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  • Cumprindo meu propósito na vida
    A Sentinela — 1961 | 1.° de dezembro
    • satisfação de passar ali dez meses. Sempre havia algo para fazer. Havia problemas para solucionar, relatórios para fazer, literatura para despachar, convites para imprimir, novos lares missionários para abrir, assembléias para cuidar e pregação pessoal para fazer com a congregação local.

      Que prazer foi assistir à grande assembléia internacional de 1958 e visitar novamente os velhos amigos e parentes. Ao término de minhas férias, estava pronto para voltar ao meu trabalho na Bolívia. Gosto muito do trabalho aqui entre estas pessoas espiritualmente famintas.

      Foi uma alegria ver na assembléia muitos irmãos que planejam servir onde a necessidade é grande, e também falar com os jovens que pensam em fazer do serviço de tempo integral seu propósito na vida. Jamais se arrependerão de seguir tal carreira. Quando medito no que tenho feito e no que poderia ter feito por seguir outro alvo, fico convencido de que segui o único curso que vale a pena seguir. Se pudesse viver de novo minha vida, não escolheria outro curso.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1961 | 1.° de dezembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Eu e meu marido somos Testemunhas recém dedicadas. Nossos parentes estão desgostosos de termos tomado esta decisão. Com a chegada do Natal e a costumeira troca de presentes, eles ficarão mais antagônicos ainda por causa de nossa recusa em participar nessas coisas. Poderiam fornecer-nos algumas sugestões sobre o assunto? — R. M., E. U. A.

      Como cristãos dedicados, estamos interessados em primeiro lugar em agradar a Jeová Deus e a Jesus Cristo. Em segundo lugar, temos a obrigação de dar testemunho a nossos conhecidos, vizinhos e parentes, à medida que surja a oportunidade. Se fizermos isso com eficiência, chegarão a entender como encaramos os vários assuntos. Especialmente se dará isso se mencionarmos a posição da sociedade do Novo Mundo no tocante aos feriados pessoais, políticos e religiosos. Podemos esclarecer que aclamamos a Cristo como Rei, mas achamos impróprio acentuar hoje em dia a sua primeira Infância. Podemos fazer isso com liberdade de palavra, pois temos a satisfação de saber que a nossa atitude é bíblica.

      Caso recebamos presentes de Natal, o que devemos fazer? Não parece prudente atacar em tal ocasião a instituição do Natal. Ao invés de os recusar ou de os devolver, seria melhor simplesmente expressar apreciação, verbalmente ou por carta ou cartão postal; e, desconsiderando qualquer referéncia à época de festas, poderíamos usar a ocasião para fazer alguma referência à nossa esperança do Novo Mundo. Talvez seja até aconselhável esperar que passe o período das festas, de modo a desassociar a nossa expressão de agradecimentos ainda mais da celebração pagã.

      Tampouco devemos desculpar-nos por não enviar também um presente de Natal, embora recebamos um. Nas relações comerciais, o Natal é apenas uma ocasião conveniente para os empregadores expressarem a sua apreciação pelos serviços prestados por meio de um abono. As pessoas que dão meramente porque esperam que algo lhes seja dado de volta, têm motivo errado, condenável segundo as Escrituras. (Luc. 6:30-36) Todavia, se sentimos o impulso de dar um presente, podemos esperar até outra ocasião ou tempo apropriado, e, diga-se de passagem, o mesmo se aplica a presentes de aniversario natalício. Mas, em tempo algum, devemos sentir-nos obrigados a dar um presente só porque recebemos um. Também é bom lembrar-nos de que por vivermos à altura de nossos votos de dedicação, estamos dando muito mais, a pessoas que merecem mais e com melhores motivos, do que qualquer dos que dão presentes de Natal. Damos-lhes a mensagem que os pode conduzir à vida. — Mat. 10:8; João 17:3.

      ● Visto ser tão sério absorver sangue no organismo humano por meio duma transfusão, faria a violação das Sagradas Escrituras neste respeito que o dedicado e batizado, que recebesse uma transfusão de sangue, ficasse sujeito à desassociação da parte da congregação cristã?

      As Escrituras Sagradas respondem que sim. Nos meados do primeiro século “cristão”, os doze apóstolos de Cristo reuniram-se com outros representantes

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