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“Nascer de novo” — a parte do homem e a parte de DeusA Sentinela — 1982 | 1.° de fevereiro
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próprio grupo de estudo bíblico. Os cristãos maduros que ‘nasceram de novo’, ao contrário, apegam-se de perto à congregação local, mesmo que ela seja composta na maior parte por “outras ovelhas”. (João 10:16) Todavia, “nascer de novo” é um assunto pessoal, entre Deus e cada cristão. Ninguém deverá julgar outro nesta questão. — Romanos 14:10.
20. Em vista do precedente, a que conclusão chegamos sobre o “nascer de novo”?
20 Em vista de todo o precedente, a que conclusão chegamos? Que Jeová Deus é justo e reto, sábio e amoroso. Ele tem o direito de designar às suas criaturas inteligentes os seus respectivos papéis — alguns para servirem ao seu fim nos céus e outros para fazerem isso aqui na terra. Não é como se o prêmio celestial fosse algo a ser obtido por escolha e esforço pessoais, ou a ser cobiçado egoistamente. É tão exclusivo, que nenhuma criatura humana pode ser presunçosa quanto a ele. É deveras uma maravilhosa benignidade imerecida que Jeová Deus concede a poucas de suas criaturas, na promoção de seus propósitos sábios, justos e amorosos, mas não devido a qualquer mérito especial delas mesmas. “Nascer de novo” limita-se a estes. (Romanos 3:23, 24; 11:33-36) Também a vida eterna na terra paradísica é um objetivo indizivelmente privilegiado que pessoas de inclinações justas podem procurar alcançar. (Revelação 21:1, 3, 4) Tudo é benignidade imerecida. Ninguém deve ser tão presunçoso a ponto de dizer a Jeová: “Que estás fazendo?” — Daniel 4:35.
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O que significa ser membro duma igreja?A Sentinela — 1982 | 1.° de fevereiro
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O que significa ser membro duma igreja?
“Ainda há impressionante medida de crença e participação”, comentou certo pesquisador na Fundação Hartford de Seminários sobre os resultados duma pesquisa realizada na região da grande Boston, em Massachusetts, E.U.A. Noventa por cento das pessoas entrevistadas afirmaram crer em Deus e mais de 70 por cento afirmaram pertencer a uma igreja.
Entretanto, o Globe de Boston, que patrocinou a pesquisa, observou que a “religião organizada parece exercer pouca influência sobre as pessoas”. Por quê? Apenas 5 por cento de toda a população disse que consultaria um clérigo para obter conselho quando estivesse “em sérias dificuldades”, e apenas 7 por cento dos membros de igrejas disseram que o fariam.
A pesquisa mostra também que “a grande maioria dos membros das igrejas não lêem a Bíblia, não dão graças nas refeições e não assistem regularmente aos ofícios”. Entre os professos católicos, apenas 11 por cento lêem a Bíblia com alguma regularidade e apenas 8 por cento a usam como guia. No caso dos protestantes, os algarismos correspondentes são 23 por cento e 15 por cento, respectivamente.
A Bíblia predisse que haveria um tempo quando os homens teriam “uma forma de devoção piedosa”, mas se ‘mostrariam falsos para com o seu poder’. Essa é a descrição do apóstolo Paulo sobre a maioria dos professos cristãos durante os “últimos dias”. (2 Tim. 3:1-5) Consegue perceber o presságio de calamidade?
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