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  • “A misericórdia exulta triunfantemente sobre o julgamento” — como?
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • preocupação apenas por expressar o desejo ou até mesmo a fé no sentido de que ‘tudo sairá bem’. Sentir-se-á induzido a agir a favor deles, fazendo o possível para ajudar. — Tia. 2:14-17.

      O apóstolo João escreveu no mesmo sentido: “Todo aquele que tiver os meios deste mundo para sustentar a vida e observar que o seu irmão padece necessidade, e ainda assim lhe fechar a porta das suas ternas compaixões, de que modo permanece nele o amor de Deus? Filhinhos, amemos, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade.” Sim, junto com a “declaração pública” do nome de Deus, não nos queremos esquecer de “fazer o bem e de partilhar as coisas com outros, porque Deus se agrada bem de tais sacrifícios”, porque “vosso Pai é misericordioso”. — 1 João 3:17, 18; Heb. 13:15, 16; Luc. 6:36.

      Além, disso, a verdadeira adoração exige ‘domar a língua’, não a usando em orgulho ou em ciúme, nem se gabando ou mostrando parcialidade, mas, antes, usando-a em mansidão, de modo pacífico e razoável. Tal uso bondoso e salutar da língua mostra que se tem a sabedoria que está “cheia de misericórdia”. (Tia. 3:13-18) Isto também é vital, porque “é da abundância do coração que a boca fala”. Este é o motivo de Jesus dizer que “de toda declaração sem proveito que os homens fizerem prestarão contas no Dia do Juízo”. — Mat. 12:34-36.

      Portanto, se formos parciais em nossos tratos com outros, se formos insensíveis quanto a nos preocuparmos com as necessidades deles, se nosso uso da língua for duro contra os outros, julgando-os de modo crítico — o que poderemos esperar no tempo do julgamento, Tiago disse: “Quem não praticar misericórdia terá o seu julgamento sem misericórdia.” Sim, “quanto àquele que tapa seu ouvido contra o clamor queixoso do de condição humilde, ele mesmo também clamará e não se lhe responderá”. (Pro. 21:13) Deus, realmente, ‘pagar-lhes-á na mesma moeda’.

      COMO A MISERICÓRDIA PODE EXULTAR TRIUNFANTEMENTE EM TEMPOS DE JULGAMENTO

      Jeová Deus é deveras “clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e grande em benevolência”. Mas, os que desejam ter sua misericórdia em tempos de julgamento precisam eles mesmos ser misericordiosos. Jesus salientara antes o mesmo que Tiago, quando disse: “Felizes os misericordiosos, porque serão tratados com misericórdia.” — Sal. 145:8; Mat. 5:7.

      Portanto, caso um cristão que é realmente compassivo caia em dificuldades, talvez por falhar em certo sentido ou mesmo por algum passo errado do momento, ele não precisa temer o “julgamento sem misericórdia”. Tal pessoa misericordiosa não se compara com o homem que abandona completamente o proceder justo para seguir o proceder iníquo, com o resultado de que “não será lembrado nenhum dos seus atos justos que praticou”, por parte de Deus ou pelos Seus representantes. (Eze. 18:24) Em tempos de julgamento — quer antes, quer durante, quer depois da “grande tribulação’ — seu proceder misericordioso ser-lhe-á de valor. “Pois Deus não é injusto, para se esquecer de vossa obra e do amor que mostrastes ao seu nome, por terdes ministrado aos santos e por continuardes a ministrar.” — Heb. 6:10.

      Isto é ilustrado pelo caso de Davi. Se Deus tivesse considerado Davi apenas pelo que era na ocasião em que cometeu seus atos errados com respeito a Urias, o hitita, e a esposa dele, Jeová certamente não teria tido nenhum motivo para ter misericórdia no caso de Davi. Mas Jeová sabia que este ato não era nada característico de Davi e que este, na realidade, era um homem compassivo. Os antecedentes de Davi, quanto à devoção sincera e ele ser misericordioso no coração, certamente contribuíram muito para Jeová ter misericórdia com ele naquela ocasião, embora Davi de modo algum escapasse de ser disciplinado por Deus.

      Jó perguntou, quando sob a pesada acusação de pretensos amigos: “Quando [Deus] demanda uma prestação de contas, que lhe posso responder?” Em que pensava Jó?

      As suas palavras circundantes mostram que Jeová se interessaria muito em saber se Jó havia sido um homem de verdadeira compaixão, um homem de benevolência, bem como alguém que mantivera a integridade. (Jó 31:13-22, 29-32; veja Salmo 37:21-26.) Note que também Paulo, por causa da bondade revigorante que o discípulo Onesíforo teve para com ele, orou para que o Senhor concedesse a este homem e à sua família “achar naquele dia misericórdia da parte de Jeová”. — 2 Tim. 1:16-18.

      Portanto, Deus usa corretamente de misericórdia para com os que têm bons antecedentes de tratos misericordiosos. Quando são levados a julgamento perante Deus, seu proceder misericordioso oferece-lhe um motivo justo para aplicar generosamente a eles as provisões agora disponíveis por meio do sacrifício resgatador de seu Filho. De modo que a misericórdia, de fato, pode ‘exultar triunfantemente’ sobre a ameaça de julgamento adverso que de outro modo seria aplicado a eles. (Tia. 2:13) Foram compassivos nos tratos com outros, e Jeová é compassivo para com eles.

      Os que servem como anciãos nas congregações certamente procurarão representar fielmente os conceitos e os modos de Jeová em todos os seus tratos com seus irmãos e suas irmãs. Lembrar-se-ão de que eles mesmos terão de ‘prestar contas’ perante o Principal Pastor do rebanho. (Heb. 13:17; 1 Ped. 5:2-4) Ao servirem como juízes, não deixarão de observar os bons antecedentes de misericórdia da parte de alguns que talvez por um momento tropecem no seu caminho cristão, mas que se arrependem e manifestam o desejo sincero de continuar em fidelidade.

      Sim, todos nós temos um motivo real para desejar vivamente que nossas “contas” mostrem que tivemos muita misericórdia, porque “a misericórdia exulta triunfantemente sobre o julgamento”.

  • A Refeição Noturna do Senhor
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • A Refeição Noturna do Senhor

      ◆ Na terça-feira, 17 de abril, a noitinha, após as 18 horas, as testemunhas cristãs de Jeová se reunirão nos seus Salões do Reino para comemorar a morte de seu Senhor Jesus Cristo. Trata-se dum acontecimento muito importante, porque o próprio Jesus ordenou expressamente que seus seguidores o fizessem. (1 Cor. 11:23-26) Ele Instituiu esta comemoração de sua morte para os membros prospectivos de seu reino, um restante dos quais participara nesta ocasião dos emblemas de pão e vinho. Entretanto, são bem-vindos todos os outros que se interessam em obter a vida por intermédio dos méritos do sacrifício de Cristo. Estes tirarão proveito espiritual da palestra sobre a refeição noturna do Senhor ou Ceia do Senhor, bem como da associação em cânticos e oração com outros cristãos.

  • O testemunhador dentro de nós
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • O testemunhador dentro de nós

      “Minha consciência dá testemunho comigo, em espírito santo.” — Rom. 9:1.

      1, 2. (a) Por que devemos estar muito interessados em saber algo a respeito do testemunhador dentro de nós? (b) Quem é este testemunhador, e com que está associado?

      TODOS nós temos um testemunhador dentro de nós. Pode ajudar-nos muito em tomar decisões que influem seriamente tanto na nossa felicidade presente como na futura. Na realidade, este testemunhador dá testemunho nas provações que envolvem a nossa própria vida. E a maneira em que acatamos a sua voz afeta inevitavelmente a vida de outros. Isto torna tanto mais trágico poder-se ele tornar testemunha pervertida. Pode também dar testemunho deturpado ou mesmo deixar de falar completamente em tempos críticos.

      2 Quem é este testemunhador? É a nossa consciência. (2 Cor. 1:12) Em português, “consciência” significa basicamente o mesmo que o termo grego (synéidesis) usado pelos escritores bíblicos inspirados. Significa “com conhecimento” ou “percepção do que se passa em nós”. É a voz que os escritores bíblicos chamam “segredo do íntimo”, “homem que somos por dentro” e “pessoa secreta do coração”. (Sal. 51:6; 2 Cor. 4:16; 1 Ped. 3:4; veja Romanos 7:22.) Já usou alguma vez expressões tais como: “Senti no íntimo que era direito fazer isso”? Ou: “Gostaria de fazer o que me pede, mas algo dentro de mim diz que não devo”? Esta é a consciência falando, nosso sentimento ou nossa percepção íntima do que é certo e do que é errado.

      3, 4. De que modo ‘dá testemunho’ a nossa consciência? E como pode guiar-nos em questões de moral?

      3 Em que sentido é “testemunhador”? No sentido de dar testemunho quer a favor quer contra nosso comportamento segundo medido por normas de moral, quer acusando-nos, quer desculpando-nos. Pode ser um valioso fator moral de segurança, porque pode causar dor quando condena ou dar prazer quando aprova.

      4 Por exemplo, depois de Davi realizar um ato de desrespeito para com o Rei Saul, o registro diz que “o coração de Davi batia”. (1 Sam. 24:5; veja 2 Samuel 24:10.) Sua consciência o condenou. Depois de outro sério ato errado, Davi sofreu dores de consciência culpada. Conforme ele mesmo relatou: “Quando fiquei calado, meus ossos se gastaram por eu gemer o dia inteiro. Porque de dia e de noite a tua mão [Deus] pesava sobre mim. A seiva da minha vida se transformou como no calor seco do verão.” Mas, quando finalmente confessou seu erro a Deus e obteve Seu perdão, Davi sentiu alívio e alegria. Sua consciência ficou tranqüila e novamente limpa. — Sal. 32:1-5; veja os versículos 10 e 11.

      A SABEDORIA DE DEUS REVELADA NA CONSCIÊNCIA HUMANA

      5-8. (a) Por que não deu Deus aos primeiros humanos um código extensivo e pormenorizado de leis? (b) Mesmo ao surgirem novas situações e circunstâncias, como podiam saber qual o proceder certo? (c) Dê exemplos de como a faculdade da consciência agiria neles.

      5 No início da história da humanidade, Jeová Deus não cercou os primeiros humanos com regras, para controlar cada minúcia e cada faceta da vida. As instruções gerais e a única ordem negativa que lhes deu podem ser resumidas em poucas linhas na Bíblia. (Gên. 1:28-30; 2:15-17) Por que não se precisava dum extensivo código de leis?

      6 Jeová Deus criou suas criaturas humanas com mente inteligente e coração

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