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  • Devo mudar de religião?
    A Sentinela — 1988 | 1.° de junho
    • importante, espera-se comumente que a recém-casada apóie o conceito religioso da família a qual ela passa a pertencer. Mesmo que o marido e a esposa não sejam muito religiosos, manter um bom relacionamento com a família e manter o status quo religioso são considerados extremamente importantes. Certo casal jovem parou de estudar a Bíblia após sofrer intensa pressão durante uma “conferência em família”. “Basicamente, tínhamos medo do homem”, explicou o marido, que mais tarde voltou a estudar. “Achávamos que devíamos atender os desejos dos pais, e não queríamos magoá-los por mudar de religião.”

      Isso faz lembrar outro motivo pelo qual muitos temem mudar de religião: A aversão universal a ser encarado como diferente. No caso da família mencionada há pouco, um dos motivos dados pelos pais para que aquele jovem casal parasse de estudar a Bíblia foi que não desejavam que seus filhos fossem encarados como excêntricos ou que fossem banidos das atividades comunitárias.

      Portanto, há fortes temores envolvidos na pergunta: ‘Devo mudar de religião?’ Por conseguinte, muitos adotam uma atitude filosófica: ‘Realmente não importa que religião siga, não é? Não são todas as religiões simplesmente caminhos diferentes que conduzem ao cume do mesmo monte?’ Iguais aos três macacos proverbiais, eles não vêem maldade, não ouvem maldade e não falam maldade no que tange à religião.

      Mas, alguns mudaram de religião. Por quê? Bem, para alguns tratava-se apenas de filiar-se a outra religião que prometia saúde ou benefícios financeiros imediatos, ao passo que conservam as suas idéias e práticas religiosas tradicionais. Todavia, para outros, houve uma mudança real e completa. Entretanto, talvez se pergunte: ‘Existem realmente motivos suficientes para eu mudar de religião? Por que sentiram-se alguns dispostos a mudar? Será que uma mudança teria real efeito em minha vida?’ Convidamo-lo a examinar o artigo que segue em resposta.

  • Por que alguns mudaram de religião
    A Sentinela — 1988 | 1.° de junho
    • Por que alguns mudaram de religião

      PARA alguém dar um passo tão drástico tal como mudar de religião, certamente deve ter bons motivos. Os benefícios teriam de compensar quaisquer desvantagens.

      Acharia que conhecer o Criador e desenvolver uma relação com ele é um bom motivo? Para muitos tem sido. Para desenvolvermos uma relação com alguém, precisamos conhecer bem a pessoa. Por exemplo, uma criancinha talvez tenha medo de pegar na mão dum estranho até chegar a conhecê-lo. O mesmo se da conosco, temos de chegar a conhecer a Deus antes de começarmos a confiar nele. É verdade que a maioria das religiões possui um personagem central a quem adoram como Deus. Mas, não é também verdade que, para a maioria das pessoas, Deus é algo vago e distante, destituído de personalidade claramente definida? Assim, como chegamos a conhecê-lo?

      Olhando para as coisas à nossa volta, ficamos admirados com o que vemos. Percebemos beleza, inteligência e poder. A origem disso tudo deixa muita gente perplexa, mas há um livro que explica isso claramente. É a Bíblia. Em suas páginas, aprendemos que tais maravilhas originaram-se dum Criador que tem nome e personalidade. À medida que estudamos cuidadosamente a Bíblia, a personalidade de Deus se torna bem clara para nós. Nós o vemos como Deus de amor e que se importa conosco. “Deus e amor”, diz a Bíblia. (1 João 4:8) Sentimo-nos atraídos a essa magnífica personalidade, que evidencia perfeito equilíbrio em amor, sabedoria, justiça e poder. Segue-se então uma relação achegada.

      Misae passou pela experiência de sentir-se atraída a Jeová. Ela explicou: ‘Quando criança, fui ensinada que existiam muitos deuses. Havia um deus para a água, um deus para as árvores, e um para a casa. Embora duvidasse da existência deles, acreditava que devia haver um único Deus verdadeiro. Minha rigorosa criação budista-xintoísta fez-me imaginar Deus como alguém temível, que punia más ações. Embora eu desejasse ir a uma igreja e aprender sobre o Deus cristão, minha formação budista me refreava. Daí, certa senhora veio à minha casa e ofereceu-se a estudar a Bíblia comigo. Aprendi por meio desse estudo que Deus tem um nome, Jeová. Fiquei emocionada ao saber que ele não é um Deus temível, mas sim amoroso, que sempre vigia sobre nós, não para nos punir, mas para nos ajudar. Eu queria servir a esse Deus, de modo que mudei de religião.’ Ela usufrui essa gratificante relação com Deus há uns 29 anos.

      Relação que Dá Liberdade e Esperança

      Há um benefício colateral que muitos têm usufruído por desenvolver uma relação com Deus. Ao passo que outras relações começam a ter menos importância na vida, muitos têm conseguido livrar-se do temor escravizador do homem e de costumes onerosos destituídos de verdadeiro significado e valor. Assim, foram libertados dos onerosos custos de se manter as aparências e as tradições, o que acarreta constantes dívidas para muitas famílias. “Tremer diante de homens e o que arma um laço”, adverte a Bíblia, adicionando a garantia: “Quem confia em Jeová será protegido.” — Provérbios 29:25.

      Outra liberdade que se pode obter é a liberdade do medo da morte. Misae, acima citada, diz: “Quando eu tinha 22 anos contraí febre tifóide. Deitada, semiconsciente, pude ouvir amigos e familiares falarem a meu respeito como se esperassem que eu fosse morrer. Mas eu tinha medo da morte. Meu único pensamento era que eu queria viver e, felizmente, melhorei. Mais tarde, mediante o estudo da Bíblia, livrei-me desse medo da morte. Aprendi que a morte é simplesmente a inexistência.” A Bíblia diz: “Os mortos . . . não estão cônscios de absolutamente nada.” (Eclesiastes 9:5, 10) Quando alguém morre, há a maravilhosa esperança da ressurreição,

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