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  • Colhe-se o que se semeia
    Despertai! — 1970 | 8 de setembro
    • tornarem mais aceitos por serem “modernos”, desculpando ou até recomendando a fornicação o adultério, o homossexualismo e a ingestão de tóxicos, se voltam contra eles próprios. Recentemente, quando se perguntou a alguns jovens por que não mais freqüentavam a igreja, um deles respondeu:

      “Eu me achava num grupo em que o ministro continuava a nos falar sobre todas as pessoas que ele conhecia e que fumavam a ‘erva’. A moçada ria dele por trás das costas. Pensavam que era falso. Um ministro deve ser uma pessoa dotada de fortes sentimentos sobre a existência de Deus e as leis morais que devemos seguir.” — Daily Star de Toronto, de 8 de março de 1969.

      Por isso, muitos jovens hodiernos simplesmente não respeitam as religiões ortodoxas como as antigas gerações respeitavam. Os “hippies” acham que a “regra de ouro”, fazer aos outros aquilo que deseja que lhe façam, não é praticada pelos clérigos farisaicos que “dizem, mas não realizam”. (Mat. 23:3) Conforme certo “hippie” disse a um entrevistador: “Um bispo é o ser mais distante de Deus que eu posso imaginar. Ninguém viu a Jesus andando em mantos de veludo enquanto as pessoas passavam fome.”

      Todavia, com todo este professo idealismo, constroem os “hippies” uma sociedade melhor para eles mesmos? Têm as respostas para os problemas que afligem a humanidade? Melhoram a sua felicidade?

  • Os “hippies” ‘contam as coisas como realmente são’
    Despertai! — 1970 | 8 de setembro
    • Os “hippies” ‘contam as coisas como realmente são’

      ENCONTRAM os “hippies” as respostas? Será que seu modo de vida resultou ser a vereda da felicidade? São seus tratos uns com os outros genuinamente amorosos e edificantes? O que colhem da vida que semearam?

      Será interessante ouvir o que afirmam os que já foram “hippies”. Podem ‘contar as coisas como realmente são’. Por certo, nem todos tiveram as mesmas experiências. Não obstante, as seguintes representam bem o que muitos afirmaram.

      Encontrar as Respostas?

      Certa moça nos EUA entrou no movimento “hippie” com o mesmo idealismo dos outros. Desejava encontrar respostas. Ouça a experiência dela, conforme contada à revista Despertai!:

      “O que todos fazíamos realmente de início era tentar encontrar respostas para os problemas assoberbantes da vida. Nesta busca, fiquei envolvida em tóxicos e na adoração do sexo. Mais tarde, envolvi-me ainda mais com o ocultismo, o misticismo e o demonismo.

      “Todavia, apesar de tudo, nada fazia qualquer sentido. Por meio do meu chamado ‘guru’, fiquei mais envolvida ainda com o místico, o oculto e os tóxicos. Verifiquei, contudo, que tudo foi ficando mais difícil de aceitar. Comecei a sentir tão profunda depressão que tinha de controlar o impulso de pular duma ponte mais de uma vez.

      “Muitos de meus amigos eram agora viciados em heroína e alcoólatras. Um deles usou uma agulha suja ao tomar tóxicos e ficou com gangrena, com envenenamento do sangue. Quase morreu. Outro finalmente conseguiu um revólver e se matou. Simplesmente não conseguira enfrentar tudo, em especial as forças espiritualistas que operavam em nós.

      “Isto deveras me deixou abalada. Achei que não mais podia aceitar esta vida, visto que definitivamente não fornecia as respostas que eu procurava. Eu já ‘tinha agüentado demais’ estes chamados ‘homens santos’.”

      Não, ela não encontrou as respostas que procurava. Nem o modo de vida “hippie” a levou a melhor vida. Não lhe trouxe nem felicidade nem esperança para o futuro.

      Materialismo, Hipocrisia

      Um rapaz da Califórnia, EUA, que era “hippie” por vários anos, também procurava respostas e um melhor modo de vida. Ficou ‘cansado’ do materialismo e da hipocrisia da sociedade. Afirma ele:

      Não há dúvida de que experimentei as drogas — todas as que havia no mercado. Deixei crescer o cabelo até o meio das costas. Usava brincos de ouro, barba comprida — tudo, enfim.

      “Havia tanta falta de interesse pelos jovens por parte dos outros. A moçada hoje está cheia do sistema. É por isso que ingerem tóxicos — é uma fuga. Observam as pessoas em torno deles arruinando a terra e a água por poluí-la, não se incomodando com o que fazem. O que os amola é a hipocrisia do mundo da atualidade.”

      Todavia, depois de viver mais de cinco anos como “hippie”, o que observou entre as suas fileiras? Declara:

      “O ‘hippie’ é tão hipócrita quanto as pessoas que critica. O materialismo é tão ruim no movimento ‘hippie’ como nas outras partes. O ‘hippie’ fala de amor, mas não quer dizer realmente isso nem o pratica no sentido bíblico. É principalmente sexo — com efeito, adoração do sexo. Realmente não se preocupam com ninguém mais.”

      Certo dicionário define o materialismo como “a doutrina de que o interesse próprio é e deve ser a primeira lei da vida”. Assim, é materialista ou egoísta pensar primeiramente nos próprios desejos da pessoa.

      Pensam os “hippies” primariamente em seus próprios desejos? Bem, não abandonam a responsabilidade aos genitores e a outros, sem considerar os efeitos disso? Não deixam com freqüência e de forma egoísta despedaçados os corações de seus pais, que, apesar de todas as suas faltas, usualmente se empenharam arduamente para criar seus filhos? Não se entregam os “hippies” à satisfação egoísta de todo desejo apaixonado? E em parte alguma este egoísmo é mais evidente do que em sua ânsia de tóxicos.

      Dos Tóxicos Para Onde?

      Muitos “hippies” têm contínuo problema tentando conseguir suficientes tóxicos. Os tóxicos são custosos. É preciso dinheiro para comprá-los.

      Para conseguir “tóxicos”, muitos “hippies” recorrem à mendicância nas ruas. Outros admitem que roubam para conseguir o dinheiro. Alguns convenceram as mulheres com quem vivem a se empenharem em atos de prostituição para conseguir o dinheiro. O que é o frenesi de adquirir tóxicos, senão crasso materialismo?

      Fumar maconha é apenas o primeiro passo. Não raro leva ao uso de drogas mais fortes. A que conduz isto? A achar respostas? Ao soerguimento? A felicidade? A uma forma aprimorada de vida? Um escritor que pretendeu ser “hippie” e viveu junto com eles, escreveu sobre sua experiência na revista Look. É similar ao que muitos “hippies” e antigos “hippies” admitem ser a verdade. Declarou sobre a sua “morada”:

      “A casa de Rick e Kathy era uma fortaleza de tóxicos, suja, repleta de lixo, cheia de insetos, muito menos apetitosa e salutar do que um esgoto, visto que as pessoas tentavam viver nela. Ao longo do corredor, quando entrávamos,

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