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Siba espantosa criatura marítimaDespertai! — 1971 | 8 de abril
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afirmava ter visto um tentáculo de siba que era tão grosso quanto o corpo dum homem e que tinha ventosas do tamanho dum pires.
Sem dúvida, com o tempo, muito mais será conhecido sobre a siba e os mistérios que cercam esta dinâmica e espantosa criatura marítima.
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Por que abandonei minha igrejaDespertai! — 1971 | 8 de abril
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Por que abandonei minha igreja
AO ACEITAR um cargo no escritório da minha igreja, achei que Deus me abençoava. Mas, pouco compreendia o que jazia a frente.
Como vê, por estar do lado de dentro da organização da igreja, isso me deu a oportunidade ímpar de ver e ouvir mais do que o mediano freqüentador de igreja, que comparece apenas aos ofícios de domingo de manhã. Cheguei a ver o que se passa na igreja como poucos jamais conseguem ver.
Certo dia, o telefone do escritório da igreja tocou. Quando o atendi, soube que a mãe de certa família estava morrendo e me pediram que enviasse o ministro à sua casa imediatamente. Jamais me esquecerei daquele dia. O ministro, ao invés de ir oferecer ajuda espiritual, pediu-me que chamasse de imediato o advogado da igreja. O ministro queria que ele fosse àquela casa e se certificasse de que o testamento daquela senhora moribunda era aceitável e que ela tivesse incluído a igreja como sua beneficiária.
Naquele dia meus olhos realmente se abriram pela primeira vez e comecei a orar pedindo orientação. Daí, mudamo-nos para este povoado [Warrensburg, Nova Iorque], onde pensava que as coisas fossem diferentes em nossa igreja metodista. Semanas a fio, ninguém falou conosco e ninguém nos visitou. Eu costumava assistir aos ofícios da igreja e então voltar para casa e chorar.
Por fim, ofereci-me para ajudar a ensinar na escola dominical — serviço que desempenhei até que séria doença me obrigou a deixar. O ministro ficou irado porque eu não podia continuar a ensinar. Oh, mas como sabiam onde eu me achava quando queriam dinheiro e mais dinheiro! Com efeito, tudo que eu ouvia era nove mil dólares [Cr$ 45.000,00] para consertar o órgão ou que precisávamos de dinheiro para construir um novo lar para o ministro, e assim por diante
Por fim, afastei-me apesar de um sentimento de culpa e de temor, por não receber a comunhão no primeiro domingo de cada mês. Com o tempo, minhas orações foram respondidas. Certo dia, quando me sentia especialmente deprimida, uma das testemunhas de Jeová me veio visitar. Ela me falou das profecias da Bíblia e do propósito de Jeová Deus para a humanidade. Comecei a estudar a Bíblia e não demorou muito até que deixei minha igreja original. Comecei a associar-me com os verdadeiros servos de Deus, Suas testemunhas. E, que grandes bênçãos tenho recebido por isso! Se apenas pedirmos que a vontade de Jeová se torne a nossa vontade, então todas as coisas obrarão juntas para o nosso bem. — Contribuído.
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Abandonando a adoração de imagensDespertai! — 1971 | 8 de abril
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Abandonando a adoração de imagens
✔ Certo universitário no Japão foi criado numa família que adorava o deus budista Jizo, deidade padroeira das crianças. Este estudante via-se cercado de imagens, pois seu pai é canteiro, empenhando-se principalmente em esculpir “deuses” Jizo. Seu irmão mais velho recebeu uma assinatura de presente da revista Despertai! de antigo amigo que é uma das testemunhas de Jeová. Mas, foi ele, o irmão mais jovem, que leu e releu ansiosamente as revistas.
Quando a Testemunha visitou mais tarde o lar deles, este rapaz prontamente aceitou o curso gratuito de estudo bíblico de seis meses, oferecido a ele pelas Testemunhas. Por volta do fim de quatro meses, o rapaz abandonou por completo o Jizo sem vida e seus co-deuses de pedra, e já falava aos outros a respeito do Deus vivo, Jeová, no ministério cristão de porta em porta.
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