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Unção para uma esperança celestial — como se manifesta?A Sentinela — 1975 | 15 de agosto
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da nossa parte e devemos procurar de todos os modos e em todas as ocasiões refletir com dignidade os modos e as qualidades de nosso Pai celestial. Reconheceremos que, quanto a ser ungidos para a chamada celestial, o importante não é o simples ato da participação dos emblemas de pão e vinho por alguém, mas, antes, o importante é a ação e decisão de Deus. Assim, também, não é a afirmação de alguém que é mais importante, mas ter ele “o espírito de Cristo” como filho ungido, e, em face de provas, finalmente sair vencendo para se tornar filho espiritual de Deus. — Rev. 2:7, 11, 17, 26; 3:11, 21; 21:7.
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O salário da deslealdadeA Sentinela — 1975 | 15 de agosto
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O salário da deslealdade
NÃO há lugar para alguém desleal no arranjo de Deus ou do homem. Isto se dá especialmente com os que ocupam cargos de responsabilidade. A Bíblia diz: “O que se procura nos mordomos é que o homem seja achado fiel.” — 1 Cor. 4:2.
Quando Jesus Cristo esteve na terra, doze homens tiveram a oportunidade sem igual de ser seus companheiros íntimos — para aprenderem dele diretamente e para serem seus discípulos de mais responsabilidade. Um deles, porém, perdeu o apreço e tornou-se desleal, causando grandes dificuldades a Jesus e aos onze apóstolos fiéis. A deslealdade de Judas Iscariotes perdeu para ele o prêmio maravilhoso da vida celestial como rei associado e subsacerdote de Cristo Ele foi despedido do grupo íntimo de Jesus antes de Jesus instituir a refeição comemorativa e perdeu a promessa de Cristo aos onze fiéis, de que “vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino”. — Luc. 22:28, 29; 13:22-30.
Qual era o salário da deslealdade de Judas? Num lado da “conta”, apenas trinta moedas de prata (o preço dum escravo quando morto pelo touro de alguém) — no outro lado, o desfavor de Deus e a morte. (Êxo. 21:32) Até mesmo os inimigos de Jesus, com os quais Judas colaborara, desprezaram este traidor. Depois de Jesus ter sido condenado pelo supremo tribunal judaico, Judas sofreu terrível angústia mental, ao ponto de jogar fora o dinheiro da traição, e sair e enforcar-se. Este não foi verdadeiro arrependimento, mas foi porque viu que perdera tudo. Jesus chamou-o de “filho da destruição”. — João 17:12; Mat. 27:3-10.
CADA UM PRECISA CUIDAR-SE
Pouco depois da ressurreição de Jesus e de sua ascensão ao céu, ele formou a congregação cristã, no dia de Pentecostes de 33 E. C. Ali, a classe do “escravo fiel e discreto”, com os apóstolos de Jesus
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