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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • própria voz foi ouvida na terra em três ocasiões. (Mat. 3:17; 17:5; João 12:28) Comunicou-se por meio de anjos (Luc. 2:9-12; Atos 7:52, 53), e por meio de homens, a quem deu instruções e revelações, tais como Moisés e os outros profetas, e especialmente por meio de seu Filho, Jesus Cristo. (Heb. 1:1, 2; Rev. 1:1) Sua Palavra escrita é a sua comunicação ao seu povo, capacitando-os a se tornarem inteiramente equipados quais servos e ministros seus, e guiando-os no caminho à vida. — 2 Ped. 1:19-21; 2 Tim. 3:16, 17; João 17:3.

      Contrastado com os deuses das nações

      O verdadeiro Deus, o Criador dos gloriosos corpos celestiais, é de uma glória e de um esplendor além da capacidade de a vista humana suportar, pois “homem algum pode ver [a Deus] e continuar vivo”. (Êxo. 33:20) Somente os anjos, criaturas espirituais, têm visão que pode suportar ver a Sua face em sentido literal. (Mat. 18:10; Luc. 1:19) Não obstante, ele não expõe os homens a tal experiência. Bondosamente, possibilita aos homens perceberem as suas excelentes qualidades por intermédio de sua Palavra, incluindo a revelação de Si mesmo por meio de seu Filho, Cristo Jesus. — Mat. 11:27; João 1:18; 14:9.

      No livro de Revelação, Deus nos dá uma idéia do efeito de sua presença. O apóstolo João teve uma visão que foi quase como que ver a Deus, no sentido de que ela revelou o efeito de observá-lo no seu trono. A aparência de Deus não era semelhante à de um homem, pois não revelou nenhuma forma sua ao homem, conforme o próprio João disse mais tarde: “Nenhum homem jamais viu a Deus.” (João 1:18) Ao invés disso, Deus foi revelado como sendo semelhante a pedras preciosas altamente polidas, valiosas, brilhantes, belas, que atraem os olhos e cativam deleitosa admiração. Ele era, “em aparência, semelhante à pedra de jaspe e a uma pedra preciosa de cor vermelha, e ao redor do trono [havia] um arco-íris, em aparência semelhante à esmeralda”. (Rev. 4:3) Assim, a sua aparência é bela e agradável de se contemplar, fazendo com que a pessoa se entregue à admiração. Ao redor do seu trono existe glória adicional, e uma atmosfera de calma e serenidade. A presença de um perfeito arco-íris de esmeralda indica isso, lembrando a serena calma que segue a uma tempestade. — Compare com Gênesis 9:12-16.

      Quão diferente é o verdadeiro Deus, portanto, dos deuses das nações, os quais amiúde são representados como sendo grotescos, irados, ferozes, implacáveis, desapiedados, de veneta quanto a conceder favores e desfavores, horripilantes e diabólicos, e dispostos a torturar criaturas terrenas, almas humanas, em algum tipo de “fornalha de fogo” ou inferno.

      “Um Deus que exige devoção exclusiva”

      “Embora haja os que se chamem ‘deuses’, quer no céu quer na terra, assim como há muitos ‘deuses’ e muitos ‘senhores’, para nós há realmente um só Deus, o Pai.” (1 Cor. 8:5, 6) Muitos desses deuses são ‘poderosos’, mas Jeová é o Deus Todo-poderoso. É um Deus que exige devoção exclusiva. (Êxo. 20:5) Requer que seus adoradores o adorem com espírito e verdade. (João 4:24) Seus adoradores devem temê-lo, o que significa odiar o mal e reconhecer sua soberania e supremacia, sua onipotência e sua justiça. (Pro. 1:7; 8:13; Jer. 11:20) Devem ter por ele um temor reverente. — Isa. 8:13; Heb. 12:28, 29.

      Entre outros poderosos chamados de “deuses” na Bíblia acha-se Jesus Cristo, que é o “deus unigênito”. Mas ele mesmo disse claramente: “É a Jeová, teu Deus, que tens de adorar e é somente a ele que tens de prestar serviço sagrado.” (João 1:18; Luc. 4:8; Deut. 10:20) Os anjos são “semelhantes a Deus”, porém, um deles impediu João de adorá-lo, dizendo: “Toma cuidado! Não faças isso! . . . Adora a Deus.” (Sal. 8:5; Heb. 2:7; Rev. 19:10) Homens poderosos dentre os hebreus eram chamados de “deuses” (Sal. 82:1-7); mas homem algum foi intencionado por Deus para ser adorado. Quando Cornélio começou a prestar homenagem a Pedro, este apóstolo impediu-o com as palavras: “Levanta-te; eu mesmo também sou homem.” (Atos 10:25, 26) Certamente, os deuses falsos inventados e moldados pelos homens através dos séculos desde a rebelião no Éden, não devem ser adorados. A Lei mosaica adverte vigorosamente sobre o afastar-se de Jeová para segui-los. (Êxo. 20:3-5) Jeová, o verdadeiro Deus, não tolerará para sempre a rivalidade dos deuses falsos e inúteis. — Jer. 10:10, 11.

      O apóstolo Paulo diz que Deus é Aquele quem declara justas as pessoas e que, depois que Cristo, qual rei de Deus, reduzir a nada toda outra autoridade e poder, e, após isso, entregar o reino ao seu Deus e Pai, Deus então se tornará “todas as coisas para com todos”. (Rom. 8:33; 1 Cor. 15:23-28) Por fim, todos os que viverem reconhecerão a soberania de Deus e louvarão seu nome continuamente. — Sal. 150; Fil. 2:9-11; Rev. 21:22-27; veja ELOHIM; JEOVÁ.

  • Deus Da Boa Sorte; Deus Do Destino
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DEUS DA BOA SORTE; DEUS DO DESTINO

      Na época de Isaías, a adoração dessas deidades evidentemente envolvia preparar diante delas uma mesa de alimentos e bebidas. (Isa. 65:11) A tradição árabe identifica o planeta Júpiter com a “[boa] sorte maior” e o planeta Vênus com a “[boa] sorte menor”. Assim, tem sido sugerido que o deus da Boa Sorte (Gad) pode ser identificado com Júpiter e o deus do Destino (Meni) com Vênus.

  • Deus Desconhecido
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DEUS DESCONHECIDO

      Parte de uma inscrição num altar, vista pelo apóstolo Paulo quando esteve em Atenas. Os atenienses demonstravam seu medo das deidades por construírem muitos templos e altares. Foram até mesmo a ponto de deificarem o abstrato, erigindo altares à Fama, à Modéstia, à Energia, à Persuasão e à Piedade. Talvez temendo que pudessem esquecer algum deus e, por conseguinte, incorrer no desfavor dele, os homens de Atenas haviam erigido um altar sobre o qual estavam inscritas as palavras: “A um Deus Desconhecido.” Na abertura do seu discurso aos estóicos, aos epicureus e a outros reunidos no Areópago (Colina de Marte), Paulo jeitosamente dirigiu a atenção deles a esse altar “A um Deus Desconhecido”, dizendo-lhes que era a respeito desse Deus, até então desconhecido a eles, que lhes pregava. — Atos 17:18, 19, 22-34.

      Que existiam na Grécia altares deste tipo é comprovado pelos escritores gregos Filostrato (170?-245 E.C.) e Pausânias (2.° século E.C.). Pausânias menciona altares de “deuses chamados Desconhecidos”, e Filostrato, em sua obra Life of Apollonius of Tyana (Vida de Apolônio de Tiana), escreve: “É mais prudente falar bem de todos os deuses, e especialmente em Atenas, onde se encontram também altares de deidades desconhecidas.”

  • Deuses E Deusas
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DEUSES E DEUSAS

      As deidades que têm sido e ainda são adoradas pelas nações são fruto da criação humana, produtos de homens imperfeitos, “inanes nos seus raciocínios”, que “transformaram a glória do Deus incorruptível em algo semelhante à imagem do homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de bichos rastejantes”. (Rom. 1:21-23) Não é de admirar, portanto, observarmos que tais deidades refletem as mesmas características e fraquezas de seus adoradores imperfeitos.

      Dificilmente pode-se atribuir ao acaso as notáveis similaridades prontamente observáveis quando se comparam os deuses e as deusas dos povos antigos. Concernente a isto, o coronel J. Garnier, em seu livro The Worship of the Dead (A Adoração dos Mortos), escreveu: “Não apenas os egípcios, os caldeus, os fenícios, os gregos e os romanos, mas também os hindus, os budistas da China e do Tibete, os godos, os anglo-saxões, os druidas, os mexicanos e os peruanos, os aborígenes da Austrália e até mesmo os selvagens das ilhas dos Mares do Sul, devem todos ter derivado suas idéias religiosas de uma fonte comum e de um centro comum. Em toda a parte deparamo-nos com as mais surpreendentes coincidências nos rituais, nas cerimônias, nos costumes, nas tradições, e nos nomes e nas relações de seus respectivos deuses e deusas.”

      A evidência das Escrituras aponta para a terra de Sinear como sendo o berço pós-diluviano dos falsos conceitos religiosos. Sem dúvida sob a direção de Ninrode, “poderoso caçador em oposição a Jeová”, começou a construção da cidade de Babel e de sua torre, provavelmente um zigurate a ser usado na adoração falsa. Empreendeu-se este projeto de construção, não para trazer honra a Jeová Deus, mas para a autoglorificação dos construtores, que desejavam fazer para si mesmos um “nome célebre”. Também, era diametralmente oposto ao propósito de Deus para a humanidade, de que ela se devia espalhar sobre a terra. O Todo-poderoso frustrou os planos desses construtores por confundir a língua deles. Não mais podendo se entender, gradualmente desistiram de construir a cidade e se dispersaram. (Gên. 10:8-10; 11:2-9) No entanto, Ninrode aparentemente ficou em Babel e expandiu o seu domínio, fundando o primeiro Império Babilônico. — Gên. 10:11, 12.

      Quanto aos povos dispersos, para onde quer que foram levaram junto a sua religião falsa, que seria praticada sob novos termos, na nova língua deles e em novas localizações. Visto que Noé ainda viveu 350 anos depois do dilúvio, esta dispersão logicamente ocorreu enquanto Noé e seu filho Sem ainda viviam. (Gên. 9:28; 11:10, 11) Portanto, a dispersão ocorreu numa época em que eram conhecidos os fatos a respeito de acontecimentos anteriores, tais como o Dilúvio. Este conhecimento, sem dúvida perdurava, de alguma maneira, na memória do povo dispersado. Indicativo

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