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O poder por detrás do universo — força misteriosa ou pessoa real?A Sentinela — 1980 | 1.° de agosto
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Muitos animais têm capacidades físicas maiores que as do homem. Os elefantes são mais fortes, as águias podem enxergar mais longe, os veados podem correr mais rápido, os morcegos podem ouvir melhor e os cães possuem o sentido do olfato mais apurado. Mas que animal pode projetar coisas novas? É verdade que os pássaros podem construir ninhos, os castores podem construir represas e as aranhas podem tecer teias. Mas, estas criaturas fazem invariavelmente a mesma coisa seguindo o mesmo modelo. Nenhuma delas pode planejar algo novo e desenvolvê-lo.
Em nítido contraste, os homens podem imaginar, planejar e fazer coisas de enorme variedade. Quer seja uma mulher tricotando um colete ou técnicos construindo uma nave espacial que pode ir à lua e voltar, a humanidade encontra prazer em fazer coisas. Faz parte da constituição humana. Com capacidade mental, caraterísticas muitíssimo superiores às dos animais e a habilidade inata para fazer coisas, o homem é um reflexo imperfeito do Ser Supremo que o criou à Sua semelhança. — Gên. 1:26.
Considere agora outra qualidade do homem de que os animais não partilham — seu desejo de adorar. Que o homem tem um desejo profundo e natural de reverenciar força ou forças invisíveis, é fato irrefutavelmente manifesto em todas as eras e raças.
Filósofos modernos talvez contestem isto, dizendo: “Nós progredimos além disso.” “Progredimos” para o quê? Para um mundo que cambaleia de uma crise para outra e que se encolhe sob a sombra, em forma de cogumelo, do temido cataclismo mundial. Por quê? Porque muitos têm adorado os “deuses” da tecnologia e várias ideologias, ao passo que rejeitam a sabedoria do Ser Supremo. — Jer. 8:9.
Por isso, muitas pessoas, hoje em dia, embora desiludidas com as igrejas e as religiões, concordam com estas palavras do livro mais amplamente lido e respeitado de todos os tempos, a Bíblia, que diz a respeito do Ser Supremo: “Seus atributos invisíveis, isto é, seu poder eterno e sua divindade, têm sido vistos desde o começo do mundo, pelo olho da razão, nas coisas que ele fez.” — Rom. 1:20, A Nova Bíblia Inglesa.
OS CIENTISTAS TÊM AJUDADO DE FORMA CONSIDERÁVEL
Quanto mais os cientistas pesquisam o universo, o átomo e todas as formas de vida, tanto mais os seus estudos revelam a beleza, a harmonia e a complexidade de todas estas coisas. A imensidade e complexidade do universo fazem a mente dos homens rodar. Mas, não há efeito sem causa. Por detrás de toda esta beleza, desta maravilhosa manifestação de sabedoria e poder dinâmico, não pode você “ver” com o “olho da razão” os “atributos invisíveis” do Grande Construtor? O universo obviamente é governado por leis imutáveis. Não prova isto a existência de um Legislador Supremo? Incontáveis condições e provisões foram feitas na terra, evidentemente para prover de maneira precisa as necessidades do homem. E estes efeitos múltiplos precisam ter uma CAUSA correspondente, o grande Provisor e Dador da vida.
O que dizem alguns cientistas sobre isto?
O biofísico Frank Allen fez este comentário: “Os ajustes da terra para a vida são numerosos demais para ser atribuídos ao acaso.”
Um professor de matemática da Universidade de Cambridge, P. Dirac, escreveu na revista Scientific American: “Deus é um matemático da mais elevada ordem, e Ele usou matemática muitíssimo avançada ao construir o universo.”
Sir Isaac Newton, a quem muitos historiadores da ciência classificam como “a maior mente científica que o mundo já viu”, escreveu na sua famosa obra, Princípios: “Este mais belo sistema do sol, de planetas e cometas só podia proceder do conselho e domínio dum Ser inteligente e poderoso. . . . O Deus Supremo é um Ser eterno, infinito, absolutamente perfeito.”
Talvez você concorde com Sir Isaac Newton. Talvez, também, se deleite com a glória das estrelas, o fulgor do sol, a beleza serena da lua, o frescor da chuva, a majestade das montanhas, a eterna mudança caleidoscópica das nuvens e do mar, a fascinante variedade de flores, árvores, insetos, aves e animais, o riso das crianças, a bondade dos amigos e o amor do cônjuge. E no fundo do seu coração, você sabe que tudo isto foi providenciado por uma PESSOA real — o grande Construtor do universo. — Heb. 3:4.
Então, de acordo com todos os fatos e a razão, logicamente, o Ser Supremo tem de ser PESSOA REAL. Sendo assim, possui ele um nome? Caso possua, qual é este NOME?
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Deus tem nome?A Sentinela — 1980 | 1.° de agosto
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Deus tem nome?
MUITOS talvez digam: ‘Será que importa o nome de Deus? Existe apenas um único Ser Supremo.’ Por exemplo, certo clérigo, no Canadá, disse uma vez: “O nome que as pessoas dão a Deus também não é importante.” Este clérigo afirmava que não fazia nenhuma diferença de alguém usar “Alá”, como fazem os muçulmanos, ou “Manitô”, como fazem alguns índios norte-americanos. Muitos clérigos têm a mesma opinião.
Mas, consideremos o seguinte: Por que usamos nomes? O que representa o nome?
Basicamente, os nomes são usados para identificação. Amiúde são também intimamente relacionados com façanhas ou fama pessoais. Para milhões de pessoas, nomes tais como Alexandre Magno ou Gândi fazem logo lembrar as consecuções de tais homens.
Mas, por que é necessário o nome de Deus? Porque, embora muitos creiam apenas em um único Deus verdadeiro, inúmeros outros adoram muitos deuses. Os hindus têm milhões de deuses. Em outras partes da Ásia e na África, milhões de pessoas adoram seus antepassados. Muitos adoram o Estado, líderes políticos ou “estrelas” e “astros” do palco ou da tela. E a respeito de mais outros diz-se que “seu deus é o ventre”. — Fil. 3:19.
A fim de diferenciar o Ser Supremo desta “galáxia” de deuses, ele tem um nome bem exclusivo e pessoal. E este nome, conforme veremos, não somente é importante para a identificação, mas tem relação vital com a sua reputação. Ele fez um nome para si mesmo.
ENTÃO, QUAL É O NOME DE DEUS?
Seria “Alá” o nome de Deus? Não. Conforme poderá ver num bom dicionário,
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