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Decida-se agora quanto a quem serviráA Sentinela — 1968 | 1.° de maio
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a Melquisedeque, para sempre. Os 144.000, por aderirem à sua fidelidade, recebem a recompensa de se associar com ele, a “estrela da manhã”, no Reino celeste. Desta forma, ‘dará’ a tais a “estrela da manhã”. — Rev. 18:7; 2:26-28.
28. Qual deve ser a atitude tanto do restante ungido como da “grande multidão” de “outras ovelhas” AGORA?
28 Os requisitos de Deus para seu governo do reino celeste destacam a limpeza e a respeitabilidade desse governo. Os requisitos para aqueles que hão de obter vida sob tal governo não podem ser menos justos e sublimes. Por conseguinte, todo aquele que serve a Jeová Deus, quer seja com esperanças celestes, como um dos 144.000 israelitas espirituais de Deus, quer como membro da “grande multidão” das “outras ovelhas”, com esperanças de viver numa nova ordem em uma terra paradísica sob o Reino, tem de manter a determinação feita em sua dedicação, de seguir um proceder de estrita justiça. Não há tempo a perder. Não há tempo para cultivar a injustiça nem para estremecer nossas relações com Jeová Deus por até mesmo chegar a pensar em um proceder injusto. O julgamento está em andamento e o Grande Juiz está determinando os resultados eternos à base de nossas obras. Por conseguinte, todos os do povo de Deus têm de dizer, com a firme determinação do antigo Juiz Josué: “Quanto a mim e a minha casa, serviremos a Jeová.” Precisam responder como o povo respondeu a Josué: “A Jeová., nosso Deus, serviremos, e a sua voz escutaremos!” — Jos. 24:15, 24.
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Pesquisando os princípios bíblicosA Sentinela — 1968 | 1.° de maio
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Pesquisando os princípios bíblicos
DECISÕES, decisões e mais decisões!” Será que proferiu recentemente tais palavras a respeito da necessidade diária de fazer decisões? Jovem ou idoso, homem ou mulher, tem regularmente de pesar os fatos ou fatores de uma situação e tirar uma conclusão, fazendo a decisão. As vezes, é apenas uma decisão que envolve pequeno ajuste em seu passo ou atividade, à medida que se movimenta no caminho da vida. Outras vezes, encara uma grande encruzilhada na estrada e precisa fazer uma decisão que terá efeito de longo alcance em sua vida. Em qualquer dos casos, em que se baseia a sua decisão? Será que pesquisa os princípios bíblicos que se aplicam ao caso e usa estes como guia?
É fácil ver por que muitas pessoas têm dificuldade quando tentam fazer decisões sábias. O que possuem como guia?
Talvez tentem empregar certa forma de lógica humana, tal como tomar um provérbio ou experiência humana e usá-lo como guia para tirar a conclusão sobre seu determinado problema. Mas, quão válido é o provérbio? Ou, será que a experiência é do tipo que realmente conduz a uma conclusão fidedigna nessa situação? Se forem falhos, então a decisão, provavelmente, também será falha. Quando as decisões duma pessoa amiúde levam a resultados infelizes, quão compreensível é o refrão: “Decisões, decisões e mais decisões.”
Podemos sentir-nos gratos de que os cristãos não ficam desamparados quando se trata de fazer decisões. Temos um guia. ‘Ah’, talvez pense, ‘temos a Bíblia como um livro de regras, e tudo que temos de fazer é verificar a regra ou lei que se aplica’. Sim . . . e não. É verdade que há várias leis na Bíblia que se aplicam aos cristãos, tais como as contrárias ao assassinato, ao roubo e à idolatria. (1 Ped. 4:15; 1 Cor. 10:14) Nas decisões que envolvem a conduta que é meridianamente certa ou errada, do ponto de vista bíblico, a Bíblia é útil livro de regras. A maioria das decisões que nos confrontam, porém, na vida diária, não envolvem aparentemente tais questões bem lúcidas; não são oito ou oitenta, por assim dizer, mas, antes, enquadram-se na área mediana.
Em tais ocasiões, os princípios bíblicos podem ser-nos de ajuda. Costumeiramente, os princípios bíblicos ajudam a pessoa porque esta se preparou de antemão por meio de aprender tais princípios eternos, como um nadador talvez coloque um inflativo salva-vidas. Assim, os princípios aprendidos de antemão acham-se prontos para uso quando necessário, quando uma decisão é necessária.
Pode-se dizer que os princípios da Palavra de Deus são eternos, visto que não passam com o tempo nem se tornam antiquados. Conforme comentou o historiador inglês, Sir John Seeley:”Os princípios duram para sempre; mas as regras especiais passam junto com as coisas e as condições a que se referem.” Assim, Jeová não exige que os cristãos aprendam um infindável Talmude de regras destinadas a abranger toda situação que talvez ocorra. Ao invés, ele sabiamente proveu limitado número de leis básicas que os cristãos têm de obedecer, e forneceu alguns princípios gerais que podem ser usados para orientação em muitas situações, situações estas que ocorrem em sua vida diária. — Sal. 119:129.
Estes princípios são divinos e perfeitos. Não emanam do arrazoamento humano imperfeito, mas do Criador todo sábio e perfeito. Como nosso Criador, não é razoável que conhecesse os melhores princípios para a operação eficaz e feliz do mecanismo humano? Naturalmente! Além disso, tem observado as experiências de milhares de milhões de criaturas humanas imperfeitas. Assim, é óbvio que está em melhor posição de fornecer princípios para a correta orientação de nossas vidas. É exatamente como escreveu o escritor que recebeu a dádiva de sabedoria especial da parte de Jeová: “Considera-o [a Jeová] em todos os teus caminhos, e ele mesmo endireitará as tuas veredas.” (Pro. 3:6) Ou, como seu pai disse: “Tenho pôsto a Jeová diante de mim constantemente. Visto que ele está à minha destra, não hei de vacilar.” — Sal. 16:8.
ACHANDO OS PRINCÍPIOS
Mas, talvez queira saber exatamente como a pessoa age a fim de achar estes valiosos princípios. Acham-se na Bíblia, de modo que é vital o conhecimento da Palavra de Deus. Um princípio bíblico é um guia estabelecido de conduta; por isso, quando lemos a Bíblia, deveríamos procurar tais princípios, colocando como que o salva-vidas, que pode ser usado no futuro. Quanto mais destes aprendermos, tanto mais estáveis seremos e quanto menos provável é que façamos decisões tolas. Uma breve ilustração de como localizar e aplicar tais princípios será de ajuda.
Ao ler a redeclaração dos Dez Mandamentos em Deuteronômio, capítulo cinco, encontramos as seguintes palavras no versículo nove: “Não te deves curvar a [imagens esculpidas] . . . porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva.” Esta lei contra a idolatria se baseia no princípio geral de que Jeová exige a devoção exclusiva. Esse é o princípio que desejamos considerar. Mas, será que parece geral demais? Teria muitas dificuldades em saber como e quando aplicá-lo?
Jesus ilustrou uma aplicação deste princípio geral. Como a última de três tentações, Satanás disse a Jesus Cristo: “Todas estas coisas [os reinos do mundo e sua glória] te darei, se te prostrares e me fizeres um ato de adoração.” Em réplica, Jesus Cristo disse: “Vai-te, Satãnás!
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