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Por que Jesus contou a parábola das “dez virgens”A Sentinela — 1975 | 15 de janeiro
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então lhes há de sobrevir instantaneamente a repentina destruição, assim como as dores de aflição vêm sobre a mulher grávida, e de modo algum escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em escuridão, de modo que aquele dia vos sobrevenha assim como a ladroes, porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não pertencemos nem à noite nem à escuridão. Assim, pois, não estejamos dormindo assim como fazem os demais, mas fiquemos despertos.” — 1 Tes. 5:1-6.
Portanto, seria desastroso, especialmente no tempo atual, se alguns destes ficassem espiritualmente sonolentos, indiferentes ou negligentes. Se adotassem práticas mundanas ou se tornassem negligentes na pregação do Reino, encontrar-se-iam na situação dum “escravo mau”. Jesus disse que, se tal começar a dizer no seu coração: “‘Meu amo demora, e principiar a espancar os seus co-escravos, e a comer e beber com os beberrões inveterados, o amo daquele escravo virá num dia em que não espera . . . e o punirá com a maior severidade e lhe determinará a sua parte com os hipócritas.” (Mat. 24:48-51) Agora não é o tempo para se associar com os “beberrões” espirituais. Se alguém destas “virgens” noivas de Cristo agora viver ou falar do modo como fazem os que apóiam o falso sistema religioso de “Babilônia, a Grande”, o império mundial da religião falsa, ele se mostrará bêbado junto com este sistema meretrício e ‘receberá parte das pragas dele’. — Rev. 17:1, 2, 6; 18:4.
Por isso, vemos que a parábola de Jesus, a respeito das “dez virgens”, constitui uma forte advertência. Mas, esta parábola tem um significado adicional. Como fornece a parábola forte orientação para o povo de Deus hoje em dia? Qual é o significado das “lâmpadas”, do “óleo” e de outros simbolismos? Estes assuntos serão considerados no próximo número desta revista.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 15 de janeiro
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Perguntas dos Leitores
● Podem os cristãos hoje exorcismar ou expulsar demônios por orar sobre alguém possesso por eles?
As Escrituras mostram que pode haver muito mais envolvido em livrar alguém do controle dos demônios do que simplesmente fazer uma oração a favor dele.
É verdade que, no primeiro século E. C., certos cristãos, embora nem todos, foram habilitados pelo espírito de Deus para expulsar demônios. (1 Cor. 12:29, 30; veja Mateus 10:8.) Em geral, isto se conseguia por mandar, em nome de Jesus Cristo, que os demônios libertassem os possessos. — Atos 16:16-18; veja Atos 19:13-16.
As Escrituras, porém, não fornecem nenhuma indicação de que a expulsão instantânea de demônios e outros dons milagrosos do espírito haviam de acompanhar os cristãos durante os séculos. Ao contrário, os dons milagrosos haviam de cessar. O inspirado apóstolo Paulo escreveu: “Quer haja dons de profetizar, serão eliminados; quer haja línguas, cessarão; quer haja conhecimento [recebido milagrosamente], será eliminado.” (1 Cor. 13:8) Sempre que se transmitia os dons milagrosos do espírito, estavam presentes um ou mais dos apóstolos diretamente escolhidos por Jesus Cristo. (Atos 2:1, 4, 14; 8:9-20; 10:44-46; 19:6) Por isso é lógico concluir que a transmissão destes dons terminou com a morte dos apóstolos e que os próprios dons milagrosos cessaram com a morte dos remanescentes que os possuíam.
Além disso, um dos principais motivos dos dons milagrosos era confirmar que a aprovação de Deus, que havia estado sobre a congregação judaica, fora então dada à congregação cristã. (Atos 2:32, 33, 38-41; Heb. 2:1-4) Hoje em dia, os dons milagrosos não são necessários para confirmar isso. A atual congregação Judaica não pode cumprir os requisitos da lei mosaica, pois não tem sacerdócio da linhagem de Arão e não tem templo no antigo lugar em Jerusalém.
Também, a evidência mais conclusiva para confirmar qual é a congregação divinamente aprovada não é a realização de aparentes obras milagrosas. Jesus Cristo disse: “Nem todo o que me disser: ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino dos céus, senão aquele que fizer a vontade de meu Pai, que esta nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome e não expulsamos demônios em teu nome, e não fizemos muitas obras poderosas em teu nome?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci! Afastai-vos de mim, vós obreiros do que é contra a lei.” (Mat. 7:21-23) De modo que Jesus indicou que mesmo alguns “obreiros do que é contra a lei” poderiam exorcismar demônios. Evidentemente, Satanás, o chefe dos demônios, permitiria tal realização, que daria a tais “obreiros” a aparência de serem “ministros de ]justiça”. (2 Cor. 11:13-15) Mas, quanto ao genuíno sinal de identificação, de seus verdadeiros discípulos, Jesus declarou: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” — João 13:35.
Embora os verdadeiros cristãos não afirmem hoje ter qualquer poder sobre-humano ou dado por Deus para exorcismar os demônios, isto não quer dizer que não possam ajudar os que sofrem hostilização demoníaca. Podem orar a favor de tais, não na tentativa de realizar uma expulsão instantânea dos demônios, mas sim para que tais atacados possam obter a força espiritual para resistir ao ataque demoníaco. Os verdadeiros cristãos podem também salientar o que a Bíblia diz sobre resistir às forças espirituais iníquas. (Efé. 6:10-18) Daí, os que crêem que são atribulados pelos demônios terão de fazer um esforço pessoal para se libertar de tal hostilização e precisam sinceramente querer seguir o conselho bíblico. Podem ter a certeza de que Jeová abençoará seus esforços sinceros e decididos. (Tia. 4:7) Históricos de casos assim provam que muitos foram deste modo libertos do ataque dos demônios.
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A Terra pode ser um paraísoA Sentinela — 1975 | 15 de janeiro
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A Terra pode ser um paraíso
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