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  • Perseguição numa terra pacífica
    A Sentinela — 1983 | 1.° de abril
    • O QUE ACHA DISSO?

      Surpreende-se de que, nesta era moderna, uma nação inteira seja obrigada a praticar ritos para apaziguar os mortos? Acredita que as pessoas deveriam poder adorar a Deus segundo a sua consciência? Sente compaixão pelos que sofrem por que se lhes nega isso? Em caso afirmativo, talvez queira enviar um telegrama ou uma carta — num espírito de respeito e bondade — a uma ou mais das autoridades do governo suazi. No quadro ao lado encontram-se os nomes de algumas das altas autoridades às quais talvez queira escrever.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1983 | 1.° de abril
    • Perguntas dos Leitores

      ■ Como podemos ajudar aqueles na nossa congregação, que têm parente desassociado?

      É muito bom quando anciãos e outros dão cordial e amorosa consideração a cristãos que estão nesta situação, porque por mostrarem bondade e compreensão poderão ajudar a contrabalançar a tensão emocional e espiritual que a situação talvez crie. No entanto, os cristãos que têm parente desassociado e os que querem ajudar, precisam ter um entendimento claro e correto da desassociação.

      A palavra de Deus prescreve à congregação que ela expulse os que praticam pecado de modo impenitente. (1 Coríntios 5:11-13) Isto protege a congregação em geral contra a contaminação e defende seu bom nome. Mas, numa base pessoal, os cristãos leais na família, e outros que querem ajudá-los, também precisam de proteção. Podemos compreender por que se dá isso por considerar o que ser alguém desassociado revela sobre a condição de seu coração. Note as seguintes duas situações relacionadas com a desassociação:

      Primeiro, quando alguém cometeu um pecado sério pelo qual poderia perder o favor de Deus e ser desassociado, reúne-se com ele uma comissão de anciãos espirituais. Ele talvez já se tenha dado conta do erro de seu proceder, se tenha arrependido no coração e começado a produzir “obras próprias de arrependimento”. (Atos 26:20) Quando isso acontece, os anciãos o repreenderão com a Palavra de Deus, darão conselho bíblico sobre ‘endireitar as veredas para os seus pés’ e orarão com ele e por ele. Visto que ele está arrependido, não precisa ser expulso ou considerado como desassociado pela sua família ou pelos outros. — 1 Timóteo 5:20; Hebreus 12:13; Tiago 5:14-16.a

      Segundo, pode ser que, quando a comissão se reúne com o pecador, ele ainda não se tenha arrependido. Durante a reunião, os anciãos talvez consigam tocar o coração dele, fazendo-o compreender a gravidade de seu pecado. (Veja 2 Samuel 12:1-13.) Naturalmente, visto que ele ainda não produziu ‘fruto próprio do arrependimento’, os anciãos devem ter muita cautela em certificar-se de que ele não apenas lamente o ocorrido ou se envergonhe de ter sido descoberto. (Lucas 3:8) Visto que se preocupam com a congregação, devem estar absolutamente convencidos de que ele agora deveras está arrependido e pronto para ‘se voltar para Deus por fazer obras próprias de arrependimento’. (Atos 26:20) Se estiverem convencidos de que ele está arrependido, poderá permanecer na congregação e ser ajudado pelos anciãos, pela sua família e por outros.

      Por que se mencionam estes dois aspectos? Para ilustrar que, se alguém for desassociado, deverá na ocasião ter realmente mau coração e/ou estar decidido a seguir um proceder que desonra a Deus. Pedro disse que a condição de tal é pior do que antes de se tornar cristão; ele é igual a ‘uma porca que foi lavada, mas que volta a revolver-se no lamaçal’. (2 Pedro 2:20-22) Isto deverá ajudar os parentes cristãos e a outros a adotarem o conceito de Deus sobre alguém que foi desassociado.

      Mas as emoções e apegos

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