio de 1919, em inglês, no artigo “A Colheita Terminou — O Que se Seguirá?”, na página 138, parágrafo 1. Todavia, em vez de uma obra de rebusca, resultou em ser uma colheita em plena escala.

      22. Planejavam os do restante ungido estabelecer-se para sempre na terra paradísica, e como consideravam a si mesmos no meio deste sistema de coisas?

      22 Os do restante ungido dos ceifadores moravam como que em “barracas”, porque não fixavam suas afeições em coisas terrenas. Não aguardavam viver num paraíso terreno por toda a eternidade futura. Aguardavam entrar na sua herança celestial junto com seu glorificado Senhor, Jesus Cristo. Portanto, seu conceito sobre as coisas era similar ao apresentado em Hebreus 13:13, 14: “Saiamos, pois, a ele, fora do acampamento, levando o vitupério que ele levou, porque não temos aqui uma cidade que permaneça, mas buscamos seriamente aquela que vem.” Em vista deste fato, consideravam-se peregrinos, “forasteiros e residentes temporários” no meio deste sistema de coisas, iguais a Abraão, Isaque e Jacó. — 1 Ped. 2:11; Gên. 47:9; Êxo. 6:4; Heb. 11:13; Sal. 119:54.

      23. (a) Foi esclarecida com iluminação espiritual a celebração da antitípica festividade das barracas em 1923? (b) Como se via a aplicação da parábola de Mateus 25:31-46?

      23 Para o restante ungido, que havia começado a entrar no antítipo moderno da festividade das barracas, brilhou a iluminação espiritual do templo celestial de Jeová. Foi durante o ajuntamento da classe espiritual prefigurada por Rute e Ester que a parábola de Jesus sobre as ovelhas e os cabritos, registrada em Mateus 25:31-46, recebeu iluminação especial para o esclarecimento de seu entendimento. No congresso geral de 1923, realizado em Los Angeles, Califórnia, E. U. A., o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.), então já por quatro anos livre do encarceramento na penitenciária de Atlanta (Geórgia), considerou a ilustração das ovelhas e dos cabritos. Esta não precisava esperar até o reino milenar de Jesus Cristo para o começo do seu cumprimento. A classe das pessoas semelhantes a ovelhas já se estava formando. Membros dela já apareciam no cenário e estavam fazendo o bem ao restante dos “irmãos” espirituais do glorificado Jesus Cristo. O tema da conferência pública “Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão” costumava ser aplicado a tais. Eles pertenciam às “outras ovelhas” mencionadas por Jesus em João 10:16.

      24. Fez-se então qualquer esforço especial para ajuntar os que faziam o bem aos “irmãos” espirituais de Cristo?

      24 Por ocasião da explicação da parábola de Mateus 25:31-46 não se fez nenhum esforço especial para ajuntar essas “outras ovelhas”. Mas expressou-se apreço pela bondade que mostravam ter para com o restante dos “irmãos” espirituais de Cristo. A iluminação espiritual, adicional, durante a antitípica festividade das barracas, aguardava o tempo devido.

  • Festividade a ser celebrada por bilhões
    A Sentinela — 1980 | 15 de agosto
    • Festividade a ser celebrada por bilhões

      1. Que evidência veio à luz em 1931 a respeito da participação das “outras ovelhas” na antitípica festividade das barracas, e depois, em 1932?

      SERÁ que os que constituem as “outras ovelhas” do Bom Pastor, Jesus Cristo, participam da celebração da antitípica festividade das barracas? A evidência animadora é que fazem isso no tempo que Deus marcou para eles. Iluminação festiva recaiu sobre o capítulo 9 da profecia de Ezequiel, em 1931. Revelou que as pessoas pesarosas, marcadas na testa pelo homem vestido de linho, com um tinteiro de secretário no seu lado, são as mesmas “ovelhas” da parábola de Jesus em Mateus 25:31-46. A iluminação festiva adicional revelou em 1932 que esta mesma classe de “ovelhas” havia sido prefigurada por Jonadabe, filho de Recabe que se tornou amigo do executor da parte de Jeová, o Rei Jeú de Israel. — 2 Reis 10:15-28; Jer. 35:1-19.

      2. (a) Na profecia de Jesus sobre a “terminação do sistema de coisas”, que outro ajuntamento haveria durante este tempo, além daquele de Mateus 24:31? (b) Em 1935, o que deu grande impulso a esta obra de ajuntamento?

      2 Lembremo-nos de que Jesus apresentou a parábola de Mateus 25:31-46 como parte do “sinal” que marcaria a sua “presença” invisível e a “terminação do sistema de coisas”. (Mat. 24:3) Desta maneira, Jesus predisse que haveria um ajuntamento de outros, além dos “escolhidos” de Mateus 24:31, durante esta “terminação do sistema de coisas”. Tal recolhimento dos que faziam o bem aos “escolhidos” começou no segundo trimestre de 1935. O que deu enorme impulso ao recolhimento foi o discurso proferido na sexta-feira, 31 de maio de 1935, no amplamente anunciado congresso das Testemunhas de Jeová realizado em Washington, D. C. (E. U. A.), ao qual foram convidados especialmente os da classe chamada de Jonadabe.

      3. (a) O discurso então proferido tinha que tema, e quantos foram depois batizados? (b) O cumprimento de Mateus 25:31-46 tornou-se então parte de que “sinal”?

      3 Naquele dia, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.) falou sobre o tema “A Grande Multidão” e considerou a profecia de Revelação 7:9-14. Identificou a “grande multidão” como sendo o mesmo que as “ovelhas” da parábola de Jesus em Mateus 25:31-46. Esta explicação foi aclamada com alegria tanto pelos do restante ungido como pelos da classe de Jonadabe. No dia seguinte, realizou-se um batismo, e 840 simbolizaram sua dedicação a Jeová Deus pela imersão em água. A maioria destes mostrou ser das “ovelhas” que se tornaram amigos dos “irmãos” espirituais do Rei Jesus Cristo. Isto tornou-se então parte do “sinal” que prova que Jesus Cristo, reinante, está invisivelmente presente e também que vivemos na “terminação do sistema de coisas”.

      4. Como foi esta informação irradiada a todas as “ovelhas”, e que obra de ajuntamento, prosseguiu então?

      4 Esta informação foi irradiada em toda a terra, a todos os semelhantes a ovelhas, por sua publicação na Sentinela de 1.º e 15 de agosto de 1935 (em inglês). Daí prosseguiu o recolhimento da classe de Jonadabe, com a autorização concedida por Jeová Deus.

      5. (a) Desde então, até que ponto se expandiu a obra de recolhimento? (b) Mas que obra anterior de recolhimento, não ficou impedida?

      5 Apesar de todos os impedimentos causados pela Segunda Guerra Mundial de 1939 a 1945, e pela terrível perseguição das Testemunhas de Jeová durante esses tempos ardentes, o recolhimento das “outras ovelhas” teve sua atividade ampliada a mais de 200 terras e grupos de ilhas. Todavia, o recolhimento dos da “grande multidão” não impediu o ajuntamento de membros adicionais da classe de Rute e Ester. Não, mas continuavam a ser ajuntados mais “ramos” dignos de se tornarem parte da “videira”, Cristo. (João 15:1-8) Mais “ramos” continuaram a ser ajuntados para serem ‘enxertados’ na simbólica “oliveira cultivada”, conforme descrito em Romanos 11:17-24.a — Deu. 16:13.

      6. (a) O que disse Jeová sobre qual devia ser a disposição das pessoas durante esta festividade do sétimo mês lunar? (b) Eram a festividade das barracas e a festividade do recolhimento duas celebrações diferentes, cada uma começando numa época diferente?

      6 Portanto, a partir de 1919, tem havido uma verdadeira antitípica festividade de recolhimento, assinalada por uma alegria que era o destaque especial da antiga festividade das barracas. As palavras de Jeová, a respeito dos celebrantes da festividade das barracas, tornaram-se a ordem do dia: “Tens de ficar de todo alegre.” (Deu. 16:15) Não nos esqueçamos aqui de que a festividade das barracas e a festividade do recolhimento são a mesma festividade, não sendo o caso de uma começar após a outra já ter começado muito antes. A festividade do recolhimento era concomitante à moradia em barracas. No tipo antigo, a festividade de sete dias, durante o sétimo mês lunar, recebeu dois nomes simplesmente porque a moradia em barracas devia ocorrer no tempo da colheita do sétimo mês, tisri (etanim). Visto que a colheita, no tipo antigo, era a dos israelitas, era apropriado que o cumprimento da festividade do recolhimento começasse em 1919, junto com a colheita dos que foram tipificados pelos israelitas naturais, a saber, o restante dos israelitas espirituais. — Veja A Sentinela de 15 de janeiro de 1968, páginas 57, 58.

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