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  • Conhece o Deus a quem adora?
    Despertai! — 1985 | 8 de janeiro
    • Conhece o Deus a quem adora?

      “DEUS ESTÁ MORTO.” Esta frase, cunhada pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche há um século, foi revivida por alguns teólogos nos anos 60. Muitas pessoas instruídas chegaram então a pensar que uma sociedade humana puramente secular pudesse equacionar os problemas da humanidade e garantir-lhe a felicidade.

      Daí, surgiu a desilusão, e a década de 70 presenciou a tendência para a “dessecularização”. Os sociólogos descobriram que os humanos, para ser felizes, precisam dar uma dimensão espiritual à sua vida. Mesmo em círculos científicos, tornou-se mais fácil admitir a necessidade de se crer em Deus. Assim, Christian Chabanis, autor francês, em seu livro de 1979, Dieu existe? Oui (Deus Existe? Sim) pôde incluir entrevistas feitas com nove personalidades francesas do campo científico que confessaram todas alguma forma de crença em Deus.

      Naturalmente, milhões jamais acompanharam a teologia de “Deus está morto”. Mantiveram sua fé em Deus. Mas significa isto necessariamente que tenham clara noção a respeito de Deus?

      Em 1967, o Sínodo dos bispos católicos franceses fez uma lista dos problemas que perturbavam os católicos. O primeiro item da lista era “Nosso conhecimento de Deus”, e o segundo era: “A pessoa de Cristo.” O autor Jacques Duquesne, em seu livro God for Men of Today (Deus para os Homens Atuais), entrevistou um senhor católico de 58 anos que admitiu: “Às vezes fico imaginando se Cristo é realmente Deus. . . . Tento convencer a mim mesmo. Para mim, é um grande problema.” Duquesne também citou dois sacerdotes católicos como dizendo que, para muitos cristãos, “os dogmas são preceitos separados, abstratos e arbitrários; cada um dificilmente tem qualquer significado; um dogma não elucida outro dogma; eles são, portanto, difíceis de expressar para as pessoas que vivem hoje em dia. Se os teólogos decidissem acrescentar uma quarta Pessoa à Trindade, até que ponto isso perturbaria a massa mesmo dos melhores cristãos?”

      Em realidade, a doutrina que mais confunde não só os católicos, mas também os membros da Igreja Ortodoxa Oriental e a maioria das igrejas protestantes é a Trindade. Sobre ela, declara A Catholic Dictionary (Dicionário Católico): “Podemos entender como três homens singulares são distintos um dos outros e, ainda assim, possuem em comum a humanidade. A unidade das três Pessoas Divinas é totalmente diferente. Quando falamos delas como um só Deus, queremos dizer, não só que cada uma é Deus, mas que cada uma é o único e o mesmo Deus, e nisso reside o mistério, incompreensível para qualquer inteligência criada.” Não é de admirar que os católicos se queixem de que seu maior problema é o “conhecimento de Deus”!

      Adorar a um Deus Desconhecido

      Pede-se a quase um bilhão de pessoas que pertencem às igrejas da cristandade que adorem um Deus que não compreendem. Deparam-se com uma situação similar à dos antigos samaritanos, a um dos quais Jesus disse: “Vocês, samaritanos, não sabem o que adoram.” (João 4:22; A Bíblia na Linguagem de Hoje) Por que Jesus podia dizer isso?

      No oitavo século AEC, o reino setentrional de Israel, de dez tribos, bem como sua capital, Samaria, foram conquistados pelos assírios, e muitos israelitas foram deportados para a Assíria e outros territórios conquistados. Depois disso, o Rei da Assíria enviou diversos povos subjugados, notadamente de Babilônia, para a área de Israel conhecida como Samaria. Isto produziu uma população mista de israelitas e pagãos. A respeito dos praticantes da resultante religião híbrida, a Bíblia diz: “Tornaram-se tementes de Jeová, porém, mostraram-se adoradores dos seus próprios deuses, segundo a religião das nações dentre as quais os tinham levado ao exílio.” — 2 Reis 17:26-33; compare com 1 Reis 12:28-31.

      Sim, os samaritanos temiam a Jeová. Até mesmo aceitavam uma parte de sua Palavra — o Pentateuco, ou os primeiros cinco livros da Bíblia. Mas, misturavam a adoração de Jeová com a religião falsa babilônica. E foi sobre tais samaritanos que Jesus declarou: “Adorais o que não conheceis.” Conheciam algo sobre Jeová, mas não aceitavam toda a sua Palavra. Nem adoravam a Deus “com espírito e verdade”. — João 4:22, 23.

      Não se encontram os membros das igrejas da cristandade numa situação similar? Conhecem algo sobre Deus, mas muitos deles admitem que realmente não o conhecem. Não pode dar-se ao luxo de ser indiferente sobre isto, pois Jesus declarou: “E a vida eterna é esta: que todos conheçam a ti, que és o único Deus verdadeiro; e conheçam também Jesus Cristo, que mandaste.” — João 17:3, BLH.

      Qual é a doutrina que tem especialmente impedido os membros das igrejas da cristandade de conhecerem a Jeová, “o único Deus verdadeiro”? Sem dúvida, é o ‘incompreensível mistério’ da Trindade. Todavia, quando uma pessoa lê a Bíblia, ela não fica com a sensação de que os primitivos cristãos adoravam um ‘Deus-mistério’. O apóstolo João disse que “o Filho de Deus . . . nos deu capacidade intelectual para podermos obter conhecimento do verdadeiro [Jeová Deus]. E nós estamos em união com o verdadeiro, por meio do seu Filho, Jesus Cristo”. — 1 João 5:20.

      Assim, como foi que as igrejas da cristandade vieram a adorar um Deus que seus membros não conseguem compreender? Este assunto será considerado no artigo seguinte.

  • Como a cristandade veio a adorar um Deus desconhecido
    Despertai! — 1985 | 8 de janeiro
    • Como a cristandade veio a adorar um Deus desconhecido

      O MISTERIOSO Deus trino da cristandade não é o Deus dos judeus. Seu shema, ou profissão de fé, diário, declara: “O Senhor, nosso Deus, o Senhor é um só.” Esta deidade trina tampouco é o Deus dos cerca de 600 milhões de muçulmanos, cujo Alcorão declara: “Ele, Alá, é um só.”

      É um fato histórico que o cristianismo possuía raízes judaicas. O próprio Jesus Cristo era judeu. Cumpriu a Lei que Deus dera aos judeus e era o Messias, cuja vinda fora predita pelos profetas judeus. (Mateus 5:17; João 1:45; Atos 3:18) Seus primeiros seguidores eram todos judeus ou prosélitos circuncisos. (Mateus 10:5, 6; Atos 2:1-11) E temos visto que os judeus não criam, e ainda não crêem, na Trindade.

      Pode-se dizer que Cristo e os escritores das Escrituras Cristãs abandonaram a noção monoteísta de um só Deus e introduziram misteriosa Divindade trina? Não, pois a Encyclopaedia Britannica (edição de 1976) declara de forma correta: “Nem a palavra Trindade, nem a doutrina explícita, como tal, aparecem no Novo Testamento, e nem Jesus ou seus seguidores tencionaram contradizer o Shema do Velho Testamento: ‘Ouve, ó Israel: O Senhor, nosso Deus, é um só Senhor’ (Deut. 6:4). . . . A doutrina desenvolveu-se gradualmente com o decorrer dos séculos, e enfrentando muitas controvérsias.”

      Apostasia e Filosofia

      O apóstolo cristão, Paulo, escreveu: “Virá um tempo em que alguns não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, segundo os seus próprios desejos, como que sentindo comichão nos ouvidos, se rodearão de mestres. Desviarão os seus ouvidos da verdade, orientando-os para as fábulas.” — 2 Timóteo 4:3, 4, A Bíblia de Jerusalém, católica.

      A própria evidência interna da Bíblia revela que a apostasia já operava antes da morte dos apóstolos de Cristo. (2 Tessalonicenses 2:3, 7; 1 João 2:18, 19; Judas 3, 4, 16, 19) Surgiram apóstatas dentre a congregação cristã, quais falsos mestres. Em vez de seguirem a verdade bíblica, tais homens ímpios se voltaram para “fábulas”. Levaram muitos cristãos como presa sua, “por intermédio de filosofia e de vão engano, segundo a tradição de homens”. — Colossenses 2:8.

      Comentando o ocorrido, o prof. J. N. D. Kelly, da Univ. de Oxford, escreve: “Durante os três primeiros séculos de sua existência, a Igreja Cristã teve primeiro de emergir do ambiente [monoteísta] judaico que a havia criado e então entender-se com a cultura predominantemente helenística (grega) que a cercava.” Daí, falando dos primitivos instrutores que, mais tarde, tornaram-se conhecidos como pais da igreja, prossegue o prof. Kelly: “A maioria deles explorava os conceitos filosóficos correntes. . . . Têm sido acusados de helenizar o Cristianismo (grecizando-o em forma e em método), mas, efetivamente, tentavam formulá-lo em categorias intelectuais congeniais [apropriadas] à sua era. Num verdadeiro sentido, foram os primeiros teólogos cristãos.” Estes “teólogos” iniciais puseram-se a adaptar o cristianismo primitivo, baseado na Bíblia, às idéias filosóficas em curso.

      Origens Filosóficas da Trindade

      A enciclopédia francesa, Alpha, declara de forma interessante: “A maioria das tradições religiosas ou dos sistemas filosóficos estabeleceu grupos ternários [tríplices] ou tríades que correspondem às forças primevas ou a aspectos do Deus supremo.” Outra obra francesa aponta o filósofo grego, Platão (de cerca de 427 a 347 AEC) e declara:

      “A trindade platônica, que é meramente em si um rearranjo de trindades mais antigas, que remontam aos povos anteriores parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem a três hipóstases ou pessoas divinas ensinadas pelas igrejas cristãs. . . . O conceito deste filósofo grego sobre a trindade divina . . . pode ser encontrado em todas as religiões [pagãs] antigas.” — Dictionnaire Lachatre.

      Naturalmente, os sacerdotes e os clérigos da cristandade, na maior parte, negam esta origem filosófica pagã do dogma da Trindade. O Dictionnaire de Théologie Catholique, obra francesa de peso, devota 16 colunas em tipo pequeno a seus argumentos contrários a relacionar-se a trindade de Platão com o Deus trino da cristandade. Todavia, esta obra tem de admitir que o próprio “Santo” Agostinho católico — que se diz ter sido de “decisiva importância para o desenvolvimento ocidental [romano] da doutrina trinitária” — reconheceu tal relação. Ademais, a Encyclopaedia Britânica (1976, Macropedia), declara: “Tal helenização deveras ocorreu, em grande medida. A definição da fé cristã, segundo contida nos credos dos sínodos ecumênicos da igreja primitiva, indica que categorias antibíblicas de filosofia neoplatônica foram empregadas na formulação da doutrina da Trindade.”

      Um “Deus Desconhecido” Trinitário

      Falando a um grupo de filósofos em Atenas, Grécia, o apóstolo Paulo declarou: “Passeando e observando cuidadosamente os vossos objetos de veneração, encontrei também um altar em que tinha sido escrito: ‘A um Deus Desconhecido.’” (Atos 17:23) É interessante que a obra em francês, Pirot and Clamer Bible (Bíblia de Pirot e Clamer) comenta que os filósofos gregos “não tinham conhecimento de Deus, o Criador. Até mesmo Platão via em Deus simplesmente o organizador de matéria pré-existente”. O Deus de Platão era uma “idéia” suprema, sem nome, que seus discípulos posteriores chamaram “o Único”, ou “o Bom”. Foi a tal Deus misterioso e incognoscível, vinculado com a teoria duma tríade divina de Platão que os apóstatas pais da igreja cristã passaram a imitar. Num certo sentido, portanto, a cristandade possui um “Deus desconhecido”.

      Visto que “nem a palavra Trindade, nem a doutrina explícita, como tal, aparecem no Novo Testamento”, os teólogos-filósofos tiveram de cavar nas Escrituras para ver se achavam algo que parecesse uma justificativa dum Deus trino. O melhor que puderam apresentar foram alguns textos que porventura mencionam o Pai, o Filho e o espírito santo no mesmo contexto, embora não necessariamente nessa ordem. (Mateus 28:19; 1 Coríntios 12:4-6; 2 Coríntios 13:14 [13 em muitas Bíblias católicas]) Disse-se que tais textos continham um “preceito tríade”. Sobre este ponto, o perito Theological Dictionary of the New Testament (Dicionário Teológico do Novo Testamento) declara: “Talvez a reminiscência das muitas tríades existentes no mundo politeísta ao redor tenha contribuído para a formação destes preceitos tríplices.” Daí, numa nota de rodapé, tal obra afirma que, no apócrifo Evangelho dos Hebreus, o espírito (gênero feminino em hebraico e em aramaico) “é considerado como a mãe de Jesus”, e acrescenta: “Assim temos a tríade familiar comum da antiguidade, i.e., pai, mãe e filho”.

      Naturalmente, isto era parecido demais com os deuses trinos pagãos do Egito, de Babilônia e da Gália. E, se o espírito santo era mãe de Jesus, o que aconteceria com Maria? Assim, os pais da igreja abandonaram a trindade pagã de “pai, mãe e filho” e inventaram um Deus trino original, composto de Pai, Filho e Espírito Santo. Mas, isto causou outros problemas, segundo explicado pela Encyclopedia Britannica: “As perguntas sobre como conciliar o encontro com Deus nesta figura tríplice com a fé na unicidade de Deus, que era o marco característico dos judeus e dos cristãos que os diferençava do paganismo, agitou da forma mais profunda a piedade da antiga cristandade. Também proveu-lhe o mais forte ímpeto para a teologia especulativa — ímpeto este que inspirou a metafísica [filosofia] ocidental no decorrer dos séculos.” Sim, o “Deus desconhecido” trinitário da cristandade é produto da especulação teológica e da filosofia.

      A Controvérsia da Trindade

      Nos primeiros séculos de nossa Era Comum, havia “surpreendente pluralidade de conceitos e de formulações” no tocante à Trindade. O historiador J. N. D. Kelly, que se confessa trinitariano, admite que os mais antigos pais da igreja eram todos firmes monoteístas. Escreve: “A evidência a ser colhida dos Pais Apostólicos é ínfima, e tentadoramente inconclusiva. De uma doutrina da Trindade, no sentido estrito, não existe, naturalmente, sinal algum.” — Early Christian Doctrines (Doutrinas dos Cristãos Primitivos).

      Na verdade, tais “pais da segunda centúria, como Inácio de Antioquia e Irineu de Lião, expressaram idéias que poderiam ser interpretadas, no máximo, como crença num Deus dúplice, composto do Pai e do Filho. Mas, Kelly declara: “O que os Apologistas tinham a dizer sobre o Espírito Santo era muito mais escasso . . . [Eles] parecem ter sido extremamente vagos quanto à posição e ao papel exatos do Espírito. . . . Não resta dúvida de que a idéia dos Apologistas era altamente confusa; estavam muitíssimo distantes de ter elaborado o padrão tríplice da fé da Igreja para que se tornasse um projeto coerente.”

      Aqueles que sustentavam que só existe um único Deus, o Pai, do qual Jesus é o Filho, vieram a ser chamados de unitários. Lemos: “Os trinitários e os unitários continuaram a confrontar-se uns com os outros, estes últimos a partir do século III ainda constituindo ampla maioria.” (Encyclopædia Britannica, 11.ª edição) Mas, com o passar do tempo, e os pais da igreja se tornarem cada vez mais influenciados por uma nova forma de filosofia platônica (neoplatonismo), os trinitários ganharam terreno. A filosofia neoplatônica do terceiro século, com suas teorias complicadas de substância ou essência, pelo visto os habilitaram a reconciliar o irreconciliável — fazer com que um Deus tríplice se parecesse com um único Deus. Por meio de arrazoamento filosófico, afirmaram que as três pessoas poderiam ser uma só, retendo ao mesmo tempo sua individualidade!

      A Controvérsia Ariana

      A controvérsia sobre a Trindade atingiu um clímax no início do século IV EC. Os principais protagonistas foram três teólogos-filósofos de Alexandria, Egito. De um lado se pôs Ário, tendo a Alexandre e Atanásio do outro. Ário negava que o Filho fosse da mesma substância, ou essência, que o Pai. Sustentava que o Filho era realmente filho, que, por conseguinte, teve princípio. Ário cria que o Espírito Santo era uma pessoa, mas não da mesma substância do Pai ou do Filho, e, efetivamente, era inferior a ambos. Falou deveras numa “Tríade” ou “Trindade”, mas considerava ser composta de pessoas desiguais, das quais apenas o Pai era incriado.

      Alexandre e Atanásio, por outro lado, sustentavam que as três pessoas da Divindade eram da mesma substância e, por conseguinte, não eram três Deuses, mas apenas um só. Atanásio acusou Ário de reintroduzir o politeísmo por separar as três pessoas.

      O chefe do Império Romano naquela época era Constantino, que ansiava empregar o cristianismo apóstata como “cimento” para consolidar seu império abalado. Para ele, esta controvérsia teológica era contraproducente. Chamou a disputa sobre a Trindade de “briga por coisinhas insignificantes e tolas disputas verbais”. Tendo deixado de reconciliar os dois grupos oponentes por meio duma carta especial enviada a Alexandria, em 324 EC, Constantino convocou um concílio geral da igreja para decidir o assunto a favor de um ou de outro. Neste Primeiro Concílio Ecumênico, realizado em Nicéia, Ásia Menor, em 325 EC, os bispos reunidos por fim se decidiram a favor de Alexandre e de Atanásio. Adotaram o Credo de Nicéia trinitariano, o qual, com alterações que se crê foram feitas em 381 EC, é subscrito até os dias de hoje pela Igreja Católica Romana, a Igreja Ortodoxa Oriental e a maioria das igrejas protestantes (evangélicas). Foi assim que a cristandade veio a adorar um “Deus desconhecido” trino, misterioso e incompreensível.

      Conseqüências Amplas

      A controvérsia sobre a Trindade não terminou em Nicéia. O arianismo (que não era cristianismo verdadeiro) conseguiu aflorar de novo várias vezes com o passar dos anos. As tribos germânicas que invadiram o declinando Império Romano professavam o “Cristianismo” ariano, e se apossaram de grande parte da Europa e da África do Norte, onde continuou a florescer até bem em meados do sexto século EC, e até mesmo mais, em algumas localidades.

      A doutrina da Trindade dividiu a cristandade durante séculos. Em vários concílios ecumênicos, os teólogos filosofaram sobre a natureza e o papel precisos do Filho, e se o Espírito Santo procedia do Pai apenas, ou do Pai e do Filho. Todas estas escaramuças simplesmente tornaram mais confusa a noção de Deus na mente das pessoas.

      A doutrina da Trindade, em realidade, confundiu de tal modo a mente de muitos membros das igrejas da cristandade que a fé deles em Deus foi sacudida, se é que não ficou inteiramente abalada. Mas, que dizer do leitor? Fica imaginando o que as Escrituras realmente dizem sobre o Pai, o Filho e o espírito santo? Tais assuntos serão considerados de forma plena nas duas próximas edições de Despertai!.

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