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Outros “dizeres” de JesusA Sentinela — 1960 | 1.° de janeiro
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Desde que estes fragmentos contêm tantas expressões paralelas às encontradas no relato de João, há forte indício de que o escritor usou por base os escritos de João. Por isso, o registro de João deve ter sido escrito muito antes de 150 E. C., para ter encontrado divulgação no Egito, ande estes fragmentos foram escritos aproximadamente ao mesmo tempo. Estes fragmentos, apoiados pela descoberta, em 1935, do fragmento do Evangelho de João (Papiro de Rylands Gk 457), cuja data foi também estabelecida como sendo os meados do segundo século e que foi encontrado no Egito, confirmam que a data da escrita do relato de João é a data geralmente aceita de 98 E. C.
[Referências]
a Light from the Ancient Past, 1946, de J. Finegan, págs. 322, 323.
b Fragments of an Unknown Gospel, 1935, de H. I. Bell e T. C. Skeat, pág. 65, Estampa I.
c Nomina Sacra, de Traube, III, i. pág. 32.
d Fragments of an Unknown Gospel, de Bell e Skeat, pág. 2.
e The Bible and Archaeology, 1940, de Sir Frederic Kenyon, pág. 216, 217.
g João 10:25.
h Mat. 22:17.
i Mat. 9:4.
j Luc. 6:46.
k Mat. 15:7-9.
l João 5:39.
m João 5:45.
n João 9:29.
o João 8:59; 10:31.
p João 7:30.
q Luc. 4:30.
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Sem perturbaçãoA Sentinela — 1960 | 1.° de janeiro
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Sem perturbação
“Alguns estados têm uma lei contra ‘a perturbação da paz da pessoa’”, escreveu Simeon Stylites no periódico The Christian Century. “Não seria um cabeçalho colossal ler no jornal: ‘Pregador Preso!’ — sendo a história que algum paroquiano mandou que a policia prendesse o Rev. Lutero Calvino Wesley, depois do sermão, sendo este levado para a cadeia por ‘perturbar a paz’ da congregação? Isto acontecia a Paulo como coisa corriqueira. Aconteceu a Martinho Luterno. Aconteceu a João Wesley. Por que não na nossa própria vizinhança? Há apenas uma dificuldade. A fim de perturbar a paz, é necessário perturbar.”
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Comentário de clérigo sobre costumes do NatalA Sentinela — 1960 | 1.° de janeiro
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Comentário de clérigo sobre costumes do Natal
● No News-Herald de Hutchinson (22 de dezembro de 1954) foi publicado um discurso de Natal proferido pelo pregador Robert T. Schleiter, da igreja de Sta. Teresa, em Hutchinson, Kansas, E. U. A. Encarando pessimistamente os costumes do Natal, o clérigo Schleiter disse: “O amigo está com falta de dinheiro? Mande debitar na sua conta, é Natal! Compre tudo o que quiser, e esqueça-se disso, até receber nossa carta de cobrança junto com o cartão do Ano Bom, em 2 de janeiro. . . . Até o presente, como caso de restrição excepcional, ninguém usou o canto de Natal como melodia para um anúncio comercial. Mas, há música no ar, na época do Natal, Deus sabe, vinte e sete vezes por hora, de alto-falantes nas ruas, chamando atenção a pechinchas de Natal de artigos de ferragem, no rádio, propaganda das tinturarias, com Espírito de Natal, e nas lojas ouvimos o canto de Natal. Outras 27 vezes ouvimos os sinos de Natal. . . .
● “Houve época, na nossa inocência, em que os cartões de Natal vinham de amigos e não traziam propaganda comercial. Destacamos isto, também, no nosso zelo de desvalorizar. Aceite, por obséquio, este bloco de papel para notas para fazer o homem ocupado lembrar-se de seus compromissos, lembrando-lhe também que, quando precisar de dentadura postiça, o Dr. Fulano de Tal, dentista protético de produção em massa, concede bons créditos. Um cartão de Feliz Natal do hotel onde se hospedou há três anos atrás apenas o tempo suficiente para descobrir que fez um êrro em se hospedar ali. Um cartão de Feliz Natal de alguns homens de seguro, de um que trabalha com oleados para cozinha, e de um telhador que lhe faz votos de felicidade e deseja que o seu telhado goteje. E um Felicíssimo Natal de uma companhia hipotecária, que pensa na sua pessoa como o falcão pensa num pombo cansado.”
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