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  • O conceito correto sobre a obra a fazer
    A Sentinela — 1962 | 1.° de fevereiro
    • que o procuravam. Também Paulo sentia “terna afeição” pelos a quem pregava. (1 Tes. 2:8) Nós devemos formar o mesmo conceito.

      15. Que experiência ilustra o conceito cristão maduro sobre o ministério?

      15 Esse sentimento foi bem demonstrado por uma irmã pioneira, que participou no ministério enquanto estava de visita a uma amiga numa outra congregação. Durante o serviço matinal, ela encontrou uma jovem senhora que mostrou algum interesse e aceitou a literatura bíblica que se lhe ofereceu. A irmã não teve oportunidade de lhe fazer revisitas, visto que estava ali apenas para uma visita muito breve, mas o seu coração se abria para com tal pessoa de boa vontade, e, quando voltou para casa, começou a escrever-lhe, para animá-la a estudar. Realizou-se um estudo bíblico por correspondência e o interesse dessa pessoa aumentou tão rapidamente, que a irmã fez em pouco tempo arranjos para fazer uma viagem especial para visitar novamente a jovem senhora e apresenta-la à congregação local. Esta senhora participa agora no serviço! A irmã pioneira certamente não estava empenhada no serviço apenas para poder relatar o tempo gasto na pregação. Seu desejo era honrar a Jeová por achar e alimentar, as pessoas de disposição semelhante a ovelhas para com ele. É assim que cada ministro maduro considera o serviço.

      O CONCEITO CORRETO SOBRE A DEDICAÇÃO

      16. Embora alguém possa participar regularmente no ministério de campo, que passo adicional exige Deus, e por quê?

      16 Nosso trabalho não acabou depois de termos achado essas pessoas semelhantes a ovelhas e as termos ajudado a se tornarem publicadores das boas novas do Reino. Ninguém deve pensar que a associação com a sociedade do Novo Mundo seja em si mesma garantia de aprovação divina, ou que a participação na pregação da mensagem do Reino seja tudo o que Deus requer da pessoa para ela sobreviver ao Armagedon. Absolutamente não! Enquanto a pessoa não disser a Deus: ‘Servir-te é meu propósito na vida. Eu tenho prazer em fazer a tua vontade e minha vida está dedicada ao teu serviço, não importa o que acontecer’, seu serviço não é prestado de toda a alma. Talvez não queira assumir a responsabilidade que acompanha a dedicação a Deus, mas ela não ficará numa posição mais favorável por evitá-la. Quando alguém, que pode fazê-lo, não segue o exemplo de Jesus Cristo, fazendo uma dedicação para servir a Deus e simbolizar isso pela imersão em água, ele ainda não está no caminho estreito que conduz à vida. Ele se apega de certa forma ao modo de pensar característico dos membros das organizações religiosas da cristandade. Estes também aceitam alguns dos princípios bíblicos como guia na vida. Mas, reservam-se o direito de impor limitações; arvoram-se em juízes de Deus, fazendo as suas próprias decisões quanto às coisas da Palavra de Deus que eles querem aceitar. Quando alguém sabe o que Jeová requer, mas decide na sua própria mente que nem tudo o que ele requer é bastante importante para ser obedecido, então, realmente, não aceita a Jeová como seu Deus; portanto, como pode esperar que Deus o aceite para a vida no novo mundo? Acerca dos que não cumprem o que sabem que Deus requer, Tiago, irmão do Senhor, disse: “Se alguém souber fazer o que é correto e não o faz, para ele é pecado.” (Tia. 4:17) Tais pessoas precisam da ajuda de pessoas maduras para formar o conceito correto sobre o seu serviço prestado a Deus. Precisam adquirir, não só conhecimento da Palavra de Deus, mas um apreço dos seus requisitos.

      17. (a) São a dedicação e o batismo garantia de sobrevivência para o novo mundo? (b) Que procura Deus nos que o servem?

      17 Naturalmente, a dedicação e o batismo não são em si mesmos garantia de vida no novo mundo. Depois de ter feito a dedicação, a pessoa precisa usar a sua vida do modo como prometeu a Deus. Ninguém pode esperar entrar no novo mundo como que “pela porta dos fundos”. Os que se esforçam a passar com o mínimo serviço possível já têm violado o maior dos mandamentos. Ao ser interrogado sobre o assunto, Jesus disse que, para se obter a vida eterna, “‘tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força, e de toda a tua mente’, e, ‘ao teu próximo como a ti mesmo’”. (Luc. 10:25-27) Jeová Deus, que é nosso Juiz, vê mais do que os homens vêem. “Jeová pesquisa todos os corações e discerne toda inclinação dos pensamentos.” (1 Crô. 28:9) Ele sabe não só o que fazemos, mas também os nossos motivos. Sabe se realmente nos esforçamos de todo o coração no seu serviço e se o nosso amor ao próximo, nosso desejo de vê-lo ganhar a salvação, é tão grande como o nosso amor a nós mesmos. O tempo para examinarmos os nossos corações, para analisarmos o nosso próprio ministério, é agora, antes de Deus proferir o julgamento final, a fim de verificarmos se temos o conceito correto sobre a obra vital que Deus nos deu para fazer.

  • Aumente seus privilégios de serviço
    A Sentinela — 1962 | 1.° de fevereiro
    • Aumente seus privilégios de serviço

      1. (a) Que ilustrou Jesus convincentemente na parábola das minas, e como o fez? (b) Quem é aquele que recebeu poder régio, e que interesses confiou ele aos seus servos?

      A NECESSIDADE de sermos produtivos no serviço de nosso Mestre foi bem ilustrada por Jesus em certa parábola. Ele falou a respeito dum certo homem de estirpe nobre, que estava para viajar ao estrangeiro para assumir poder régio, e que convocou os seus servos, confiando a cada um uma mina, dizendo-lhes que negociassem com ela. “Por fim, quando ele voltou para casa, depois de ter assumido o poder régio, ordenou que lhe chamassem êsses escravos a quem dera o dinheiro de prata, a fim de verificar o que tinham lucrado com a atividade comercial. Apresentou-se-lhe, então o primeiro, dizendo: ‘Senhor, a tua mina, pelo comércio, aumentou para dez minas.’ Por isso lhe disse êle: ‘Muito bem, escravo bom! Porque provaste ser fiel num assunto muito pequeno, aceita a autoridade sobre dez cidades.’ Então veio o segundo, dizendo: ‘Tua mina, Senhor, produziu cinco minas.’ Ele disse também a este: ‘Tu, também, toma o encargo de

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