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Desenvolvimento da linhagem humana do “descendente”O “Propósito Eterno” de Deus Triunfa Agora Para o Bem do Homem
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esposa Sara, Abraão gerou um filho por meio da escrava egípcia dela, Agar e chamou-o Ismael. (Gênesis 16:1-16) Treze anos depois, em 1919 A. E. C., Jeová disse a Abraão que Ismael não serviria qual verdadeiro “descendente”, mas que se escolheria um filho de sua verdadeira esposa Sara para ser o “descendente”. Seria o filho duma mulher livre. E assim, no ano seguinte nasceu Isaque, quando Sara tinha noventa anos de idade. “E Abraão tinha cem anos de idade quando lhe nasceu Isaque, seu filho.” No oitavo dia de sua vida, Isaque foi circuncidado, assim como havia sido seu pai Abraão no ano anterior. — Gênesis 21:1-5.
25. O que mostra o relato quanto a se Jeová constituiu uma nação incluindo todos os filhos naturais de Abraão?
25 É interessante notar que Deus não fez então uma nação dos seus dois filhos, Ismael, o primogênito, e Isaque, uma nação de duas tribos. Não, mas cinco anos depois, ao pedido urgente de sua esposa Sara, Abraão despediu Agar e seu filho Ismael de sua casa, para tomarem conta de si mesmos e irem aonde quer que quisessem. (Gênesis 21:8-21) Tampouco depois, após a morte de Sara em 1881 A. E. C., fez Deus uma nação, uma nação de sete tribos, de Isaque e dos outros filhos que Abraão gerou por meio duma concubina, Quetura. “Posteriormente, Abraão deu a Isaque tudo o que possuía, mas, aos filhos das concubinas que Abraão tinha, Abraão deu dádivas. Então os enviou para longe de Isaque, seu filho, enquanto ainda vivia, para o leste, para a terra do Oriente.” — Gênesis 25:14.
26. Por causa de que demonstração admirável de te recebeu Abraão uma bênção especial na terra de Moriá, e o que se declarava nela?
26 Uma demonstração muito admirável de fé da parte de Abraão levou a uma grande bênção para este “amigo” de Jeová. Esta resultou depois duma prova esquadrinhadora da fé e obediência de Abraão para com o Deus Altíssimo. A bênção de aprovação divina foi proferida no cume dum monte na terra de Moriá, considerado por muitos como tendo sido o lugar onde o Rei Salomão construiu o magnífico templo de Jeová séculos depois. (2 Crônicas 3:1) Ali, no lugar indicado por Jeová e na lenha empilhada num recém-construído altar de pedra, jazia a figura dum rapaz. Era Isaque. Ao lado do altar estava seu pai Abraão com um cutelo na mão. Ele estava prestes a cumprir a ordem de Deus, de matar sacrificialmente Isaque e oferecê-lo qual oferta queimada a Deus, que lhe havia dado milagrosamente o rapaz. Daí:
“O anjo de Jeová começou a chamá-lo desde os céus e a dizer. ‘Abraão, Abraão!’” Não estendas tua mão contra o rapaz e não lhe faças nada, pois agora sei deveras que temes a Deus, visto que não me negaste o teu filho, teu único.’ . . . E o anjo de Jeová passou a chamar Abraão pela segunda vez, desde os céus, e a dizer: ‘“Juro deveras por mim mesmo”, é a pronunciação de Jeová, “que, pelo fato de que fizeste esta coisa e não me negaste teu filho, teu único, seguramente te abençoarei e seguramente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como os grãos de areia que há à beira do mar; e teu descendente tomará posse do portão dos seus inimigos. E todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas por meio de tua descendência, pelo fato de que escutaste a minha voz.” ’”— Gênesis 22:1-18.
27. O que mostrou esta declaração divina quanto à escolha do “descendente” e quanto a se buscar uma bênção por meio dele?
27 Isto significava que o “descendente” prometido, por meio de quem todas as nações procurariam uma bênção viria por meio da linhagem de Isaque. Jeová Deus mostrou assim que ele fazia a escolha da linhagem e que todos os meios-irmãos de Isaque não participavam em prover este “descendente”. Não obstante, as nações descendentes dos meios-irmãos de Isaque podiam procurar para si uma bênção por meio deste “descendente”. Todas as nações da atualidade, quer dizer, pessoas de todas as nacionalidades, hoje em dia, podem igualmente procurar uma bênção mediante o “descendente” de Abraão.
28. Sem viveu o bastante para saber de que acontecimentos relacionados com a sua descendência?
28 O patriarca Sem, sobrevivente do dilúvio global, viveu o bastante para saber desta bênção divina proferida sobre Abraão; de fato, Sem viveu o bastante para saber do casamento de Isaque com a bela Rebeca, de Harã, na Mesopotâmia. Sem viveu até 1868 A. E. C., dez anos após este casamento, mas não viveu para ver a prole deste casamento. No entanto, Abraão a viu. — Gênesis 11:11; 25:7.
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A escolha divina segundo o “propósito eterno”O “Propósito Eterno” de Deus Triunfa Agora Para o Bem do Homem
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Capítulo 8
A escolha divina segundo o “propósito eterno”
1. Que pergunta surgiu quanto à descendência do homem com quem Deus renovou sua promessa pactuada?
JEOVÁ DEUS escolheu renovar com Isaque a promessa pactuada feita a seu pai Abraão. (Gênesis 26:1-5, 23, 24) Embora se casasse aos quarenta anos de idade, Isaque chegou a ter sessenta anos de idade antes de ter filhos — gêmeos. Será que Jeová, que respondeu a oração de Isaque pedindo filhos, faria uma escolha quanto a estes meninos gêmeos?
2. Como revelou Jeová a qual dos gêmeos ele escolheu?
2 Jeová indicou a sua escolha durante a gravidez de Rebeca, depois de ela ter orado e perguntado sobre a sua condição: “Jeová passou a dizer-lhe: ‘Há duas nações no teu ventre e dois grupos nacionais serão separados das tuas entranhas; e um grupo nacional será mais forte do que o outro grupo nacional, e o mais velho servirá ao mais jovem.” Esaú veio a ser o primogênito e Jacó o segundo dos gêmeos. (Gênesis 25:20-23) Jeová indicou assim que não faria uma só nação destes filhos gêmeos de Isaque, uma nação de duas tribos. Antes, haveria dois grupos nacionais, sendo o grupo nacional do gêmeo mais velho o mais fraco e servindo o grupo nacional do gêmeo mais moço. Isto invertia o direito natural que o primogênito tinha à precedência. Jeová revelou assim a quem ele escolheu.
3. Dependia tal escolha de obras humanas ou daquele que faz a chamada?
3 O Deus Todo-poderoso, Todo sábio, tinha direito de fazer isso, segundo seu propósito para a bênção de toda a humanidade. Sobre isto escreveu um comentador bíblico do primeiro século: “Quando Rebeca concebeu gêmeos de um só homem, Isaque, nosso antepassado: pois, quando ainda não tinham nascido, nem tinham
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