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  • Fé e determinação são necessárias para se agradar a Jeová
    A Sentinela — 1970 | 1.° de março
    • de continuar na corrida até o fim. Os ligeiros nem sempre ganham a corrida, observou o Rei Salomão. (Ecl. 9:11) Jesus também declarou: “Quem tiver perseverado até o fim [e não o que desiste] é o que será salvo.” — Mat. 24:13.

      31. Por que podemos esperar com certeza de que a nossa fé será provada até o limite?

      31 Não podemos desconsiderar as condições do mundo atual. Precisamos ser realistas e encará-las. Grandes como são os atuais perigos e pressões, podemos, não obstante, ter a certeza de que se tornarão ainda maiores no futuro. Nossa fé será provada até o limite, antes de este sistema diabólico, moribundo, finalmente expirar. Igual aos cristãos do primeiro século, também poderá sofrer muito e ‘ser contristado por várias provações, a fim de que a qualidade provada da sua fé, de muito mais valor do que o ouro perecível, apesar de ter sido provado por fogo, seja achada causa para louvor, e glória, e honra, na revelação de Jesus Cristo’. — 1 Ped. 1:6, 7.

      32. No entanto, por que nunca devemos reduzir o passo ou parar?

      32 Alguns talvez sejam até mortos pelo Diabo e seus demônios. Mas não deixe que isso o amedronte ou faça desistir. Isto seria covardia, mesmo suicídio, pois os covardes nunca viverão no reino de Deus. (Rev. 21:8) O proceder sábio é avançar com plena fé e determinação, e com completa confiança em Jeová, mesmo que signifique sofrer morte violenta. Foi escrito para seu encorajamento: “Não tenhas medo das coisas que estás para sofrer. Eis que o Diabo estará lançando alguns de vós na prisão, para que sejais plenamente provados . . . [Portanto,] mostra-te fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida.” — Rev. 2:10.

      33. Que recompensas, agora e no futuro, receberão os fiéis a Jeová?

      33 A fé, forte e intransigente, provada por obras, e, junto com ela, a determinação resoluta de obedecer às ordens de Jeová, são o que alegra o coração de Jeová. (Pro. 27:11) Este Grande Recompensador, por sua vez, abençoa ricamente a tais fiéis com muitos privilégios grandiosos, neste “tempo do fim”. Seu cálice de alegria transborda. E quão glorioso é o prêmio que ainda os aguarda, quando obtiverem posse eterna da recompensa mais elevada, coroadora, da vida sem fim! Conforme está escrito: “O justo viverá em razão da fé.” — Gál. 3:11; Rom. 1:17.

  • Os cristãos devem levar uma vida honesta
    A Sentinela — 1970 | 1.° de março
    • Os cristãos devem levar uma vida honesta

      É possível ser honesto hoje em dia? Como pode o cristão manter boa consciência?

      LEMBRA-SE do tempo em que podia sair de casa com a sua família, por alguns dias, sem ter de trancar duas vezes a porta? Lembra-se de quando podia fazer compras e pôr o troco no bolso sem pensar que devia primeiro verificá-lo? Se ainda se lembrar destas coisas, então, sem dúvida, está pelo menos chegando à meia-idade, pois, na maioria dos lugares, esses tempos já passaram há algum tempo.

      Furtos, mentiras e fraudes tornaram-se quase que tão corriqueiros como comer e dormir. Pressupõe-se agora que sempre haja ladrão. Em muitos lugares, ele não restringe mais o seu ‘trabalho’ às horas de escuridão. Antes, muitas vezes alivia a sua vítima dos bens dela em plena luz do dia, à ponta de uma faca, confiante de que ninguém vai intervir. De fato, ele quase que já se tornou herói. Quando é apanhado, alguns acham então que foi um final triste.

      Mas, deve ter notado que esta atitude indulgente vai muito além do campo da ladroagem comum. Na maior parte, a vasta maioria dos atos desonestos se origina com pessoas chamadas de respeitosas; pessoas que vão à igreja todo domingo, que moram e trabalham em bairros respeitáveis, que se vestem bem e mantêm a cabeça erguida como bons cidadãos.

      Tome, por exemplo, o viajante internacional que retorna de uma viagem de negócios ou de férias, trazendo consigo objetos pelos quais devia pagar direitos. Ele se sentiria insultado se o chamasse de ladrão, mas, se puder fazer ‘valer um pouco de influência’ ou de outro modo passar pela inspeção alfandegária sem pagar, irá contar isso orgulhosamente aos amigos. Com quanto mais ele conseguiu safar-se, tanto mais eles gostarão. Defraudar o governo é coisa comum.

      Mas, se for verdadeiro cristão, como deve considerar tais práticas? Pode partilhar em tais sentimentos comuns e entregar-se a práticas desonestas? Não; o cristão recebeu ordens de se desviar de pessoas e de práticas que desonram a Deus. Diz-se-lhe claramente: “O gatuno não furte mais.” Não há escapatória que lhe permita sutilezas ou lançar a culpa sobre o ambiente. — Efé. 4:28.

      HONESTIDADE NOS NEGÓCIOS

      Torna-se cada vez mais difícil ter um negócio funcionando em princípios de honestidade. Os direitos de importação talvez sejam excessivos e outros comerciantes talvez recorram ao contrabando, ou negociem com fabricantes inescrupulosos, que fazem declarações falsas quanto à qualidade e ao valor dos seus produtos. Mas, pode o comerciante cristão recorrer a tais práticas?

      Não, porque, acima de tudo, o cristão quer agradar a Jeová Deus. E a Bíblia diz que “a pessoa sinuosa é algo detestável para Jeová, mas ele tem intimidade com os retos”. (Pro. 3:32) É verdade que talvez seja difícil ser honesto e ao mesmo tempo fazer concorrência aos comerciantes desonestos. Mas, embora os lucros talvez se reduzam, a honestidade granjeará para o cristão a confiança dos outros, amor-próprio, e, acima de tudo, uma boa posição perante Deus. Isto é de valor muito superior à prosperidade material.

      A desonestidade nos negócios se deriva muitas vezes de práticas desonestas no governo. Inspetores e fiscais amiúde ‘ameaçam’ com uma mão e estendem a outra à espera de peitas. Mas o suborno não é para os servos de Deus. “Não deves aceitar [ou pagar] suborno”, diz a Bíblia, “pois o suborno cega os perspicazes e pode deturpar as palavras dos justos”. (Êxo. 23:8) Pagar aos funcionários do governo para que fechem os olhos a atividades ilegais é violação da lei. Contribui também para a decadência moral de outros.

      O comerciante cristão tem responsabilidade moral tanto perante as autoridades governamentais como perante seus fregueses. Talvez seja costume manter duas coleções de livros para defraudar o governo, e duas espécies de balanças para defraudar o público. Mas, ambas as práticas têm a desaprovação de Jeová Deus. Sua Palavra diz: “Dois tipos de pesos são algo detestável para Jeová, e uma balança fraudulenta não é boa.” — Pro. 20:23.

      Ser honesto com os empregados é outra obrigação a ser cumprida pelo cristão. O empregador pode ter a obrigação de fazer deduções regulares do salário do seu empregado, para pagar o seguro social ou o fundo de desemprego. No entanto, em certos países, os empregadores

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