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  • Que efeito têm tais filmes?
    Despertai! — 1970 | 22 de janeiro
    • que jorra dos filmes sobre o sexo e a violência.

      Os Jovens São Mais Atingidos

      A mente adulta tem mais experiência na vida. Por conseguinte, talvez esteja mais preparada para resistir a sugestões para a imoralidade ou a violência, embora, também, seja atingida por fim.

      As mentes dos jovens, porém, não dispõem de tal experiência ou resistência. A mente do jovem é como um avião a jato. Tem grande energia e potencial, mas precisa ser guiado por mãos experientes. Sem tal direção, a mente jovem é como um avião a jato que tem uma criança como piloto. A pressão bastante forte do sexo, da perversão e da violência sobre a mente jovem será demais para ela suportar. Talvez perca completamente o controle.

      Quando dois irmãos, de dez e doze anos, aterrorizaram uma cidade de Oklahoma, EUA, fazendo disparos a esmo, matando e ferindo pessoas, perguntou-se-lhes por que o fizeram. Disseram à polícia que foram motivados por estórias de crimes nos filmes e na televisão. Outro rapaz que espancara uma moça disse que obteve a idéia depois de ver a mesma coisa na tela. Um rapazinho de doze anos escreveu a um gerente de banco ordenando-lhe a entregar-lhe NCr$ 22.500,00 “ou morrerá”. Tirou a idéia de um filme de crime, declarando: “Vi como as pessoas conseguiram dinheiro por escreverem a gerentes de banco dizendo que alguém morreria se não lhes pagassem. Achei que também conseguiria fazer isso.”

      Multiplique tais exemplos por milhares e poderá ver a razão pela qual o diretor do FBI, J. Edgar Hoover avisou a respeito da “perigosa tendência” nos filmes e na televisão, tendência que disse glorifica o crime e a violência.

      Similarmente, um editorial do Citizen-Journal de Columbus, Ohio, EUA, comentou que tais padrões decrescentes “destroem a influência paternal com um golpe tão forte como o jab de sete centímetros que Joe Louis tornou famoso”. Observou que se ensina aos filhos “pela repetição, repetição e mais repetição a esperar a violência e a procurá-la”. O editorial acrescentava: “E lembre-se, também, da baixeza que se lhes ensina que fazem. Nada é mais perigoso do que pretender que seus próprios filhos permanecerão isentos.”

      Os analistas relatam que a criança mediana nos EUA gasta de 500 a 1000 horas por ano vendo televisão! Adicione-se a isto as muitas horas gastas por ano vendo filmes. Juntas, representam mais tempo do que gastam em qualquer outra atividade, exceto o dormir! Com muito menos tempo gasto cada ano, aprendem matemática, línguas, ciência e outras artes. O que, então, acha que faz a estas mentes jovens esta quantidade muito maior de tempo gasta em se submeterem a uma “lavagem cerebral” pelos filmes e pela TV?

      Não é preciso adivinhar. O psiquiatra infantil, Dr. Arthur R. Timme, avisou que tal condicionamento mental tem “efeito muito deletério sobre a mente das crianças em desenvolvimento . . . desenvolvem-se com senso completamente deturpado do que é certo e errado no comportamento humano”.

      Como prova disto, experiências cuidadosas revelam que as crianças expostas a violência em filmes eram duas vezes mais violentas do que as crianças que não viram tais filmes. A respeito de tais experiências, o 1969 Year Book of the World Book Encyclopedia, declara:

      “Em contraste com a crença até então popular de que a violência filmada pode influir adversamente apenas sobre crianças inclinadas para um comportamento violento, crescente número de cientistas insistem agora que isso talvez tenha impacto muito mais prejudicial . . .

      “Numa série de testes, Bandura [Albert Bandura, psicólogo da Universidade de Stanford] e seus colegas expuseram crianças dum jardim de infância a filmes breves que mostravam adultos cometendo violentos abusos, de modos incomuns, contra bonecas infladas do tamanho da vida real. Quando se observou mais tarde estes meninos e meninas em brincadeiras, a maioria tendia a imitar com precisão o comportamento estranho dos adultos.”

      Quer jovens, quer idosos, não podemos fugir da verdade quanto a os filmes hodiernos destacarem o sexo e a violência, bem como os espetáculos similares da televisão e do teatro. Exercem, deveras, um efeito profundamente negativo nas mentes das pessoas. Noticiou o Times de Los Angeles, de 16 de fevereiro de 1969:

      “Os Estados Unidos vivem nos ‘dias de Sodoma e Gomorra, nos dias de maior declínio da civilização em toda a história’, segundo o presidente duma faculdade do sul. . . .

      “‘A liberdade concedida para se fazer e exibir modernos filmes’, disse o Dr. Sutherland, ‘é uma das influências mais prejudiciais na vida moderna’.”

      E o que se dá nos Estados Unidos também se dá com as outras nações do mundo atual.

      Mas, por que tudo isto acontece? Por que os filmes atingiram tal estado degradado que chegam a contribuir grandemente para transformar a sociedade numa moderna Sodoma e Gomorra? Por que existe tal avalancha de filmes que sublinham coisas que se chocam diretamente com as leis de Deus? Por que há tal degradação do que é de boa moral, decente e reto?

      Tudo isto não é mero acaso! Foi feito deliberadamente! Tem que ver com a verdadeira razão da “avalancha” de sexo e violência nos filmes hodiernos. Examinemos agora essa razão.

  • Qual a razão do rápido declínio moral dos filmes atualmente?
    Despertai! — 1970 | 22 de janeiro
    • Qual a razão do rápido declínio moral dos filmes atualmente?

      QUAL é a verdadeira razão da “avalancha” de sexo e violência atualmente nos filmes? Por que testemunhamos tal rápido declínio no tom moral dos filmes nos anos recentes?

      A razão usualmente fornecida, como observado anteriormente, é de que tais filmes dão lucros para a indústria cinematográfica, e também que o público deseja mesmo ver tais filmes.

      Mais do que Isso

      Mas, há mais do que isso envolvido no assunto. Na realidade, a degeneração geral de todos os assuntos humanos tem sido observada já por diversas décadas.

      Dwight D. Eisenhower, anterior presidente dos EUA, apontou para o tempo em que o rápido declínio começou, ao dizer: “Desde a primeira Guerra Mundial tem havido uma piora.” Muitas

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