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  • O cuidado com o próprio corpo
    A Sentinela — 1973 | 1.° de janeiro
    • Sujeira no rosto, nas orelhas, no pescoço, no cabelo, nas mãos ou debaixo das unhas pode fazer com que não ganhe amigos nem estima. Terá de ter mais amor-próprio, bem como manter-se limpo.

      O corpo transpira, até mesmo quando não se faz muito exercício ou trabalho. Quando a transpiração se acumula, pode fazer com que o corpo cheire mal. Banhar-se regularmente e lavar as axilas e outros lugares similares ajudar-lhe-á a ser uma pessoa mais agradável para os outros. A limpeza, junto com uma boa alimentação, contribui também para uma aparência melhor e mais clara da pele.

      Os dentes são uma coisa que exige atenção especial. Partículas de alimentos podem alojar-se entre os dentes ou sobre eles. Os ácidos destas partículas atacam o esmalte dos seus dentes. Depois de ataques suficientes, às vezes em questão de meses, o esmalte duro sofre penetração e começa a decomposição dos dentes. Ou poderá começar a ter gengivite, uma inflamação das gengivas que, com o tempo, afrouxa os dentes. Dentes estragados ou faltantes não melhoram em nada seu sorriso. — Veja Cântico de Salomão 4:2.

      Só porque ainda não teve dor de dentes não o deve fazer pensar que pode negligenciar a limpeza deles. As pesquisas mostram que quase nove em cada dez estudantes nas escolas têm alguns dentes estragados. Isto se deve em geral a não se escovarem regularmente os dentes ou a uma alimentação deficiente, ou a ambas as coisas.

      A boca limpa é também uma proteção contra o mau hálito. Neste respeito ajuda também beber vários copos de água por dia. Lembre-se de que a sua boca é parecida à entrada ou porta duma casa. (Ecl. 12:4) Se a aparência da porta ou o cheiro provindo dela não forem bons, as pessoas tenderão a ficar longe.

      Embora não vá a extremos (assim como alguns fazem neste assunto), a Palavra de Deus, a Bíblia, incentiva e ensina a limpeza. Mãos limpas e corpos recém-lavados são amiúde usados para representar a limpeza e pureza espiritual. (Sal. 26:6; Isa. 1:16; Heb. 10:22) O apóstolo Paulo exorta: “Purifiquemo-nos de toda imundície da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade em temor de Deus.” (2 Cor. 7:1) Somos limpos por dentro, no coração e na mente? Então, não devemos também empenhar-nos em nos manter limpos por fora?

      A NECESSIDADE DO DESCANSO DEVIDO

      Cada dia, milhões de células do corpo decompõem-se e precisam ser substituídas. Seu corpo acumula certos resíduos que se ajuntam nos músculos especialmente em resultado de trabalho e exercício. Estes resíduos são o que lhe dá a sensação de cansaço. Seu corpo exige descanso suficiente para se livrar destes resíduos acumulados e também para poder produzir células novas, para manter seu corpo em boa forma e em bom funcionamento. Também seu sistema nervoso central e seu cérebro precisam de descanso. Eles só podem descansar quando dorme.

      Sendo jovem, talvez ache que pode passar com pouco sono. Mas, seu vigor e sua energia juvenil podem ser enganosos. Podem ocultar os sintomas de danos sérios que talvez se desenvolvam por falta de suficiente descanso. Na realidade, o corpo em desenvolvimento duma pessoa jovem exige mais, não menos, sono do que o de um adulto. A falta de sono estorva o pensamento e aumenta o esquecimento, reduz a capacidade de atenção e os reflexos do corpo. Pode fazê-lo tenso, desassossegado, irritável e intratável. Isto acontece especialmente em condições de pressão e tensão.

      Por isso, coopere com seu corpo por dar-lhe o descanso de que precisa. Quando seus pais o mandam ir para a cama em certa hora, reconheça que a orientação deles é certa. Se obtiver sono suficiente cada noite, melhorarão a qualidade e a velocidade de seu trabalho. Achará a vida mais agradável e terá menos queixas.

      MOSTRE APREÇO PELA PROVISÃO DO CRIADOR

      Sim, cada um de nós pode acompanhar o salmista em dizer: “Elogiar-te-ei [Jeová] porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida.” Nosso corpo atesta a sabedoria e também o amor de nosso Pai celestial. — Sal. 139:14-16.

      Se apreciarmos o dom da vida que usufruímos em nosso corpo, então devemos usá-lo para a honra de nosso Criador e também para a de seu Filho, que deu sua vida para que nós obtivéssemos a vida. Siga o exemplo do apóstolo Paulo, que expressou o desejo de que “Cristo [fosse] magnificado . . . assim como sempre antes, também agora, por meio do meu corpo”. — Fil. 1:20; 1 Cor. 6:13.

      Iguais a Paulo e a Jesus, a quem Paulo seguiu, podemos às vezes ser obrigados a passar sem alimento ou descanso suficiente, por estarmos dispostos a passar dificuldades no serviço de Jeová. (2 Cor. 6:4, 5) Mas, nunca devemos abusar de nosso corpo ou negligencia-lo por mero descuido ou por motivos egoístas ou estupidez. Isto mostraria falta de respeito para com Aquele a quem devemos a nossa vida.

      “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” Ele o recompensará e abençoará ricamente pelo apreço que mostra ter para com as Suas provisões amorosas. — 1 Cor. 10:31.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1973 | 1.° de janeiro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Diz-se que grande número de cristãos foram mortos durante a perseguição romana no primeiro século da Era Comum. Então, como é possível que milhares de pessoas, neste século, tenham sido chamadas para se tornar parte do corpo de Cristo composto apenas de 144.000? — E. U. A.

      Existem indícios históricos de que muitos cristãos foram ferreamente perseguidos e até mesmo mortos, nos primeiros séculos. No entanto, é preciso lembrar que a morte de mártir, em si mesma, não concede à pessoa mérito perante Jeová Deus, nem lhe garante ser membro do seu reino celestial. Muitos, até mesmo em tempos recentes, estiveram dispostos a morrer por motivos religiosos ou outros. Afirmar alguém ser cristão e até mesmo morrer por sua crença não significa em si mesmo que ele é servo aprovado de Jeová Deus. Conforme o apóstolo Paulo escreveu aos Coríntios: “Se eu der todos os meus bens para aumentar os outros, e se eu entregar o meu corpo, para jactar-me, mas não tiver amor, de nada me aproveita.” (1 Cor. 13:3) Não é a morte, mas a fidelidade até a morte, que determina se alguém há de receber “a coroa da vida”. — Rev. 2:10.

      Assim, haver hoje ainda um restante dos 144.000 na terra indicaria que até este século vinte menos de 144.000 terminaram sua carreira terrestre em fidelidade.

      Embora alguns talvez estejam inclinados a pensar que certamente devem ter estado envolvidas mais pessoas mesmo já nos primeiros séculos da Era Comum, falta inteiramente qualquer prova real neste sentido. Atualmente, é impossível até mesmo só saber-se quantos foram mortos, muito menos ainda quantos permaneceram fiéis até a morte. “Temos praticamente apenas poucos fatos em que nos basear”, escreve Frederick John Foakes-Jackson no livro History of Christianity in the Light of Modern Knowledge (História do Cristianismo à Luz do Conhecimento Moderno). Ele declara adicionalmente: “O testemunho sobre a perseguição de Nero é registrado por dois historiadores romanos, Tácito e Suetônio, que ambos eram muito jovens quando ela ocorreu, e eles escreveram na vida madura. Não há nenhum documento contemporâneo cristão que a descreva, embora talvez se faça alusão a ela no livro de Revelação . . . . Tertuliano, no fim do segundo século, é a nossa autoridade que diz que Nero e Domiciano, porque foram os dois piores imperadores nos primeiros séculos, perseguiram os cristãos.” No início do terceiro século E. C., Orígenes, (escritor e instrutor cristão) observou: “De vez em quando tem havido alguns, facilmente contados, que morreram pela religião cristã.”

      Muita coisa escrita sobre os mártires cristãos foi embelezada pela tradição e por isso não é

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