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O casamento que traz regozijo mundialA Sentinela — 1967 | 15 de novembro
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seu Pai, Jeová Deus, ao templo para julgamento em 1918 E. C. Primeiro voltou sua atenção para os membros de sua Noiva, que dormiam na morte, e os ressuscitou. Eles, por certo, juntaram se ao Noivo naquele tempo. Daí, Revelação 14:13 diz: “Felizes os mortos que morrem em união com o Senhor, deste tempo em diante. Sim, diz o espírito, descansem eles dos seus labores, porque as coisas que fizeram os acompanham.” Assim, quando estes morrem, imediatamente juntam-se ao Noivo no céu. Naturalmente, até mesmo depois da destruição de Babilônia, haverá alguns dos membros do restante ungido ainda na terra. Com o tempo, morrerão a fim de poderem receber a mudança de natureza, para o espírito imortal e incorruptível, de modo a poderem estar junto de seu querido Noivo. Quando o último destes for ressuscitado para os céus, então o casamento do Cordeiro será inteiramente consumado. Mas, antes de os maiores benefícios do casamento poderem vir à humanidade, o Noivo tem uma guerra a travar. Exatamente como ele faz isto e então como ele e sua Noiva se estabelecem para cuidar duma “família”, aguardaremos os seguintes números desta revista, que descreverão isto. — 1 Cor. 15:51, 52.
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O tesouro que descobri na “Terra da Promessa”A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
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O tesouro que descobri na “Terra da Promessa”
Conforme narrado por Demetrius Papageorge
NASCI na pequenina vila montanhesca de Papingon, do noroeste da Grécia. Isso se deu em outubro de 1891, há cerca de setenta e seis anos atrás. Naquele tempo, nossa casa se achava em território turco. Meu pai era professor. Pouco depois do meu nascimento, porém, foi ordenado sacerdote da Igreja Ortodoxa Grega. Entretanto, tempos difíceis obrigaram papai a deixar nossa vila, e, finalmente, estabeleceu-se na cidade de Filadélfia, na Ásia Menor.
Enquanto freqüentava a escola, não raro era designado a ler trechos da Bíblia na igreja. Tais partes eram geralmente tiradas dos Salmos e dos escritos dos apóstolos de Jesus. Com quatorze anos, ao terminar o curso secundário, fui para Atenas, Grécia, em busca de trabalho. Depois de ficar ali por cerca de três anos, mudei-me para Esmirna, e, dali, para Filadélfia, onde encontrei meu pai.
Disse a meu pai que desejava estudar para o sacerdócio, como ele fizera. Mas, ele me desanimou disso! Disse-me francamente que estava muito desapontado com sua profissão sacerdotal. “Há definitivamente algo que está faltando nela”, costumava dizer. Confessou-me que procurava ver o que os outros credos tinham a oferecer. Mais tarde, na época da gripe espanhola em 1918, meu pai morreu.
Na passagem do século, a Europa se achava em uma convulsão um tanto reprimida. Em 1909, os Jovens Turcos derrubaram o Sultão Abdul-Hamid II. Foi promulgada uma nova constituição, exigindo que todas as nacionalidades servissem no exército turco. Não tendo inclinações militares, decidi deixar o continente na primeira oportunidade, e procurar uma nova vida em outra parte. Não se passaram muitos dias até que me achava a caminho dos Estados Unidos. Aportamos em Nova Iorque em maio de 1910.
Os Estados Unidos eram a minha imaginada “terra da promessa”. Era
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