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  • Derbe
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    • nesse relato, como sendo uma ‘cidade da Licaônia’, tem, aparentemente, sentido regional ou étnico. (Atos 14:6, 19-21; 20:4) Meses mais tarde, após o concilio de Jerusalém a respeito da circuncisão (c. 49 E.C.), e no decorrer de sua segunda viagem, Paulo voltou a Derbe. — 15:36; 16:1.

  • Desassociação
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    • DESASSOCIAÇÃO

      Veja EXPULSÃO.

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      Veja SEMENTE (DESCENDENTE).

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    • DESERTO

      Veja ERMO (DESERTO).

  • Desmama
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    • DESMAMA

      Nos tempos antigos, a mãe em geral amamentava seu filho por bastante tempo, a menos que circunstâncias, tais como a incapacidade de produzir leite suficiente ou sua morte prematura, exigissem que fosse contratada uma ama-de-leite para tal finalidade. (Êxo. 2:5-10) A época em que a amamentação ao peito era descontinuada e a criança já estava acostumada a outro alimento para obter sua nutrição, assinalava um marco importante na vida da criança. (Isa. 11:8; 28:9) Este acontecimento feliz podia ser motivo de festa, tal como aquela que Abraão providenciou na desmama de Isaque. — Gên. 21:8.

      Naqueles dias, as mulheres amamentavam seus filhos por muito mais tempo do que fazem agora na maior parte da terra. Ao ser desmamado, Samuel tinha idade suficiente para ser entregue aos cuidados do sumo sacerdote Eli e para servir no tabernáculo. (1 Sam. 1:24-28) Ele devia ter então no mínimo três anos de idade, pois o registro dos varões levitas começava nessa idade. (2 Crô. 31:16) Raphael Patai [Family, Love and the Bible (A Família, o Amor e a Bíblia), p. 175] diz a respeito de crianças árabes: “São conhecidos casos em que uma criança foi amamentada até o seu décimo ano.” A evidência indica que Isaque tinha cerca de cinco anos de idade quando foi desmamado. — Veja ISAQUE (Quando Foi Desmamado?).

  • Destacamento Italiano
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    • DESTACAMENTO ITALIANO

      Unidade do exército romano na qual Cornélio, de Cesaréia, servia como centurião. Na única menção dele na Bíblia, fala-se de Cornélio como tendo sido “oficial do exército do chamado destacamento italiano”. (Atos 10:1) Tratava-se provavelmente duma coorte, assim chamada para diferençá-la das costumeiras legiões romanas. Uma coorte, com todos os seus quadros completos, consistia em cerca de 1.000 homens, isto é, aproximadamente um décimo do tamanho de uma legião. Conforme o nome indica, esta coorte era provavelmente composta de voluntários recrutados na Itália, tendo estes a cidadania romana, quer por terem nascido como cidadãos livres, quer por liberdade adquirida.

      As Escrituras não dizem que este Destacamento Italiano estava aquartelado em Cesaréia. Diz apenas que Cornélio, um de seus oficiais de exército, morava em Cesaréia. — Atos 10:1, 2, 22, 24.

  • Deus
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    • DEUS

      [Heb., ’El, “Poderoso”, “Deus”; ’Elóah, “Deus”; ’elohím (plural), “deuses”, ou “Deus”, com referência à pluralidade de excelência; ha-’El, “o [verdadeiro] Deus”; aram., ’Eláh, “Deus”; gr., Theós, “Deus”].

      Qualquer coisa adorada pode ser chamada de deus, tanto mais quando o adorador atribui a ela um poder maior do que o seu próprio, e a venera. A pessoa pode até mesmo fazer de seu apetite um deus que a governa. — Rom. 16:18; Fil. 3:18, 19.

      DEUS TODO-PODEROSO

      No texto hebraico, Shadday’ é usada 7 vezes junto com ’El (Deus), formando o título “Deus Todo-poderoso”. (Gên. 17:1; 28:3; 35:11; 43:14; 48:3; Êxo. 6:3; Eze. 10:5) Nas outras 41 ocorrências, aparece isolada e é traduzida por “o Todo-poderoso”. Poder envolve força ou energia para realizar e levar a cabo uma coisa intencionada, bem como sobrepujar obstáculos ou oposição, e a onipotência de Deus é manifestada por meio de seu irresistível poder para realizar o seu propósito.

      Nas Escrituras Gregas Cristãs a palavra Pantokrátor ocorre dez vezes, nove delas no livro de Revelação. (2 Cor. 6:18; Rev. 16:14) A palavra significa basicamente o Todo-poderoso ou o Governante de todos, Aquele que tem todo o poder. Seu uso nas Escrituras Cristãs dá peso ao entendimento do termo hebraico Shadday’ como significando “o Todo-poderoso”, visto que de outra forma não haveria termo correspondente para Pantokrátor, nas Escrituras Hebraicas.

      O VERDADEIRO DEUS, JEOVÁ

      O verdadeiro Deus não é um Deus anônimo. Seu nome é Jeová. (Deut. 6:4; Sal. 83:18) Ele é Deus, em razão de sua qualidade de Criador. (Gên. 1:1; Rev. 4:11) O verdadeiro Deus é real (João 7:28), uma pessoa (Atos 3:19; Heb. 9:24), e não uma lei natural que opera sem um legislador vivente, e não uma força cega que age através de uma série de acidentes a fim de desenvolver uma ou outra coisa.

      Provas da existência do “Deus vivente”

      A realidade da existência de Deus é provada pela ordem, pelo poder e pela complexidade da criação, macroscópica e microscópica, e pelos seus modos de lidar com o seu povo no decorrer da História. Ao consultarem o que poderia ser chamado de Livro da Criação Divina, os cientistas aprendem muito. Pode-se aprender alguma coisa de algum livro apenas se for baseado em reflexão e preparação inteligentes da parte do autor. O professor Albert Einstein admitiu: “Para mim, basta . . . meditar na maravilhosa estrutura do universo, vagamente perceptível a nós, e tentar compreender humildemente nem que seja uma infinitésima parte da INTELIGÊNCIA MANIFESTA NA NATUREZA.”

      Em contraste com os deuses sem vida das nações, Jeová é chamado de “o Deus vivente”. (Jer. 10:10; 2 Cor. 6:16) Em toda a parte existe testemunho de sua atividade e de sua grandeza. “Os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho das suas mãos.” (Sal. 19:1) Os homens não têm motivo ou desculpa para negarem a Deus, pois “aquilo que se pode saber sobre Deus é manifesto entre eles, porque Deus lho manifestou. Pois as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles são inescusáveis”. — Rom. 1:18-20.

      Jeová Deus é descrito na Bíblia como vivendo de tempo indefinido a tempo indefinido, para todo o sempre (Sal. 90:2, 4; Rev. 10:6), e como sendo o Rei da eternidade, incorruptível, invisível, o único Deus verdadeiro. (1 Tim. 1:17) Antes dele não existia deus algum. — Isa. 43:10, 11.

      Infinito, mas acessível

      O verdadeiro Deus é infinito e além da plena compreensão da mente humana. A criatura jamais poderia esperar tornar-se igual ao seu Criador ou entender todo o funcionamento de Sua mente. (Rom. 11:33-36) Mas Ele pode ser achado e é acessível, e Ele supre seu adorador com tudo o que é necessário para o bem-estar e a felicidade deste. (Atos 17:26, 27; Sal. 145:16) Está sempre no zênite de sua habilidade e voluntariedade em dar boas dádivas e bons presentes a suas criaturas. (Tia. 1:17) Jeová age sempre dentro dos limites de seus próprios arranjos justos, fazendo todas as coisas numa base legal. (Rom. 3:4, 23-26) Por esta razão, todas as suas criaturas podem ter completa confiança nele, sabendo que ele sempre se rege pelos princípios que estabelece. Ele não muda (Mal. 3:6), e não há “variação”, no que toca a ele, na aplicação de seus princípios. Com ele não existe nenhuma parcialidade (Deut. 10:17,18; Rom. 2:11), e é impossível que minta. — Núm. 23:16, 19; Tito 1:1, 2; Heb. 6:17, 18.

      Seus atributos

      O verdadeiro Deus não é onipresente, pois fala-se dele como tendo uma residência. (1 Reis 8:49; João 16:28; Heb. 9:24) Seu trono está no céu. (Isa. 66:1) Ele tudo pode, é o Deus Todo- poderoso. (Gên. 17:1; Rev. 16:14) ‘Todas as coisas estão nuas e abertamente expostas aos olhos dele’ e ele é “Aquele que desde o princípio conta o final”. (Heb. 4:13; Isa. 46:10, 11; 1 Sam. 2:3) Seu poder e seu conhecimento estendem-se em todas as direções, alcançando cada parte do universo. — 2 Crô. 16:9; Sal. 139:7-12; Amós 9:2-4.

      O verdadeiro Deus é espírito, e não carne (João 4:24; 2 Cor. 3:17), embora às vezes assemelhe seus atributos da visão, do poder, etc., a faculdades humanas. De modo que fala figuradamente de seu “braço” (Êxo. 6:6), de seus “olhos” e de seus “ouvidos” (Sal. 34:15), e destaca que, sendo o Criador dos olhos e dos ouvidos humanos, certamente pode ver e ouvir. — Sal. 94:9.

      Alguns dos principais atributos de Deus são o amor (1 João 4:8), a sabedoria (Pro. 2:6; Rom. 11:33), a justiça (Deut. 32:4; Luc. 18:7, 8) e o poder. (Jó 37:23; Luc. 1:35) É um Deus de ordem e de paz. (1 Cor. 14:33) É completamente santo, limpo e puro (Isa. 6:3; Hab. 1:13; Rev. 4:8), feliz (1 Tim. 1:11) e misericordioso. (Êxo. 34:6; Luc. 6:36) Muitas outras qualidades de sua personalidade são descritas nas Escrituras.

      Sua posição

      Jeová é o Soberano Supremo do universo, o Rei eterno. (Sal. 68:20; Dan. 4:25, 35; Atos 4:24; 1 Tim. 1:17) A posição de superioridade de seu trono é a final. (Eze. 1:4-28; Dan. 7:9-14; Rev. 4:1-8) Ele é a Majestade (Heb. 1:3; 8:1), o Deus majestoso, o Majestoso. (1 Sam. 4:8; Isa. 33:21) Ele é a Fonte de toda a vida. — Jó 33:4; Sal. 36:9; Atos 17:24, 25.

      Sua justiça e sua glória

      O verdadeiro Deus é um Deus justo. (Sal. 7:9) Ele é o Deus glorioso. (Sal. 29:3; Atos 7:2) Desfruta da eminência sobre tudo (Deut. 33:26), é revestido de eminência e de força (Sal. 93:1; 68:34), e de dignidade e de esplendor. (Sal. 104:1; 1 Crô. 16:27; Jó 37:22; Sal. 8:1) “Sua atuação é a própria dignidade e esplendor.” (Sal. 111:3) Há glória de esplendor em seu Reinado. — Sal. 145:11, 12.

      Seu propósito

      Deus tem um propósito que realizará e que não pode ser frustrado. (Isa. 46:10; 55:8-11) Seu propósito, conforme expresso em Efésios 1:9, 10, é “ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na terra”. (Compare com Mateus 6:9, 10.) Ninguém existia antes dele; portanto, goza da qualidade de sênior sobre todos. (Isa. 44:6) Ele, sendo o Criador, existia antes de quaisquer outros deuses e todos os deuses falsos serão aniquilados, de modo que não haverá nenhum outro, além dele. (Isa. 43:10) Sendo o Alfa e o ômega (Rev. 22:13), leva a uma conclusão bem-sucedida aquilo que começa. (Rev. 1:8; 21:5, 6) Ele jamais se esquece dos seus propósitos ou pactos, nem tampouco renuncia a eles, o que faz dele um Deus de confiabilidade e de lealdade. — Sal. 105:8.

      Um Deus comunicativo

      Tendo grande amor por suas criaturas, Deus proporciona a elas ampla oportunidade de conhecerem a Ele e Seus propósitos. A sua própria voz foi ouvida na terra em três ocasiões. (Mat. 3:17; 17:5; João 12:28) Comunicou-se por meio de anjos (Luc. 2:9-12; Atos 7:52, 53), e por meio de homens, a quem deu instruções e revelações, tais como Moisés e os outros profetas, e especialmente por meio de seu Filho, Jesus Cristo. (Heb. 1:1, 2; Rev. 1:1) Sua Palavra escrita é a sua comunicação ao seu povo, capacitando-os a se tornarem inteiramente equipados quais servos e ministros seus, e guiando-os no caminho à vida. — 2 Ped. 1:19-21; 2 Tim. 3:16, 17; João 17:3.

      Contrastado com os deuses das nações

      O verdadeiro Deus, o Criador dos gloriosos corpos celestiais, é de uma glória e de um esplendor além da capacidade de a vista humana suportar, pois “homem algum pode ver [a Deus] e continuar vivo”. (Êxo. 33:20) Somente os anjos, criaturas espirituais, têm visão que pode suportar ver a Sua face em sentido literal. (Mat. 18:10; Luc. 1:19) Não obstante, ele não expõe os homens a tal experiência. Bondosamente, possibilita aos homens perceberem as suas excelentes qualidades por intermédio de sua Palavra, incluindo a revelação de Si mesmo por meio de seu Filho, Cristo Jesus. — Mat. 11:27; João 1:18; 14:9.

      No livro de Revelação, Deus nos dá uma idéia do efeito de sua presença. O apóstolo João teve uma visão que foi quase como que ver a Deus, no sentido de que ela revelou o efeito de observá-lo no seu trono. A aparência de Deus não era semelhante à de um homem, pois não revelou nenhuma forma sua ao homem, conforme o próprio João disse mais tarde: “Nenhum homem jamais viu a Deus.” (João 1:18) Ao invés disso, Deus foi revelado como sendo semelhante a pedras preciosas altamente polidas, valiosas, brilhantes, belas, que atraem os olhos e cativam deleitosa admiração. Ele era, “em aparência, semelhante à pedra de jaspe e a uma pedra preciosa de cor vermelha, e ao redor do trono [havia] um arco-íris, em aparência semelhante à esmeralda”. (Rev. 4:3) Assim, a sua aparência é bela e agradável de se contemplar, fazendo com que a pessoa se entregue à admiração. Ao redor do seu trono existe glória adicional, e uma atmosfera de calma e serenidade. A presença de um perfeito arco-íris de esmeralda indica isso, lembrando a serena calma que segue a uma tempestade. — Compare com Gênesis 9:12-16.

      Quão diferente é o verdadeiro Deus, portanto, dos deuses das nações, os quais amiúde são representados como sendo grotescos, irados, ferozes, implacáveis, desapiedados, de veneta quanto a conceder favores e desfavores, horripilantes e diabólicos, e dispostos a torturar criaturas terrenas, almas humanas, em algum tipo de “fornalha de fogo” ou inferno.

      “Um Deus que exige devoção exclusiva”

      “Embora haja os que se chamem ‘deuses’, quer no céu quer na terra, assim como há muitos ‘deuses’ e muitos ‘senhores’, para nós há realmente um só Deus, o Pai.” (1 Cor. 8:5, 6) Muitos desses deuses são ‘poderosos’, mas Jeová é o Deus Todo-poderoso. É um Deus que exige devoção exclusiva. (Êxo. 20:5) Requer que seus adoradores o adorem com espírito e verdade. (João 4:24) Seus adoradores devem temê-lo, o que significa odiar o mal e reconhecer sua soberania e supremacia, sua onipotência e sua justiça. (Pro. 1:7; 8:13; Jer. 11:20) Devem ter por ele um temor reverente. — Isa. 8:13; Heb. 12:28, 29.

      Entre outros poderosos chamados de “deuses” na Bíblia acha-se Jesus Cristo, que é o “deus unigênito”. Mas ele mesmo disse claramente: “É a Jeová, teu Deus, que tens de adorar e é somente a ele que tens de prestar serviço sagrado.” (João 1:18; Luc. 4:8; Deut. 10:20) Os anjos são “semelhantes a Deus”, porém, um deles impediu João de adorá-lo, dizendo: “Toma cuidado! Não faças isso! . . . Adora a Deus.” (Sal. 8:5; Heb. 2:7; Rev. 19:10) Homens poderosos dentre os hebreus eram chamados de “deuses” (Sal. 82:1-7); mas homem algum foi intencionado por Deus para ser adorado. Quando Cornélio começou a prestar homenagem a Pedro, este apóstolo impediu-o com as palavras: “Levanta-te; eu mesmo também sou homem.” (Atos 10:25, 26) Certamente, os deuses falsos inventados e moldados pelos homens através dos séculos desde a rebelião no Éden, não devem ser adorados. A Lei mosaica adverte vigorosamente sobre o afastar-se de Jeová para segui-los. (Êxo. 20:3-5) Jeová, o verdadeiro Deus, não tolerará para sempre a rivalidade dos deuses falsos e inúteis. — Jer. 10:10, 11.

      O apóstolo Paulo diz que Deus é Aquele quem declara justas as pessoas e que, depois que Cristo, qual rei de Deus, reduzir a nada toda outra autoridade e poder, e, após isso, entregar o reino ao seu Deus e Pai, Deus então se tornará “todas as coisas para com todos”. (Rom. 8:33; 1 Cor. 15:23-28) Por fim, todos os que viverem reconhecerão a soberania de Deus e louvarão seu nome continuamente. — Sal. 150; Fil. 2:9-11; Rev. 21:22-27; veja ELOHIM; JEOVÁ.

  • Deus Da Boa Sorte; Deus Do Destino
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    • DEUS DA BOA SORTE; DEUS DO DESTINO

      Na época de Isaías, a adoração dessas deidades evidentemente envolvia preparar diante delas uma mesa de alimentos e bebidas. (Isa. 65:11) A tradição árabe identifica o planeta Júpiter com a “[boa] sorte maior” e o planeta Vênus com a “[boa] sorte menor”. Assim, tem sido sugerido que o deus da Boa Sorte (Gad) pode ser identificado com Júpiter e o deus do Destino (Meni) com Vênus.

  • Deus Desconhecido
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    • DEUS DESCONHECIDO

      Parte de uma inscrição num altar, vista pelo apóstolo Paulo quando esteve em Atenas. Os atenienses demonstravam seu medo das deidades por construírem muitos templos e altares. Foram até

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