BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • w67 1/10 pp. 599-605
  • O aviso mais urgente que já foi dado

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • O aviso mais urgente que já foi dado
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
  • Subtítulos
  • Matéria relacionada
  • O RESPONSÁVEL PELA PROCLAMAÇÃO
  • TALVEZ CORRA PERIGO
  • A RAZÃO PARA A CALAMIDADE DA RELIGIÃO FALSA
  • A COISA SÁBIA A FAZER
  • DUPLA RETRIBUIÇÃO
  • PRANTEADORES
  • Devastada a grande cidade
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
  • A nação que se opõe a Deus não pode perdurar
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1965
  • A mulher simbólica de Deus ganha o seu caso legal
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1965
  • Religião falsa — seu fim dramático está predito
    Profecia de Isaías — Uma Luz para Toda a Humanidade II
Veja mais
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 1/10 pp. 599-605

O aviso mais urgente que já foi dado

1. Que efeito tem um aviso de perigo de morte súbita sobre os nossos outros empreendimentos e atividades?

NÃO importa quanto aprecie o que faz, não importa quão satisfeito esteja com sua situação e não importa quais sejam seus planos, largará de imediato a todos e correrá para um lugar seguro se se convencer de que o confronta o perigo de morte súbita.

2. Forneçam quatro razões pelas quais o aviso que estudamos é o mais urgente que já foi dado.

2 Por certo, o aviso de tal coisa, para ser bastante forte para o mover a fugir, teria de vir duma fonte fidedigna e ser acompanhado de outras circunstâncias que o convencessem de que o aviso era verdadeiro. Esse é exatamente o caso do aviso de que falamos aqui, e há razões de se poder afirmar verdadeiramente que é o aviso mais urgente que já foi dado. Primeiro, procede de Deus, que deu avisos fidedignos no passado; que, como Criador do homem, tem interesse genuíno no bem-estar das pessoas. Ele próprio o considera o aviso mais importante que já foi dado. Em segundo lugar, não se limita a um local ou mesmo a uma nação, mas é mundial. Não há meios de escape além daquele que Deus provê. Em terceiro lugar, levara tempo para se livrar da perigosa situação e para chegar ao lugar seguro, mesmo que dê ouvidos ao aviso de imediato, e, em quarto lugar, o perigo de que trata o aviso é mui iminente! A cronologia e a profecia bíblicas, junto com os eventos cumulativos que demonstram sua proximidade, demonstram que o aviso tem de ser dado com toda a urgência e deve ser acatado com toda a ligeireza possível. Deve vir na geração que já presenciou duas guerras mundiais e só dista alguns anos à nossa frente.

3. O aviso envolve que organização?

3 O aviso se acha no último livro da Bíblia. O apóstolo João acabara de ter uma visão duma prostituta chamada “Babilônia, a Grande”. Em recentes artigos desta revista, temos mostrado que esta prostituta representa uma organização que afirma ser divina e representar a verdadeira religião. Tem-se mostrado que representa o império mundial da religião falsa, que se prostituiu por ter alvos e ambições políticos de poder e por se ter metido na política e nos governos do mundo já por séculos. Agora, aqui na visão dada a João, ela é representada por uma cidade. Escreve João:

O RESPONSÁVEL PELA PROCLAMAÇÃO

4. Com que palavras o anjo descreve a ruína de Babilônia, a Grande?

4 “Depois destas coisas vi outro anjo descer do céu, com grande autoridade; e a terra ficou iluminada com a sua glória. E ele clamou com forte voz, dizendo: ‘Caiu! Caiu Babilônia, a grande, e ela se tornou moradia de demônios, e guarida de toda exalação impura, e guarida de toda ave Impura e odiada! Pois todas as nações caíram vítimas por causa do vinho apaixonante da sua fornicação, e os reis da terra cometeram fornicação com ela, e os comerciantes viajantes da terra ficaram ricos devido ao poder de sua impudente luxúria.” — Rev. 18:1-3.

5. (a) Como é destacada a urgência do aviso? (b) Como foi há muito representada a presente posição de Jesus Cristo? (c) Como é que a terra fica iluminada com a sua glória?

5 A urgência do aviso é destacada por ter o anunciador angélico da queda e da destruição de Babilônia grande autoridade e ser usado como o principal agente publicitário para declarar tal aviso. Identificando-se-lhe pessoalmente, não é realmente outro senão o arcanjo de Jeová, o glorificado Senhor Jesus Cristo. Ocupa uma posição representada pelo Rei Ciro, o Persa, que conquistou a antiga Babilônia em 539 A. E. C., depois do que a cidade gradualmente declinou até a sua completa destruição e desolação. Agora, já por cerca de quarenta e oito anos, desde tanto tempo quanto 1919 E. C., as pessoas têm fugido da falsa religião babilônica, pois naquele tempo ela perdeu seu poder de manter controle sobre aqueles nela que foram enganados e mantidos em posição escrava pelas suas falsas doutrinas. Assim como Ciro conquistou Babilônia e esta depois entrou em decadência, assim também o Ciro Maior se certificará de que Babilônia, a Grande, seja inteiramente destruída. Como o arcanjo de Deus, seu nome no céu é Miguel, que significa “Quem É Semelhante a Deus?” Isto o aponta como o vindicador do nome de Deus, aquele que removerá o vitupério lançado sobre Deus e sobre a adoração verdadeira e os que praticam a adoração verdadeira por este grande império da religião falsa. “A terra ficou iluminada com a sua glória.” (Rev. 18:1) A destruição de Babilônia, a Grande, tornaria imensuravelmente resplandecente a situação terrestre do povo de Jeová, suas testemunhas cristãs, pois têm sido apresentadas em falsa luz, difamadas e perseguidas pelo império mundial da religião babilônica. — Dan. 10:21; 12:1; Rev. 12:7; 1 Tes. 4:16, 17.

TALVEZ CORRA PERIGO

6. Por que ninguém, especialmente o cristão professo, pode dar-se ao luxo de considerar o aviso como sendo de somenos importância?

6 Se estiver filiado a um sistema religioso da cristandade, seria uma deliberada negação de sua afirmativa de seguir o Cristianismo ignorar o aviso e deixar de contemplar a ruína da religião mundana aqui descrita pelo principal anjo de Jeová. Isso não é algo para se pôr de lado, como sendo de somenos importância. Jeová é sério e pretende mesmo fazer o que diz, e nos dá bondosamente a oportunidade de fugir do que encara a grande organização religiosa deste mundo. Ele a descreve como se tornando como uma cidade arruinada, sem habitante humano ou animal doméstico, uma ruína mal-assombrada em cuja desolação apenas os animais selvagens, fazendo lembrar os demônios, habitariam. Realmente fez que a antiga cidade de Babilônia ficasse em tal estado degradado. Quão de perto a linguagem de Revelação segue o que Jeová disse à antiga Babilônia e que resultou literalmente verdadeiro em seu caso:

7. Comparem a linguagem a respeito da destruição da antiga Babilônia com aquela a respeito da destruição de Babilônia, a Grande.

7 “Então Babilônia, a pérola dos reinos, a jóia de que os caldeus tanto se orgulham, será destruída por Deus como Sodoma e Gomorra. Nunca mais será habitada, nem povoada até o fim dos tempos. O árabe não mais erguerá ai sua tenda, os pastores não amalharão ai seus rebanhos, as feras terão ai seu covil, os mochos freqüentarão as casas, as avestruzes morarão aí, e os sátiros farão ai suas danças. Os chacais uivarão nos seus palácios, e os lobos nas suas casas de prazer. Sua hora está próxima e seus dias estão contados.” — Isa. 13:19-22, CBC.

A RAZÃO PARA A CALAMIDADE DA RELIGIÃO FALSA

8. O que tem feito Babilônia, a Grande, para merecer uma destruição tão cabal da parte de Jeová?

8 Por que é que Deus destrói tão cabalmente o sistema religioso mundial? Responde: “Pois todas as nações caíram vítimas por causa do vinho apaixonante da sua fornicação.” Não há dúvida de que ela se tem regalado em “impudente luxúria”, mantendo o povo atemorizado. Com luxúria, ela priva da intimidade dos governantes para usufruir poder político e lucro financeiro, ao mesmo tempo mantendo o povo em ignorância. Olhe para as ricas catedrais ornamentadas com os melhores materiais e coisas preciosas, ao passo que em volta delas as pessoas vivem em abjeta pobreza e analfabetismo. Seus clérigos têm dominado seus paroquianos como se fossem donos do rebanho. Têm exigido títulos tais como Reverendo, Padre, Reverendíssimo, Santo Padre e Sua Santidade. Quando as seitas católicas e protestantes vão a lugares em que as pessoas guardam a religião babilônica do tipo pagão, estas chamadas organizações cristãs têm-se disposto a permitir que as pessoas conservem muitos de seus costumes, cerimônias e normas morais pagãs a fim de conseguir que se tornem membros de suas igrejas. Realmente, Babilônia, a Grande, tem mantido uma exploração religiosa e tem confundido as pessoas honestas, destarte assumindo grande parte da responsabilidade pelas guerras, miséria e sofrimento dos povos da terra.

9. O que prova que a desolação descrita em Revelação 18 se aplica à organização religiosa mundial?

9 Como prova de que a visão da desolação aqui realmente se aplica à organização da religião falsa do mundo, o anjo especifica os reis da terra e os comerciantes da terra, com os quais Babilônia comete fornicação e aos quais enriqueceu: Note, contudo, que não são mencionados sacerdotes, pois a própria Babilônia, a Grande, representa o império mundial da religião falsa com seus sacerdotes, clérigos, monges, freiras, astrólogos, espíritas e adivinhos. Estes são os que prostituem suas organizações aos reis e comerciantes da terra. Estes são os que advogam a união da religião e o estado e encorajam as pessoas a apoiar a besta cor de escarlate, a organização de paz e segurança feita pelo homem, cujos chifres se voltarão contra ela e a deixarão nua. — Rev. 17:3-5, 16.

A COISA SÁBIA A FAZER

10. Em face da destruição do império religioso, deveria uma pessoa religiosa se tornar atéia, ou o quê?

10 Se estiver ligado às organizações religiosas deste mundo e vir estas coisas, o que poderá fazer? Será que significa que tem de abandonar toda a religião e ser ateu? De jeito nenhum! Mas, se notar que a sua religião faz as coisas que Revelação descreve, então aja segundo o aviso:

11. Como é que o anjo nos informa da gravidade e da repentinidade do julgamento da Grande Babilônia?

11 “E ouvi outra voz saída do céu dizer: ‘Sai dela, povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas. Pois os pecados dela acumularam-se até o céu, e Deus se lembrou dos atos injustos dela. Fazei-lhe assim como ela mesma fez, e fazei-lhe duas vezes tanto, sim, duas vezes o número de coisas que ela fez; no copo em que ela pôs a mistura, ponde duas vezes tanto da mistura para ela. Ao ponto que ela se glorificou e viveu em impudente luxúria, a tal ponto dai-lhe tormento e pranto. Porque ela está dizendo no seu coração: “Estou sentada como rainha, e não sou viúva, e nunca verei pranto.” É por isso que as pragas dela virão num só dia, morte, e pranto, e fome, e ela será completamente queimada em fogo, porque Jeová Deus, quem a julga, é forte.’” — Rev. l8:4-8.

12. Como é que os israelitas que saiam de Babilônia forneceram um padrão para nós, atualmente?

12 Poderá fazer o mesmo que os israelitas fizeram lá no tempo da queda da antiga Babilônia, quando foram avisados: “Fugi do círculo de Babilônia [para o Monte Sião, em Judá], abandonai a Caldéia! Sede como os cabritos à frente do rebanho, porque vou suscitar e conduzir contra Babilônia uma coligação de grandes nações vindas do norte. Contra ela se hão de enfileirar e a levarão de vencida. Suas setas são as de hábil guerreiro que não dispara sem atingir o alvo.” (Jer. 50:8, 9, CBC) Sim, o povo de Deus na antiga Babilônia foi avisado de não olhar saudosamente para nenhuma das vantagens que Babilônia oferecia nem permitir que o gosto pelas suas coisas o restringissem ali, nem deveria confiar na força aparente dela. Alguns judeus apreciaram tanto as coisas materiais de Babilônia que não quiseram partir dali. Mas, ficar em Babilônia era perigoso. De que proveito era o lucro material em vista da profecia que demonstrou ser verídica: “Fugi para longe do centro de Babilônia; que cada um salve a vida e não pereça nos seus crimes, pois chegado é o tempo da vingança do Senhor [Jeová] que lhe vai dar o que houver merecido.” — Jer. 51:6, CBC.

13. Por que e quando milhares de pessoas puderam sair das garras da Grande Babilônia?

13 Milhares obedecem ao aviso de fugir de Babilônia, a Grande, atualmente. Muitas das testemunhas de Jeová eram anteriormente membros destas organizações. Em especial, desde o ano de 1919, observaram vir sobre ela a sua destruição e têm obedecido a ordem divina de sair dela. A razão disto é que Jesus Cristo está presente de forma invisível e reina do seu trono celeste. Pelo esclarecimento que fornece pela revelação do entendimento da Bíblia e pela ação angélica, tem aberto à força as portas de Babilônia, a Grande, para livrar aqueles que desejam sair dela.

14. Desde a queda da Grande Babilônia em 1919, como é que o restante ungido tem mantido sua liberdade para com ela?

14 Em outras palavras, Babilônia, a Grande, caiu em 1919, no que diz respeito a reter seus cativos. Suas doutrinas imundas e práticas perversas são expostas de modo que não pode continuar a reter quaisquer membros honestos. Desde aquele tempo, os seguidores ungidos de Cristo na terra, conhecidos na Bíblia como o restante (os remanescentes na terra) dos 144.000 herdeiros do Reino, têm cumprido com vigor a ordem de pregar em toda a parte as boas novas do vitorioso reino de Deus. (Mat. 24:14) São pessoas livres e têm continuado a manter esta liberdade de palavra apesar da oposição que tem sido exercida contra eles em todo país. (João 8:31, 32) Têm observado que Deus agora executa na terra as sete últimas pragas simbólicas, descritas em Revelação 15:1 a 16:21, antes que venham as pragas ou golpes destrutivos literais, e não desejam receber parte destas pragas por permanecer em Babilônia, a Grande, e compartilhar seus pecados, pois tais pragas culminarão na completa destruição dela.

15. Por que tem Deus de agir com vingança contra Babilônia, a Grande?

15 Deus diz que os pecados dela têm-se acumulado até o céu. Tais pecados foram cometidos em nome da religião, o que os torna incomensuràvelmente piores, pois é contra Jeová Deus que ela tem acumulado esta montanha de pecados e Ele não pode ignorar isso. (Jer. 50:14; 51:9) Como Deus de justiça, não pode permitir que a injustiça dela continue ou fique sem punição. Uma das injustiças primárias dela, que ela comete, é sua perseguição ao povo de Deus, que compõe seu templo espiritual e sua Sião espiritual desde os dias dos apóstolos até os nossos dias atuais. Assim, da mesma forma que Deus executou a vingança nos tempos antigos contra Babilônia, por causa de seu templo em Jerusalém, e a vingança por causa da sua cidade, Sião, assim também o faz em nossos dias. — Jer. 50:28; 51:11, 35, 36.

DUPLA RETRIBUIÇÃO

16. Por que Jeová ordena que lhe seja retribuído em dobro o que ela fez?

16 Visto que Babilônia criou tão tremendo registro criminoso, o anjo ordena: “Fazei-lhe assim como ela mesma fez, e fazei-lhe duas vezes tanto, sim, duas vezes o número de coisas que ela fez; no copo em que ela pôs a mistura, ponde duas vezes tanto da mistura para ela.” (Rev. 18:6) Êle retribui a ela, em seu curto período permitido de ‘um só dia’ todos os pecados dela contra ele e Suas testemunhas por um período de mais de quatro mil anos. Por conseguinte, sua vingança contra ela tem de ser grandemente concentrada. Isso explica por que ordena que suas forças executoras lhe dêem em dobro o que ela deu a Seu povo e fazem que ela beba um cálice duplamente embriagador cheio de atordoantes e assombrosas dificuldades, tristezas, misérias, dores e insultos, dos efeitos das quais jamais se recuperará.

17. Por que não se pode dizer que as testemunhas de Jeová são duras ou odiadoras da humanidade ao proclamar este aviso?

17 Bem, talvez alguns pensem que as testemunhas de Jeová são duras demais ao fazer esta proclamação, mas têm sofrido muito às mãos de Babilônia. Mais do que isso, estão sob a ordem divina de declarar de antemão a vindoura vingança de Jeová sobre ela, ajudando muitos a escapar da ruína junto com ela, de outra forma, terão culpa de sangue. Por conseguinte, têm de fazer sua obra de aviso, apesar de todos os protestos, objeções e oposição da parte dela à proclamação que fazem do dia da vingança de Deus. — Eze. 33:2-6; Isa. 61:1, 2.

18. Por que não devemos sentir nenhuma pena da organização religiosa mundial?

18 Não devemos pensar que a vingança de Jeová é injusta ou é demasiada para Babilônia, a Grande, nem devemos ficar surpresos com o que Deus lhe faz nem ter pena deste impiedoso império mundial da religião babilônia. Lembre-se, no que toca a ela, seria seu desejo sentar-se para sempre como rainha no trono dela, continuando a oprimir o povo. Mas, Deus, que é forte, a julga. Ela tem desprezado e desafiado o Deus das testemunhas de Jeová, pensando especialmente que tais coisas não lhe poderiam sobrevir. Assim, Deus ordena:

19. Quais são as ordens do próprio Deus a respeito de Babilônia?

19 “Ao ponto que ela se glorificou e viveu em impudente luxúria, a tal ponto dai-lhe tormento e pranto. Porque ela está dizendo no seu coração: ‘Estou sentada como rainha, e não sou viúva, e nunca verei pranto.’ É por isso que as pragas dela virão num só dia, morte, e pranto, e fome, e ela será completamente queimada em fogo, porque Jeová Deus, quem a julga, é forte.” — Rev. 18:7, 8.

20. Como é que a Grande Babilônia se tornará uma viúva e conhecerá o que é a fome?

20 Ela tem sido reverenciada e adorada, e tem recebido a abjeta servidão de seus súditos como rainha ou senhora, imperatriz sobre um império religioso. Mas, sua prostituição e imundície a têm tornado completamente indigna de tal posição. Ela se tornará uma viúva, uma pessoa desprovida de seus milhões de súditos religiosos, especialmente seus sacerdotes, clérigos e outros líderes religiosos. Por todos eles, ela terá razão de prantear. Além da morte e do pranto, conhecerá por fim ela própria a fome, ficando privada de todos os meios pelos quais têm vivido em vergonhosa luxúria. Por fim, para que não reste nada que seja dela, será completamente queimada no fogo na destruição que tudo consumirá, “porque o nosso Deus é também um fogo consumidor”. — Heb. 12:29.

PRANTEADORES

21. Será que Revelação mostra que Babilônia, a Grande, terá alguns que prantearão a destruição dela? Como?

21 Apesar de a grande Babilônia ter pecado tanto contra Deus, ela terá seus pranteadores na ocasião de ela ser destruída. Quem? São alguns daqueles com os quais ela cometeu prostituição e que puderam lucrar muito por meio dela. Quem são é indicado pelo anjo. Diz-nos: “E os reis da terra, que cometeram fornicação com ela, e viveram em impudente luxúria, chorarão e baterão em si mesmos de pesar por causa dela, ao olharem para a fumaça do incêndio dela, enquanto estão parados à distância, por causa do seu temor do tormento dela, dizendo: ‘Ai, ai, ó grande cidade, Babilônia, forte cidade, porque numa só hora chegou o teu julgamento!’ — Rev. 18:9, 10.

22. Quem são os pranteadores, e por que não ajudam Babilônia, a Grande, em seu tempo de julgamento?

22 Visto que os “dez reis” representados pelos dez chifres da besta cor de escarlate se voltam contra a prostituta e a deixam nua e comem sua carne e a queimam com fogo, os reis que pranteiam dificilmente poderiam ser idênticos em personalidade aos “dez reis” (dez chifres) da besta-fera cor de escarlate. Não, estes são reis ou governantes políticos que fornicaram com ela e usufruíram vergonhosa luxúria com ela, durante a popularidade dela, e que ficaram tomados de surpresa ao verem a súbita mudança dos acontecimentos, porque eles mesmos dizem com pranto: ‘A execução do julgamento de Jeová sobre ela veio em uma só hora.’ Como costumavam divertir-se com ela, mas, quando vem o julgamento, como um ladrão, não podem ajudá-la nem preservá-la para seu adicional prazer imundo. Temerosos de interferir, deixam-se ficar ao longe, temendo compartilhar com ela o tormento ardente. Por conseguinte, será muito breve o tempo em que a prantearão. Eles também compartilham da responsabilidade pelos crimes dela; assim, o que virá em seguida é que impreterivelmente sofrerão a dor quando Deus executar o julgamento contra eles.

23. (a) Como é que o arcanjo Miguel faz que o aviso seja proclamado? (b) Que vívido quadro histórico temos, a fim de nos provar que não devemos estar adormecidos nem ser negligentes quanto ao aviso?

23 O arcanjo Miguel, o glorificado Jesus Cristo, está encarregado do anúncio do aviso e faz a maior publicidade possível da vindoura destruição da grande Babilônia. Pela boca de mais de um milhão de proclamadores terrestres, está sendo feito o anúncio. É declarado em 199 países e em 164 idiomas. Não é por meio dos canais das agências noticiosas do mundo, mas pelos fervorosos estudantes da Bíblia, as testemunhas de Jeová, que tiraram, elas mesmas, proveito do aviso de fugir de Babilônia, a Grande. Não obstante, apenas uma minoria ouvirá, isso e, ouvira com suficiente crença para agir de acordo com o aviso. Havia uma situação similar nos dias de Jesus e dos apóstolos. Deram aviso da destruição completa de Jerusalém e, embora esta obra sofresse a oposição da inteira organização judaica, as pessoas chegaram a ouvi-lo e foram avisadas de antemão para que, se o desejassem, tirassem proveito dele. A maioria zombou dos proclamadores do aviso e os vituperou; porém, até mesmo quando Cesto Gálio e suas legiões romanas se afastaram do cerco da cidade, em 66 E. C., apenas os cristãos que ali residiam tiraram proveito do aviso de Jesus: “Quando virdes Jerusalém cercada por exércitos acampados, então sabei que se tem aproximado a desolação dela. Então, comecem a fugir para os montes os que estiverem na Judéia, e retirem-se os que estiverem no meio dela, e não entrem nela os que estiverem nos campos; porque estes são dias para se executar a justiça, para que se cumpram todas as coisas escritas.” (Luc. 21:20-22) Subitamente, pouco depois, os exércitos do General Tito, filho do Imperador Vespasiano, cercou Jerusalém. Durante o sítio, aqueles que se sentiram tão seguros dentro dos muros de Jerusalém provaram a fome e o medo da destruição. Por fim, os muros de Jerusalém foram rompidos no verão (hemisfério norte) de 70 E. C., e os exércitos romanos caíram sobre ela e mataram 1.100.000 pessoas e levaram 97.000 miseráveis cativos para serem vendidos nos mercados de escravos por todo o Império Romano.

24. Será que podemos permitir que uma situação confortável ou o envolvimento nos empreendimentos da vida nos façam pôr o aviso em posição secundária ou deixar de agir por algum tempo? Por quê?

24 Por conseguinte, não importa o que esteja fazendo, não importa o quanto aprecie o que faz, ou não importa quão seguro ache que está em sua situação, não deixe de prestar atenção a este aviso mundial da parte do Criador do universo. Escute-o. Aprenda que passos dar para fugir da Grande Babilônia e aja de imediato, pois a destruição dela está alarmantemente iminente. Não é apenas uma questão de escapar, mas trata-se de livrar-se da escravidão religiosa para um futuro de vida em perfeição numa nova ordem sob o reino de Deus. As testemunhas de Jeová o ajudarão gratuitamente a obter o entendimento bíblico para que possa agir prontamente, com sabedoria da parte de Deus.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar