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  • Esqueceu-se Deus do homem?
    Despertai! — 1973 | 8 de maio
    • da catástrofe! Quão claro é que o homem não pode governar-se com êxito, à parte de Deus! Nem pode alguém queixar-se agora de que Deus não permitiu que houvesse bastante tempo para resolver tais questões.

      Todavia, durante estes últimos 6.000 anos, o que Deus tem feito para pôr fim às dificuldades do homem? Será que tem ficado sentado à toa, observando a humanidade estrebuchar e sofrer? Na verdade, Deus tem sustentado maravilhosamente as leis e os processos que tornam possível a vida na terra. Mas, fará algo a fim de satisfazer a necessidade que o homem tem de paz, saúde e felicidade?

  • Como Deus satisfaz as necessidades do homem
    Despertai! — 1973 | 8 de maio
    • Como Deus satisfaz as necessidades do homem

      QUASE que diariamente, agora, lembra-se-nos a necessidade de o homem ser ajudado a solucionar seus problemas. “Os problemas do dia”, observou U.S. News & World Report, “parecem presentemente estar além do poder de qualquer governo resolver”.

      Apontando a condição desesperada da situação mundial, o editor médico Dr. Frank J. Ayd disse: “É atemorizante que tantas pessoas de visão creiam que talvez não sobrevivamos para ver o século 21”, que está a menos de trinta anos de nós.

      A luta da humanidade tem sido comparada à de passageiros num navio que se debate num mar tempestuoso. “Não temos direção, estamos sem leme, e não estamos certos para onde vamos”, lamentou o Dr. Wilson Head, professor canadense de ciências sociais. O editor de Intelligence Digest disse: “Somente Deus pode resolver os assuntos mundiais.”

      Mas, pode-se depender de Deus para solucionar os problemas que os homens não conseguiram resolver? Há razão de se esperar que o faça?

      O Que Deus Tem Feito

      Bem, o que esperaria de um Deus bom, um que tem provido o sol e a chuva e todas as lindas coisas vivas que tornam esta terra um lugar tão deleitoso para se viver? Não esperaria que ele fizesse algo para satisfazer as necessidades do homem e paz e felicidade duradouras? Tem feito quaisquer preparativos para isto?

      A Bíblia mostra que tem. Era o propósito original de Deus que os humanos vivessem em saúde e felicidade perfeitas numa terra paradísica, e jamais alterou este propósito. Assim, logo depois de Satanás ter desviado Adão e Eva de Deus, Deus prometeu suscitar um libertador ou descendente que aniquilaria Satanás e estabeleceria uma justa nova ordem de paz, para o benefício de todos os descendentes de Adão e Eva que preferissem ser leais a Deus. Deus explicou, em linguagem profética, como este Libertador destruiria Satanás, afirmando: “Ele [o descendente] machucará a cabeça [de Satanás].” — Gên. 3:15.

      Com o tempo, Deus revelou por meio de que linhagem familiar viria o “descendente”, dizendo a seu fiel servo, Abraão: “Todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas por meio de tua descendência.” (Gên. 22:18) Posteriormente, Deus prometeu no tocante ao Rei Davi, de Israel: “Hei de estabelecer sua descendência para todo o sempre e seu trono como os dias do céu. A própria descendência dele é que mostrará ser por tempo indefinido, e seu trono como o sol diante de mim.” — Sal. 89:29, 36.

      Com o passar dos séculos, Deus também indicou em sua Palavra muitas das bênçãos que a regência justa deste prometido “descendente” traria à humanidade. Predisse, para exemplificar, que todos os malfeitores seriam exterminados, que apenas os justos chegariam a viver para sempre na terra, e que os humanos usufruiriam perfeita saúde e paz num restaurado paraíso terrestre. (Sal. 37:9-11, 29; Isa. 11:1-9; 25:6-8) Assim ao invés de esquecer-se do homem, Deus, durante todos aqueles anos, fazia preparativos para a bênção eterna da humanidade.

      Outrossim, um passo necessário no desenrolar dos propósitos de Deus era enviar à terra seu prometido Libertador e Regente. Por quê?

      Chega o Prometido

      Quando ele chegou, este foi devidamente identificado como o “‘descendente’, que é Cristo”. (Gál. 3:16; 4:4) Quando nasceu, foi feito um anúncio: “Este será grande e será clamado Filho do Altíssimo . . . e ele reinará . . . e não haverá fim do seu reino.” — Luc. 1:30-33.

      Todavia, este, Jesus Cristo, não assumiu sua regência enquanto na terra. Deveria assumir? Não, não naquele tempo. O que fez foi demonstrar que regente desejável seria, por prover as necessidades das pessoas de forma milagrosa. Por exemplo, em duas ocasiões, alimentou milhares de pessoas famintas com apenas alguns pães e alguns peixes. — Mat. 14:19-21; 15:34-37.

      Também, Jesus curou milagrosamente os doentes. Com efeito, curou a todos que foram trazidos a ele! (Mat. 15:30, 31) Ainda mais notável foi Jesus ressuscitar os mortos! Exemplificando: havia a viúva que chorava no enterro de seu único filho. Aconteceu que Jesus deparou com tal cena patética, e lhe disse: “Pára de chorar.” Daí, dirigiu-se ao cadáver do filho dela e disse: “Jovem, eu te digo: Levanta-te!” E o homem retornou à vida, e Jesus “o entregou à sua mãe”. — Luc. 7:11-16.

      No entanto, Jesus trouxe mais do que benefícios materiais às pessoas. Também lhes mostrou como viverem juntas em paz e em felicidade, demonstrando-lhes como exercer genuíno amor. Disse: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” — João 13:34, 35.

      Daí, Jesus foi morto por opositores. Mas, sua morte serviu a um propósito vital, fornecendo um meio de libertação da morte para a descendência de Adão. Como assim?

      Bem, os humanos morrem por causa do pecado e da morte herdados de seu antepassado Adão. (Rom. 5:12) Jesus, contudo, não recebeu a vida por transmissão do pecador Adão, visto que Jesus tinha sido um anjo no céu, e sua força de vida foi transferida de lá para a terra. Assim, a vida humana perfeita de Jesus podia ser dada qual resgate a fim de comprar o direito de vida perdido, pelo pecado de Adão contra Deus, para todos os descendentes de Adão. — Mat. 20:28; João 3:16.

      Assim, então, a morte de Jesus não era algo realmente inesperado. Com efeito, a profecia de Deus tinha predito que o “descendente” seria ferido no calcanhar. (Gên. 3:15) Como um ferimento no calcanhar, a morte de Jesus era dolorosa, mas não incapacitava de forma permanente. Isto foi porque Deus o levantou de novo à vida. Muitas testemunhas oculares testemunharam a ressurreição dele. — Mat. 28:1-10; Atos 1:8-11; 2:32.

      Significado Atual

      ‘Mas, como é que todas estas coisas que a Bíblia diz me ajudam?’ — alguém talvez pergunte. ‘Mesmo se Jesus realmente fez todos aqueles milagres e Deus o ressuscitou, como é que isso traz benefícios aos famintos, aos doentes e aos moribundos hoje?’

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