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  • Desemprego — ainda é um problema mundial
    Despertai! — 1985 | 22 de janeiro
    • Desemprego — ainda é um problema mundial

      O DESEMPREGO envolve mais do que simplesmente estar sem trabalhar. “Perde-se gradualmente o respeito próprio, o senso de identidade e o contato com o mundo exterior”, foi a reação dum ex-professor. Outro trabalhador ocioso disse: “Sinto-me como se estivesse morto por dentro.” Alguns despedidos ficaram tão desesperados que ameaçaram matar os conselheiros trabalhistas.

      A complexidade do problema se torna mais evidente, contudo, à medida que o número de desempregados aumenta em todo o mundo. “Mais de 500 milhões de pessoas estão desempregadas ou subempregadas no Terceiro Mundo, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho”, veiculou o jornal The Toronto Star. “Outros 50 milhões estão sem emprego na Europa e na América do Norte”, acrescentou, indicando o escopo da situação. O Canadá distribuiu 6,8 bilhões de dólares em benefícios do seguro de desemprego num período de dez meses, cerca de 72 por cento mais do que no mesmo período do ano anterior. E o total de desempregados do Canadá subiu recentemente para 13,5 por cento, de uma porcentagem anterior de 11,2 por cento.

      Embora a taxa de desemprego nos Estados Unidos tenha diminuído para 8 por cento em 1984, há estados que apresentaram taxas de até 14,9 por cento.

      “Para mais de 10 milhões de americanos, que desesperadamente precisam de emprego e desejam tê-lo, não se consegue sequer avistar a recuperação”, afirma o presidente dum sindicato trabalhista, Lane Kirkland, na revista U.S.News & World Report.

      As perspectivas de emprego na Grã-Bretanha também são mínimas. Um informe do Grupo Econômico de Cambridge prevê o aumento do desemprego para mais de quatro milhões, no fim da década.

      Em oito países da Europa e no Japão, havia mais desemprego em 1984 do que no ano anterior, observava a revista The Economist, de 18 de fevereiro de 1984. No inverno setentrional passado, a República Federal da Alemanha atingiu seus maiores totais de desemprego em sua história do após-guerra.

      Na Iugoslávia, “até uns 15 por cento dos trabalhadores daquela nação — cerca de 900.000 pessoas — estão desempregados, sendo que as fileiras dos sem emprego ainda estão crescendo”, afirma U.S.News & World Report.

      Um de cada cinco trabalhadores da Costa do Marfim está ocioso, calcula a revista Time.

      As Conseqüências

      Muitos não avaliam as conseqüências psicológicas, físicas e sociais para os desempregados e suas famílias, ou como as tênues perspectivas de conseguir emprego aumentam as frustrações dos desempregados. Não ter um emprego “pode ter devastadores efeitos sobre os trabalhadores e suas famílias”, dizia certo informe sobre desemprego. Explicava: “Perda do respeito próprio, insônia, relacionamentos familiares tensos, violência doméstica, depressão, abuso do álcool, e até mesmo o suicídio são reações bem-documentadas da perda dum emprego.” Afirmam as manchetes: “Suicídio e crime relacionados com o desemprego.”

      Alguns questionam o “vínculo suicídio-economia”, mas os pesquisadores nos Estados Unidos apontam um aumento de 13 por cento nos suicídios durante um período de três meses, nos EUA, em que o “aumento correspondente da taxa de desempregos foi de 28 por cento”. De acordo com sua análise, “o aumento de 1 ponto percentual na taxa anual de desemprego leva a 320 suicídios adicionais de homens por ano”.

      São graves os efeitos psicológicos negativos. “O desemprego é um assassino”, afirmava outra manchete. A notícia falava do aumento das doenças cardiovasculares e do aumento de homicídios. Certo médico e jornalista, Hugh Drummond, chamou o desemprego de “uma das maiores ameaças para a saúde que já existiu”. Um ministro religioso declarou: “Tenho celebrado funerais de homens que creio morreram de desemprego.”

      Se estiver desempregado, pode fazer algo para enfrentar as devastações causadas pelo desemprego? Existem meios de ir levando as coisas até voltar a empregar-se? Há maneiras de criar seu próprio trabalho ou encontrar um outro serviço? Que se pode fazer quanto à sua disposição mental, tão essencial para se manter o equilíbrio?

  • Como enfrentar o desemprego
    Despertai! — 1985 | 22 de janeiro
    • Como enfrentar o desemprego

      SENTE-SE uma ferroada ao ouvir as palavras cortantes: ‘Sinto muito, mas teremos de despedi-lo.’ Daí, uma sensação de desespero toma conta da pessoa. Temores quanto ao futuro se apoderam dela. Tênues perspectivas de emprego somente acrescentam os sentimentos já dominantes de desamparo e de frustração. Torna-se um pesadelo enfrentar cada novo dia. Incessante sensação de vergonha paira sobre a pessoa, como uma nuvem negra.

      Para crescente segmento da população, é deveras real a perspectiva de defrontar-se com tal situação. Para muitos outros, já é dura realidade. Permeia todas as raças, idades e níveis econômicos sem misericórdia, atingindo crescentes números de pessoas que, antes, jamais pensaram que seriam desempregados involuntários. As conseqüências podem deixar marcas duradouras nos indivíduos e nas famílias, muito depois de ser equacionado o problema do emprego. Pode-se fazer algo para enfrentar isso?

      Sua Disposição Mental

      Primeiro de tudo, precisa manter um conceito positivo. Se os seus patrões em potencial notarem sua disposição negativa, podem identificá-lo como perdedor, e concluir erroneamente que não é a pessoa apropriada para tal cargo. Assim, controle sua reação e não se deixe sobrepujar por ela. Não é um beco sem saída. Reanime-se por saber que não é o único sem emprego. Naturalmente, perder o emprego pode ser uma das mais traumáticas experiências da vida. Mas se ainda está vivo e possui alguns bens, nem tudo está perdido.

      Poderá combater o temor e a ansiedade. Provocam sentimentos negativos que corroem sua autoconfiança. Fique cônscio da armadilha da auto-incriminação. (‘Deve haver algo de errado comigo! Sou um inútil! Por que ele está trabalhando e eu não?’) Resista ao impulso de culpar outros. (‘O chefe nunca gostou mesmo de mim!’) Não encare seu desemprego como um obstáculo permanente, mas como um que pode ser removido, mesmo que isso leve tempo.

      Alguns desempregados se afastam da família e dos amigos. Não fique com receio de, pelo contrário, perdir-lhes ajuda. Não se esconda. Se seus filhos tiverem idade suficiente para compreender as coisas e ajudá-lo, informe-os. Busque a cooperação deles. Exponha aos outros seus sentimentos, suas idéias e seus temores. Ninguém saberá pelo que está passando a menos que fale sobre isso. Acolha o apoio emocional das pessoas que se preocupam com o leitor. Observa certa máxima antiga: “O verdadeiro companheiro está amando todo o tempo e é um irmão nascido para quando há aflição.” (Provérbios 17:17) Se for parente ou amigo de alguém desempregado, está-se revelando um “verdadeiro companheiro” por mostrar empatia e apoio? A família e os amigos podem ajudá-lo a superar o angustiante choque do desemprego.

      Sugestões Práticas

      Quando chegarem as contas, não as ignore, fingindo que o problema desaparecerá por si só. O que pensaria se alguém que lhe devesse dinheiro fosse evasivo e não lhe explicasse nada sobre os motivos de não estar saldando sua dívida na época certa? Colherá benefícios da aplicação deste bom conselho: “Sempre tratai os outros como quereis que eles vos tratem.” (Mateus 7:12, The New English Bible) Por conseguinte, se não puder pagar suas contas, converse com seus credores. Se os avisar disso, eles, não raro se dispõem a criar um plano alternativo de pagamentos até que consiga de novo um emprego.

      Em seguida, examine de modo realístico sua situação. Comece a fazer planos para utilizar seus bens. E, deveras, dispõe pelo menos de um bem valioso — sua experiência de trabalho. Com ela, poderá começar a procurar outro emprego.

      Mas primeiro, verifique o que seu anterior trabalho lhe deve. Tem vencimentos a perceber ainda? Tem seguro-desemprego? Acha-se disponível algum abono de desemprego? Existem outras provisões governamentais? [No Brasil: Fundo de Garantia, PIS, PASEP, etc.] Certifique-se de ficar a par de todas. Recorra a elas, caso se habilite. Não fique acanhado de solicitar tais ajudas quando realmente precisar delas. Por exemplo, será embaraçoso solicitar cuidados médicos quando estiver ferido ou não se sentir bem? Ademais, é provável que tais fundos existam graças aos impostos que o leitor e outros pagam. Assim, considere isto como uma espécie de seguro. Que outros aspectos podem ser explorados?

      Elimine despesas desnecessárias: Agora, esteja ou não desempregado, olhe em sua volta e veja o que deve ser feito a fim de reduzir os gastos, ou até eliminá-los. Isto talvez exija um ajuste em seu estilo de vida, mas é mister enfrentar realisticamente tal emergência. Eis aqui algumas sugestões. Tente reduzir, se possível, as contas de luz (para ar-condicionado ou aquecimento). Em algumas casas, isto pode ser feito por simples ajuste dum termostato. Também, considere combustíveis alternativos que podem ser mais baratos (ex. carvão).

      Alguns gastam uns Cr$ 500 mil por ano com cigarros, uns Cr$ 800 mil com bebidas alcoólicas e uns Cr$ 2 milhões por ano por comer em restaurantes. Há muita coisa que podem fazer para reduzir tais despesas e viver de acordo com seus meios!

      As famílias poderiam considerar quantas TVs possuem. Será necessário terem mais de uma ligada ao mesmo tempo? Ou não bastará apenas uma para toda a família? Muita gente vive sem nenhuma! Quantos telefones dispõe? Não bastaria um? Quantos carros possui? Que dizer de itens de luxo? Em alguns lugares, o “snowmobile”? O “trailer”? Outro equipamento recreativo? Todos dão despesas de combustível, consertos e seguros. Além de reduzir os custos, a venda destes e de outros itens de sobra podem dar-lhe alguma renda adicional.

      Poupar com Comida: Várias famílias podem juntar-se e fazer compras de grandes quantidades de alimentos básicos a preços de atacado, e então dividir os alimentos entre si. Procure vendas especiais. Compre itens ‘da época’ e os congele, coloque em conserva ou preserve tais alimentos. Alguns compram todas as frutas, hortaliças, carnes e aves diretamente dum sítio, com grande economia. Pode-se poupar ainda mais quando se faz a colheita diretamente em alguns sítios. Isto também pode contribuir para um passeio saudável ao ar livre para a família. Alguns donos de sítios se dispõem a permitir que respigue o que sobra depois da colheita — sem cobrarem nada! Verifique se há tal possibilidade.

      Algumas famílias utilizam suas próprias terras, ou arrendam terras, quando disponíveis, e cultivam suas próprias hortaliças e criam suas aves. As conservas e o congelamento poupam dinheiro quando se dispõe de mais alimentos frescos do que poderia consumir. Se não tem meios de arrendar terrenos, pergunte a donos de sítios, a amigos e a parentes se poderia usar gratuitamente pequeno terreno deles. Caso sua saúde ou sua idade não lhe permitam cultivar hortas, verifique em sua biblioteca (ou livraria) local o que pode ser cultivado em floreiras nas janelas. Talvez fique surpreso com o que pode ser feito, e quanta economia isso lhe trará!

      Há mães que descobriram que algumas quitandas e supermercados jogam fora bons alimentos nas tardes de sábado por acharem que podem estragar-se no fim-de-semana. Estas senhoras fizeram arranjos de pegar estes alimentos bons antes de serem jogados fora. Outras compram pão dormido e outros itens de padaria e congelam o que não utilizam de imediato. Ou talvez possa economizar por assar seu próprio pão. Tudo ajuda.

      Reduzir Despesas com Roupas: Estas podem ser sensivelmente reduzidas por costurar suas próprias roupas e por trocar vestes com outras famílias que possuem filhos em idade de crescimento. Se comprar algumas peças de roupa, espere as vendas especiais. Também, tente olhar as lojas de roupas de segunda mão que apresentam roupas de qualidade. Não raro, as pessoas vendem seus bens usados no que são popularmente chamados de mercados das pulgas ou “butiques” domésticas. As roupas logo ficam pequenas demais para as crianças, assim, amiúde é possível fazer boas compras. (Nessas “butiques” domésticas também se consegue comprar brinquedos baratos para as crianças.) Mas, faça compras com cuidado! Compre apenas o que realmente precisar. Cuidado para não comprar por impulso.

      Poupar com Habitação: Alguns tiveram de fazer o sacrifício de deixar casas que tinham elevada prestação ou aluguel, e mudar-se para apartamentos, casas-reboques ou casas no interior que podiam pagar. Outros tiveram de passar a morar com parentes ou amigos — se necessário, dividindo a casa para alojar duas famílias. Às vezes, isto também lhes permitiu eliminar o custo de ter outro automóvel. Anos atrás, muitas famílias viviam assim, com grande benefício para todos. Naturalmente, precisará haver, em tal arranjo, um dar e um receber. Mas, existe qualquer problema que o amor genuíno não possa solucionar? O leitor e seus filhos talvez descubram a alegria de viver junto com os avós, na mesma casa.

      Desemprego Oferece Oportunidades

      Embora seja assustador ficar desempregado, pode vir a ser uma bênção. Provérbios 20:30 diz: “Às vezes é preciso uma experiência dolorosa para nos fazer mudar nossos modos de agir.” — Today’s English Version (Versão no Inglês de Hoje).

      O desemprego lhe dá a oportunidade de descobrir a si mesmo. Dá-lhe tempo para reavaliar sua vida e repensar as coisas. Dá-lhe oportunidade de focalizar suas perícias não-aproveitadas e de explorar uma variedade de opções de emprego em que o leitor jamais teve tempo de pensar antes. Talvez possa descobrir que outro tipo de trabalho lhe seja mais apropriado e até mesmo mais agradável.

      O desemprego lhe dá oportunidade de aprofundar os relacionamentos familiares. Com demasiada freqüência, as pessoas se mostram ocupadas demais ou cansadas demais depois de um dia de trabalho para aprofundarem o conhecimento de seu cônjuge ou de seus filhos tão bem quanto gostariam. Agora, pode fazer as coisas com os membros da família, ou para eles, que talvez não tenha tido tempo de fazer no passado, como preparar um jantar, ou construir aquela prateleira extra do armário embutido. No entanto, ainda deseja obter um emprego. A questão é como encontrá-lo.

      [Foto na página 6]

      PREÇO DE OCASIÃO

      COLHA À VONTADE

  • Encontre um emprego, ou crie um
    Despertai! — 1985 | 22 de janeiro
    • Encontre um emprego, ou crie um

      ‘QUE dizer de um novo emprego?’ — pergunta. Talvez precise achar um emprego num campo diferente, e é possível que pague menos. Muitos, porém, aprenderam a contentar-se com menor renda. Quiçá verifique que, com alguns ajustes, acabe ganhando menos, mas tendo mais! Neste sentido, é mister ter um orçamento.

      Outro essencial ao se procurar um emprego é a persistência. O desânimo pode dominá-lo facilmente, depois de alguns desapontamentos. Mas, lembre-se, embora os empregos sejam escassos, sempre haverá trabalhadores que largam o emprego, que se aposentam, que morrem ou que são transferidos. Assim, “gastar sola de sapato ainda é um dos melhores métodos de se achar emprego”, disse certa notícia de jornal. Dirija-se a fábricas, escritórios e centros de emprego. Leia os anúncios de jornais. E, observe: “Os peritos concordam que de 50 a 80 por cento de todas as oportunidades de emprego jamais são anunciadas.” Assim, verifique se os parentes, amigos e vizinhos sabem de algumas vagas de empregos. Deixe que saibam o que pode e está disposto a fazer. Prepare e deixe seu currículo com eles e nos locais em que solicitar emprego.a Esteja disposto a mudar, se tiver de fazê-lo. As localidades em que há empregos disponíveis variam, de tempos a tempos.

      Mas não se mantenha tão ocupado a ponto de não ter mais tempo para gozar a vida, de vez em quando. A busca constante dum serviço aumenta a tensão e o stress prejudiciais, ao passo que breves intervalos para recreação trazem alívio.

      E se tudo isso falhar? Ou o que pode fazer até conseguir um emprego? Muitos aprenderam a criar seu próprio trabalho. Isto tem tido êxito em especial no campo dos serviços, fornecendo a outros o que eles desejam ou precisam. Por exemplo, quando certa família descobriu que não havia nenhuma loja de roupas usadas em sua cidade, abriram uma! Ou que dizer dum “encarregado das plantas”? Muitas lojas, escritórios, hotéis e entradas de aeroportos têm muitas plantas verdes, nos tempos atuais. Fornecer e cuidar destas plantas em vários lugares pode prover uma renda adequada, amiúde com horas de trabalho a critério da própria pessoa.

      Para os que não podem sair de casa, também há oportunidades. Talvez seja boa em confeitos, ou prepare saborosas comidas típicas que sejam bem procuradas em sua localidade. Muitos restaurantes compram tais itens bem-preparados, para oferecerem. Ou talvez tenha de anunciar seus produtos. Na maioria das cidades há semanários ou publicações tipo “shopping-news” que oferecem anúncios grátis. Há supermercados que possuem quadros de anúncios em que as pessoas podem anunciar itens a venda. Certa senhora que fazia confeitos poloneses ficou surpresa com a acolhida recebida pelo seu primeiro anúncio grátis: encomendas de mais de Cr$ 300 mil! Há outras coisas, tais como costurar e reformar roupas, que também podem ser feitas em casa. A tabela acompanhante deste artigo alista outras possibilidades de trabalho que ajudaram outras pessoas a evitar as agruras do desemprego.

      O principal é manter-se ocupado — mesmo fazendo serviços voluntários, se necessário. Uma das vantagens do serviço voluntário é mostrar a patrões em perspectiva que o leitor é laborioso. Ademais, aumenta sua autoconfiança, porque está ocupado em ajudar outros.

      Mantenha Uma Perspectiva Positiva

      Alguns que aplicaram com êxito as recomendações acima não gostariam de voltar a seus antigos empregos, mesmo se pudessem. A perda de emprego os habilitou a achar trabalho em outro campo que se provou bem mais agradável. Estão em melhor situação financeira, de muitos modos, e dispõem de mais tempo para estar com suas famílias.

      Não se desespere se estiver desempregado ou se espera ser despedido logo. Encare o futuro com confiança. Se tiver forte fé nas promessas da Bíblia, então sua condição de desempregado não o abalará tanto se se lembrar que Ele diz: “De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei”, e: ‘Lançai sobre ele [Deus] toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.’ — Hebreus 13:5; 1 Pedro 5:7.

      A fé nestas promessas pode sustentá-lo. Junto com as sugestões práticas aqui fornecidas, vai ajudá-lo a superar o desemprego.

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