BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • “Bonecos de neve” do Japão
    Despertai! — 1971 | 8 de julho
    • quatorze metros de altura e uns trinta metros de largura, do Templo de Pedras Abu-Simbel do Egito, que se afirma ter sido construído por Ramsés II em celebração de sua conquista do Sudão. Esta foi completada com faraós, leões alados e hieróglifos, que pareciam tão desconcertantes aos japoneses quanto a escrita japonesa o é para os estrangeiros.

      Apresentou-se a história moderna em outro local da exposição, onde o visitante podia dar os seus ‘primeiros grandes passos’ entre as crateras da lua, mas com os pés amassando ruidosamente a neve ao invés de a poeira lunar. Ao lado, dois astronautas de neve, um módulo lunar de neve e um foguete Apollo 11 de neve davam realismo à cena.

      Deleite Infantil na Neve e no Gelo

      No entanto, o “espetáculo” é principalmente para o deleite infantil. Pois aqui, retratadas na neve, estão muitas das estórias, do Japão e do Ocidente, que têm sido contadas e recontadas às crianças através dos séculos. Certa exibição, se estendendo transversalmente pelo parque municipal, retrata a Princesa Branca de Neve chegando ao “deslumbrante castelo do Príncipe”. Ela vem de trem “foguete”, acompanhada pelos anões, dois dos quais estão montados sobre o trem. Um tremendo Guiliver, pesando provavelmente duas mil toneladas, jaz estendido através do parque. Modelos de crianças de neve representam os esportes de inverno em volta de sua cintura ao passo que crianças de verdade com boinas e jaquetas de tricô coloridas se aglomeram em torno de seus pés para lhes tirarem fotos.

      Na próxima quadra do parque há uma Urashima Taro de cabelos brancos e de rosto pálido, o “Rip Van Winkle” (personagem fictício da literatura norte-americana que dormiu vinte anos) do Japão, que sai cavalgando do folclore japonês numa tartaruga toda branca, de cem toneladas.

      Em volta dos modelos maiores acham-se dispostas amostras menores, inclusive animais domésticos, raposas, texugos e ursos. Como as crianças gostam de abraçar de perto estes animais de tamanho natural, e de subir em suas costas de gelo!

      Para variar, uma inteira quadra exibe amostras modeladas em puro gelo! Notável entre estas é um pagode de sete camadas, sua estrutura à guisa de pingente de gelo reluzindo com luzes coloridas à noite. Ali perto, cinzelada delicada e peritamente em blocos de gelo, vê-se uma casa rural, uma cocheira e animais da roça. Há também um navio de tesouro e uma coleção de bichos de verdade no gelo: rãs, um pingüim, um camelo, uma naja, um cisne, um gato “preto”, um urso (seguramente preso à cerca), um caranguejo, uma tartaruga e cães polares.

      Demolidos os Deuses e Homens de Neve

      Visto que o Japão é país budista, uma colossal estátua do Bosatsu-Hanka Buda, erguendo-se a quase onze metros de altura, acha-se proeminentemente exibida no parque central. Mas até mesmo “Buda”, embora primorosamente esculpido no exterior, é apenas como qualquer outra imagem feita pelo homem por dentro — só que um pouquinho mais fria em Sapporo. É bastante sólida para suportar a maioria das tempestades, embora uma fubuki (nevasca) durante o festival possa ser penosa sobre os seus visitantes. E se a neve macia se acumular em seus olhos e ouvidos, caminhões dos bombeiros com suas escadas acham-se à disposição para lançar jatos d’água e removê-la de novo. Por quatro dias refrescantes e quatro noites iluminadas, Buda reina junto com seus co-deuses e amostras.

      Depois destes quatro dias transitórios de glória, todas as amostras de deuses e homens e outras têm de ser demolidas, pois constituiriam um perigo para as crianças e outros transeuntes se fossem deixadas a decompor-se pelos elementos. Já na manhã seguinte ao festival, “Buda” ficou sem um dedo. Logo, os trabalhadores ficam atarefados com a picareta e a pá, destruindo a ele e a seus companheiros, da cabeça aos pés. Às vezes esses “deuses” recebem uma libação de despedida, de saque, que é derramada entre seus dentes de gelo, para fazê-los agüentar os golpes dos homens que manejam as pás e picaretas.

      Em certo sentido, esta demolição de “Buda” representa o que muitos dos cidadãos pensantes de Sapporo fazem agora. Esta cidade, e deveras a inteira ilha de Hokkaido, fustigada pela neve, mostra ser um dos mais frutíferos campos para o testemunho do Reino no Japão. À medida que as testemunhas de Jeová pregam com a Bíblia Sagrada a estas pessoas humildes, muitas delas vêm a compreender que “Buda”, embora belamente esculpido, não passa de um ídolo, e que, conforme declara a Bíblia, “o ídolo nada é no mundo”. (1 Cor. 8:4; Sal. 115:4-8) No coração, demolem a idéia de “Buda”, de modo tão completo quanto os trabalhadores demolem os deuses do festival de neve.

      Embora o festival na neve apresente muitas notáveis e graciosas obras de arte, estas são de fabricação humana e duram apenas alguns dias. E podem quaisquer destas chegar sequer a comparar-se com a graciosidade da paisagem nívea que Jeová pincela por toda a região campestre em cada inverno? Os modelos de neve, como os deuses que alguns deles representam, são passageiros, mas os magníficos ciclos do arranjo terrestre de Jeová continuarão para todo o sempre, para o usufruto prazeroso dos que o amam. Será assim como Deus prometeu há muito, no tempo de Noé: “Por todos os dias que a terra continuar nunca cessarão sementeira e colheita, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite.” — Gên. 8:22.

  • Por que brilha a lua
    Despertai! — 1971 | 8 de julho
    • Por que brilha a lua

      ● Sem dúvida já viu à noite letreiros que refletem luz. Isto é possível porque as letras se acham recobertas duma camada de diminutas contas de vidro de uma fração de milímetro de diâmetro. Daí, são recobertas de plástico. Quando os faróis dum carro brilham sobre elas, elas refletem a luz.

      Recente pesquisa científica revelou que o homem não foi o primeiro a usar este tipo de refletor de luz. A evidência na superfície da lua mostra que quem primeiro utilizou este princípio refletor foi o Criador do universo.

      Os cientistas, examinando o material da lua trazido de volta à terra pelos astronautas, verificaram que até 50 por cento do “solo” da lua se compõe de vidro. Este vidro assume diferentes formas. Parte é perfeitamente redonda, elíptica, em forma de lágrimas, ou em forma dum haltere. Também, o vidro varia em tamanho de diminutas partículas de pó a contas de um milímetro de tamanho.

      A superfície destas contas de vidro é muito suave. Quando a luz brilha sobre elas, são extremamente lustrosas. O Dr. Wernher von Braun, destacado nos programas espaciais dos Estados Unidos, escreveu sobre elas como “reluzindo a luz do sol como contas de vidro que refletem a luz dum letreiro de rodovia”. Ao passo que a maioria deste vidro não tem cor, alguns são marrons, amarelos, vermelhos ou verdes.

      Até mesmo as rochas lunares mostram que foram feitas para refletir a luz, pois contêm pequenas cavidades revestidas de vidro. Algumas se acham cobertas de salpicadas gotas de vidro e parecem que foram vitrificadas.

      Ademais, no seu passeio lunar, os astronautas encontraram, no fundo de pequenas crateras, lentejoulas cintilantes em forma de manchas vitrificadas que se assemelhavam a salpicadas de solda derretida. Estas se achavam nas rochas e no solo.

      Quão maravilhosamente exato é a declaração em Gênesis 1:16 na Bíblia Sagrada, onde se descreve a lua como sendo ‘luzeiro para dominar a noite’!

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar