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  • Defeito (Mácula)
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    • (Lev. 21:18-20) Livre de tais defeitos, o sumo sacerdote de Israel representava bem o grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, que é “cândido, imaculado”. — Heb. 7:26.

      A higidez, o estar livre de defeitos, era exigida dos animais sacrificiais sob a Lei mosaica. (Êxo. 12:5; Lev. 4:3, 28; Deut. 15:21) O mesmo também se dava com os sacrifícios relacionados com o templo pictórico, visionado por Ezequiel. (Eze. 43:22, 23) De maneira similar, Cristo, “um cordeiro sem mácula [“defeito”, BLH] nem mancha”, “se ofereceu a Deus sem mácula”. — 1 Ped. 1:19; Heb. 9:14.

  • Delegado
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    • DELEGADO

      Veja PREPOSTO (DELEGADO).

  • Demas
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    • DEMAS

      [possivelmente, popular, ou, contração de “Demétrio”, significando “pertencente a Deméter”].

      Foi certa vez colaborador do apóstolo Paulo. Demas estava em Roma com o apóstolo durante o primeiro aprisionamento deste ali, e seus cumprimentos foram incluídos nas cartas aos colossenses e a Filêmom. (Col. 4:14; Filêm. 24) Quando Paulo escreveu a Timóteo, durante seu segundo aprisionamento, Demas havia abandonado o apóstolo e partido para Tessalônica, talvez sua cidade natal. — 2 Tim. 4:10.

      A natureza exata e o grau em que Paulo foi abandonado por Demas, ‘por causa de seu amor ao atual sistema de coisas’, não são revelados. O apóstolo não diz que Demas se tornou apóstata ou opositor. Talvez o amor de Demas às coisas materiais e aos prazeres mundanos se tenha tornado mais forte do que seu amor aos assuntos espirituais. O temor de sofrer martírio junto com Paulo talvez tenha feito com que Demas procurasse um lugar mais seguro para assim preservar sua vida no então existente sistema de coisas. De qualquer modo, quando as condições se tornaram desfavoráveis, Demas falhou em usar sua maravilhosa oportunidade de fortalecer seu irmão Paulo.

  • Demétrio
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    • DEMÉTRIO

      [pertencente a Deméter (deusa grega da agricultura)].

      1. Prateiro da cidade de Éfeso, na Ásia Menor, que instigou um tumulto contra o apóstolo Paulo e seus companheiros, no fim da estada de dois ou três anos de Paulo em Éfeso (c. 53-55 E.C.), no decurso de sua terceira viagem missionária. — Atos 19:18, 19, 23-41; 20:1.

      2. Cristão citado favoravelmente pelo apóstolo João numa carta enviada a Gaio, em cerca de 98 E.C. Demétrio talvez tenha sido o portador da carta para Gaio. A menção elogiosa de Demétrio, por João, talvez tenha sido feita para incentivar a hospitalidade da parte de Gaio, uma vez que parece ter sido costume das congregações ajudarem em prover casa e comida para os irmãos fiéis que viajavam em favor das boas novas. — 3 João 1, 12.

  • Demônio
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    • DEMÔNIO

      Iníqua criatura espiritual invisível, às vezes chamada de ‘anjo decaído’, dotada de poderes sobre-humanos. Os demônios, como tais, não foram criados por Deus. O primeiro a se transformar num deles foi Satanás, o Diabo, que se tornou o governante de outros filhos angélicos de Deus que também se transformaram em demônios. (Mat. 12:24, 26) Nos dias de Noé, esses anjos desobedientes se materializaram, casaram-se com mulheres, produziram uma geração híbrida, conhecida como os nefilins, e daí se desmaterializaram quando veio o Dilúvio. (Gên. 6:1-4) Contudo, ao retornarem ao domínio espiritual, eles não recuperaram a sua alta posição original, pois Judas 6 diz: “Os anjos que não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta, ele reservou com laços sempiternos, em profunda escuridão, para o julgamento do grande dia.” (1 Ped. 3:19, 20) De modo que é nessa condição de densa escuridão espiritual que são obrigados agora a confinar suas operações. (2 Ped. 2:4) Embora evidentemente impedidos de se materializarem, ainda têm grande poder e influência sobre as mentes e as vidas dos homens, tendo até mesmo a capacidade de penetrar em homens e animais e apossar-se deles, bem como de usar coisas inanimadas, tais como casas, fetiches, amuletos, etc. — Mat. 12:43-45; Luc. 8:27-33.

  • Demônio Caprino
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    • DEMÔNIO CAPRINO

      [Heb., sa‘ír; plural se‘irím].

      A palavra hebraica sa‘ir significa literalmente “cabeludo ou peludo” e é usada neste sentido ao descrever Esaú. (Gên. 27:11) Mas na maioria dos textos refere-se a um bode (cabrito) ou a um cabritinho. (Gên. 37:31; Lev. 4:24) No entanto, em quatro textos (Lev. 17:7; 2 Crô. 11:15; Isa. 13:21; 34:14), os tradutores em geral acham que a palavra tenha um significado além do geralmente usado.

      Tanto em Levítico 17:7 como em 2 Crônicas 11:15, é claro que o termo (se‘irím, plural) é usado para referir-se a coisas às quais são prestadas adoração e são oferecidos sacrifícios, e isto em relação à religião falsa. Os tradutores das versões Septuaginta e Vulgata, portanto, traduziram a palavra hebraica por “as coisas insensatas” (LXX) e “os demônios” (Vg). Os tradutores e lexicógrafos modernos, em geral, adotam o mesmo conceito nesses dois textos, usando “demônios” (Al, So), “sátiros” (BJ, CBC, IBB, PIB), ou “demônios caprinos”. — NM.

      As palavras de Josué, em Josué 24:14, mostram que os israelitas tinham sido até certo ponto influenciados pela adoração falsa do Egito durante sua permanência ali, ao passo que Ezequiel indica que tais práticas pagãs continuaram a afligi-los por muito tempo depois. (Eze. 23:8, 21) Por esta razão, alguns peritos acham que o decreto divino, emitido no deserto para impedir os israelitas de oferecerem “sacrifícios aos demônios caprinos” (Lev. 17:1-7), e constituir Jeroboão sacerdotes “para os altos, e para os demônios caprinos, e para os bezerros que tinha feito” (2 Crô. 11:15), indicam que havia alguma forma de adoração do cabrito (bode) entre os israelitas, tal como a que era proeminente no Egito, especialmente no Baixo Egito. Heródoto afirma que foi de tal adoração egípcia que os gregos derivaram sua crença em Pã e também nos sátiros, deuses de natureza lasciva que habitavam as florestas e que eram representados posteriormente como tendo chifres, rabo e pernas de bode.

      O sentido de sa‘ir e se‘irím nos outros dois textos (Isa. 13:21; 34:14) não é tão comumente aceito como tendo relação com a adoração falsa. Nesses textos as ruínas desoladas de Babilônia e de Edom são representadas como sendo habitadas por animais selvagens, incluindo os se‘irím. Na sua lista de animais e aves literais, talvez Isaías tenha incluído uma menção aos demônios, não querendo dizer que tais demônios realmente se materializavam em forma de bodes, mas, antes, que a mente dos pagãos em volta daqueles lugares conceberia os locais desolados como povoados por tais habitantes demoníacos. A História mostra que os povos da Síria e da Arábia há muito têm associado criaturas monstruosas com ruínas similares, e os jinn dos árabes são representados como tendo monstruosas formas cabeludas. Por outro lado, os se‘irím, que ocupavam as ruínas desoladas de Edom e de Babilônia, podiam muito bem ter sido animais reais, bem peludos, e talvez com aparência tal que fizesse com que os observadores pensassem em demônios.

  • Denário
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    • DENÁRIO

      Moeda romana de prata, do tamanho aproximado de uma pequena moeda moderna. O denário pesava cerca de 3,85 gramas. Estampava a figura da cabeça de César e era a “moeda do imposto por cabeça”, que os romanos exigiam dos judeus. (Mat. 22:19-21) Nos dias do ministério terrestre de Jesus, os lavradores recebiam em geral um denário por um dia de doze horas de serviço. (Mat. 20:2) Assim, Revelação 6:6 retrata uma condição extrema ao declarar que um litro de trigo ou três litros de cevada custariam um denário (o salário de um dia inteiro).

      Se o dispendioso nardo que Maria, irmã de Lázaro, usou para untar a Jesus tivesse sido vendido por 300 denários (aproximadamente um ano de salário), provavelmente isto significaria que considerável soma de dinheiro teria ido para o cofre de dinheiro mantido por Judas Iscariotes. Não é de admirar que o desonesto Judas Iscariotes levantasse fortes objeções, visto que ficaria sem poder apropriar-se indevidamente de uma fração sequer desta grande soma. — João 12:3-6; 13:29; Mar. 14:3-11.

      O prestimoso samaritano da ilustração de Jesus gastou dois denários (o salário de dois dias) para ajudar a um forasteiro desconhecido e declarou-se disposto a pagar as despesas adicionais em favor dele. (Luc. 10:33-35) Em contraste, numa das ilustrações de Jesus, destacando a necessidade de ser perdoador, um escravo, cuja dívida de 60.000.000 de denários tinha sido cancelada, não estava disposto a perdoar a dívida de 100 denários de um co-escravo. — Mat. 18:24-33.

      [Imagem na página 430]

      Denário com a efígie de Tibério.

  • Dentes
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    • DENTES

      As Escrituras comumente referem-se aos dentes em expressões figuradas. Frender ou ranger os dentes é usado freqüentemente para indicar ira (Jó 16:9; Atos 7:54) ou angústia e desespero. (Mat. 8:12; 13:42, 50; 22:13; 24:51; 25:30) Tal ranger de dentes pode vir acompanhado de palavras amargas e de ação violenta contra o objeto da ira. Em Amós 4:6, a expressão “limpeza de dentes“ é paralelizada com “carência de pão”, representando condições de fome.

      Os dentes simbolizam também o poder destrutivo duma nação ou de um povo. (Dan. 7:5, 7, 19; Joel 1:6; Rev. 9:8) Davi assemelhou os inimigos iníquos dos justos a leões ferozes e pediu a Deus que os socasse no queixo e quebrasse os seus dentes. Isto os deixaria incapazes de causar dano. (Sal. 3:7; 58:6) Os falsos profetas de Israel são apresentados quais gananciosos e vorazes, “que mordem com os seus dentes” e que santificam a guerra contra qualquer um que não os alimente. — Miq. 3:5; compare com Ezequiel 34:2, 3; Mateus 7:15; Atos 20:29.

      Nos dias anteriores à destruição de Jerusalém, um dito comum entre o povo era: “Os pais foram os que comeram a uva verde, mas foram os dentes dos filhos que ficaram embotados.“ (Jer. 31:29; Eze. 18:2-4) Dessa maneira tentavam escusar-se da culpa pelas condições adversas sobrevindas à nação por causa de sua iniqüidade, alegando que o que lhes acontecia era o resultado daquilo que seus pais haviam feito.

  • Derbe
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    • DERBE

      ‘Cidade da Licaônia’, na Ásia Menor, visitada pessoalmente duas vezes, ou talvez três, pelo apóstolo Paulo. Em 1964, o local da antiga cidade de Derbe foi identificado com Dervi Shehri (“cidade de Derbe”), um sítio cerca de 200 km a O-NO de Tarso.

      Provavelmente algum tempo antes do inverno setentrional de 47-48 E.C., durante sua primeira viagem missionária, Paulo chegou a Derbe, após sofrer grave apedrejamento na vizinha Listra. Em Derbe, ele e Barnabé ‘declararam as boas novas’ e fizeram “não poucos discípulos”, incluindo, possivelmente, a “Gaio, de Derbe”, mencionado mais tarde qual companheiro de viagem do apóstolo. Embora a história secular indique que Derbe era, após 41 E.C., a cidade mais oriental da província política da Galácia, a descrição dela por Lucas,

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