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  • Afligindo os “egípcios” modernos com a verdade
    A Sentinela — 1966 | 1.° de janeiro
    • Moisés Maior, Jesus Cristo, provam que as doutrinas e as práticas religiosas do Egito antitípico são falsas, não tendo vida. O comércio, a política, os cientistas, os filósofos, e todos os fanáticos da religião falsa, inclusive o clero católico, os protestantes, os fundamentalistas e os modernistas, com sua teoria da evolução, não têm podido aliviar a situação. Os egípcios antitípicos foram expostos como estando desprovidos de qualquer alimento espiritual que tenha algum valor. Esta exposição da fome espiritual no “Egito” moderno foi uma praga para os “egípcios”. O assunto da fome espiritual do mundo tem sido tratado em A Sentinela, bem como na revista Despertai!, e nos discursos públicos proferidos pelas testemunhas de Jeová. Mais recentes expressões desta praga simbólica têm sido as publicações tais como Que Tem Feito a Religião Pela Humanidade? e “Caiu Babilônia, a Grande!” O Reino de Deus Já Domina! Todas estas mensagens, que englobam toda a religião falsa e expõem a fome espiritual do “Egito” moderno, mostram que não resta nem sequer uma coisa verde de nutrição espiritual, e que os que estão cônscios de sua necessidade espiritual têm de procurá-la em outra parte.

      A NONA PRAGA — TREVAS

      27, 28. (a) Qual foi a nona praga, e por que foi a praga mais notável até então contra os deuses do Egito? (b) Como correspondeu Faraó, depois de ela terminar?

      27 Recusando-se o Faraó do antigo Egito a aprender da oitava praga, Jeová Deus enviou a nona praga, as trevas. Êxodo 10:21-29 conta-nos que foram trevas tão densas que podiam ser sentidas, como se fossem grossa neblina. Em realidade, as trevas eram tão densas que nenhum egípcio se levantou de seu lugar durante os três dias e noites em que duraram. Os israelitas, contudo, tinham luz em suas moradas, sendo preservados desta nona praga, assim como o foram das anteriores cinco pragas. Esta praga lançou desprezo sobre o deus-sol Amon-Ra e sobre Tote, que era conselheiro de Osíris e era deus da lua, bem como o chamado sistematizador do sol, da lua e das estrelas. Pode-se dizer que foi o golpe mais duro que fora dado até então contra os deuses do Egito. Como assim? No sentido de que os egípcios, mais do que todos, estavam especialmente devotados à adoração do sol e da luz.

      28 No fim da praga de trevas desnaturais, Faraó concordou em deixar que todos os israelitas saíssem para adorar a Jeová, no deserto. Mas, quando Moisés e Aarão insistiram que os israelitas levassem consigo seu gado, para oferecer sacrifícios, Faraó bradou: “Fora de minha casa! Guarda-te de me rever: porque o dia em que vires o meu rosto, morrerás!” A isto, Moisés replicou calmamente: “Tu o disseste, . . . não verei mais o teu rosto.” — Êxo. 10:28, 29, CBC.

      29. O que marca o cumprimento da nona praga em nossos dias?

      29 Quanto ao correspondente moderno desta nona praga: Atualmente a cristandade não reconhece a Jeová Deus como sendo a luz do universo, nem a Jesus Cristo como sendo o Salvador do mundo e sua Luz, assim como não o reconhece o restante do Egito antitípico. Muitos confiam que a evolução salvará o homem; outros, a ciência materialista; muitas religiões pagãs apresentam seus remédios particulares; os judeus afirmam que o judaísmo é a luz do mundo e a única esperança do homem. A nona praga revela a tolice de todas estas supostas luzes, e mostra que aqueles que confiam nelas ou que as apresentam estão, realmente, em profundas trevas, sim, não só em trevas mentais, mas também nas trevas do desfavor de Deus. Marcante expressão desta praga foi primeiramente fornecida no congresso de 1926, em Londres, Inglaterra, das testemunhas de Jeová, em relação com o discurso público “Por Que as Potências Mundiais Vacilam — o Remédio”, proferido em apoio da Resolução adotada pelos congressistas, naquela ocasião. Essa Resolução mostrava que a Liga das Nações era um completo fracasso, que, por motivo da “influência cegante de Satanás, a mente dos governantes e dos governados se desvia do verdadeiro Deus” e que apenas o reino de Deus poderia remover “a ignorância cegante” com que o povo há muito é afligido. (Rev. 16:10, 11) Semelhantemente, a recente Resolução da Assembléia de 1963, conforme foi adotada ao redor de todo o globo, indicava que as trevas do desfavor de Deus pairam sobre o “Egito” moderno. Muita coisa tem sido publicada pelo povo de Jeová, mostrando que os pretensos salvadores dos homens, criaturas, movimentos ou organizações, tais como a Liga das Nações que foi saudada como sendo “a única Luz existente!”, não são luzes nenhumas, nem salvadores. O discurso público e a Resolução do congresso de 1926, em Londres, Inglaterra, foram englobados, em forma impressa, num tratado, e cinqüenta milhões de exemplares dele foram distribuídos. Adicionalmente, a Sociedade Torre de Vigia pagou um anúncio de página inteira, para apresentar esta mesma mensagem, num jornal londrino, o Daily News, jornal disponível a 800.000 leitores. Toda esta divulgação, que mostrava quão densas eram as trevas sobre o Egito antitípico, constitui parte desta nona praga simbólica, e tais mensagens anunciadas pelas testemunhas de Jeová por certo afligem aqueles que consideram como luzes a tais coisas mundanas.

  • A décima praga — mortos os primogênitos
    A Sentinela — 1966 | 1.° de janeiro
    • A décima praga — mortos os primogênitos

      1, 2. Qual foi a décima praga, e que efeito teve sobre Faraó?

      CHEGAMOS, então, à culminante décima praga sobre o antigo Egito, a morte dos primogênitos. Os pormenores desta praga são fornecidos em Êxodo 11:1 a 12:36. Que tremenda demonstração do poder de Jeová foi essa ocasião, tanto de preservar como de destruir! Pereceu todo filho primogênito, desde o de Faraó, até o do cativo que estava no cárcere, bem como o primogênito de todo animal. Os deuses do Egito foram julgados inúteis naquela noite e assim provaram que não eram deuses. Especialmente isto se deu com Amon-Ra, o suposto preservador de todos os primogênitos. Onde estava ele naquela noite? Não podia haver dúvida, então, quanto a quem era maior, o Amon-Ra, de Faraó, ou Jeová, de Moisés.

      2 Esquecida ficou, então, a ameaça de Faraó de matar Moisés e Aarão se os visse de novo. Ao invés, mandou buscálos com urgência, e disse-lhes: “Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; e ide, servi ao Senhor [Jeová], como tendes dito. Levai também convosco vossas ovelhas e vossas vacas, . . . e ide, abençoai-me também a mim.” (Êxo. 12:31, 32, Al) Assim cumpriu-se o aviso que Jeová mandara Moisés declarar a Faraó, logo no início das negociações: “Assim diz o Senhor

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