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  • Taiti — jóia dos mares do Sul
  • Despertai! — 1986
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g86 8/4 pp. 23-25

Taiti — jóia dos mares do Sul

TAITI — o próprio nome suscita todo tipo de imagens mentais! O explorador francês Bougainville chamou-o de Nova Cítera, visto que ela lhe fez lembrar uma aprazível ilha mediterrânea também conhecida como Kítira. A beleza de Taiti tem inspirado artistas e poetas. Para alguns, é outro nome para paraíso.

Mas, já por muitos anos, um grupo de pessoas vem falando em Taiti sobre um vindouro paraíso. Esta mesma mensagem está sendo pregada em todos os países do mundo. Mas, será ela necessária até mesmo em Taiti? Para ajudá-lo a entender isso, permita-nos contar-lhe algo sobre essa ilha.

Taiti, a Bela

É Taiti realmente tão bela quanto as pessoas falam? Nenhuma dúvida quanto a isso! Não é uma ilha grande — apenas 1.041 quilômetros quadrados. Mas, a sua montanha mais alta atinge 2.237 metros. Toda a ilha é rodeada por uma rodovia de 121 quilômetros.

Um dos esplendores de Taiti é a lagoa turquesa que a cerca. Mais distante, o mar é azul profundo, e, formando a barreira entre o mar alto e a lagoa de tonalidade mais leve, há um banco de corais sobre o qual o quebrar das ondas forma uma grinalda de espuma branca. Assim, vista do alto, Taiti parece uma jóia aninhada num porta-jóias turquesa. Alguns até mesmo a chamam de jóia dos Mares do Sul.

O clima? Quente e úmido, mas temperado por refrescantes ventos alísios. De novembro a março é a estação chuvosa, quando tanto a temperatura como a umidade são elevadas. A vegetação é densa e exuberante. Especialmente ao longo da costa e nos vales você verá abundantes cocos, mangas, frutas-pão, abacates e bananas — tudo o que esperaria encontrar num paraíso tropical!

E as flores? Feche os olhos e imagine respirar ar perfumado com a suave fragrância de jasmim. Agora abra os olhos e encante-se com a profusão de hibiscos e sempre-lustrosas. Tente visualizar o incomum antúrio céreo e, especialmente, a tiare tahiti, aquela flor branca e levemente perfumada que os homens e mulheres taitianos usam no cabelo. Sim, o Taiti é abençoado com uma abundância de flores.

Há aves marinhas em Taiti, mas poucos animais nativos na ilha. Contudo, os mares ao redor mais do que compensam isso. Belos corais abrigam ampla variedade de conchas e mariscos. Tanto na lagoa como no oceano profundo mais além, é deleitoso observar o colorido peixe-papagaio, o labro, o peixe-cirurgião, a perca e o salmonete. Ocultos nas fendas de rochas, e também observando o espetáculo — embora não para admirar a sua beleza — acham-se a faminta moréia e, mais distante, a ominosa figura do tubarão.

Os Taitianos

Esta bela ilha foi primeiro descoberta por aqueles magistrais navegadores, os polinésios, por volta do quinto século EC. Eles se agradaram de sua beleza natural e de usufruir os recursos de seu solo fértil e águas bem aprovisionadas. Adoravam um deus chamado Tangaroa, que, segundo se dizia, era assistido por divindades secundárias. As cerimônias religiosas eram realizadas em cercados quadrangulares chamados marae, numa das extremidades dos quais havia um altar para os ídolos sagrados Tiqui, em que se ofereciam sacrifícios humanos.

Por mais de mil anos estes primeiros habitantes viveram sem serem molestados. De fato, seus descendentes ainda vivem ali hoje. São chamados de taitianos. Mas, no século 18 a ilha foi “descoberta” de novo, desta vez por navegadores europeus, como Wallis, Bougainville e Cook. O Taiti tornou-se mundialmente famoso. Os recém-chegados trouxeram alguns benefícios aos taitianos, como o metal, novos tecidos, a escrita e, especialmente, a Bíblia. Também trouxeram problemas. O Taiti ficou envolvido em conflitos, e finalmente, em 1880, o rei taitiano Pomaré V deu o Taiti à França. Hoje, ele é o centro administrativo de um grupo de ilhas conhecidas como Polinésia Francesa.

A pele dourada e os lustrosos longos cabelos negros das mulheres taitianas muitas vezes têm sido popularizados por artistas, como Paul Gauguin. Agora, à medida que os taitianos se casam com chineses, europeus e outros povos, a raça está-se tornando bem cosmopolita. A língua taitiana falada pelos taitianos originais ainda é largamente usada. É um belo idioma, mas carece de muitas palavras necessárias na vida moderna. Assim, na conversa cotidiana, ouve-se chinês, inglês e outras palavras estrangeiras misturadas com o taitiano. Fala-se também o francês, visto que o Taiti está sob administração francesa.

As Coisas Estão Mudando

A terra e o povo são muito agradáveis. Os taitianos ainda são peritos na tradicional arte polinésia de esculpir madrepérolas e madeira. Eles usam as conchas da região para confeccionar lindos colares e pendentes, e sabem trançar folhas de coqueiro e pandano, transformando-as em esteiras, cestos e chapéus. Mas a sua habilidade mais notável é cantar e dançar. Não perdem oportunidade para se divertirem com comida deliciosa, lindas flores, música, canções e danças (bem como, infelizmente, muito álcool e fumo).

Não obstante, o Taiti carrega as marcas inconfundíveis do século 20. Boa parte de sua beleza está sendo espoliada. Interesses comerciais exploram os mares em busca de conchas, caçam tubarões por causa de seus dentes, e tartarugas por causa de seu casco. No ínterim, as outrora tão numerosas aves marinhas estão gradualmente sendo expulsas por uma população humana em expansão ao longo da costa.

A poluição também é problema. O Taiti tem belas praias, muitas delas — surpreendentemente — de areia escura. Mas em algumas praias o mar deposita lixo desagradável.

Há muito os taitianos gozam duma legendária e bem-merecida reputação de amistosidade, generosidade e hospitalidade. Mas, infelizmente, a colonização e o comércio turístico têm inibido esse impulso natural, até certo ponto sacrificado em função das realidades do mundo moderno. Há também outros problemas que começaram nos anos 60, com os testes nucleares franceses no Pacífico do Sul e a instalação de um aeroporto internacional. Desde então, a prosperidade material tem levado a certo grau de corrupção.

O Vindouro Paraíso

É claro que o Taiti nunca foi realmente um paraíso no mais pleno sentido da palavra. Apesar da beleza da ilha, os taitianos sempre sofreram os problemas comuns a toda a humanidade, como a doença e a morte. Ademais, muitos vêem o que era o Taiti e o que está-se tornando, e temem o futuro. Pessoas de reflexão esperam que a deterioração não continue, mas, a que podem recorrer em busca de reanimação?

Em fins do século 18 chegaram ao Taiti os primeiros missionários da cristandade. Traduziram a Bíblia para o taitiano, e este continua sendo o mais amplamente respeitado livro na ilha. Hoje, porém, há muitas religiões no país, a maioria dizendo ser cristã. Todavia, há também muito crime e violência, bem como discriminação racial e nacionalismo. Parece que a cristandade tem sido incapaz de apontar o caminho para uma solução desses problemas.

É por isso que as Testemunhas de Jeová vêm falando aos taitianos sobre a vinda do verdadeiro Paraíso. Elas explicam os propósitos do Deus cujo nome, Jeová, ocorre milhares de vezes na Bíblia taitiana. Elas mostram que este Deus profetizou que a humanidade ‘arruinaria a terra’ até certo ponto, mesmo nas suas partes mais belas e remotas. (Revelação 11:18) E têm prazer em mostrar que Jeová não deixará de reprimir isso. Em vez disso, seu Reino sob Cristo Jesus estabelecerá um paraíso genuíno, não só no Taiti, mas em todas as ilhas e continentes da terra. (Salmo 98:7-9) O Reino de Deus solucionará também aqueles problemas como a doença, o sofrimento e a morte, que afligiram Taiti mesmo em seus dias mais idílicos. (Revelação 21:3, 4) Assim, os taitianos estão sendo incentivados a exercer a sua legendária hospitalidade para acolher o iminente governo do Reino de Deus, para a sua bênção eterna.

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