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  • De que espécie de educação precisam os filhos?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de maio
    • Portanto, a educação disciplinar pode também incluir o castigo ou a punição disciplinar com o objetivo de corrigir a criança. Mas deve esta forma de disciplina incluir o bater? Há verdade no antigo ditado: “Poupe a vara e estragará o filho”?

      20. Qual é o conceito comum de autoridades mundanas com respeito à aplicação de punição física, como forma de educação disciplinar?

      20 Autoridades mundanas na criação de filhos amiúde dizem: ‘Não, nunca se deve bater no filho. Evite a frustração do filho por causa de tais medidas fortes para mudar suas inclinações naturais.’ Um editorial do Times de Nova Iorque, de 5 de abril de 1972, dizia: “‘Poupe a vara e estragará o filho’ é um ditado opiniático que continua a obter acenos de aprovação dos defensores presumidos das ‘antigas virtudes’. É difícil de se saber por que a administração de punição premeditada e dolorosa por alguém maior e mais forte poderia incutir outra coisa senão a crença de que a força triunfa.” Mas é correto tal conceito? É errado usar a punição física com o objetivo de corrigir o proceder errado do filho?

      21. (a) O que diz a Palavra de Deus a respeito de se usar punição física para corrigir o proceder errado dum filho? (b) Como sabemos que é o modo de Deus dar tal espécie de disciplina?

      21 Deus é o Criador do homem. Não há autoridade maior. Sua Palavra é muito clara no assunto. Ela diz: “Não retenhas a disciplina do mero rapaz. Não morrerá se lhe bateres com a vara. Tu mesmo lhe deves bater com a vara, para que livres a sua alma do próprio Seol [a sepultura].” (Pro. 23:13, 14) A vida do filho está em jogo. Caso se lhe permita seguir o proceder errado, este resultará na sua própria infelicidade e finalmente na morte fora do favor de Deus. Por isso, a Bíblia diz: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” (Pro. 13:24) Mostra verdadeiro amor da parte do progenitor fazer tudo o que puder para corrigir seu filho, inclusive por bater nele. Este é o modo de Deus. “Pois Jeová disciplina aquele a quem ama”, diz a escritura, “de fato, açoita [fustiga ou vergasta] a cada um a quem recebe como filho”. — Heb. 12:5, 6.

      22. (a) Qual deve ser a motivação dos pais para dar disciplina, conforme mostra o exemplo de Deus? (b) O que é na maior parte responsável pelo enorme aumento atual da delinqüência juvenil?

      22 Por que faz Deus isso aos seus filhos? “Para o nosso proveito”, disse o apóstolo Paulo, “para participarmos de sua santidade. É verdade que nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela”. (Heb. 12:7-11) Os filhos precisam de tal disciplina para o seu próprio bem. Faz parte da educação que é ‘segundo o caminho que é para eles’. (Pro. 22:6) A rejeição de tal educação disciplinar, pelo mundo, é na maior parte responsável pelo enorme aumento da delinqüência juvenil e da resultante dificuldade e vergonha que tem trazido aos pais. — Pro. 29:15.

      23. Como reagem os filhos quando recebem ou quando deixam de receber a disciplina?

      23 Contrário à opinião popular, os filhos gostam quando os pais mostram interesse genuíno neles por prover orientação e restrição razoáveis para suas atividades. Alguns filhos talvez se queixem às vezes por causa da disciplina, mas aprendem a amar e a respeitar os pais que mostram interesse genuíno no seu bem-estar. Por outro lado, deixarem os pais de administrar a disciplina de que os filhos tanto precisam fará provavelmente com que o filho se ressinta dos pais. Uma revista popular, há pouco tempo atrás, falou sobre uma moça de quinze anos que caiu no proceder errado e trouxe vergonha para si e para sua família. Pesarosa por causa de sua conduta, ela disse ao pai: “Papai, o senhor devia ter exigido, há anos atrás, que eu me comportasse, e quando não me comportei, em vez de falar comigo, devia ter-me surrado o traseiro. Quando não obtive boas notas, por que não me obrigou a esforçar-me? Achava que eu era tão estúpida que não podia obter notas melhores?” — McCall’s, julho de 1969, página 114.

      24. (a) Como podem os pais mostrar que realmente amam os filhos? (b) Qual será o resultado de mostrarem este amor?

      24 Pais, mostrem que amam mesmo seus filhos por dar-lhes a disciplina de que necessitam tão desesperadamente. Acatem o conselho sábio da Palavra de Deus. Ensinem a sabedoria dela aos seus filhos. Desenvolvam neles o amor e o respeito pelo Criador, Jeová Deus. Por fazerem isso, poderão estar confiantes de que ‘estão educando seus filhos segundo o caminho que é para eles e que não se desviarão dele’. (Pro. 22:6) Isto significará para eles, no fim, a vida infindável no glorioso novo sistema de coisas de Jeová Deus. Quão gratos lhes serão seus filhos por prepará-los para usufruir isso!

  • Está instruindo seus filhos?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de maio
    • Está instruindo seus filhos?

      “Estas palavras que . . . te ordeno . . . tens de inculcá-las a teu filho.” — Deu. 6:6, 7.

      1. Por que é tão importante que os pais instruam seus filhos?

      ESTÁ sinceramente interessado em ver que seus filhos se tornem pessoas honestas e retas, que amem a Deus e seu próximo? Sem dúvida, este é um de seus desejos mais vivos. Mas, dá-se conta de que a satisfação ou não deste desejo depende em grande parte de como os instrui? Isto é verdade. E é especialmente assim agora, quando há tantas pressões sobre os jovens, a fim de se voltarem para a imoralidade sexual, para o uso de entorpecentes e para outras formas de delinqüência. Este é o motivo pelo qual a educação de seus filhos é uma das atividades mais importantes em que vocês, pais, se empenharão na vida. Consideram-na tão importante assim? Sabem o que pode acontecer e está mesmo acontecendo em famílias em que os pais deixaram de manter uma comunicação regular e livre com seus filhos?

      2, 3. Que experiência real ilustra o que pode acontecer quando se rompem as comunicações entre pais e filho?

      2 Recentemente, uma revista popular estadunidense falou sobre uma família em Long Island, Nova Iorque, na qual houve um colapso nas linhas de comunicação. O rapaz passou a ter períodos de melancolia, de silêncio e de beligerância. Por fim, começou a tomar entorpecentes. Os pais descobriram isso, mas não puderam realmente considerar o assunto com ele. Em vez disso, houve apenas discussões iradas, e o rapaz não acatou as ordens de seus pais, de parar de usar entorpecentes. Em muitas outras famílias, nos círculos de amigos dos pais, os filhos também usavam entorpecentes. De fato, um promotor público calculou que três quartas partes dos jovens naquele município tinham experimentado a maconha e outros entorpecentes!

      3 Nesta família específica, as condições pioraram ao ponto em que o pai gritava com o filho e o filho gritava de volta, até mesmo ameaçando seus pais. Por fim, na tarde de domingo de 27 de fevereiro de 1972, sob a influência de entorpecentes, o rapaz avançou contra o pai com uma faca de trinchar. O pai puxou o revólver que usava para proteção e atirou

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